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Capítulo 40 de 52
A Sombra do Sepulcro a Victor Hugo — parte 12 de 15
No Invisível · Léon Denis
"Um pedido de prova de identidade, formulado por pessoas ligadas à Corte de Viena, havia sido endereçado à aludida senhora. As perguntas estavam encerradas num invólucro lacrado, que se conservou intacto. Depois de alguns dias de investigações, o Guia do médium voltou com cinco Espíritos estranhos, que ditaram uma resposta em idioma desconhecido. Feito o exame, reconheceram os interlocutores que essa língua era o antigo magiar, idioma unicamente conhecido de alguns eruditos. A resposta estava assinada por cinco personagens que tinham vivido dois séculos antes e eram membros falecidos da família húngara que solicitara esse testemunho."
Aqui está outra prova, mais concludente em sua simplicidade que estrepitosas manifestações. E extraída da obra de Watson, publicista americano, "Spiritualism, its phenomenes", Nova Iorque, 1880:
"Watson tinha recebido uma comunicação assinada por seu amigo o General Th. Rivers. Segundo o costume inglês, o general apusera as iniciais de seus nomes próprios, entre as quais figurava um W. OraPor escrúpulo e respeito à verdade, Watson havia publicado essa assinatura sem modificação, mas a contragosto e não sem alguma desconfiança., que certos pormenores da missiva parecia deverem dissipar. Os contraditores da imprensa não perderam a ocasião de denunciar o erro, metendo a ridículo esse Espírito que não sabia o próprio nome. Entretanto, no curso de uma outra sessão o mesmo Espírito confirmou essa inicial, dizendo que sua mãe daria a explicação. A mãe, interrogada, respondeu que o W era um engano. Logo, porém, interveio o Espírito e disse: "Minha mãe, tu achas singular que eu assine um W; lembra'te, entretanto, de que em minha infância eu era tão irritadiço que meus camaradas me chamavam "Wasp" (vespa). Esse apelido me ficou; eu o havia adotado e com ele assinava as minhas composições. Repara nos meus cadernos e nos meus livros escolares, e neles o encontrarás." Assim se fez e verificou'se a exatidão do que afirmava o Espírito."
A "Revista de Estudios Psicológicos", de Barcelona (setembro de 1900), publicou o seguinte caso de identidade, acompanhado de documentos comprobatórios:
"Três pessoas, um professor de Matemáticas, um médico e um eclesiástico, haviam pedido ao Sr. Segundo ouver, médium desinteressado, que lhes fornecesse provas da realidade dos Espíritos. Após um instante de recolhimento, a mão do médium traçou mecanicamente as seguintes palavras: "Isidora, 50 anos de idade, nascida em San Sebastian, morta a 31 de março de 1870; moléstia, cancro intestinal; deixou três filhos; seus nomes e idades: P., 15 anos; C., 19 anos; M., 25 anos." Por essas particularidades, um dos assistentes reconheceu o Espírito de sua mãe. Surpreso e comovido, perguntou se tinha alguns conselhos a dar'lhe. O médium retomou o lápis; com grande estupefação, porém, traçou, em alguns minutos, o retrato de uma pessoa que lhe era desconhecida e no qual foi reconhecido o Espírito Isidora, que em vida jamais consentira em se fotografar. O médium nunca aprendera desenho, nem sabia desenhar. Todos os assistentes declararam que não tinham pensado em coisa alguma do que fora escrito, e que não podia haver naquilo um fenômeno de sugestão nem de leitura do pensamento."
