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Capítulo 7 de 33
Os Grandes Iniciados — parte 7 de 9
Os Grandes Iniciados – Ed. 1980 – Volume 2
Deus solar. Segundo o poetas, a fama de Delfos lo, o s data de Apolo. Júpiter quis saber onde estava o centro da terra. Então soltou duas águias·, que voaram, uma do oriente, outra do ocidente, encontrando-se em Delfos. Daí o prestígio do local, com Apolo elevado à categoria de deus grego por excelência. A explicação da origem da preeminência de Apolo não foi revelada, mas façamos algumas conjeturas a respeito. Segundo o pensamento ór fico Dionisos e Apolo eram duas revelações da mesma , divindade. Dionisos simbolizava a verdade esotérica, ac-essível somente aos iniciados. Nela se continham os mistérios da vida, as existências anteriores e futuras, as relações da alma e do corpo, do céu e da terra. Apolo representava a mesma verdade, aplicada à vida terrena, à ordem social. Era o. inspirador da medicina, das leis, da advinhação, da beleza artística. da paz entre os povos apoiada na justiça, da purificação· para a harmonia da - ,alma e do corpo. Em -uma palavra, para o iniciado, Dionisos signifi cava o espírito divino em evolução no universo e· Apolo sua manifestação no liomem terrestre. Os sacerdotes ti nham l' ... 1do ao povo a seguinte explicação legendária: nos tempos de Orfeu, Baco e Apolo disputaram o tripé de Delfos. Baco cedera-o de boa vontade ao seu irmão. Retirara-se para os cimos do Pamasso, onde as mulheres tebanas celebravam - seus mistérios. Mas, de fato, os dois tinham dividido o império do mundo: um reinava no mis� terioso além; o outro regia o mundo dos vivos. Vemos em Apolo o Verbo solar, a Palavra universal, o grande Mediador, o Visnú do hindus, o Mitra dos s Persas, o Hórus dos Egípcios. As velhas idéias do esote rismo asiático revestiram-se na legenda do Apolo de be leza plástica, de esplendor incisivo, o que possibilitou a tais idéias penetrarem mais profundamente na consciên cia humana, como diz ESQUILO: "serpentes de asas bran cas impelidas do seu arco de ouro." irrompeu da grande noite em Delas. Apolo Todas as deusas saúdam o seu nascimento. Anda, empunha a lira, seus cabelos soltam-se no ar, o mar estâ fremente e toda a ilha resplandece envolta em luz e cintilações de ouro. O Deus dirige-se a Delfos e com suas flechas mata uma , serpente monstruosa que assolava a região, saneia o país e constrói o· templo, imagem da vitória da luz divina so bre as trevas do mal. Nas . religiões antigas, . a serpente simbolizava o círculo fatal da existência com os seus males. Compree ndendo-se a existência advém o conhe- . , c mento. Apolo , matando � a serpente, é símbolo do ini ciado, que traspassa a natureza com a ciência. dominan do-a com a sua .vontade, rompendo o círculo fatídico da carne, subindo no esplendor do espírito, . enquanto que os restos da animalidade humana contorcem.:.se na areia. Por isso, Apolo é o senhor das expiações, das purifica ções da alma e do corpo. Salpicado pelo mons sangue do tro, ele mesmo purificou-se com um exílio oito anos, de sob os loureiros amargos e salubres do vale de Tempe. Educador dos homens, Apolo gosta de permanecer entre eles, nas. cidades, no m-eio dos rapazes, nas dispu tas da poesia e da palestra. No outono, v·olta à sua pâ tria, no país dos Hiperbóreos. Esse é o misterioso povo das almas luminosas, transparentes, que vivem na eter na aurora de , uma felicidade perfeita. Lá estão os seus sacerdotes amados, as suas sacerdotisas amadas. Quan do quer dar um presente real aos 'homens, leva-lhes do país dos Hiperbóreos uma dessas grandes almas lumi nosas, que nasce na terra para ensinar e encantar os mortais. Quando ele volta a Delfos, na primavera, en-: toam-lhe cânticos e hinos. Nessa legenda dos Hiperbóreos transparece o fun- damento esotérico do mito de 'Apo!o. A região dos Hi perbóreos é o Além, o empíreo das almas vitoriosas cujas auroras astrais iluminam as zonas multicores. Apolo per sonifica a luz imaterial, inteligível, de onde decorre toda a verdade e de que o sol é a imagem física. de levantar o véu dourado das len Mas jâ é tempo templo. Como se processava a adivi das e de entrar no arcanos da ciência apolínea e dos nhação? Este é um dos Na antiguidade, um laço profundo mistérios de Delfos. aos cultos solares. ·o culto do sol é a · unia a adivinhação todos os mistérios chamados mágicos. chave de ouro de da civilização, a adoração 'do homem Desde a origem ao sol, fonte de luz, de calor, de vida. ariano dirigiu-se O pensamento dos sábios elevou-se do fenômeno à. sua causa. Eles conceberam por trás do fogo sensível, da luz visível, um fogo imaterial, uma luz inteligente. lden ..
