[user_registration_my_account]
Capítulo 50 de 52
Terceira Parte — parte 7 de 9
No Invisível · Léon Denis
"Vosso compatriota, ó Koraichitas, não está transviado, nem foi iludido. O Alcorão é uma revelação que lhe foi feita. Foi o Terrível quem o instruiu. E ele revelou ao servo de Deus o que tinha a revelar'lhe. O coração de Maomet não mente; ele o viu." (285) "O Alcorão ' diz ele ' permanece como o mais belo monumento da língua em que foi escrito, e nada vejo que o iguale, na história religiosa da Humanidade. E o que explica a influência enorme que esse livro tem exercido sobre os árabes, que estão convencidos de que Maomet, cuja instrução era rudimentar, não podia escrever esse livro, e que ele lhe foi ditado por um anjo." Singular coincidência: sua missão começa como a de Joana d'Arc; se lhe revela mediante vozes e visões (286). Como Joana, também ele por muito tempo se esquivara; mas o poder misterioso o arrasta contra sua vontade, e o humilde condutor de camelos torna' se fundador de uma religião que se estende sobre uma vasta região do mundo; ele cria integralmente um grande povo e um grande império. Acerca de suas faculdades mediúnicas assim se exprime E. Bonnemère (287)
"Maomet cala de vez em quando num estado que metia medo aos que em torno se achavam. Nesses momentos em que sua personalidade lhe fugia, e ele se sentia subjugado por uma vontade mais poderosa que a sua, subtraia'se às vistas estranhas. Os olhos, desmesuradamente abertos, se tornavam fixos e sem expressão; imóvel, Maomet parecia invadido por um desfalecimento que nada lograva dissipar. Em seguida, pouco a pouco, a inspiração fluía, e ele escrevia, com vertiginosa rapidez, o que vozes misteriosas lhe ditavam."
Na Idade Média, mencionemos duas grandes figuras históricas: Cristóvão Colombo, o descobridor de um novo mundo, impelido por uma obsessão divina, e Joana d'Arc, que obedece às suas vozes. Em sua aventurosa missão, Colombo era guiado por um gênio invisível. Tratavam'no de visionário. Nas horas das maiores dificuldades, ele escutava uma voz desconhecida murmurar'lhe ao ouvido: "Deus quer que teu nome ressoe gloriosamente através do mundo; ser'te'ão dadas as chaves de todos esses portos desconhecidos do oceano que se conservam atualmente fechados por formidáveis cadeias." (288) A vida de Joana d'Arc está na memória de todos. Sabe'se que, em todos os lugares, seres invisíveis inspiravam e dirigiam a heróica virgem de Domrémy. Todos os êxitos de sua gloriosa epopéia são previamente anunciados. Surgem aparições diante dela; vozes celestes ciciam'lhe ao ouvido. Nela, a inspiração flui como o borbotar de uma torrente impetuosa. Em meio dos combates, nos conselhos, como diante de seus juizes, por toda parte, essa criança de 18 anos comanda ou responde com segurança, consciente do sublime papel que desempenha, jamais variando na fé nem nas palavras, inquebrantável mesmo diante das súplicas, mesmo em face da morte ' iluminada e como transfigurada pelo clarão de um outro mundo. Ouçamo'la:
"Eu amo a Igreja e sou boa cristã. Mas, quanto às obras que tenho feito e à minha vinda, devo confiar'me ao rei do Céu que me enviou. Eu vim da parte de Deus e dos santos e santas do paraíso, da Igreja vitoriosa lá de cima, e por sua determinação; a essa Igreja submeto todos os meus atos e tudo o que tenho feito ou por fazer." (289)
A vida de Joana d'Am, como médium e missionária, seria sem igual na História se não tivesse havido antes dela o mártir do Calvário. Pode'se pelo menos dizer que nada se viu de mais augusto desde os primeiros tempos do Cristianismo. A esses nomes gloriosos temos o direito de acrescentar os dos grandes poetas. Depois da música é a poesia um dos focos mais puros da inspiração; provoca o êxtase intelectual, que permite entrar em comunicação com as esferas superiores. O poeta, mais que os outros homens, sente, ama e sofre. Nele cantam as vozes todas da Natureza. O ritmo da vida invisível regula a cadência de seus versos. Todos os grandes poetas heróicos principiam seus cantos por uma invocação aos deuses ou à musa; e os Espíritos inspiradores atendem à deprecação. Murmuram ao ouvido do poeta mil coisas sublimes, mil coisas que só ele entende, entre os filhos dos homens. Homero tem cantos que vêm de mais alto que a Terra.