O Sr. G. Owen, a seu turno, escreveu o seguinte no "Spiritual Record":
"Há doze anos, contava eu entre os meus amigos íntimos um senador pela Califórnia, muito conhecido, o Dr. Knox, que era diretor de um próspero banco em S. José. Pensador profundo, era também um decidido partidário das teorias materialistas. Sentindo aproximar'se o termo de sua vida, falava muitas vezes do sono eterno. Um dia lhe disse eu: "Façamos um pacto, doutor: se no Além vos sentirdes viver, fareis todo o possível por me comunicar estas simples palavras: Vivo ainda." Depois de sua morte, estando comigo um bom médium, limpei uma ardósia, coloquei'lhe um lápis e encostei'se à superfície inferior da mesa. Ouvimos o ranger do lápis escrevendo na ardósia e, ao retirá'la, encontramos escritas as seguintes linhas: "Amigo Owen, posto que tenha visto completamente desmoronadas as antigas idéias que tinha sobre a vida futura, foi'me agradável, confesso'o, tal desilusão; sinto'me feliz, meu amigo, em lhe poder dizer: Vivo ainda. Sempre seu amigo W. Knox." A escrita era de tal modo igual à do desencarnado que foi reconhecida autêntica pelo pessoal do banco por ele dirigido em vida."
O fenômeno de incorporação tem dado lugar a múltiplos fatos de identidade. Nas manifestações de que é instrumento a Sra. Piper, pode'se comprovar a mais perfeita unidade de caráter e de consciência nos manifestantes, particularmente nos Guias ou Espíritos'fiscais. Nenhum deles pode ser considerado uma personalidade secundária do médium; todos se apresentam como individualidades autônomas dotadas de grande intensidade de vida, de sinceridade, de realidade. Apesar das dificuldades que às vezes encontram para se manifestar, as personalidades de G. Pelham e Robert Eyslop são das mais rigorosamente delineadas e jamais se contradizem. (240) O reitor da Universidade, Oliver Lodge, nos volumes XII e XIII dos "Proceedings", cita igualmente muitos casos de identidade por ele obtidos mediante a faculdade da Sra. Piper. Um de seus tios, falecido vinte anos antes, refere particularidades de sua mocidade, completamente esquecidas de todos os membros sobreviventes da família; não foi possível verificá'las senão depois de demorada e minuciosa pesquisa. Seu finado sogro lhe veio indicar pormenores exatos de sua morte, ocorrida em condições comovedoras, citando nomes e datas, inteiramente apagados da memória dele, Lodge.
Menciona este ainda outros notáveis sinais de identidade provenientes de vários de seus amigos falecidos. O reverendo Minot'Savage, célebre orador nos Estados Unidos, cita um comovente caso de identificação, que dispensa comentários. (241) No curso de uma das sessões com a Sra. Piper, uma personalidade, que se afirmava seu filho, apresentou'se, não o tendo jamais o médium conhecido. "Papá ' disse com ansiedade ', eu desejaria que, sem demora, fosse ao aposento que eu ocupava. Abre a minha gaveta e, entre os numerosos papéis que lá estão, encontrarás um que te peço destruas imediatamente." Posto que semelhante pedido parecesse inexplicável ao reverendo Minot'Savage, para quem seu filho nunca tivera segredo algum, encaminhou'se ele para a rua Joy, em Boston, último domicílio do finado, penetrou no aposento, que nunca vira, e deu busca na gaveta indicada. Nela realmente encontrou documentos de grande importância, que o moço por coisa alguma deste mundo tornaria públicos e que plenamente justificavam a ansiedade manifestada na comunicação.
O fato seguinte ocorreu em S. Paulo, Brasil, em casa do Dr. O. Vidigal, residente à alameda do Triunfo n .O 2, com sua família, composta de sua esposa, dois filhos e seu velho pai. Sua mãe falecera havia três meses (242) O médium era uma rapariguinha espanhola de 12 anos, aceita como criada, na repartição de emigrantes, no mesmo dia em que acabava de chegar. Não conhecia unia única palavra de português, nunca vira a cidade nem conhecia o doutor. Um amigo da família, o Dr. Eduardo Silva, que sabia espanhol, falando com a rapariguinha, teve espontaneamente a idéia de a magnetizar. Deixou'se ela adormecer e, em alguns instantes, caiu em sonambulismo profundo. Afirmava estar vendo seu pai, que lhe falava e lhe dizia estar presente uma senhora idosa, que tinha uma comunicação a transmitir ao Dr. Vidigal. Fez uma descrição tão exata dessa senhora que todos da família reconheceram a falecida mãe do doutor.