com o o princípio masculino, o primeiro com tificaram do universo. O criador ou essência intelectual espírito o seu princípio feminino, -no com segundo, identificaram plástica. Essa intui· formadora, sua substância sua alma · imemoriais. A mencionada ção verificou-se em tempos mitologias. Ci cula oncepção mescla-se às mais antigas fa r: Agni, o fogo univer n hinos védicos sob a forn1a de os. , / e na resal pre -em todas as coisas. Desenvolveu-s sente representa a de Mitras ligião de Zoroastro, cujo. culto · · luz Mitra a parte es.otérica. Mitras é o fogo masculino, feminina. Diz Zoroastro, formalmente, que o Eterno criou, mediante o Verbo vivo a luz celeste, semente de Ormuz, princípio da luz material e do fogo material. Para o ini ciado de Mitras, o sol é apenas o grosseiro reflexo dessa luz. Na sua gruta escura, com a abóbada pintada de estrelas. ele invoca o sol da graça, o fogo do amor, ven cedor do. mal, reconciliador de Ormuz ,e de Ariman, pu-.. rificador e mediador, que habita a alma dos santos pro- \ fetas. Nas criptas do Egito, os iniciados procuram o mes mo sol sob o nome de Osíris. Quando Hermes pede para contemp!ar a origem das coisas, sente-se inicialmente mergulhado em ondas etéreas, de luz deliciosa, onde se movem todas as formas vivas. Depois, mergulhado nas trevas da matéria espessa, ele ouve uma voz e nela re conhece a voz da luz. Ao mesmo tempo, irrompe um fogo das profundezas. Logo o caos ordena-se e ilumina -se. Segundo o Livro dos Mortos dos Egípcios, as almas vagam penosamente na barca de Isis, rumo a essa luz. No Gênese, Moisés adota plenamente essa doutrina:· "Diz ão Eloím: faça-se a luz e a luz foi feita." Ora, a criaç dessa luz precede a do sol e das estrelas. Quer isso dizer que, na ordem dos princípios, a luz inteligente pre cede .a luz material. Os Gregos que dramatizaram as idéias mais abstratas exprimiram a mesma doutrina no de Apol . mito o lação interna do universo, Pela contemp do ponto de vista da alma e da inteligência, o espírito humano conce beu uma luz inteligível, um elemento imponderável como . Seria fácil intermediário entre a matéria e o espírito.. mostrar que os físicos modernos aproximaram-se sensi-
velmente, da mesma conclusão por um caminho oposto, ou seja, procurando a constituição da matéria e vendo a impossibilidade de ,explicá-la por ela mesma. Já no século XVI, PARACELSO, estudando as com binações químicas e as metamorfoses dos corpos, admi tira um agente mediante o qual elas universal e oculto, se realizam. Os físicos dos séculos XVII e XVIII conce beram o universo como máquina morta e acreditaram no vazio absoluto dos espaços. Mas quando se reconheceu que a luz não é a emissão de uma matéria radiante, mas a vibração de um e elemento imponderável, teve-se d admitir que todo o espaço está cheio de um fluido infi nitamente sutil, que penetra todos os corpo e m,ediante s o qual se transmitem as ondas de calor e de luz. Volta va-se assim às idéias da física e da teosofia gregas. · NEWTON passou a vida inteira estudando os movi mentos foi mais longe. Chamou a · dos corpos celestes e esse éter sensorium Dei - cérebro de Deus, o órgão pelo qual o pensamento divino age no infinitamente gran de como no infinitamente pequeno. Emitindo essa idéia, que lhe parecia necessária à explicação da