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Capítulo 29 de 33
A Destruição Do Templo E O Fim De Israel — parte 2 de 3
Os Grandes Iniciados – Ed. 1980 – Volume 2
amigo de César. Pois que esse homem, não és m se decla ·ra rei está contra César. Nós. só temos um rei que é César." Argumento irresistível. l! pouco negar Deus. Matar . contra César é o maior de todos · é nada. Mas conspirar os crimes. Pilatos teve de ceder e assinar a condenação de Jesus à morte. Assim, ao terminar sua carreira, Jesus defronta-se com o senhor do mundo, que ele combatera indiretamente, como adversârio oculto, durante toda a sua existência. A sombra de César manda-o para a cruz. Profunda lógica dos fatos: os judeus entregaram-no, mas ndo a mão, mata-o. Mata o o espectro romano, estende corpo. O Cristo glorificado pelo seu martírio tirará de auréola usurpada, a apoteose di César, para sempre, a· ·Vina, a infernal blasfêmia do poder absoluto. Depois de ter lavado as mãos do sangue do inocente, nciou a frase terrível: Condeno, ireis para ,Pilatos pronu a cruz! A multidão impaciente corre para o G(>lgota. A. colina árida, semeada de ossadas, que se ergue vizinha a Jerusalém, tem o nome de Gilgal, Gólgota ou lugar da caveira,' deserto sinistro, desde séculos destinado a hor-. · ríveis suplícios. Foi lá que Alexandre J aneu, o rei judeu, em companhia de todo o seu harém assistiu à execução de centenas de prisioneiros. Lá mandou . Varo crucificar dois mil rebeldes. E lá, o doce Messias, predito pelos ,profetas, devia sofrer o terrível suplício inventado pelo gênio atroz dos Fenícios e adotado pela implacável lei de Roma. A coorte dos legionários formou um grande círculo, coli�a da .. no alto Ela afasta com pontaços de lança os fiéis . acompanharam últimos que o condenado. São as eres da Galiléia. Mudas, mulh desesperada s atiramse ao chão com a face no solo. Veio para Jesus a hora supresário que defenso neces . . ,ma. É o r dos pobres, dos fracos, os, te dos oprimid rmine sua obra pelo martíri o · abjeto· re servado aos escravos e aos bandidos._ É necessário que 0 profeta. consagrado pelos Essênios, deixe-se pregar em. uma cruz, aceita na visão de Engaddi. É necessá rio que o filho de Deus beba o cálice , visto na Transfiguração . É necessário que . e!e desça até o fundo do inferno e do horror terrestre. Jesus recusou a bebida tradicional , pre parada pelas piedosas mulheres de Jerusalém para entor- :J14 pecer os supliciados. Ele sofrerá as agonias plenamente consciente. Enquanto o amarram ao madeiro, enquanto os du s ros soldados com fortes marteladas cravam· os prego naqueles pés adorados pelos desgraçados, naquelas rqãos que somente sabem �bençoar, a nuvem negra de um sofrimento pavoroso extingue-lhe os olhos, sufoca-l}le a garganta. Mas no fundo daquelas convulsões, daquelas trevas infernais, a consciência do Salvador, sempre viva, só tem para os algozes esta· frase: "Pai, perdoai-lhes. " Eles não sabem o que fazem ... Eis o fundo do cálice: as horas da. agonia, desde o meio dia até o pôr do sol. A tortura moral acrescenta-se e ultrapassa a· tortura física. O iniciado abdicou dos seus poderes. O filho de Deus vai eclipsar-se. Resta apenas o homem . que estâ sofrendo. Por algumas horas, ele per · derã o seu céu, a fim de medir o abismo do sofrimento humano. A cruz ergue.,se lentamente com a sua vítima. No alto da cruz estâ uma tabuleta, · última ironia do proconsul: Este é o rei dos Judeus! Agora o olhar do crucificado vê flutuar em um ne voeiro angustiante Jerusalém, a cidade santa que ele quis glorificar e que lhe atira o anátema. Onde estão os · ·discípulos? Desapareceram. Ele ouve apenas as injúrias dos membros do sinédri , que supõem que o profeta não o é mais temível e tripudiam sobre a sua agonia. Dizem: "Ele salvou os outros e não pode salvar-se. "Através dessas blasfêmias, através dessa perversidade, em uma terrificante visão do futuro, Jesus vê todos os crimes que, em seu nome, serão cometidos pelos potentados e padres fanâticos. Utilizarão o seu nome para amaldiçoar. Cru cificarão com a sua cruz. E então, naquelas trevas ele exclama: "Meu . Pai, por que me abandonaste?" Aí a , vontade de toda a sua . vida, consciência do Messias a · .m�nifestou-se em um último clarão e sua alma liberta-se .com este grito: � Tudo está consumado!