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Capítulo 43 de 52
A Sombra do Sepulcro a Victor Hugo — parte 15 de 15
No Invisível · Léon Denis
(54) "Proceedings", tomo I. (55) Ob. cit., cap. VIII. (56) Tomo I, pág. 30; tomo II, pág. 160. (57) Ver "O Desconhecido e os Problemas Psíquicos", cap. IX. (58) Ver "Le Matin", de 7 de janeiro de 1909. (59) Ver 1s Parte, cap. VIII. (60) Ver C. Flammarion ' "O Desconhecido e os Problemas Psíquicos", cap. VI. (61) Ver'se as experiências do Barão Du Potet, no Hospital Geral (Du Potet, "Tralté de Magnetisme", psssim), do magnetizador La Fontaine (La Fontaine, "L'Art de guérir), do professor Ch. Richet e do Dr. Ochorowicz, "La suggestion mentale"; Dr. Moutin, "Le diagnostíc de Ia suggestibilité"; do Senhor Boirac, reitor na Universidade de Grenoble, "Annales des Sciences Psychiques", 1896, pág. 36; Flammarion, "O Desconhecido e os Problemas Psíquicos" (edição, em português, da FEB, 1954): 57 experiências de transmissão de pensamentos sem o concurso dos sentidos, cap. VI. (62) "Bulletin de ia Soclété d'Etudes Psychiques de Nancy", abril de 1901. (63) Ver Plerre Janet, "Revue de Philosophie", agosto de 1886. (64) "Bulletin de Ia Société d'Etudes Psychiques de Nancy", abril de 1901. (65) "Revue Scíentifique et Morale du Spiritisme", outubro de 1901, págs. 193 e 194. (66) Podem ver'se exemplos dessa natureza na obra de Myers, Gurney e Podmore, "Les Fantômes des Vivants" (edição francesa), págs. 350 e 354 e na de C. Flammarion, "O Desconhecido e os Problemas Psíquicos", cap. III. (67) Aksakol ' "Animismo e Espiritismo", cap. IV, I. Ver também dois outros casos curiosos, no mesmo capitulo. (68) Eugène Nus ' "Choses de l'autre monde", pág. 365. (69) "Bulletin de Ia Soclété d'Etudes Psychiques de Nancy", abril de 1901. (70) Aksakof ' "Animismo e Espiritismo", cap. IV, III, IV. (71) Idem, Ibidem. (72) Idem, Ibidem (73) "Os Fantasmas dos vivos" (edição francesa, resumida sob o nome de "Hallucinations télépathiques"), Paria, 1891, in 80, Alcan. (74) "Hallucinations télépathiques", pág. 237. (75) Aksakof ' "Animismo e Espiritismo", cap. IV, III. (76) Idem, Ibidem, cap IV, IV. (77) Tácito ' "Hist.", livro IV, cap. 81'82. (78) J. Ríbet ' "La Mystique Divine", tomo II. (79) Tomamos ' data vênia ' a liberdade de ressalvar este final, em que há um evidente equivoco.
Antônio de Pádua, segundo a história que conhecemos de sua vida, limitou'se a demonstrar cabalmente a inocência de seu pai, alegando que "não viera a condenar o culpado, senão salvar o inocente", e assim se esquivando ao odioso papel de delator. Nem outro procedimento seria compatível com o caráter daquele eminente Espírito. ' (Nota do Tradutor) (80) Ver também Aksakof, "Animismo e Espiritismo", cap. IV, III, e D'Assier, "L'Humanité posthume", pág. 147. "The Phantasms of the Living" relatam igualmente numerosos casos de aparições de moribundos e de pessoas falecidas, com coincidência de morte. (81) Conforme a "Revue Spirite", fevereiro de 1909. (82) Ob. cit., cap. VII, n9s 114 e seguintes. Ver também "O Livro dos Espíritos", Parte 2*, cap. VIII, "Visitas espíritas entre pessoas vivas", e "Revue Spìrìte", 1860, pág. 81 ' Evocacão do Espírito do Dr. "Vignal, adormecido. (83) Ver Aksakof, "Animismo e Espiritismo", cap. IV, IV; ver De Rochas, "Extériorisatíon de Ia sensibilité" e "Extériorisatìon de Ia motricité", pafim (experiências feitas com Eusãpia pelos Srs. Lombroso, Schiapparelli, F1nzi, Ermacora, Wagner, Ch.