O Espírito ordenou a seu filho que fosse ao seu quarto (em que ninguém penetrara depois de sua desencarnação), que tirasse de um bolso cosido do vestido de seda preta, pendurado à parede, a quantia de 75$000 e a entregasse a seu marido. O Dr. Vidigal, depois de refletir um momento, resolveu'se a penetrar, em companhia do Dr. Eduardo Silva e de outras testemunhas, no aposento, o que só com dificuldade conseguiu, por estar enferrujada a fechadura, e encontrou as coisas tais quais como lhe haviam sido indicadas. Por sua vez, o Sr. Vicente Tornaro faz circunstanciada narrativa das singularidades do Espírito 'MamaIa" (243), cujas provas de identidade foram de fácil verificação. Tinha sido ele corretor, quando na Terra, e era um homem jovial, muito espirituoso e dissoluto, qualidades que se refletiam nas comunicações, as quais, todavia, apresentavam, apesar disso, um real interesse no ponto de vista experimental, em razão das provas de identidade fornecidas sob as mais variadas formas e até mediante espontâneas materializações. Entre as numerosas experiências feitas com "Baccala" o Sr. Vicente Tornaro cita a mais impressiva de todas:
"Meu pai estava gravemente enfermo de uma terrível afecção nos brônquios, em conseqüência de uma influenza mal tratada. Tinham sido chamados os mais ilustres médicos; uns nos torturavam o coração com os mais funestos prognósticos; outros nos reanimavam com palavras de esperança. Todos os nossos cuidados se concentravam em conservar a vida ao nosso caro doente. Nessas dolorosas recordações "Baccala" teve sua parte. Uma noite, em meio do desânimo que transtorna a alma e o cérebro, que nos faz pensar no impossível, para nos agarrarmos a toda esperança, pedimos a "Baccala" que nos pusesse em comunicação com o Espírito de um dos mais notáveis médicos e ele nos respondeu que ia satisfazer'nos imediatamente. Pouco depois, com efeito, as pancadas na mesinha nos advertiram de que se achava presente um Espírito. Perguntamos'lhes o nome; respondeu ' "Domênico Cotugno!" "Baccala" fizera uma ótima escolha... Pedimos ao Espírito Cotugno que examinasse nosso pai e nos dissesse a verdade, fosse qual fosse.
Meu pai estava dormindo; nesse momento acordou com um sentimento de desagrado e nos repreendeu, porque ' dizia ' o tínhamos sacudido; e ainda sonolento, sem reparar que ninguém estava ao seu lado, continuou a admoestar'nos de o estarmos virando e revirando, a bater'lhe no peito e nas costas. Evidentemente o exame se efetuava, e nós tremíamos; o coração batia'nos com violência, tínhamos o espírito suspenso. Logo em seguida a mesinha fez um leve movimento; interrogamos ansiosos: uma única, horrível palavra nos foi dita em resposta: "Resignação!" Compreendemos, e quinze dias depois cobria'se de luto a nossa casa." O Dr. Moutin, presidente da Sociedade de Estudos dos Fenômenos Psíquicos, de Paris, comunicou à "Revue Scientifique et Morale" (março de 1901) o seguinte fato:
"Em 1884, em Marselha, durante a epidemia de cólera, assisti aos últimos momentos de uma das minhas parentas, que foi acometida e sucumbiu dentro de algumas horas. Antes de morrer, quando já não podia mais falar, quis'me comunicar alguma coisa que eu acreditava importante, a julgar por seus gestos de desespero. Fazendo por fim um derradeiro esforço, ela articulou duas vezes a palavra "espelho", indicando com a mão o que ornava o fogão de seu quarto. Seu marido, o Sr. J., estava no mar, nessa ocasião. Informado do ocorrido, em seu regresso, e sabendo que a falecida tinha a mania de esconder o dinheiro um pouco por toda parte, não vacilou em retirar a parte posterior do espelho, mas sem resultado. Quinze meses mais tarde, assistindo eu a uma sessão em casa da Sra. Decius Deo, em Avignon, à rua dos Mercadores, e estando essa senhora em transe, o Espírito da Sra. J. me dirigiu a palavra pela sua boca, chamando'me por meu nome próprio, que o médium certamente não conhecia: "Luciano, venho dizer'te o que te não pude fazer antes de minha morte.
