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Capítulo 48 de 52
Terceira Parte — parte 5 de 9
No Invisível · Léon Denis
A credulidade ilimitada e a ausência de todo principio elementar de verificação, que predominam em certos meios, favorecem e alimentam esses abusos. Há, em diversos países, grupos espíritas ingênuos, em que pseudomédiuns automáticos escrevem extensas elucubrações sob a inspiração de Santo Antônio de Pádua, de S. José, da Virgem. Ou ainda neles se incorporam Sócrates e Maomet, que em linguagem vulgar vêm declarar mil absurdos a ouvintes extasiados, proibindo'lhes ler e instruir'se, a fim de os subtrair a toda influência esclarecida, a toda averiguação séria. Em tais meios, já não têm conta as mistificações. Conheci um jardineiro corajoso que, a conselho de um Espírito, ia cavar, à meia' noite, num sitio deserto, um enorme buraco, à procura de um imaginário tesouro. Uma senhora de 55 anos, muito devota, esposa de um oficial reformado, levava a ingenuidade a ponto de preparar o enxoval de uma criança que ela devia dar à luz, e que seria a reencarnação do Cristo ' diziam seus instrutores invisíveis.
Uns vêem por toda parte a intervenção dos Espíritos, até mesmo nos fatos mais triviais. Outros consultam os invisíveis sobre as menores particularidades da vida, sobre seus negócios comerciais e suas operações na Bolsa. Atribuem'se geralmente essas aberrações a Espíritos embusteiros. Sem dúvida as mistificações de além'túmulo são freqüentes; explicam'se facilmente pelo fato de se perguntarem muitas vezes aos Espíritos coisas que eles não podem ou não querem dizer. Fazem do Espiritismo um meio de adivinhação, e atraem com isso Espíritos levianos. Não raro, porém, cabe à sugestão mental uma grande parte em tais embustes. E por isso que no domínio arriscado, e tantas vezes obscuro, da experimentação, cumpre examinar, analisar as coisas com sereno critério e extrema circunspeção, e só admitir o que se apresenta com um caráter de autenticidade perfeitamente definido. O nosso conhecimento das condições da vida futura, como o próprio Espiritismo, assenta sobre os fenômenos mediúnicos.
Convém estudar seriamente estes e eliminar inflexivelmente tudo o que não traga o cunho de uma origem extra'humana. h preciso não substituir, a pretexto de progresso, a incredulidade sistemática por uma cega confiança, por uma credulidade ridícula, mas separar com cuidado o real do fictício. Disso está dependendo o futuro do Espiritismo. Abordemos agora uma questão extremamente delicada: a da mediunidade profissional. Pode a mediunidade ser retribuída? ou deve ser exercida com desinteresse absoluto? Notemos antes de tudo que a faculdade mediúnica é, por natureza, variável, inconstante, intermitente. Não estando os Espíritos às ordens nem à mercê dos caprichos de ninguém, nunca se está de antemão seguro do resultado das sessões. Pode o médium estar indisposto, mal preparado, e a assistência mal composta, no ponto de vista psíquico. Por outro lado, a proteção dos Espíritos adiantados não se conforma de modo algum com esse fato do Espiritismo a preço fixado. Por isso, o médium profissional, aquele que se habituou a viver do produto das sessões, está exposto a muitas decepções.