Richet, De Rochas, Flammarion, Lodge, Ochorowicz, etc.). (84) Aksakof ' "Animismo e Espiritismo", cap. IV, IV. Ver também, no mesmo capitulo, o caso da sonâmbula Suzette B., cujo duplo aparece ao Dr. Ruffi e apaga'lhe à vela. (85) "Light", 1883, pág. 458; Aksakof, "Animismo e Espiritismo", cap. IV, II. Ver também "The Phantasms of the'Livlng", edição francesa, pág. 45. (86) Ver "ReVUL' Spirite", 1860, págs. 81, 88 e 173; Allan Kardec, "O Céu e o Inferno", cap. VIII, "Carlos de S. G. (idiota)"; Aksakof, "Animismo e Espiritismo", cap. IV, I; "Banner of Light", de 6 de novembro e 11 de dezembro de 1875. (87) Dr. Baraduc, "A alma humana, seus movimentos, suas luminosidades". Ver também o caso de Humber (Aksakof, "Animismo e Espiritismo", cap. I); o do juiz Carter ("Banner of Llght", 31 de julho de 1875); o caso de W. Stead ("Borderland", abril de 1896). (88) "Génesis", XLI, 1'38. (89) "The Two Worlda". (90) "Dicionário Larousse". (91) Henri Martin ' "Hist. de France", tomo VI, pág. 226. (92) Ver "Resenha do Congresso Espírita e Espiritualista", de 1900, pág. 521. (93) Ver também Aksakof, "Animismo e Espiritismo", cap. IV, B, IV, vários casos de aparições de pessoas falecidas, corroborados pelo testemunho visual de médiuns e confirmados pela fotografia transcendental, ou pela simples fotografia; na ausência de pessoas que conhecem o desencarnado, o que exclui toda hipótese de leitura ou de fotografia do pensamento. ' exemplos referidos por Oxum (Meses), Down, Sra. Conant, Johnstone; provas de identidade das aparições citadas pelo Dr. Thompson, Srs. Down, Evans, Snipe e Sra. Conant.
Ver também Russel Wallace, "Les Miracles et le Moderne Spiritualisme", pág. 102. (94) Ver minha obra "Cristianismo e Espiritismo", cap. V e nota no 6. (95) Joseph Fabre ' "Processo de condenação", 59 interrogatório secreto. (96) Ver Antoinette Bourdin, "La Mediumnité su verre d'eau", passim, Leymarie, editor. (97) "Subliminal Self", reproduzido por Jules Bois em "Le monde invisible", pág. 274. Ver também um notável caso de audição narrado pelo Dr. Berget, examinador na Faculdade de Ciências de Paris, em "L'Inconnu et les Problèmes Psychiques", de C. Flammarion, pág. 79. (98) Ver "Mind and Matter", de 10 de novembro de 1883; "Revue Spirite", de abril de 1884, págs. 228 e 231. (99) Essa carta foi publicada na "Vida de Mozart", por Holmes, Londres, 1845. (100) Allan Kardec, na "Revue Spirite", de 1859, pág. 123, reproduz a seguinte comunicação do Espírito Mozart sobre a música celeste: "Vós na Terra fazeis música; aqui toda a Natureza faz ouvir melodiosos sons. Ha obras musicais e meios de execução de que os vossos não podem sequer dar uma idéia." (101) W. Crookes, "Recherches sur le Spiritualisme", páginas 62 e seguintes; "Le fluide des magnetiseurs", tradução de Rochas, passim.
"A emissão de radiações pelo sistema nervoso ' disse o professor D'Arsonval, do Colégio de França, em sua nota à Academia de Ciências, em 28 de dezembro de 1903 ' pode, em certas condições, persistir depois da morte, pelo menos aparente, do organismo e ser aumentada por excitações de origem reflexa." E mais adiante: "Tenho motivos para crer que o pensamento não expresso, a atenção, e o esforço mental produzem uma emissão de raios que agem sobre a fosforescência." (102) Ver Coronel De Rochas, "Extériorisation de Ia sensibilité", passim; Dr. Luys, "Phénomènes produits par I'action des medicaments à distance", passim. Já desde 1860 ("Revue Spirite", pág. 81), Allan Kardec afirmava, de acordo com as revelações do Espírito do Dr. Vignal, que os corpos emitem vibrações luminosas, Invisíveis aos sentidos materiais, o que mais tarde a Ciência confirmou.
