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Capítulo 21 de 33

Segundo Grau — parte 11 de 17

Os Grandes Iniciados – Ed. 1980 – Volume 2

admirável quanto à vitória final do monoteísmo, seu pa­ pel liberador pacificador para todos os povos. Essa fé e não será abalada, mesmo durante os mais terríveis fla­ gelos, a dep rtação em mass para Babilônia. o a Durante a invasão de Senacheribe assim se exprimiu Isaias: "Eu que faço parir o outros, não farei Sião parir? s Eu que faço nascer, impedirei outrem de conceebr? Ale­ grai-vos com Jerusalém, permanecei alegres, vós todos que a amais. Vós que derramastes lágrimas, alegrai-vos com uma grande alegria. Pois assim disse o Eterno: "Fa­ rei paz derramar-se sobre ela como um raio. A glória a das nações será como a torrente na cheia das águas. Se­ ­ reis alimentados, levados ao colo e sobre os joelhos aca riciados. Eu vos consolarei como a mãe consola os fi­ lhos. Sereis consolados em Jerusalém. Vendo suas obras e seus pensamentos, eu venho para reunir todas as na­ ções, todas as línguas. Elas virão e verão minha glória." (!SAIAS, LXVI, 10 a 16). Tão inquebrantãvel quanto essa fé na glória futura de Jerusalém, em sua grandeza moral, em sua universa­ lidade religiosa, foi a fé dos prof e tas em um Salvador ou Messias. Disse Isaías: "Sairá um broto do tronco de J essé, um ramo crescerá das suas raízes, e o Espírito do Eterno pousará sobre ele, o Espírito de Sabedoria e de Inteligência, o Espírito de Conselho, de Força, o Espírito da Ciência e de temor do Eterno. Julgará os pequenos com justiça e . condenará com retidão para proteger os fracos na terra. Tocará na terra com sua vara e sua boca e fará o mau morrer pelo espírito dos seus lábios." (!SAIAS, XI, 1 a 5) . Após essa visão, acalma-se a alma sombria do pro­ feta. O céu da tempestade torna-se claro, ao fremir de uma harpa celeste, e todas as tempestades se afugentam. Agora, é verdadeiramente a imagem do Nazareno que se r o seu olhar interno "Saiu esboça ante : da terra seca as­ sim como uma flor. Cresceu sem brilho. Foi desprezado, sendo o último dos homens, um homem de dores. Tomou sobre ele as nossas dore e pensamos que tivesse sido s ferido por Deus. Foi castigado por nossos pecados, castigado por nos­ sas iniqüidades. Caiu sobre ele o castigo que nos trouxe a paz e elos seus ferimentos nós fomos curados. Humip 1.62 lham-no, esmagam-no. Foi levado ao matadouro como um cordeiro e não disse uma palavra". (!SAIAS, LIII, , 2 a 8). Durante oito séculos, acima es e dos­ das dissensõ infortúni os nacionais, fez o verbo troante dos profetas plan ar a idéia e a imagem como vinga­ do Messias, ora dor terrível, ora como um ia. Semea­ anjo de misericórd da sob a tirania dos Assírios, no nia, ger­ exílio de Babilô minada sob o domínio cresceu persa, a idéia nica messiâ sob o reino dos Selêucida veio s e dos Macabeus. Quando o domín io romano com o reinado de Herodes, o Messias vivia em todas as consciências. ti­ Os prof e grandes tas nhan1-no visto como um justo, o um mártir, verdadeir um filho de Deus. O povo supunha que ele como Davi, fosse como Salomão, ou um novo Macabeu. que Quem quer fos se esse restaurado r da glória de Israel, gente toda a acreditava nele, esperava-o, chamava-o. Tal era a força /, da ação profética. Assim como a história romana, pelo caminho natu­ ral e pela lógica infernal do Destino, vai ter em César, assim a história de Israel livremente chegou ao Cristo, pela via consciente e a lógica divina da Providência, ma­ nifesta em suas representações, enquanto o Bem, apesar de todos os obstáculos, engendra a luz e a harmonia no décurso dos tempos, pois ele está fecundado pela Ver­ dade. Do seu triunfo, Roma extraiu o cesarismo. Do seu desastre, Israel colheu o Messias. Uma vaga esperança animava os povos. No excesso dos seus males, a humanidade aguardava um salvador. Desde séculos as mitologias sonhavam com um menino divino. O templos falavam dele, misteriosamente. Os s astrólogos calculavam sua vinda. As sibilas delirantes tinham vociferado a queda dos deuses pagãos. Os inicia­ dos tinham anunciado que um dia o mundo seria gover­ nado por .um filho de Deus. E nisso estava o significado da legenda dos reis magos, vindos do longínquo Oriente pa menino de Belém. O grande Ésquilo, filho ra adorar o de um sacerdote de Eleusis, quase foi morto pelos ate­ nienses porque ousou dizer, em pleno teatro, pela boca do seu Prometeu, que findaria o reinado de Júpiter Des­ tino. Quatro séculos mais tarde, à sombra do trono de Augusto, o doce Virgílio anunciava uma nova idade,