Como fará ele dinheiro de uma coisa cuja produção jamais é certa? Como satisfará os curiosos, quando os Espíritos não atenderem ao seu chamado? Não será tentado, mais dia menos dia, quando forem numerosos os assistentes e sedutora a perspectiva do ganho, a provocar fraudulentamente os fenômenos? Aquele que uma vez resvalou por esse declive, dificilmente conseguirá voltar atrás. É levado a empregar habitualmente a fraude e cai pouco a pouco no mais desbragado charlatanismo. Os delegados americanos ao Congresso Espírita de 1900, em Paris, entre outros, a Sra. Addi'Balou, declararam que mediunidade profissional e os embustes a que dá ensejo, têm sido há alguns anos um motivo de retrogradação e descrédito para o Espiritismo nos Estados Unidos. A melhor garantia de sinceridade que pode um médium oferecer é o desinteresse. É também o meio mais seguro de obter o auxílio do Alto. Para conservar seu prestígio moral, para produzir frutos de verdade, deve a mediunidade ser praticada com elevação e desprendimento, sem o que se torna uma fonte de abusos, instrumento de contradição e desordem, de que se utilizarão as entidades malfazejas.
O médium venal é como o mau sacerdote, que introduz no santuário suas paixões egoísticas e seus interesses materiais. A comparação não é destituída de propriedade, porque também a mediunidade é uma espécie de sacerdócio. Todo ser humano distinguido com esse dom deve preparar'se para fazer sacrifício de seu repouso, de seus interesses e mesmo de sua felicidade terrestre; mas, assim procedendo, obterá a satisfação de sua própria consciência e se aproximará de seus guias espirituais. Mercadejar com a mediunidade é dispor de uma coisa de que se não é dono; é abusar da boa'vontade dos mortos, pô'los ao serviço de uma obra indigna deles e desviar o Espiritismo do seu fim providencial. E preferível para o médium procurar noutra parte os meios de subsistência e só consagrar às sessões o tempo que lhe ficar disponível. Com isso ganhará em estima e consideração. Cumpre, todavia, reconhecer que médiuns públicos e remunerados têm prestado reais serviços.
As pessoas que só dispõem de modestos recursos pecuniários nem sempre podem atender aos convites dos sábios, ausentar'se, empreender viagens, como o exige o interesse da causa que servem. A esse respeito, Stainton Moses, que foi um experimentador consciencioso e um excelente juiz em tal matéria, diz o seguinte (269):
"Alguns dentre os médiuns públicos não vêem mais que os lucros a auferir e nem sempre recuam diante das fraudes para alcançar seus fins. Muitos há, entretanto, dos quais só se pode dizer bem e que são muitíssimo úteis. Nove vezes sobre dez, os que em tão grande número a eles se dirigem, incapazes de compreender e acompanhar uma experiência científica, unicamente exigem que em troca dos dez francos que pagam se lhes dê a prova da imortalidade. A multidão esgota rapidamente as faculdades do médium que, para não fazer fiasco, cede à tentação de recorrer à fraude. Apesar dessas detestáveis condições, fiquei muitas vezes admirado dos resultados obtidos e das magníficas provas fornecidas"
Que deduzir de tudo isso? É que haja uma justa medida, que o médium consciencioso, esclarecido acerca do valor de sua missão, pode facilmente observar. Se, em certos casos, é obrigado a aceitar uma indenização pelo tempo consumido e as excursões efetuadas, que o seja em limites de não comprometer sua dignidade neste mundo e sua situação no outro. O uso da mediunidade deve ser sempre um ato grave e religioso, isento de todo caráter mercantil, de tudo que a possa amesquinhar e deprimir.
XXV ' O martirológio dos médiuns
O médium ' nos dissemos ' é muitas vezes uma vítima, e quase sempre essa vítima é uma mulher. A Idade Média a havia qualificado de feiticeira, e queimava'a. A Ciência atual, menos bárbara, contenta'se com deprimi'Ia, aplicando'lhe o epíteto de histérica ou de charlatã. Na origem do moderno Espiritualismo, duas mocinhas, Catarina e Margarida Fox, foram as primeiras a testemunhar as manifestações, a receber a mensagem reveladora da imortalidade. Seu testemunho foi o sinal de uma perseguição violenta. Cenas de selvageria se desenrolam, tempestades de ameaças e injúrias se desencadeiam em torno da família Fox, o que não a impedira de prosseguir sua missão e afrontar as assembléias mais hostis. Quando se fazem necessárias grandes dedicações para reconduzir a Humanidade ao caminho de seus destinos, é na mulher que elas se encontram muitas vezes. O que dizemos das irmãs Fox, poder'se'ia dizer dos médiuns mais notáveis. Joana d'Arc foi queimada viva, por não ter querido renegar as aparições e vozes que percebia. E não termina com ela o martirológico da mulher médium.
