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Capítulo 14 de 33
Segundo Grau — parte 4 de 17
Os Grandes Iniciados – Ed. 1980 – Volume 2
poral com elaboração necessária da verdade e . à vida o celeste como crescimento espiritual e uma realização. As vidas se seguem, mas não se assem,elham e no · entanto encadeiam-se com uma lógica impiedosa. Se cada a, seu destina especial, a sua série um tem sua lei própri é regida por uma lei g,eral, que se poderia denominar a repercussão das vidas.(*) Segundo essa lei, as ações em uma vida têm sua repercussão f atai · na vida seguinte. Não somente o homem renascerá· com os instintos e as f acuidades que ele desenvolveu na sua encarnação pre cedente, mas o próprio gênero de ·existência será deter minado, em grande parte, pelo bom ou mau emprego que ele · fez da sua liberdade na vida anterior. Não há e co rni:- palavra nãq __ há ação que não tenha o_ s_ µ � e. , J:!·=ª· et. dade diz' -um provérbio��Segúnao_ _ dõUtfina esotérica, , a esse· provérbio aplica-se literalmente de uma vida para outra. Para Pitágoras, as aparentes injustiças do destino, as deformidades, as misérias, os golpes da sorte, as desgraças de toda espécie têm sua explicação no fato de que cada existência é a recompensa ou o castigo da pre cedente. Uma vida criminosa engendra uma vida de ex piação; uma vida imperfeita determina uma vida de pro vas. Uma vida boa suséita uma missão; uma vida supe rior, uma missão criadora. Nessa série, pode haver pro gressão rumo à espiritualidade, rumo à inteligência, co- · mo pode haver regressão rumo à bestialidade, rumo à matéria. A medida que a alma vai progredindo, ela adquire maior participação na escolha das suas reencarnações. A alma inferior .suporta; a alma mediana escolhe entre as que lhe são · oferecidas. A alma superior delibera sobre a missão que deve cumprir. Quanto mais elevada, mais a alma · conserva, em suas éncamações, a consciência cla ra nquebrantável, da vida espiritual, que há além do , i · horizonte terrestre, que a envolve como esfera de nosso · luz e envia seus raios em n9�sas trevas. A tradição até pretende que os iniciado_res de primeira classe, os divinos · profetas da humanidade, tenham tido lembrança de suas vidas terrestres antecedentes. Segundo a legenda, Gauta ma Buda, Sáquia Muni, teria encontrado em seus êxtases o fio das suas ,existências passadas. Relata-se que Pitá- ( *) A lei chamada Karma pelos brâmanes · e pelos budistas . .
goras dizia ser devedor de . um favor especial dos deuses, sua lembrança das vidas anteriores. Já dissemos que, na série das vidas, a alma pode retroceder ou avançar, conforme se entregue à natureza inferior ou divina. Daí uma conseqüência importante, da qual a consciência humana sempre sentiu a verdade. Em todas as existências, há lutas a sustentar, escolhas a · se rem feitas, decisões a se tomarem, cujas repercussões são incalculáveis. Mas no caminho ascendente do · bem, que ·· ·1 atravessa uma série considerável de encarnações, deve / haver uma vida, um ano, um dia, uma hora talv,ez, em . que .a alma, chegando à plena consciência do bem e do mal, pode elevar-se, · mediante um último e soberano es forço a uma altura da qual ela não irá mais descer e onde começa o caminho dos cimos. · Mas se não tiver , . acontecido isso� ela poderá rolar até o fundo das. trevas.