Platão dizia ("Diálogos do fon e do Menon") : "O poeta e o profeta, para receberem a inspiração, devem entrar num estado superior em que seu horizonte intelectual se dilata e ilumina por uma luz mais alta." ' "Não são os videntes, os profetas ou os poetas que falam; é Deus que por eles fala." Segundo Pitágoras (Diog. Laerte, VIII, 32), "a inspiração é uma sugestão dos Espíritos que nos revelam o futuro e as coisas ocultas". Virgilio foi muito tempo considerado um profeta, em virtude de sua "Écloga messiânica de Polion". Dante é um médium incomparável. Sua "Divina Comédia" é uma peregrinação através dos mundos invisíveis. Ozanam, o principal autor católico que já analisou essa obra genial, reconhece que o seu plano é calcado nas grandes linhas da iniciação nos mistérios antigos, cujo princípio, como é sabido, era a comunhão com o oculto. É pelos olhos da sua Beatriz, morta, que Alighieri vê "o esplendor da viva luz eterna", que iluminou toda a sua vida.
Em meio daquela sombria Idade Média, sua vida e sua obra resplandecem como os cimos alpestres quando se coloram dos últimos clarões do dia e j á o resto da terra está mergulhada na sombra. Tasso compõe aos 18 anos seu poema cavalheiresco "Renaud", sob a inspiração de Ariosto, e mais tarde, em 1575, sua obra capital, a "Jerusalém Libertada", vasta epopéia, que afirma haver'lhe sido igualmente inspirada. Shakespeare, Milton e Shelley foram também inspirados. Falando do grande dramaturgo, disse Victor Hugo: "Forbes, no curioso fascículo compulsado por Warburton e perdido por Garrick, afirma que Shakespeare se entregava à magia e que em suas peças o que havia de bom lhe era ditado por um Espírito." (290) Todas as obras geniais são povoadas de fantasmas e de aparições: "Ali, ali ' diz Ésquilo (291), falando dos mortos ' vós não os vedes, mas vejo seres." O mesmo acontece a Shakespeare. Suas obras principais (292) ' "Hamlet", "Macbeth", etc. – contêm cenas célebres em que se movem aparições.
Os espectros do pai de Hamlet e de Banquo, presos ao mundo material pelo jugo do passado, se tornam visíveis e impelem os vivos ao crime. Milton fazia suas filhas tocarem harpa antes de compor seus cantos do "Paraíso Perdido", porque, dizia ele, a harmonia atrai os gênios inspiradores. Eis o que disse de Shelley seu historiador, Medwin:
"Ele sonhava desperto, numa espécie de abstração letárgica que lhe era habitual; e, depois de cada acesso, os olhos lhe cintilavam, os lábios se agitavam em crispações, e sua voz tremia de emoção. Ele entrava numa espécie de sonambulismo, durante o qual sua linguagem era antes de um Espírito, ou de um anjo, que de um homem." (293)
Goethe se abeberou amplamente nas fontes do invisível. Suas relações com Lavater e a Sra. De Klettenborg o haviam iniciado nas ciências profundas, de que cada uma de suas obras traz o cunho. O "Fausto" é uma obra messúnica e simbólica de primeira ordem. Outro tanto se pode dizer de Klopstock e de sua "Messiada", poema em que se sente perpassar o sopro do Além.