O Espiritismo tem, pois, o mérito de haver, em primeiro lugar, sobre esse como sobre tantos outros pontos, apresentado teorias físicas que a Ciência não admitiu senão trinta anos depois, sob a reiterada pressão dos fatos. (103) Ver sua exposição, "Resenha do Congresso Espírita e Espiritualista”, de 1900, págs. 99 e seguinte. (104) Uma objeção tem sido feita no sentido de que os desvios da agulha se podiam explicar pela ação calorífica dos dedos. Essa ação se exerce evidentemente em um certo limite; além dessa, porém, existe uma outra ação que se não pode explicar senão pelo dinamismo vital. Suprimida, com efeito, a influência do calor pela interposição de uma lâmina de alúmen ou um pedaço de vidro entre o aparelho e a mão, apesar disso produzem'se desvios, sendo estes em sentidos opostos, na mesma extremidade da agulha, conforme se apresenta a mão direita ou a esquerda.
Sendo a mesma, nos dois casos, a posição da mão, não poderiam ser as vibrações caloríficas que agissem ora em um sentido ora no outro, pois que irradiam Identicamente do mesmo modo nos dois casos. Além disso, as experiências do Sr. Geoffriault, relatadas em "Annales Psychiques" de dezembro de 1901, demonstraram que todos os seres vivos, abstração feita do calor animal, exercem ação atrativa. (105) W. Crookes ' "Recherches sur le Spiritualisme", pág. 37. (106) Ver Aksakof, "Animisme et Spiritisme", págs. 27 e seguintes. Pode'se ver, no fim dessa obra, a reprodução de uma série de clichês, que mostram de que modo à força psíquica age sobre a mesa e como pode ela, sob a direção dos Espíritos, revestir as mais variadas formas. (107) Ver De Rochas, "Exteriorização da sensibilidade". (108) Fiz diversas vezes esta experiência: colocada a extremidade dos dedos sobre a placa mergulhada no banho revelador, se, elevando o pensamento, num subitâneo e ardente impulso, fazemos uma prece, verificaremos em seguida que as irradiações adquiriram no vidro uma forma particular ' a de uma coluna de chamas que se eleva de um jato.
Esse fato demonstra, não somente a ação do nosso pensamento sobre os fluidos, mas também quanto influem as nossas disposições psíquicas sobre o meio em que operamos e lhe podem modificar as condições vibratórias. (109) "Bulletin de Ia Société d'Etudes Psychiques de Nancy", fevereiro de 1901, Pág. 60. (110) Ver em Flammarion, "O Desconhecido e os Problemas Psíquicos", cap. IX, dois exemplos notáveis. (111) Ver, quanto a maiores detalhes, Ema Hardinge, "History of Modern American Spiritualism", passim; Aksakof, "Animismo e Espiritismo", cap. I. IV, "d" e "e"; Lea Underh111, "The missing link on Modern Spiritualism", New York, 1855, pág. 48; W. Capron, "Modern Spiritualism its facts and fanaticisms", Boston, 1855. (112) De 1837 a 1840, uma série de manifestações se havia já produzido entre os Shakers, mas tiveram apenas uma escassa repercussão. (113) Ver as obras pré'citadas. (114) Ver Ema Hardinge, ob. cit. (115) Ver sua carta ao "Spiritual Telegraph", de New York, reproduzida na "History of Modern American Spiritualism", de Ema Hardinge. (116) Ver sua obra "Spiritualism", por J. W. Edmonds, com apêndice de Tallmadge, New York, 1851. (117) Ruídos particulares produzidos pelos Espíritos, no interior dos móveis, paredes,' etc. ' (Nota do Tradutor) (118) Ver a obra de Carl du Prel, de Munich, "Universal Bibliothek der Spíritism", e seus artigos, no "Sphinx" e no "Uebersinnliche Welt", sobre as casas mal'assombradas. (119) Ver "Resenha do Congresso Espirita e Espiritualista", de 1900, pág. 161. (120) Asserção atribuída ao Sr. Berthelot pelo "Soar" de 20 de dezembro de 1896. (121) Russel Wallace, "Os Milagres e o Moderno Espiritualismo", pág. 226; W. Crookes, "Investigações sobre os fenômenos do Espiritualismo", págs. 164 e 167. (122) Eug.