sonhando com um menino maravilhoso: "Veio a última idade, predita pela sibila de Cumas. Recomeça a gr�nde' ordem dos séculos extintos. Já volta a Virgem e com ela o reinado de Saturno. Já desce dos céus uma raça nova. Esse menino cujo nascimento irá · banir o século de fer­ , ro, trazendo a idade de ouro para todo o mundo, digna-te, casta Lucina, protegê-lo. Já está reinando Apolo teu ir­ mão. Vê o mundo oscilando sobre o seu· eixo abalado. A terra, os mares em sua imensidade, o céu e sua abóba­ da profunda, toda a natureza, estremecem à esperança do século qu há de vir." VIRGILIO, Eclóga, I - 4-10, e V 50-53). Mas, onde nascerá o menino. De que mund divino o virá a sua alma? Ninguém pode dizê-lo? Herodes o Gran­ de, o usurpador idumeu, o protegido de César Augusto, agonizava em seu castelo de Cipros, em Jericó, depois de um reinado suntuoso sangrento. Ele tinha coberto a e Judéia de palácios esplêndidos e de hecatombes huma­ nas. Morria de um mal terrível, de uma degeneração do sangue, roído de furor e de remorso, atormentado pelo p es ectro das suas inumeráveis vítimas, entre as quais estava a sua inocente esposa, a nobre Mariana do clã dos Macabeus, e três dos seu próprios filhos. As sete s mulheres do seu harém tinha fugido daquele fantasma real, que já cheirava a sepulcro. Até os guardas o tinham abandonado. Impassível, ao lado· do moribundo, velava sua irmã Salomé, seu mau gênio, instigadora dos seus mais negros crimes. O diadema na fronte, o colo reco­ berto de pedrarias, em atitude de altivez, ela aguardava o último suspiro do rei para tomar conta do poder. Assim morreu o último rei dos Judeus. Nascera en­ tão o futuro rei espiritual da humanidade. Os raros ini ­ ciados de Israel, em silêncio, preparavam o seu reinado, numa: humildade e obscuridade profundas. (*) · ( *) Herodes morreu no ano 4 antes da nossa Era. Hoje os cálculos da crítica, geralmente, concordam em levar até aquele 'ano a data de nascimente> de Jesus. Vide Keim das Leben Jesu (A vida de Jesus).