Em contraposição a algumas que se têm deixado seduzir pelas vantagens materiais e recorrido à fraude, quantas outras não têm sacrificado a própria saúde e comprometido a existência pela causa da verdade! Se a mediunidade psíquica é isenta de perigos, como veremos adiante, quando utilizada por Espíritos adianta dos, o mesmo se não dá com as manifestações físicas, sobretudo com as manifestações que, repetidas e freqüentes, vêm a ocasionar ao sensitivo uma considerável perda de força e de vitalidade. As irmãs Fox se esgotaram com experiências e se extinguiram na miséria. A "Revue spirite", de abril de 1902, noticiou que os derradeiros membros da família Fox haviam sucumbido, em janeiro, de frio e privações. A Sra. Hauffe, a célebre vidente de Prévorst, foi tratada com o máximo rigor por seus próprios pais e expirou aos 28 anos, ao fim de inúmeras tribulações. A Sra. d'Espérance perdeu a saúde. Depois de Home, Slade e Eglinton, a Paladino foi acusada de fraudes voluntárias.
Certos médiuns têm sido submetidos a todas as torturas morais imagináveis, e isso sem exame prévio, sem investigação verdadeiramente séria. Home, por exemplo, foi objeto das mais pérfidas acusações, William Crookes, porém, lhe fez justiça, dizendo (270)
"Jamais observei o mínimo caso que me pudesse fazer supor que ele enganasse. Era muito escrupuloso e não desaprovava que se tomassem precauções contra a fraude. Muitas vezes, mesmo, antes de uma sessão, me dizia ele: "Procedei como se eu fosse um prestidigitador, disposto a enganar' vos; tomai todas as precauções que a meu respeito puderdes imaginar, e não vos preocupeis com o meu amor'próprio. Quanto mais severas forem essas precauções, mais evidente se tornará a realidade dos fenômenos." Apesar de tudo, aqueles que não conheciam a absoluta honestidade de Home, o consideravam um charlatão, e os que nele acreditavam, eram argüidos de loucos e reputados suspeitos."
Em tempos mais recentes, vimos uma médium alemã perseguida com uma sanha brutal e, apesar de respeitáveis testemunhos, sacrificada às exigências de mais tacanho espírito de casta. Pretendia'se, ao que nas mais altas rodas se apregoava, "pôr um freio a todas as manifestações de um espiritualismo rebelde aos dogmas oficiais". Ana Rothe foi detida e recolhida à prisão. A detenção durou oito meses. Durante esse tempo, morreram'lhe o marido e a filha, sem que ela pudesse assistir aos seus últimos momentos. Permitiram'lhe unicamente que fosse ajoelhar sobre seus túmulos, metida entre dois policiais. Afinal, termina o inquérito; instaura'se o processo (271). Os depoimentos favoráveis afluem: o professor Koessinger, o filólogo Herman Eischacker e o Dr. Langsdorff presenciaram os fatos e nenhuma fraude conseguiram descobrir. O Sr. George Sulzer, presidente da Corte de Apelação de Zurique, atesta sua convicção na inocência da Sra. Rothe. O primeiro magistrado do cantão de Zurique, na ordem judiciária, não receia expor à publicidade suas crenças intimas, para com elas beneficiar a acusada. Outros magistrados afirmam a autenticidade dos transportes de flores, que ela obtinha em plena luz.