simples rota ção dos astros, aquele grande físico estava em plena filosofia esotérica. O éter que Newton achava nos espa ços, Paracelso encontrava no fundo dos seus alambiques e chamava-o luz astral. Ora, esse fluido imponderável, presente em toda par te, que tudo penetra, sutil mas indispensável, essa luz invisível que está no fundo de todas as cintilações, um físico alemão constatou em uma série de experiências, cientificamente estabelecidas. Reichenbach notou que in divíduos de fibra nervosa muito sensível, colocados numa câmara inteiramente escura, diante de um ímã, viam nas duas extremidades fartes raios de luz, vermelha, amarela e branca. Algumas vezes, esses raios giravam com um movimento ondulatório. Continuou suas experiências com todas as espécies de corpos, principalmente cristais. Em tomo de todos esses corpos, os sujeitos sensíveis viam emanações luminosas. Em torno das cabeças de homens colocados na câmara escura, eles viam raios brancos. Pequenas chamas saiam dos dedos. Na primeira fase do sono, os sonâmbulos viam algumas v,ezes seu magneti · zador com os mesmos sinais. A pura luz astral só aparece
no alto êxtase, . mas ela se polariza em todos os corpos, combina-se com todos os fluidos terrestres, desempenha as mesmas funções na eletricidade, no magnetismo ter restre e no magnetismo animal. (2) O interesse das experiências de Reichenbach está em ter tocado nos limites entre . a visão física e a astral, que pode levar à visão espiritual. Deixam entrever as sutilezas infinitas da matéria imponderável. Ninguém nos impede de concebê-la tão fluida, tão sutil, tão penetran te, que de algum modo não se tom.e homogênea ao es pírito, servindo-lhe de vestimenta perfeita. Acabamos de ver que a física moderna teve de re conhecer um agente universal imponderável para expli car o mundo e assim, sem saber, aproximou-se de idéias das antigas teosofias. Tratemos agora de definir a na tureza e a função do fluido cósmico, segundo a filosofia oculta em todos os tempos. Sobre esse princípio da cosmogonia, estão· de acordo Zoroastro com Heráclito, Pitágoras com São Paulo, os Cabalistas com Paracelso. Ela reina em toda parte: Ci bele-Maria, a grande alma do mundo, a substância vi brante e plástica, manipu!ada pelo sopr o do Espírito r.riador. Ela é a grande mediadora entre o visível e o invisível, entre o espírito e a matéria, entre o interior e o exterior do universo. Condensada em massas imensas na atmosfera, sob a ação do sol, ela irrompe_sob a for ma de raio. Embebida no solo, ela circula aí como cor rentes magnéticas. Sutilizada no sistema nervoso do ani mal. · ela transmite sua vontade aos membros, suas sen sações ao cérebro. Ainda mais: esse fluido sutil forma org�nismos vivos semelhantes aos corpos materiais. Ser ve de substância ao corpo astral da alma, veste luminosa que o espírito está sempre tecendo para ele. Segundo as almas que e!e reveste� segundo os mundos que ele en volve, esse fluido transforma-se, sutiliza-se ou conden sa-se. Não somente corporifica o espírito e espiritualiza a. matéria, mas em seu seio animado ele reflete as coisas, as vontades, os pensamentos humanos, numa perpétua miragem. A força e a duração dessas imagens são pro-
( ) REICHENBACH denominou esse fluido odylo. Su obra a foi traduzida ao inglês em 1850.