-J Perderá sua humanidade. Quando o homem se torna de mônio, o demônio animal. e sua mônada indestrutível for forçada a recomeçar a penosa e terrível evolução, atra vés dos reinos ascendentes· e de existências inumeráveis, isso será o verdadeiro inferno, segundo a lei de evolução. Mas esse inferno não é tão terrível quanto os infernos das religiões exotéricas. Na sé_rie das existências, portanto, a alma pode su bir ou descer. Quanto à humanidade terrestre, · sua mar cha opera-se segundo a lei de uma progressão ascenden te, que faz parte da ordem divina. Esta verdade que nós supomos descoberta recente era conhecida e ensinada nos · Mistérios antigos. Dizia Pitágoras: "Os animais são pa rentes do homem e o homem é parente dos deuses." Ele desenvolvia filosoficamente o que também ensfnavam os símbolos de Eleusis: o progresso dos reinos ascendentes, · :·_5 a aspiração do mundo vegetal ao mundo animal, do. mundo animal ao mundo humano, e, na humanidade, a su- . cessão de raças cada vez mais perfeitas. Esse progresso não se executa de maneira uniforme, mas em ciclos regu lares e crescentes, encerrados uns nos outros. Cada povo - tem sua mocidade, sua maturidade, seu declínio. Ocorre · o mesmo com raças inteiras: a raça vermelha, a raça negra, . a raça branca, têm reinado, sucessivamente, na terra. A raça branca, em nossos dias, ainda não atingiu sua maturidade. No apog,eu, sairá do seio dela uma raça aper-
f eiçoada, pelo restabelecimento da iniciação e pela sele ção espiritual dos casamentos. Assim seguem as raças, assim progride a humani dade. Os iniciadós antigos iam mais longe em suas pre visões do que os modernos. Eles admitiam o momento em que a grande massa dos ingiyJçlu9_� _ componentes da humanidade,_ Qª!.ª - _fim de rec Qassaria _outro planeta: ia ? meçarem um novo ciclo. Na série de ciclos da cadeia planetária, toda a humanidade desenvolverá os princí pios intelectua'is, espirituais e transcendentais que os grandes iniciados cultivaram neles mesmos, desde a vida atual, e os levarão assim a uma florescência mais geral. Tal desenvolvimento exigirá não somente milhares, mas milhões de anos, e assim ocorrerão tais mudanças na condição humana, que nós não podemos imaginá-las. Platão disse que nessa época os deuses estarão realmen te presentes nos templos dos homens. É lógico admitir que na cadeia planetária, quer dizer, nas evoluções su cessivas da nossa humanidade em outros planetas, suas encarnações sejam cada vez mais etéreas, o que as apro ximará insensivelmente do estado puramente espiritual dessa oitava esfera ,que está fora dos círculos das gera , ções e pela· -qual os -ántigos teósofos. designavam o estado divino. t natural que nessa prodigiosaascensão vá- diminuindo o número dos bem sucedidos, pois nem todos dis põem do mesmo impulso, muitos ficam fora do caminho e outros se detêm. Assim entendida, não está a evolução das almas mais conforme com a unidade do Espírito, o princípio dos princípios, a homogeneidade da Natureza das forças? Visto através do prisma da vida espiritual, um sistema solar não constitui somente um ·mecanismo material mas um organismo vivo, um reino celeste, onde as almas viajam de mundo em mundo, como o próprio sopro de Deus, que o anima. Qual é pois o fim último do homem e da humani dade, segundo a doutrina esotérica? Depois de tantas vi das, tantas mortes, renascimentos, calmarias; despertares · pungentes, haverá um término às àtividades de Psiqué? Sim, dizem os iniciados, quando a alma tiver, definitiva mente, vencido a matéria. Quando, depois de desenvol vidas todas as suas f acuidades espirituais, ela tiver en contrado nela mesma o princípio e o fim qe tudo. Então