q� __ ,pr.imeiros tempos de Jesus Ieroschua, que chamamos Jesus, segundo seu no­ me helenizado Iesous, talvez tenha nascido em Nazaré. Aí nesse recanto da Galiléia teria decorrido sua infâr1- cia. (*) Realizou-se aí o maior dos mistérios cristãos: a eclosão da alma do Cristo. Era filho de Myriam, que chamamos Maria, mulher do carpinteiro José. Ela era de família nobre, filiada aos Essênios. A legenda envol­ veu o nascimento de Jesus em uina teia de maravilhas. Se hã nessa legenda muitas superstições, nem· por isso deixa de conter verdades psíquicas pouco conhecidas, por se acharem acima do entendimento comum. O que parece inegável, mesmo na história legendâ­ ria de Maria, é que Jesus foi um menino desde cedo con­ sagrado a uma missão profética, segundo o desejo da mãe, antes do nascimento do filho. Dizem a mesma coisa de vários heróis e profetas do Antigo Testamento. Esses meninos consagrados a Deus chamavam-se nazarenos. A propósito é interessante reler a estória d&· Sansão e a de Samuel. Um anjo anuncia à mãe de Sansão que ela vai conceber e parir um filho. A navalha não passará sobre a sua cabeça "porque ele será nazareno já no ventre ma­ terno. Serâ ele quem começará a libertar Israel do jugo dos Filisteus." (JUfZES, XIII, 3-5). A mãe de Samuel pede um filho a Deus. "Ana, mu­ lher de Elcana, era estéril. Fez uma promessa: "Eterno dos exércitos celestes, se deres um filho macho à tua serva, eu o consagrarei ao Eterno, por toda a sua existência. Nenhuma navalha passará em sua cabeça". Então Elcana conheceu sua mulher. Ana concebeu e tem­ pos depois pariu um filho, que chamou Samuel, pois, disse ela, eu o pedi ao Eterno." (SAMUEL, I, 1, 4, 11, 20). ( *) De modo nenhum seria impossível o nascimento de J�sus em Belém, por uma circunstância fortuita. Mas essa tradição parece fazer parte do ciclo de lendas posteriores sobre a santa família e a inf ãncia de Cristo.

primitivas raízes ·semíticas, "Samuel" ra, segundo as significa esplendor interior de Deus. Parecendo-lhe que ela estava iluminada por aquele que se achava em seu ventre, a mãe consi�erava-o como a essência etérea do Senhor. Tentemos agora, a interpretação esotérica destes acontecimentos. Elcana, o marido de Ana, é o pai carnal, terrestre, de Samuel. O Eterno é o pai celeste, segundo o Espírito. A linguagem figurativa do monoteísmo judai­ co recobre aqui a doutrina da preexistência da alma. A mulher iniciada dirige um apelo à alma superior para recebê-la em seu ventre e trazê-la ao mundo. É uma dou­ trina muito secreta, entre os judeus, completamente silenciada em seu culto oficial. Fazia parte da tradição oculta dos iniciados. Transparece nos profetas. Diz J e­ remias: · "A palavra do Eterno foi-me dirigida e ele dis­ se-me: Eu te conheci antes de formar-te no ventre da tua mãe. Antes do parto eu te santifiquei e te institui profeta para as nações". (Jeremias, I, 4) Jesus também dirá aos fariseus escandalizados: "Em verdade, digo-vos: antes de Abraão existir, eu jã era". (JOÃO, VII, 58). De tudo isso, que se deve concluir a respeito de Ma­ ria, ã de Jesus? Parece que nas primeiras comunida­ m e des cristãs, Jesus foi tido por um filho de Maria e de José. Mateus levantou a árvore genealógica de José, a fim de provar que Jesus descendia de Davi. Em algumas seitas gnósticas, considerava-se Jesus filho dado pelo Eterno, no mesmo sentido em que o fora Samuel. Então, mais tarde, a legenda preocupada em mostrar a origem sobrenatural do Cristo, teceu o seu véu azul e ouro com a estória de José e de Maria, a Anunciação e mesmo a infância de Maria no Templo. ("Evangelho apócrifo de Maria e da infância do Salvador," publicado por TIS­ CHENDORFF) tratarmos de interpretar o sentido esotéri Se co da e da legenda cristã, diremos a ação tradição judaica : pro­ falando mais claramente, o influxo do mun­ videncial ou, do espiritual, ao concorrer para o nascimento de um · homem, quem quer que seja, é mais poderoso, mais vi­ sível, no nascimento de todos os homens de gênio, cujo aparecimento não se explica somente pela lei do atavis­ mo físico.