E produz. que as :11 da vontade à intensidade porcionais e tã su a g � ? ar-se de explic outra maneira não hâ verdade, Cl esse pn à distância, �\ do pensamento ou a transmissão c1en pela e reconhecido hoje constatado pio da magia, luz na esboça-se dos mundos cia. e) Assim o passado nela com passa e o futuro astra1 em imagens imprecisas, , a des compele destino que o inelutável as almas vivas, manto Isis e do de do véu cer na carne. Eis o significado os seres. são tecidos todos de Cibele, em que s al da luz teosófica t_r · a doutrina � Vê-se agora que _ nas rehg1oes verbo solar, secreta do é idêntica à doutrina essa doutri como Vê-se também Oriente e da Grécia. do astral reve A luz com a da advinhação. na relaciona-se de visão dos fenêmenos co o medium universal la-se mo tempo, o · é, ao .mesmo explicando-os. Ela e dê êxtase, pensamento e movimentos do veículo transmissor dos as imagens do vivo onde a alma contempla o espelho Quando levado a esse ele tual. mundo material e espiri vidente sai das condições corpo mento, o espírito do rais. Muda para ele a medida do espaço e do tempo. De algum modo, ele participa da ubiqüidade do fluido uni versa!. Para ele a matéria opaca torna-se transparente. A alma, afastando-se do corpo, elevando-se em sua própria luz, vai pelo êxtase até a penetração no mundo espiri tual, vendo as almas revestidas dos seus corpos etéreos e comunicando-se com elas. Todos os antigos iniciados tinham uma idéia nítida dessa segunda vista ou visão di reta do espírito. Ésquilo dâ a palavra à sombra de Cli temnestra: "Olha estas feridas, teu espírito pode vê-las. Quando dormimos, os olhos são mais penetrantes. A luz do dia. os mortais não têm visão tão extensa." Esta teoria da clarividência e do êxtase concorda com as experiências dos cientistas contemporâneos sobre os clarividentes e sonâ mbulos lúcidos. Vamos a gora tra tar dos estados psíquico s desde a clarividência simples até tase cata!ético. A cla�ividência � difere �� do sono e da v1g1ha� As faculdades intelectuais do clarividente au mentam de maneira surpreendente. A memória é mais .<�) º Ver o Boletim da Sociedade de Psicolog·a F · 1s10 ló " g1ca, pres1d1c'a por Charcot. Vide o livro de OCHOROWICZ , A sugestão mental.
· a imaginação mais· viva, a inteligência mais des exata,
perta. ( ) Em suma, desenvolve-se mais um sentido cor poral, mais um sentido da alma. Os pensamentos do magnetizador são transmitidos como na sugestão, mas o clarividente está lendo na mente dos assistentes, vê atra vés de paredes, penetra em interiores a centenas de lé guas, e percebe fatos da vida íntima de pessoas que lhe são desconhecidas. Seus olhos estão fechados, mas seu espírito vê mais longe e melhor do que se estivesse com os olho e parece viajar livremente pelo ess abertos
paço. ) ( Em uma palavra, se a clarividência é um estado anormal do ponto de vista do corpo, é um estado normal e superior do ponto de vista do espírito. Sua consciência tomou-se mais profunda, sua visão mais larga. O eu é o mesmo, mas passou para um plano superior onde liberto dos órgão grosseiros do corpo, o olhar envolve e pene s
· vasto horizonte. ( tra um mais ) No te-se que alguns so- ( Na França, na Alemanha, na Inglaterra, editaram-se mui 4)· tos livros sobre o assunto. embora de valor desigual. Citem-se duas obras: WILLIAM GREGORY, Letters on animal magnetism. Professor de química na Univ. de Edimburgo estudou os fenôme nos do magnetismo animal, desde a sugestão até a visão à dis tância, e a clarividência lúcida. MAXIMILIAN PERTY - Die mystichen Erscheinungen de menschlichen Natur, Leipz;g, 1872. r Esse professor de filosofia e de medicina, na Universidade de Berna. apresenta em seu livro enorme acervo de fenômenos do ocultismo com algum valor histórico. No vol. I, um capítulo trata i da clarividênc Schlafwachen). - Vejam-se os tratados de DU a ( POTET e DELEUZE sobre magnetismo e de JUSTINllS KERNER - Die Scherin von Prevorst.