"Eu corria às vezes à minha escrivaninha ' diz Goethe ' sem me preocupar de endireitar uma folha de papel que estivesse de través, e escrevia minha peça em versos, de começo ao fim, naquela posição, sem mexer'me. Para isso, tomava de preferência um lápis que melhor se prestava à grafia, porque algumas vezes me havia acontecido ser despertado de meu sonambulismo poético pelo ranger da pena ou os salpicos de tinta, e distrair'me, e sufocar em o nascedouro minha pequena produção." (294)
W. Blake afirma ter escrito suas poesias sob a direção do Espírito Milton, e reconhecer que todas as suas obras foram inspiradas. Mais próximo de nós, Alfred de Musset tinha visões, via aparições e ouvia vozes. Uma noite, sob as janelas do Louvre, escutou ele estas palavras: "Assassinaram'me na rua de Chabanais." Correu para lá, e deparou'se'lhe um cadáver... (295) "Onde, pois, me conduz essa mão invisível que não quer que eu me detenha?" dizia ele. (296) Ora sublime e puro como os anjos, ora pervertido como um demônio, Musset vivia submetido às mais diversas influências, e ele próprio o assinalava. Duas testemunhas de sua vida intima, George Sand e a Sra. Colet, descreveram com fidelidade esse aspecto misterioso da existência do "filho do século":
"Sim ' dizia ele a Teresa ' eu experimento o fenômeno que os taumaturgos denominam "possessão". Dois Espíritos se têm apoderado de mim. (297) Há muitos anos que tenho visões e ouço vozes. Como o poderia eu pôr em dúvida, quando todos os meus sentidos mo afirmam? Quantas vezes, ao cair da noite, tenho visto e ouvido o jovem príncipe que me foi caro e um outro amigo meu, ferido num duelo, em minha presença! Parece'me, no momento em que essa comunhão se opera, que meu espírito se me desprende do corpo, para responder à voz dos Espíritos que me falam." (298)
A Sra. Colet conhecia, feita pelo poeta, a narrativa de três aparições femininas ' criaturas amadas e já mortas ' de que ela faz uma comovedora descrição (299). Acrescenta'lhe diversos casos de exteriorização semelhantes aos de nossos médiuns contemporâneos. G. Sand e a Sra. Colet afirmam que o poeta caía em transe com a maior facilidade (300). Ele próprio fala de sopros frios, cuja sensação experimentara e de súbito desprendimento, o que lhe seria difícil imaginar. Desses fatos resulta que A. de Musset devia a influências ocultas uma parte, pelo menos, do ascendente que exercia sobre os seus contemporâneos. Ele foi ao mesmo tempo um poeta de elevada inspiração e, propriamente falando, um vidente e um auditivo. Em todos os tempos essas comunicações sutis dos Espíritos aos mortais têm vindo fecundar a arte e a literatura. Certamente, não consideramos literatos esses alinhadores de frases, que nunca sentiram os inspiradores do Além. Os escritores sobre os quais baixam os eflúvios superiores são raros.
E preciso haver predisposições anteriores, um lento trabalho de assimilação, para que a força ignota possa atuar na alma do pensador. Naqueles que, porém, reúnem essas condições, a inspiração se precipita como um jorro. O pensamento brota, original ou vigoroso, e a influência por ele exercida é soberana. A forma da inspiração varia conforme as naturezas. Em alguns, o cérebro é como um espelho que reflete as coisas ocultas e projeta as suas irradiações sobre a Humanidade. Outros escutam a grande voz misteriosa, o murmúrio das palavras que explicam o passado, esclarecem o presente e anunciam o futuro. Sob mil formas o invisível penetra os sensitivos e se impõe:
"Em Goethe ' diz Flammarion (301) ' em certos momentos de paixão, essa comunicação dos Espíritos se revela com luminosa clareza. Em outros, como Bacon, a convicção se formou lentamente com esses mínimos indícios que o estudo cotidiano do homem faz sobressair."