a encarnação não será mais necessária. Ela entrará no . estado divino por sua união completa com a inteligência / divina. Mas, se mal podemos pressentir a vida espiritual da alma, depois de cada vida terr,estre, como poderemos imaginar essa vida perfeita, d�pois _de toda a série de existências espirituais? Para Pitágoras, a apoteose do ho- mem não está na imersão na inconsciência, ,mas na �.tF . . vidade criadora na consc1êricia - suprema. A -ãlina� tor nando-se puro espírito, não perde sua individualidade. Ela completa-a, pois reúne-se ao seu arquétipo com Deus. Lembra-se das existências anteriores, que lhe parecem degraus para atingir o patamar de onde ela descortina o universo, penetrando-o. Nesse estado, o homem não é mais homem, como afirmava Pitágoras, é semi-deus. Pois · ...,· ele refletiu em todo o seu ser a luz inefável com a qual Deus enche toda a imensidade. Para ele saber é poder, amar ê criar, ser é· rradiar a verdade e a beleza. i É definitivo esse témiino? A Eternidade espiritual .... tem outras medidas, que não são as do tempo solar, mas também inclui uas fases, suas normas, seus ciclos. Es s tes, entretanto, ultrapassam inteiramente as concepções humanas. A lei das analogias progressivas, nos reinos as cendentes, permite-nos afirmar que, chegando a esse estado sublime o espírito não pode mais recuar. Se os mundos visíveis mudam e passam, o mundo invisível, que é sua razão de ser, sua nascente e sua foz, do qual Psi qué faz parte, é imortal. Com essas perspectivas luminosas, Pitágoras termi nava a história da divina Psiqué. A última palavra expi rara nos lábios do sábio, mas o sentido da verdade inco municável permanecia suspenso no ambiente da cripta. Cada um supunha haver terminado o sonho das vidas, despertar na grande paz, no doce oceano da vida, una e sem limites. As lâmpadas de nafta iluminavam tranqüi lamente a estátua de Perséf ona, em pé, como ceif adora celeste e faziam reviver sua história simbólica, nos afres cos sagrados do santuário. Algumas vezes, ouvindo a voz harmoniosa de Pitágoras, uma sacerdotisa entrava em êxtase. Ela parecia encarnar em sua atitude e em sua fisionomia radiante, a inefável beleza da visão. E os dis cípulos, em emoção religiosa, olhavam silenciosos. Mas logo o mestre, com um gesto lento e seguro, trazia à
terra a profântida inspirada. Sua fisionomia .empalidecia, ela caía nos braços das companheiras e ficava em letar gia profunda, da qual despertava, confusa, triste e como se estivesse esgotada pelo esforço. Entã Ce o saíam todos da cript.a para os jardins de res, sob a frescura da alvorada que começava a bran quear o mar, sob o céu estrelado. QUARTO GRAU O Adepto, a Mulher Iniciada, o Amor e o Casamento Em companhia de Pitágoras, acabamos de · atingir o ápice da iniciação antiga. Nesse cimo, a terra parece mer gulhada em sombra como um astro moribundo. Abrem-se de lá as siderais perspectivas, desenrola-se como um con junto maravilhoso a visão de cima, a epifdnia do univer so. (A epifânia, ou visão de cima; a autópsia, ou vista direta; a teofania, ou. manifestação de Deus, são idéias correlatas, expressões diversas para marcar o estado de perfeição, no qual o iniciado, após a sua união com Deus, contempla. a verdade total). A finalidade do ensinamento não estava na absorção do homem na contemplação ou no êxtase. A iniciação d.a inteligência, devia suceder a da vontade, a mai qifícil. s Para o discípulo, tratava-se agora de trazer a verd.ade às profundezas do seu ente, realizá-la na prática. Para atin gir esse ideal, segundo Pitágoras, eram indispensáveis três perfeições: realizar a verdade qa inteligência, a vir tude· na alma, a pureza no corpo. A higiene e a continên . cia deviam manter a pureza corporal, .necessária como fim não como meio. Todo o excesso corporal deixa um . traço, uma nódoa no corpo astral,. organismo vivo da al ma e por conseguinte no espírito. O corpo astral con corre para todos os atos do corpo material. Ele executa -os, pois o corpo material é apenas uma massa. � neces sário que o corpo seja puro, para que a alma também o seja. Depois, a alma esclarecida pela inteligência deve adquirir a coragem,· a abnegação, o devotamento, a fé, em