Essas testemunhas viam flores ou frutos desmaterializados reconstituir'se em sua presença, condensar'se em matéria palpável, como um floco de vapor que, pouco a pouco, se transforma e solidifica, no estado de gelo. Esses objetos moviam'se horizontalmente, e outras vezes desciam lentamente do forro da sala. O diretor da Casa de Detenção, em que ela passou os oito meses de prisão preventiva, declarou que o ensino moral dado aos seus detentos nunca se aproximou, como efeito produzido, da impressão causada pelas comovedoras práticas, do caráter mais edificante, feitas pela médium em transe a suas irmãs transviadas. Ana Rothe não passava, entretanto, de uma simples mulher do povo, sem instrução, sem cultura de espírito. Depois de apaixonados debates, que duraram seis dias, a "médium de flores" foi condenada a 18 meses de prisão. Enganam' se, acreditando destruir o Espiritismo com tais processos. Longe disso, ao atrativo que ele exerce acrescenta'se o prestígio da perseguição.
No dia 9 de outubro de 1861, o bispo de Barcelona queimava, na esplanada pública, no lugar onde são executados os criminosos, trezentos volumes e brochuras espíritas, julgando assim estigmatizar e aniquilar a nova doutrina. Esse auto'de'fé provocou uma verdadeira revolta na opinião pública. Hoje, os espíritas se contam por milhares na Capital da Catalunha. Possuem revistas, bibliotecas, grupos de estudo e experimentação. O movimento espírita adquire dia a dia maior importância e extensão nesse pais.
Em sua maior parte, os sábios, médicos e psicólogos consideram os médiuns como histéricos, desequilibrados, enfermos, e não perdem ocasião de o proclamar. Estão habituados a experimentar com sensitivos retirados dos hospitais e dos asilos de alienados, com alguns neuróticos, pelo menos, e das observações efetuadas nessas defeituosas condições cometem o erro de tirar conclusões de ordem geral. Certos literatos não são mais amáveis. O Sr. Júlio Bois não hesita em mimosear todos os médiuns com os epítetos de "charlatães prestidigitadores, embusteiros desequilibrados, histéricos" (272), etc. É de admirar, depois disso que, estes se retraiam e só de má'vontade se prestem a experiências dirigidas por críticos de tal modo prevenidos, por juizes tão pouco atenciosos? A presença desses cépticos, com seus eflúvios glaciais, é uma causa de indisposição e de sofrimento para o médium. Falta em geral aos sábios a bondade; aos espíritas, aos médiuns, falta na maioria das vezes a ciência. Onde se encontrará o traço de união, a linha de aproximação?
No estudo sincero, imparcial, desinteressado! A ciência médica está longe de ser infalível em suas opiniões; diagnósticos tão célebres quão errôneos o têm, em todos os tempos, demonstrado. Testemunhos formais atestam que uma vez mais se enganou ela, considerando a mediunidade uma tara. F. Myers o declara em relação à Sra. Thompson (273) "A impressão é de que são tão naturais como o sono ordinário. A Sra. Thompson acredita que esses transes têm contribuído poderosamente para robustecer'lhe a saúde." O Sr. Flournoy, insuspeito de parcialidade a favor dos médiuns, reconheceu o mesmo fato a propósito de Helena Smith, cuja saúde nem de leve se alterou com o uso de suas faculdades psíquicas; nisso, ao contrário, a encontra poderoso adjuvante para o desempenho de sua tarefa cotidiana. (247) Idênticas observações têm sido feitas acerca da Sra. Piper. (275) O Sr. J. W. Colville, médium inglês muito conhecido, por sua vez o atesta (276) :
"É meu dever ' diz ele ', ao fim de 25 anos de missões públicas, trazer sem restrições meu testemunho a respeito dos benéficos resultados que me produziu, em todos os sentidos, a mediunidade, tal como a tenho exercido. Lucrei de modo considerável, tanto mental como fisicamente, com o uso desta faculdade e com essas experiências, que parecem não raro perigosas, quando não são suficientemente estudadas. As indicações que eu recebia de meus auxiliares invisíveis eram boas, elevadas e dignas em suas mínimas particularidades."