Na obra de Rogério Bacon, "o doutor admirável" ; "Opus Majus", todas as grandes invenções do nosso tempo estão profetizadas e descritas. Jerônimo Cardan, em "De Rerum Varietate" (VIII, 3), felicitava' se por ter os "dons" que permitem cair em êxtase à vontade, ver objetos estranhos com os olhos do espírito e ser informado do futuro. Schiller declarou que seus mais belos pensamentos não eram de sua própria criação; ocorriam'lhe tão rapidamente e com tal energia que ele tinha dificuldade em apreendê'los com suficiente presteza para os transcrever. As faculdades mediúnicas de Emmanuel Swedenborg, o filósofo sueco, são atestadas pela célebre carta de Kant à Srta. De Knobich. Nessa missiva, o autor da "Crítica da razão pura" refere que a Sra. Harteville, viúva do embaixador alemão em Estocolmo, obteve por intermédio do Barão de Swedenborg uma comunicação de seu defunto marido, relativa a um documento precioso que não fora possível encontrar, apesar de repetidas buscas; estava guardado numa gaveta secreta, cuja existência foi revelada pelo falecido, e que só ele conhecia.
O incêndio de Estocolmo, visto e descrito por Swedenborg a trezentas milhas de distância, é também uma prova da pujança de suas faculdades. Pode'se, portanto, admitir que as teorias por ele formuladas acerca da vida invisível não são produto de sua imaginação, mas lhe foram inspiradas por visões e revelações. Quanto à forma sob que ele as descreveu, não se lhe deve ligar mais que uma importância relativa. Todos os videntes cedem à necessidade, em que se encontram, de traduzir a percepção que têm do invisível com o auxilio das formas, das imagens, das expressões impostas por sua educação e familiares ao meio em que vivem. É assim que, conforme o tempo e as latitudes, darão aos habitantes do outro mundo os nomes de deuses, anjos, demônios, gênios ou espíritos. Vejamos agora os grandes escritores do século XIX. Chateaubriand e sua irmã Lucília têm igual direito a ser considerados inspirados:
"A primeira inspiração do poeta, sua primeira musa. assegura' se (302) ' foi sua irmã Lucília. Não há a mínima dúvida de terem os anos, passados ao pé dessa criatura sonhadora e mística, deixando um sulco no coração do moço, comovido, como o recorda ele (Memórias de Além'Túmulo), pelos súbitos desalentos dessa natureza consternada e extática. Essa criatura misteriosa, meio sonâmbula, quase dotada da dupla vista, como uma. habitante das ilhas Hébridas, atravessou a infância de Chateaubriand como a figura da dor. Transmitiu sua poética enfermidade moral a esse irmão já tão mortificado; é assim que ela entra por metade em todas as concepções do poeta. Nesse coro de brancas visões... por toda a parte a encontraremos. Suas estranhas predições não lhe teriam feito entrever o tipo de unia Veleda?"