Nus, "Choses de fautre monde", págs. 362 e 393; Zaellner, "Wissenschaitliche Abhandlungen". (123) Págs. 145, 146 e 147. (124) Louis Gardy ' "Le Médium D. Home", pág. 4L (125) "Life and Mission", pãg. 363. Traduzido por L. Gardy, "Le Médium Home", pãg. 39. (126) Ver "Quartely Journal of Science", janeiro de 1874; W. Crookes, ob. cit., pág. 151. (127) Dr. Paul Gibier ' "Espiritismo ou Faquirismo Ocidental", pág. 326. (128) Ver "Depois da ,Morte", cap. XIX. O professor Lombroso, na ata redigida, atesta "que um guarda'louça caminhava sozinho em meio da sala como um paquiderme". (129) Ver "Revue des Etudes Psychíques", janeiro de 1902, pág. 13. (130) Vassalo ' "Nel mondo degl'Invisibili", Roma, Voghera, editor. (131) Ver °Annales des Sciences Psychíques", todo o ano de 1910. (132) R. Dale Owen, "Região em Litigio", 25* sessão. (133) Ver W. Crookes, ob. cit., págs. 149 e 150. (134) Ver o relatório In extenso; Eug. Nus, "Choses de i'autre monde", pág. 234. (135) Ver Eug. Nus, "Choses de 1'autre monde", Págs. 2 a 218 (136) Ou seja, em francês: "La foi déifie ce que ie sentiment révèle et Ia raison explique." (136'A) Ver Eug.
Nus; "Cnoses de 1'sutre monde", pflgs. 92 a 103. (137) Entenderam certos críticos poder explicar as manifestações da rua de Beaune pela teoria do inconsciente ou subliminal dos experimentadores. Se, entretanto, alguns dos fenômenos obtidos parece justificarem essa explicação, o conjunto dos fatos lhe escapa completamente. Há contradição freqüente entre as apreciações, as opiniões, os conhecimentos do manifestante e os dos operadores. (138) Ver em Aksakof, "Animismo e Espiritismo", cap. 111, 9, I, a reprodução das atas e de todas as peças referentes a esses dois casos de identidade. Ver também o caso de Luis Constant, citado por Eug. Nus em sua obra "A Ia recherche des destinées", pág. 224. (139) Ver em Alcsakof, "Animismo e Espiritismo", págs. 437 a 440, a reprodução das atas e de todas as peças referentes a esses dois casos de identidade. Ver também o caso de Luís Constant, citado por Eug.
Nus em sua obra "A Ia recherche des destinées", pág. 224. (140) Ver "Resenha do Congresso Espírita e Espiritualista", de 1900, págs. 104 a 109. Encontrar'se'ão também, a páginas 110, 120 e 121, quatro casos de identificação obtidos com a mesa. (141) Reproduzido por "Le Journal", de 20 de julho de 1899. (142) Unicamente aos leitores não versados no conhecimento da língua francesa, tomamos a liberdade de oferecer, embora desfigurada, a imitação destes esplêndidos versos, como dos que se vão seguir. ' (Nota do Tradutor) (143) °Revue Selentifique et Morale du Spiritisme", 1900, pág. 5117. (144) Leymarie, editor, 1857. (145) Ver "Resenha do Congresso Espírita e Espiritualista", de 1900, pág. 186. (146) Ver principalmente: "The Spiritualist", de Londres, de 21 de setembro de 1877; "Light", de 3 de fevereiro de 1900; Revue Spirlte", de Paris, números de junho, julho, agosto, se tembro, novembro e dezembro de 1900. Ver também Eug. Nus, "Chores de l'autre monde", págs. 333 e 336. (147) Oxon, "Psychography", cap. II, tradução Dusart.