Eu tinha colocado um titulo de 500 francos da Companhia Fraissinet entre o vidro e o fundo do espelho que está na cozinha. Meu marido vai mudar'se e vender talvez esse objeto. E preciso preveni'lo disso." Escrevi ao Sr. J., que deu a necessária busca, e achou o título no lugar indicado." Clara Galichou, em seu livro "Souveniers et Problèmes Spirites", refere (págs. 208 e seguintes) que, tendo evocado Beethoven,, pediu ao Espírito que se havia manifestado em nome do célebre compositor que lhe desse uma prova de identidade, mencionando um fato de sua vida, que nem ela conhecesse nem a Srta. R., que assistia à sessão. O Espírito respondeu: "De bom grado, e vem a ser: tive em minha vida um grande amor e uma profunda admiração: o amor pela Julita, a admiração por Napoleão. Sitas, foi para ele que compus a Sinfonia heróica." Essas duas asserções, que a Srta. R. e Clara G. Ignoravam, são exatas. Beethoven não se casou, mas esteve muitos anos apaixonado pela Srta. Júlia de Guicciardi, que foi desposada, mais tarde, pelo Conde de Gallenberg.
Sabe'se igualmente que Beethoven tinha sido um admirador do gênio de Napoleão I, em quem via um herói republicano (sic) dotado das maiores virtudes patrióticas. Quando começou a escrever a "Sinfonia heróica", tencionava dar'lhe o nome de "Bonaparte" e pretendia dedicá'la ao primeiro cônsul da República Francesa. Tinha já escrito a dedicatória, quando um dia um de seus amigos lhe veio anunciar que o primeiro cônsul acabava de se fazer proclamar imperador. Beethoven exclamou: "Ora, pois! é um ambicioso como todos." E, em lugar da simples denominação "Bonaparte", pôs esta outra: "Sinfonia erolca per festeggiare il. sovvenire dun grand'uomo". Certos Espíritos revelam sua identidade, no transe, por uma linguagem convencional, ignorada pelo médium. Tal é o caso do Espírito Fourcade, que se comunicou com o abade Grimaud, em Avignon, em 1899, por meio de sinais usados entre os surdos' mudos, e segundo um método especial de que fora ele o inventor. A manifestação se produziu numa reunião em que só esse eclesiástico lhe podia compreender o sentido. (244) Aksakof (245) cita um caso análogo. O Espírito de uma senhora falecida, e que em vida fora surda e muda, transmitiu a seu marido, por intermédio da médium Sra. Corwin, em Siracusa (EE.UU.), uma comunicação mediante o alfabeto dos surdos'mudos:
"Era comovedora a cena: o marido conservava'se diante da médium em transe e dirigia à sua mulher diversas perguntas, por sinais, e esta respondia a seus pensamentos do mesmo modo, por intermédio de um organismo estranho, de uma pessoa que nunca praticara esse modo de conversação."