Esse influxo atinge sua maior intensidade, quando se trata mu de um desses divinos profetas, destinados a ­ d rem a face do mundo. A alma eleita para uma missão � . d1v1na vem de um mundo divino. Ela vem livremente, conscientemente. Mas para ela entrar em cena na vida terrestre, é necessário um vaso escolhido, é necessário o apelo de uma mãe de elite. Esta, pela atitude do seu. ser moral, pelo desejo da sua alma, pureza da sua vida, pressente, atrai, encarna em seu sangue, em sua carne, a alma do redentor, destinado a tornar-se aos olhos dos homens um filho de Deus. Tal a verdade profunda a re­ cobrir a antiga idéia da Virgem.:Mãe. O gênio hindu já a tinha expresso na legenda de Crisna. Os evangelhos de Mateus e de Lucas narram-na com uma simplicidade, uma poesia ainda mais admiráveis. As almas profundas e ternas têm necessidade de si- \ lêncio e de paz para desabrocharem. Jesus cresceu na calma da Galiléia. Suas primeiras impressões foram do­ ces, austeras, serenas. O vale natal parecia um recanto do céu em uma dobra da montanha. O burgo de Nazaré não mudou nada no decurso dos · séculos. (3) As casas dispostas sobre a rocha parecem, segundo os viajantes, cubos brancos semeados em uma floresta de romãzeiras, figueiras, vinhedos, sobre. os quais voejam as pombas. Em torno desse ninho fresco e verde circula o ar vivo/ J das montanhas. Nas alturas, abre-se o horizonte livre V luminoso da Galiléia. Acrescente-se a esse . quadro grandioso, o interior grave da casa de uma família piedosa e patriarcal. A for­ ça da educação esteve sempre na unidade da lei e da fé, como também na poderosa organização da família, dominada pela idéia nac.ional e religiosa. Para o menino, a casa paterna era uma espécie de templo. Foi aí que Jesus recebeu o seu primeiro ensino. Foi aí que o pai e a mãe lhe ensinaram a conhecer as Escrituras. Ante os seus olhos infantis, jâ se mostrava o estranho destino do povo de Deus com as festas periódicas, celebradas em família, com a leitura, o canto, a prece. Na festa dos (a) T recorda as magistrais des oda gente crições da Galiléia _ redigidas por RENAN e as não menos notáveis de M. E. MEL­ CHIOR DE VOGUE, Viagem à Síria e 4 Palestina.

de mirto T.abernáculos, erguia-s�· uma cabana de ramos e de oliveira, no pátio ou no telhado da casa, em come­ moração do tempo longínquo do patriarcas nômades. s Acendia-se o candelabro de s,ete braços, abriam-se os rolos de papiros e liam-se as santas estórias. Para a alma infantil, . Eterno estava presente, não somente no fir­ o mamento estrelado, mas também no candelabro que re­ fletia sua glória, na palavra do pai e no amor silencioso da mãe. Assim os grandes dias de Israel embalaram a infân­ cia de Jesus, dias de alegria e .de. luto, de triunfo e de exílio, de muitas aflições e de esperança eterna. O pai calava-se ante as perguntas incisivas do menino. Mas a · mãe, erguendo os grandes olh . íria sonhadora e en­ os de s contrando o olhar interrogador do filho, dizia-lhe: "A palavra de Deus vive só em seus profetas. U,n dia, os sábios Essénios, os solitários do monte Carmelo .e do mar Morto te darão a resposta". Imaginemos,· portanto, o menino Jesus com os seus colegas, exercendo sobre eles o singular prestígio da in­ teligência precoce, unida ao sentimento de justiça. e à simpatia, ativa. Vejamo-lo na- sinagoga,- ouvindo as· dis­ cussões entre escribas e fariseus e onde -ele· depois exer­ ctria sua dialética poderosa. Seria. logo. repelido pela se­ cura dos doutores da lei, que atormentavam. a letra -até esgotar-lhe o significado. Ele iria aproximar-se da vida pagã, olhando para a opulenta Séforis, capital da Gali­ léia, esidência de Antipas, dominada pela. sua acrópole, r guardada pelos mercenários de Herodes, -gauleses, trá..­ cios, bárbaros · de todas as procedências. Talvez, numa das viagens freqüentes entre os judeus, -ele tenha ido até alguma daquelas cidades fenícias, formigueiros humanos à margem do mar. Viu de longe os templos baixos. de co� lunas grossas, rodeados de bosques sombrios de onde, com o acompanhamento de flautas, vinha o eco dos can­ tos da sacerdotisas de Astarté. Aquele grito de volúpia, agudo como a dor, despertou no seu coração· admirado um longo estremecimento de angústia e de piedade. Quaisquer que fossem as impressões do mundo em seu torno, na alma de Jesus elas empalideciam ante a verdade soberana, indescritível do seu mundo interior.