Ver também "The Spiritualist", 1876, lI, pág. 162, com o fac'símile da escrita. (148) Erny ' "Le Psychisme Expérímental", pág. 50. (149) Ver "Moniteur Spirite et Magnétíque", Paris, 15 de julho de 1899. (150) Obra editada em português pela FEB. (151) Ver a "Resenha do Congresso Espirita e Espiritualista", de 1900, pág. 201, e "Annales des Scíences Psychiques", de 1898, com os fac'símiles da escrita em ardósia e da Srta. Moutonníer. (152) Ver 1* Parte, cap. X. (153) W. Crookes ' "Investigações sobre os fenômenos do Espiritualismo", pág. 147. (154) Cardan ' "De Rerum Varietate", VIII, pasaim. (155) Carl du Prel, "Der Spirltismus", pág. 44, citado por Aksakof, "Animismo e Espiritismo", cap. III, 4. (156) Comunicação em francês, no texto original. (157) Ver, quanto a outras particularidades, "Annales des Sciences Psychiques", novembro de 1907, e "Revue Scientifique et Morale du Spíritisme", marco de 1911. (158) "Ensinos Espiritualistas", seção IV, pág. 57, Leymarie, editor.
Ver também "Revue Scientifique et Morale du Spiritisme", agosto e dezembro de 1899, e "Revue Spirite", junho de 1902, tradução Dusart. (159) Paris, Ghio e Fischbacher, editores. (160) Paris, Leymarie, editor. (161) Paris, Leymarie, editor (162) Págs. 92 e seguintes. (163) Ver a "Resenha do Congresso Espíritas e Espiritualistas”, de Paris, 1900, pág. 185. (164) A linguagem é um tanto hirto e, de certo modo, obscura, própria todavia do estilo inglés. Cingimo'nos, porém, o mais fielmente possível aos termos da versão francesa. ' (Nota do Tradutor) (165) No Brasil, assim obteve o médium Francisco Candido Xavier a transmissão de uma poesia, em inglês, língua que lhe era desconhecida. ' (Nota da Editora) (166) Ver "Revue Scientifique et Morale du Spiritisme", junho de 1906. (167) "L'Êclair" de 10 de outubro de 1900. (168) "Revue des Études Psychiques", pág. 71. (169) "Revue Scientifique et Morale du Spiritisme", outubro de 1900, pág. 213. Ver também o excelente livro de Myers, "La Personnalité Humaine", cap. 57. (170) M. Sage ' "Madame Piper et Ia Soclété dez Recherches Psychiques", pág. 244. mental e pela transmissão de pensamento, como o pode fazer o Espírito exteriorizado do sensitivo? (171) M. Sage ' "Madame Piper et Ia Socíété Angio'americaine des Recherches Psychíques", Paris, Leymarie, editor.
Ver também "Proceedings", tomos XIII, XIV, XV e XVI. (172) M. Sage ' "Madame Piper", etc., págs. 177 a 217. (173) M. Sage, ob. cit., págs. 188, 190, 195, 199 e 212. Ver também "Revue Scientifique et Morale du Spíritisme", maio de 1902. (174) M. Sage, ob. cit. (175) M. Sage, ob. cit., pãg. 667. (176) Traducão Dusart, "Revue Scientifique et Morale du Spíritisme", maio de 1902, pág. 266. (177) Ver "Light" de 22 de março de 1902: "Testemunho do Sr. Colville". (178) Extraido do "Spirituallst", Nova Orleães, 1858, artigo assinado Jos. Barthet, reproduzido pela "Vie d'Outre'Tombe" de 15 de março de 1902, pág. 241. (179) Assim denominado porque os médiuns o vêem sempre envolto num véu azul. (180) Ver "Resenha do Congresso Espirita e Espiritualista", de 1900. Relatório sobre os trabalhos do grupo de Tours. (181) Ver P. Janet, "L'automatisme psychologique", passim; A. Binet, "Les altérations de Ia personnalité"; Th. Flournoy, "Des Indes à Ia planète Mars"; Talne, "De fintelligence", tomo I, pág. 16; Ribot, "Les maladies de Ia personnalité", pág. 105. (182) Os trabalhos dos modernos fisiologistas, Dr. Luys, Ferrier, Broca, etc., demonstraram que cada ordem de sensações, visão, audição, cheiro, etc., se localiza numa parte especial do cérebro.