Eu próprio tenho travado conhecimento com grande número de médiuns em todas as regiões da França, na Bélgica, na Suíça, na Espanha, e pude sempre observar que em geral gozavam excelente saúde. Só a mediunidade de efeitos físicos, a que se presta às materializações de Espíritos e aos transportes, é que acarreta grande dispêndio de força e de vitalidade. Essas perdas podem ser compensadas com os socorros prestados pelos Espíritos protetores. As vezes, porém, como o vimos a propósito das irmãs Fox, de Slade, Eglinton, etc., as exigências do público e dos sábios são tais que o médium se esgota rapidamente; o abuso das experiências lhes altera a saúde e compromete a vida. O médium é um instrumento delicado e sensível, de que muitos julgam poder servir'se como de um mecanismo. De bom grado o utilizariam como o faz a criança com os brinquedos, que despedaça para ver o que neles se oculta. Não se tem suficientemente em consideração o trabalho de desenvolvimento reclamado pelas faculdades que desabrocham. Exigem'se imediatamente fatos concludentes e provas de identidade. O médium, impressionado pelos pensamentos ambientes, sofre; depois de haver sido torturado moralmente durante certo número de sessões, desgosta'se de uma faculdade que o expõe a tantos dissabores, e termina por se retrair.
Os médiuns terão ainda por muito tempo que sofrer pela verdade. Os adversários do Espiritismo continuarão a difamá'los, a lançar'lhes acusações; procurarão fazê'los passar por desequilibrados enfermos, e, por todos os meios desviá'los de seu ministério. Sabendo que o médium é a condição "sine qua non" do fenômeno, esperam assim causar a ruína do Espiritismo em seus fundamentos. Em caso de necessidade farão surgir médiuns exploradores e fictícios. Cumpre neutralizar essa tática e, para esse fim, proteger e animar os bons médiuns, cercando da necessária fiscalização o exercício de suas faculdades. Magnifica é a sua tarefa, ainda que freqüentes vezes dolorosa. Quantos esforços, quantos anos de expectativa, de provanças e de súplicas, até chegarem a receber e transmitir a inspiração do Alto! São muitas vezes recompensadas unicamente com a injustiça. Mas, operários de plano divino, rasgaram o sulco e nele depositaram a semente donde se há de erguer a seara do futuro. Caros médiuns, não desanimeis; furtai'vos a todo desfalecimento.
Elevai as vistas acima deste mundo efêmero; atrai os auxílios divinos. Suplantai o "eu"; libertai'vos dessa afeição demasiado viva que sentimos por nós mesmos. Viver para outros ' eis tudo! Tende o espírito de sacrifício. Preferi conservar'vos pobres, a vos enriquecerdes com os produtos da fraude e da traição. Permanecei obscuros, de preferência a traficardes com os vossos poderes. Sabei sofrer, por amor ao bem de todos e para vosso progresso pessoal. A pobreza, a obscuridade e o sofrimento possuem seu encanto, sua beleza e magnitude: é por esse meio que, lentamente, através das gerações silenciosas, se acumulam tesouros de paciência, de energia, de virtude, e que a alma se desprende das vaidades materiais, se depura e santifica, e adquire intrepidez para galgar os escabrosos cimos. No domínio do Espírito, como no mundo físico, nada se perde, tudo se transforma. Toda dor, todo sacrifício é um desabrolhar do ser. O sofrimento é o misterioso operário que trabalha nas profundezas de nossa alma, e trabalha por nossa elevação. Aplicando o ouvido, quase escutareis o ruído de sua obra. Lembrai' vos de uma coisa é no terreno da dor que se constrói o edifício de nossos poderes, de nossa virtude, de nossas vindouras alegrias.
XXVI ' A mediunidade gloriosa.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.