( ) São numerosos os exemplos em GREGORY, cartas XVI, XVII e XVIII.
( ) filósofo alemão SCHELLING reconheceu a importâ O n
sonambulismo no prob ema da imortalidade da alma. Se cia do gundo ele, no sono lúcido, a alma eleva-se e fica de algum modo indiferente ao corpo o que não ocorre no estado normal. Nos so. nâmbulos, ocorre a mais alta consciência, tudo parece condensado, num foco luminoso, em que se reúnem passado, presente, futuro. Os sonâmbulos não· perdem a memória. O passado se esclarece e o futuro se revela em amplitude considerável. E pergunta Schelling: se isto acontece na vida terrestre, serâ que a nossa personalidade espiritual, já presente em nós agora, não nasce então e estando livre não se revela? O estado depois da morte é mais real do que o estado terrestre. Nesta existência, o
nâmbulos, sob os passes do magnetizador, sentern-se inundados de luz cada vez mais brilhante, ao passo que o despertar lhe parece uma penosa volta à trevas. s s A sugestão, a leitura de pensamento, a visão à dis tância comprovam a existência independente da alma, leva1n-nos além do plano físico do universo, sem sairmos de nós mesmos. A clarividência tem muitas variedades. A medida que subimos, os fenômenos são mais raros e mais extraordinários. Citemos as fases principais. A retrospecção é a visão dos eventos passados na luz astral, reavivados pela simpatia do vidente. A adivinhação, propriamente dita, é uma problemática visão do futuro, ou mediante a introspecção do pensamento dos vivos, que contém em germe as ações futuras, ou pela influência oculta de espíritos superiores, que mostram o futuro em imagens vivc;ts, diante da alma do clarivi dente. Nos dois casos, trata-se de projeções de pensa mento na luz astral. Enfim, o êxtas_e define-se como vi
são dn mundo espiritual, ondêéspíritos bons ou maus aparecem ao vidente, sob forma humana e comunicam -se com ele. Parece que a alma é realmente transportada para fora do corpo, tendo-se a impressão de que a vida deixou o organismo físico, que se enrijece como em si tuação catalética. Segundo os grandes extáticos, é indes critível a beleza e o esplendor das suas visões. Há neles o sentimento de inefável fusão com a essência divina, à qual se referem como embriaguez de luz e música. Po demos duvidar da realidade dessas visões. Mas, se na clarividência média, a alma tem a percepção justa dos lugares afastados e dos ausentes, é lógico admitir-se que, acidental paralisa em nós o essencial. SCHELLING chama simples mente o estado futuro de clarividência. Desembaraçado de tudo quanto é acidental na existência terrestre, o espírito torna-se mais vivo, ma:s forte. O mau torna-se pior, o bom toma-se melhor. No livro Philosophie der Mystick ( 1886) CARLOS DU PREL adota a mesma tese. Diz ele: "A consciência do eu não esgota a
sua matéria. A ma e consciência não são termos adequados. Não se ajustam, pois são de extensão diversa. A esfera da alma ultra passa a da consciênc:a. Há em nós um eu latente. Ele manifesta-se no sono e no sonho. l! o eu verdadeiro, supraterrestre, transcen dente. cuja existência precedeu nosso eu terrestre, ligado ao cor po. S. Paulo declarou que daqui da terra vamos para o céu".
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.