uma palavra, a virtude, fazendo da mesma . uma segunda \ natureza que substitua a primeira. A inteligência atingirã a sabedoria pela ciência. Assim distinguirâ bem e o o mal, v�ndo � Deus _ 110 menor dos seres. co�9_. no .... co1:1jµºto--. dos mundos. � ---... .. Nessa altura, adepto. Se possuir o homem torna-se energia suficiente, entrará na posse de f acuidade e de s poderes novos. Abrem-se os sentidos internos- da alma, a vontade irradia nos outros. Seu magnetismo corporal, pe netrado dos eflúvios da sua alma astral, eletrizado . pela vontade, · adquire potencialmente uma aparência miracu losa. Cura doentes, pela imposição das mãos, ou somente com a presença. Muitas vezes, somente com o olhar pe netra no pensamento das outras criaturas. Em estado de
vigília, vê acontecimentos ocorridos longe. ( º) Mediante concentração de pensamento e de vontade trata da saú de de pessoas que lhe são afeiçoadas. Para isso faz apa recer sua imagem à distância como se o corpo astral p_u desse afastar-se do corpo material. A aparição dos mori bundos ou dos mortos é exatamente o mesmo fenômeno. ·- Só que a aparição produzida pelo moribundo ou pelo morto apoia-se num desejo inconsciente. Essa projeção,
( º) Citaremos dois fatos célebres. O primeiro ocorreu na Antiguidade com Apolônio de Tiana. Este discursava perante um grupo de habitantes de tfeso. De repente, baixou a voz. Conti nuou falando com um tom de voz diferente. Depois, olhando para o chão, exclamou: -Abate o tirano! Em seguida, declarou: -Coragem, cidadãos de tfeso! O tirano foi morto agora! Os ouvintes supuseram-no enlouquecido. Depois, vieram men sageiros de Roma, anunciando o assassinato de Domiciano, na mesma hora em que Apolônio, vendo-o à distância, anunciou-o aos seus ouvintes ( "Vida de Apolônio," por FILOSTRA TO. Tradução de Chassang). . . . segundo fato foi o seguinte: Swedénborg estava trinta lé o Estocolmo, quando· viu um incêndio ocorrido na distantes de guas Swedenborg, em 17·59 regressando da Inglaterra, quela · cidade. , casa. do sr. William Castel, em Gotemburgo, quan u-se em hospedo dias do mês de setembro daquele ano, cerca de dos 11ltimos do num unicou aos demais hóspedes daquela casa, tarde, com 'horas da
sala, que irrompera em Estocolmo um incêndio em uma reunidos qual entretanto não foi atin_gida pelo fogo. casa dele, a perto da senhora de suas relações, o afamado filósofo a uma ale· Escrevendo à esse fato. mão KANT refere-se
porém, só é possível durante o sono, quase sempre du rante um sono letârgico. Afinal, o adepto sente-se como que rodeado e protegido por seres invisíveis superiores, luminosos, que lhe emprestam sua força e ajudam-no em sua mi ssão. São raros os adeptos, mais raros aqueles que atin gem esse poder. A Grécia conheceu apenas três:· Orfeu, na aurora do helenismo; Pitâgoras, no seu apogeu; Apo lônio de Tiana em seu último declínio. Orfeu foi o gran de inspirado, o grande· iniciador da religião grega. Pitá goras organizou a ciência esotérica .e a filosofia das es colas. Apolônio foi o moralizador estóico, o mágico po pular da decadência. Nos três, brilha o raio divino, ape sar das nuanças: o espírito apaixonado pela salvação das almas, a indomável energia revestida de mansidão e de serenidade. Não nos aproximemos muito dessas grandes frontes calmas. Elas ardem em silêncio. Sente-se uma vontade ardente, sempre contida, sob