Ora, é o caso de se perguntar como podem essas diversas sensações ir a busca umas das outras, reunir'se, acumular'se, para espontaneamente constituir e fazer brotar, sem a menor incubação, uma segunda personalidade que tem seus gostos próprios, suas fantasias, sem caráter, e que, apenas emersa, chega a se utilizar, sem estudo, sem aprendizado, desse complicado organismo que é o cérebro e todo o corpo físico, a fazer uso da palavra e da mão, na escrita, com inteiro desembaraço. Ai está, como o disseram G. Delanne ("Recherches sur Ia mediumnité", págs. 16 e 62) e Aksakof ("Animismo e Espiritismo"), nem mais nem menos que ' verdadeiro sobrenaturalismo. E são psicólogos materialistas que nos oferecem esse quase milagre como uma explicação! (183) O Dr. Geley, em sua obra "L'étre subconscient", Félix Alcan, editor, assim se exprime: "A histeria e a neuropatia apresentam sintomas inconstantes, que variam sem causa ou sob a influência de múltiplas causas ' anestesia, hiperestesia, contratura ' que se sucedem e escapam a toda previsão de tempo e extensão.
No ponto de vista explicativo, ignora'se completamente o que são (184) "Report on Spiritualism", pág. 157, citado por G. Delanne, A Alma é Imortal", 2* Parte, cap. I. (185) Ver "Resenha do IV Congresso de Psicologia", página 113. (186) Th. Flournoy ' "Des Indes à Ia planète Mars", p493. 271 e 272. (187) Th. Flournoy ' "Des Indes à Ia planète Mars", páginas 68, 98, 99, 100, 116 e passam. (188) "Resenha do Congresso Espírita e Espiritualista", de 1900, págs. 349 e 350. (189) Aksakof ' "Animismo e Espiritismo", cap. I. (190) A. Russel Wallace ' "Les Mirscles et le Moderne Spiritualisme", pãg. 255. (191) ''Revue Parisiense", junho de 1899. (192) Aksakof, ob. cit., cap. I. (193) Aksakof, ob. cit., cap. I. (194) Idem, IbIdem (195) Ver Leon Denis, "Depois da Morte", cap. XIX; William Crookes, "Recherches sur le Spiritualisme", passim e Aksalcoi, ob. cit., cap. I, B. (196) Fl.
Marryat ' "Le Monde des Esprits", 1894, tradução do "Het Toekomstig Leven", Utrecht, agosto de 1902. (197) Ver Aksakof, "Animismo e Espiritismo", cap. IV, (198) 'Resenha oficial do IV Congresso Internacional de Psicologia", Paris, Félix Alcan, editor, 1901, pág. 675, reproduzido In extenso em "Annales des Scíences Psychiques", do Dr. Daríeux, fevereiro de 1901. (199) "Annales des Sciences Psychiques", marco'abril de 1901. (200) "Annales des Selences Psychlques", marco'abril de 1901. (201) Ver "Resenha do Congresso Espirita e Espiritualista", de 1900, pãgs. 241 e seguintes. Leymarle, editor. (202) "Resenha do Congresso Espirita e Espiritualista", de 1900, págs. 203 e 204. (203) Ver cap. XVII. (204) "Secolo XIX", de Genova, artigos de 21 a 25 de junho de 1901. (205) "Revue des Études Psychiques", setembro de 1902, Pág. 264. (206) Ver "Revoe Scientifique et Morale du Spiritisme", maio de 1901, pág. 672. (207) Ver "Trabalho dos Mortos", de Nogueira de Faria ' médium Ana Prado, onde se encontram relatos de fenômenos surpreendentes ' 3* ed. FEB, 1958. ' (Nota da Editora) (208) Ver "Animismo e Espiritismo", cap. 1, IV, d. (209) Ver E. d'Espérance, "No País das Sombras", Leymarie, editor, 1899, com fotografias dos Espíritos Leila, Iolanda, Y'An'Ali, etc., págs. 255, 310 e 312 e prefacio de Aksakof. (210) Ver