s lor verdad c mo �� � expandi.a-se dentro dele mesmo . o f E luminosa emergindo de água sombria. Quando ele estava s� e recolhia-se, parecia uma claridade crescent�. Então as coisas e os homens, próximos ou longínqüos, apare­ ciam-lhe transparentes em sua essência íntima. Ele lia os pensamentos, via as almas. Em sua lembrança, como através de um véu leve, ele via seres divinamente belos e radiosos, reunidos na adoração de uma luz ofuscante. Visões maravilhosas · urgiam quando ele dormia, inter­ s :.. pondo se entre ele· e a realidade por um verdadeiro des­ dobramento da consciência. No cimo desses êxtases, em ·que ele era transportado de zona em zonà, como para outros céus, ele· sentia-se atraído por uma luz fulgurante, depois imerso erh um sol · incandescente. Desses arreba­ tamentos, ele conservava: iu:na ternura inefável, uma for­ ça singular. Que era pois. essà luz misteriosa, mais famrliar e mais · viva do que qualquer outra, jorrando dele · mesmo para levá-lo aos mais loilgínqüos espaços? Não · · · era a fonte das almas e dos mundos? Ele chamou-a "o Pai· celestef' � (•) Esse sentimento . originário de qnid�de com Deus, na luz do Amor, eis a primitiva, . grande revelação de a J�sus. Uma voz interior dizia-lhe ,que a encerrasse no mais íntimo, do seu ser, porque ·.ela d.evia iluminar toda · sua vida. Ela deu-lhe uma certeza . invencível. Ela tor­ n.ou,.o doce e indomável. Fez do seu pensamento um es­ cudo de diamante, do seu verbo um gládio de luz. Essa ( •) O� anais místicos de todos os tempos demonstram que as verdades morais ou espirituais de ordem superior foram perce­ bidas por alguma� alm�s. privileg�adas, sem raciocfnio. pela con­ templação interna, sob forma de visão. Fenômeno psíquico mal conhecido pela ciência moderna, mas fato incontestãvel. Catarina ·de Siena, filha de um pobre tintureiro, teve desde os quatro anos . de idade visões notâveis, ( Ver sua · Vida por Mme. ALBANA MIGNATY, do livreiro Fischbacher). Swedenborg, cientista, espl­ rito seguro, observador, raciocinador, aos quarenta anos de idade, começou a ter visões sem relação com os anos já decorridos da sua existência (Vida de Sweden)?org, por MATTER, do livreiro Perrin). Não pretendo igualar esses fenômenos �os ocorridos na cons- ., ciência de Jesus, mas apenas estabelecer a universalidade de uma percepção interna, independente dos sentidos corporais. N.T. Esss fenômenos estão sendo agora objeto de pesquisas e experiências em laboratórios. de Parapsicologia.

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