Balzac, em "Ursule Mirouet", "Séraphita", "Louis Lambert", "La Peau de Chagrin", etc., tocou em todos os problemas da vida invisível, do ocultismo e do magnetismo. Todas essas questões lhe eram familiares. Tratava'se com a competência do verdadeiro mestre, numa época em que ainda eram pouquíssimo conhecidas. Era não somente um profundo observador, mas também um vidente na mais elevada acepção do termo. Edgard Quinet teve as mesmas Intuições geniais, a acreditarmos no Sr. Ledrain, crítico literário extremamente céptico, que assim se exprimia num artigo do "L'Éclair", por ocasião do seu centenário, em 1903:
"Ao mesmo tempo que o mundo visível o extasiava, tinha ele os olhos fixos no mundo invisível. Foi um fervoroso espiritualista, como todos os de sua geração, como Lamartine, Victor Hugo, Michelet. Acreditava na "cidade imortal das almas", na pátria de onde se não pode ser banido por homem algum. O sopro de não'sei' qué país supraterrestre em certo momentos o envolve e transporta como suspenso em asas, aos espaços infinitos. Lede seu discurso ao pé do túmulo de sua mãe, de seu genro Georges Mourouzi; que inflexões do Alto! E um nabi (profeta), a elevar'se acima de todos os sacerdócios e a falar em nome do Eterno, como investido de uma missão direta." Lamartine, em "Jocelin", na "Chute d'un Ange", Jean Reynaud, em "Terre et Ciei", podem também ser considerados inspirados. Lamartine escrevia a Arlès Dufour, para se defender de uma censura de Infantin:
"Eu tenho meu objetivo; não o suspeita ele; ninguém sabe qual seja, exceto eu. Elevo'me em sua direção, na medida que o comporta, o tempo e não mais depressa. Esse objetivo é impessoal e puramente divino. Mas tarde será desvendado. Enquanto espero, como quer ele que eu fale a homens de carne e osso a pura linguagem dos Espíritos?" (303) Michelet, em certas ocasiões, parece estar sob o império de algum poder desconhecido. Escutai'o falando de sua "Histoìre de la Révolution":
"Nunca, desde a minha Donzela de Orléans, havia eu sentido semelhante lampejo do Alto, uma tão luminosa projeção do Céu... Inolvidáveis dias; quem sou eu para os haver descrito? Ainda não sei, nem saberei jamais, como os pude reproduzir. A inacreditável felicidade de encontrar de novo vivo, tão intenso, depois de sessenta anos, tinha'me intumescido o peito de uma alegria heróica."
Inspirado, pregoeiro do invisível, não é menos Victor Hugo: "Deus se manifesta através do pensamento do homem ' disse ele ' o poeta é sacerdote" (304). Acreditava na comunhão com os mortos. São conhecidas suas sessões de Espiritismo em Jersey, com a Sra. De Girardin e Augusto Vacquerie, descritas por este em suas "Miettes de 1'Histoire", como são conhecidos os versos por ele dirigidos ao Espírito Molière, e os terrivelmente irônicos que a "Sombra do Sepulcro" lhe ditava com o auxílio dos pés de urna mesinha. (305) Sem dúvida, a propósito dos homens de gênio, ele repele esse "erro de todos os tempos, de pretender'se dar ao cérebro humano auxiliares exteriores". Semelhante opinião ' Antrum adjuvat vatem ' melindra o seu orgulho. Mas a si próprio se contradirá ele em muitos casos. Leiam'se, por exemplo, estes seus versos:
Ues morts sont des vivants mNés à nos combats. Et nous sentons passer leurs flèches invisibles." (306)
Ao pé do túmulo de Emília Putron, proferia estas palavras que se tornaram célebres: "Os mortos são os invisíveis, mas não são os ausentes." Na poltrona dos antepassados, que se via na sala de jantar de Hauteville'house, inscrevera estas palavras expressivas: Absentes adsunt. Não representa isso uma constante evocação dos que ele amara? Em todas as suas obras se encontram magníficas invocações às "vozes da sombra", às "vozes do abismo", às "vozes do espaço". Certamente não pretendemos que Hugo fosse médium no sentido restrito do vocábulo, como grande número de pessoas, aptas a obter fenômenos de mínimo valor. Esse pujante espírito não podia ser restringido ao papel secundário de intérprete dos pensamentos de outrem. Queremos dizer que o Além projetava sobre ele suas radiações e harmonias, as quais fecundavam o seu gênio e dilatavam'lhe até ao infinito o horizonte do pensamento. Em Henri Heine essa colaboração do invisível se traduz por modo sensível. Eis o que ele dizia no prefácio de sua tragédia "W. Radcliff":
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.