Aksakof, ob. cit., cap. 1, D. (211) Ver Aksakof, ob. cit., cap. I, D, I. (212) Aksakof, ob. cit., cap. I, D, II. (213) Ver Àksakof, ob. cit., cap. I, e prefácio do livro "No Pais das Sombras". (214) Ver Florence Marryat, "O Mundo dos Espíritos", 1894 e W. Crookes, "Recherches sur le Spiritualísme", apêndice. (215) Aksakof, ob. cit., cap. I, D, II. (216) "Revue Scientifique et Morale du Spirltisme", abril de 1905. (217) Aksakof, ob. c(t., cap. I, IV, e. (218) Ver Condessa Wachtmeister, "Le Spiritisme et Ia Théosophie, pág. 19, Leymarie, editor. (219) "Revue Scientifique et Morale du Spiritisme", maio de 1901, pág. 672. (220) "Revue Scientifique et Morale du Spiritisme", agosto de 1902, pág. 97. Tradução do Dr. Dusart. (221) E. d'Espérance, "No Pais das Sombras", Leymarie, editor. (222) Ver Coronel H. L. Olcott, "cens de 1'Autre Monde" (People from the other world), 1875. (223) Ver "Annales des Sciences Psychiques", janeiro de 19w. (224) O médium era o Dr. Monck, pastor batista.
Ver G. Delanne, "Les Apparitions des Vivants et des Morts", volume II, pág. (225) E. d'Espérance, "No Pais das Sombras", cap. XXIII, com Prefácio de Alcsakof. (226) Binet e Ferré, "O Magnetismo animal", págs., 146 e seguintes. Dr. Beaunis, "Le Somnambulisme provoqué", páginas 24 e seguintes. "Revue de 1'Hypnotisme", dezembro de 1887, pág. 183; abril de 1899, pãg. 298; junho de 1890, pág. 361. Ver também no "Progrès Médical", 11 e 18 de outubro de 1890, um caso de cianose por sugestão. (227) Ver "Journal du Magnétisme", 1901, pãg. 53. (228) "Bulletin de Ia Soclété des Etudes Psychiques de Marsellle", janeiro de 1903, pág. 17. (229) Aksakof, 'Animismo e Espiritismo", cap. I. (230) G. Delanne, "A Alma é Imortal", 3• Parte, cap. IV. (231) "Revue Scientifique et Morale du Spiritisme", dezembro de 1902, pág. 353. (232) "Revue Scientifique et Morale du Spiritisme", setembro de 1902, pág. 1g7. (233) "Proceedlnga" da B.P.R., reproduzidos por M. Sage, "Madame Piper", págs. 243 e 244. (234) Idem, Ibidem. (235) Experiências do Sr. Hyslop.
Tradução do Dr. Audais. °Revue Scientífique et Morale du Spiritisme", dezembro de 1902, pág. 271. (236) "Animismo e Espiritismo", cap. III, 4. (237) Idem, Ibidem, cap. IV, B, III. (238) Ver G. Delanne, "Investigações sobre a mediunidade", pág. 463. (239) Ver Stainton Moses, "Ensinos Espiritualistas", págs. 21 e seguintes, e também L. Denis, "O Problema do Ser, do Destino (240) Ver "Proceedings", vols. XII, XIII, XIV e XV (resumido no cap. XIX, Transe e incorporações) págs. 169 e seguintes. 11 (241) Ver "Annales des Sciences Psychiques", de 19 de abril de 1910. (242) Conforme "Annales des Sciences Psychiques", de 16 de abril de 1910. (243) Ver "Annales des Sciences Psychiques", maio de 1910. Casos de identidade coligidos pelo Sr. Bozzano. (244) Ver 2• Parte, cap. XIX. (245) "Animismo e Espiritismo", cap. IV, B, I. (246) "Resenha do IV Congresso Internacional de Psicologia", relatório do Dr. Pascal, pág. 710, e "Lotus Bleu", 27 de outubro de 1900, pág. 277. (247) "Revue Spiríte", janeiro e fevereiro de 1903. (248) Abreviatura de Benjamim. (249) Aksakof ' "Animismo e Espiritismo", cap. IV, B, V. (250) Ver também: "Le Médium D. Home", por Louis Gardy, páginas 78 e 81
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.