a fornalha. Pitágoras representa um adepto de primeira ordem, dotado de espírito científico, formulando conceitos mais próximos da mentalidade moderna. Ele, aliás, não po dia nem pret,endia fazer dos seus discípulos adeptos per feitos. Uma grand·e época tem sempre um grande inspi-_ rador em sua origem. Os seus discípulos e os alunos dos seus discípulos formam a cadeia imantada e difundem seu pensamento pelo mundo. No quarto gr�µ da inicia ção, Pitágoras contentava-se com ensinar aos seus fiéis, as aplica ões da sua doutrin� à vida. Pois a Epif ânia, a VÍSãc>do-alto-:- proporcioiiava - iún- conjunto de idéias pro fundas e regeneradoras, a respeito das coisas terrestres. A origem do bem e do mal permanece um mistério incompreensível para quem não percebe a origem e o fim das coisas. A moral, indiferente aos supremos desti nos do homem, será apenas utilitária e imperfeita. A liberdade humana não existe para os escravos das suas paixões, não existe para os que não crêem na alma, em Deus, para os que opinam que a vida é um r,elâmpago ois nadas. Os primeiros vivem na servidão entr da e d alma encadeada às paixões; os segundos, na servidão da inteligência limitada ao mundo físico. Não se dá o mes mo com o homem religioso, o verdadeiro filósofo, e com
mais forte razão o teósof o iniciado, que realiza a verda de na trindade do seu ente e na unidade da sua vontade. Para compreender a origem do bem e do mal, o ini ciado olha os três mundos com os olhos do espírito. Vê o m ndo enebro_so d a�ériã )� da animalid de onde , � � a___ � � domina o inelutável Destino. Vê o mundo luminoso do .Espírito, .51ue para nós mundo invisível, a imensa é o e i divina e lli Tarqú a das almas libertas, onde reina a lei que são elas mesmas a Providência em ato. Entre -os dois ele vê, numa penumbra, a humanidade que, pela base, '· mergulha no mundo natural e pelos cimos toca o mundo divino. Ele tem por gênio a Liberdade. Pois, no momento em que percebe a verdade e o erro, ele está livr� par� escolher. Juntar-se à Providência, cumprindo a vérdade, õu-é'ãir sob -a lei do Destino, seguindo o erro. O ato da · vontade com o ato intelectual formam apenas um ponto matemático, mas desse ponto nasce o universo espiritual. Todo· espírito sente, parcialmente por instinto, o que� o teósof o compreende totalmente pelo intelecto, ou seja, que o Mal. é aquilo que faz o homem descer para a fata lidade da matéria, que o Bem é aquilo que o faz subir para a lei divina do Espírito. Seu verdadeiro destino é subir sempre, pelo próprio esforço, mas para isso ele tem de ser livre também para descer. O círculo da liberdade s9.be....at� _p infinitamente grande à medida que ele sobe. ., " uanto màis. süb1nios,' mais livres, · ·somos. Quanto mais) Ç ( �scemos, mais escravos nos tomamos. 1Cada queda · no . mãl diminui-a capacidadede. entender o bem e . a verdade. O Destino reina no passado, a Liberdade no futuro, a Providência em ambos, sobre o presente sempre exis
) tente que se denomina Eternidade. Da ação ( combi nada do Destino, da Liberdade, da Providência decor rem os destino inumeráv��s, infernos e paraísos de al s mas. Nem os sacerdotes de Delfos ou de Eleusis, nem os filósofos iniciados quiseram jamais revelar essas profun das idéias ao povo, que _poderia compreendê-las erronea- ( 11) Esta idéia decorre, logicamente, do Ternário humano e divino, da Trindade do microcosmo e do macrocosmo, exposta em capítulos precedentes. A correlação metafisica do Destino, da Li berdade, e da Providência foi admiravelmente deduzida por F ABRE D'OLIVET em seus Versos Aureos de Pitágoras.
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