Outros Espíritos, vítimas de acidentes, guiam as pessoas incumbidas de lhes encontrar os corpos: Tendo soçobrado um barco no porto de Argel, em 1895, um homem se afogou, e não foi possível encontrar'lhe o cadáver. O Comandante Courmes, da Marinha de Guerra, assistindo naquela cidade a uma reunião espírita, fez evocar o afogado. Este acudiu à evocação, incorporou'se no médium, que mudou de voz e de atitude, e fez uma narração neste sentido: "Quando o barco soçobrou, eu estava na escada e caí; minha perna direita enfiou por entre duas travessas, e o braço de alavanca do casco produziu'me uma fratura da perna que me impediu de desvencilhar'me. Hão de achar preso o meu corpo na escada, quando puserem de novo o barco a flutuar. L inútil procurá'lo noutro lugar". (246) As manifestações pela mesa não são menos abundantes em provas de identidade. O Comandante P. Martin (aliás Dauvil), em suas "Notas antigas" (247), refere o seguinte fato que sucedeu no seio da família de sua mulher, na ilha da Reunião, em 1860, e é confirmado pelos testemunhos de vários de seus parentes:
"Uma tarde em que estava reunida a família B. em torno de uma mesa, no grande salão, em plena luz, um Espírito pediu que chamassem o Sr. A. B., avô de minha mulher (a qual ainda não era nascida), a fim de lhe transmitir uma comunicação muito importante. O Sr. A. B. fumava tranqüilamente o seu cachimbo, no alpendre, pensando em suas plantações de cana, em sua usina, mais que nos Espíritos, nos quais não acreditava. Chamaram'no então pela segunda vez: "Vinde, meu querido pai, o Espírito vos espera, para dizer'vos seu nome." ' "Deixai'me em paz, meus filhos, com essas brincadeiras." Finalmente, uma de suas filhas lhe veio suplicar que fosse ao salão ' "Vamos lá, minha filha, ver o que teu Espírito quer de mim."
E o excelente homem se aproximou da mesa, que todos os seus filhos rodeavam, pronunciando a fórmula ' "Espírito, que me queres tu?" e o invisível ditou: ' "Meu caro Sr. B., eu sou o Capitão Régnièr; sem dúvida vos recordais de que carreguei vossa última partida de açúcar no veleiro Bois Rouge, há dois meses. Fiz' me de vela no dia (exata, a data), estais lembrado?" ' "Sim. E então?" ' "Então, eu venho dizer'vos que o vosso veleiro Bois Rouge perdeu'se totalmente, com a tempestade, nos penhascos de Simon's Bay, no cabo da Boa Esperança, há dez dias. Eu e todos os meus marinheiros perecemos, e minha alma não podia abandonar as ondas, sobre as quais erra desde aquele dia.
Não ficarei tranqüilo senão depois de vos ter assegurado que fizemos tudo para salvar o navio; porém o mar estava muito encapelado, e a vontade de Deus se cumpriu." ' "Se o ato é verdadeiro ' respondeu o Sr. B. ' o que eu mais deploro é vossa morte e a de vossos bravos marinheiros; mas, até prova do contrário, permiti'me duvidar da veracidade dessa triste nova. Se vos afogastes, como podeis estar ai nessa mesa?" ' "E, entretanto, a verdade verdadeira ' ditou a mesa, agitando'a e batendo com um pé rapidamente; ' vereis, meu caro Sr. B., que o armador de Nantes vos confirmará a noticia daqui a quatro meses. Adeus, Sr. B.; passai bem, vós e vossa família." ' "E precisamente quatro meses depois desse dia ' dizia o querido avó de minha mulher, contando'me essa história trinta e cinco anos mais tarde ' porque nessa época não tínhamos como hoje os vapores que nos levam o correio duas vezes por mês, a perda do navio Bois Rouge, de sua equipagem e do bravo Capitão Régnier, o que foi realmente confirmado." "Que responder a isso?" ' acrescentava filosoficamente o querido velho."
Um outro caso demonstrativo é o seguinte, atestado por W. Stead e reproduzido pela "Revue Scientifique et Morale du Spiritisme", de janeiro de 1904:
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.