· sublime Nazareno! ô divino filho do Homem! Jâ O não estás mais na terra. Em um único vôo, sem dúvida, a tua alma encontrou o teu céu de Engaddi, o teu céu do monte· Tabor. Vi�te o teu verbo vitorioso sobrevoando. 11$ os sé.culos. Não quiseste outra glória senão a das mãos e olhares erguidos para ti, por aqueles que curaste e con solaste. Ouvindo o teu último grito, os guardas estreme ceram. Os soldados romanos voltaram-se. Assustad()S, viram o estranho clarão deixado por teu espírito, no rosto tranqüilo do teu cadáver. · Espantados, os teus car rascos entreolharam-se e pergu.ntaram-se: "Será mesmo um deus?" Está realment� findo o drama? Está terminada a luta formidável, silenciosa, entre o divino Amor e a Morte, que se encarniçou contra ele? Para as mulheres .fiéis, que os legionários romanos deixaram aproximar-se e soluçam ao pé da cruz, para os discípulos consterna dos e ·refugiados em uma gruta no vale de Josafé, tudo estã acabado. O Messias que devia sentar-se no trono de , Jerusalém morreu miseravelmente, pelo suplício infaman te da cruz. O mestre desapareceu e com ele toda espe ·rança, o Evangelho. o reino do céu. Pedro e João estão abatidos. Tudo enegreceu em torno, nem um raio de es perança. Mas, assim como nos mistérios de Eleusis uma luz brilhante sucedia às trevas profundas, do mesmo mo do nos Evangelhos, àquele desespero profundo sucedeu uma alegria súbita, instantânea, prodigiosa. Ela irrom pe como luz da aurora, ao mesmo tempo que se ouve: "Ele . ressuscitou!" Maria MadaÍena, em sua grande dor, vagando nas proximidades do túmulo. viu o Mestre e reconheceuo quando ele a chamou: . "Maria!" Louca de alegria, ela pre cipitou-se aos seus pés. Viu ainda Jesus olhando-a, fa zer -lhe um gesto para impedir que ela se aproximasse e de saparecer, deixando-a envolta na atmosfera cálida de uma presença real. Depois as santas mulheres encontraram o Senhor e lhes d1sse: ºIde e dizei qu aos _meus irmãos qu e se reúnam em Galiléia. Lã eles me verão." Na mesma noi te, os doze estavam reuriidps em uma sala com as portas fechadas. Viram Jesus entrar. Colocou-s e no mei o deles e cens u-lhes incred.ulidade. uro a "Ide por todo o mundo e pregai · Evangelho o a todas as criaturas hu manas!" (MARCOS, 16-15). Coisa estranha: enquanto o ouviam, tinham a im pressão de estarem sonhando. Esqueceram completamen .. te sua morte. Acreditavam-no vivo. Estavam persuadi dos de que o Mestre não os deixaria mais. Quando foram falar-lhes viram-no desaparecer como uma luz que se , extingue. Eles viram que o seu lugar estava vago. Flu tuava uma vaga luminosidade. Mas logo também se apa .. gou. Segundo Mateus e Marcos, Jesus reapareceu a qui: nhentos discípulos, pouco depois. Mostrou-se ainda uma vez aos onze. Depois, as aparições cessaram. Mas a · fé estava criada, o impulso dado, o cristianismo vivia. Os apóstolos cheios do fogo sagrado curavam os doentes,. pregavam o Evangelho do Mestre. Três anos depois, um jovem fariseu chamado Sau � lo, c eio de ódio violento à nova religião, perseguidor de cristãos, com o seu ardor de moço, dirigiu-se à cida de de Damasco com vários companheiros. No caminho, ele viu-se subitamente envolto por um clarão tão ofus .. cante que caiu do cavalo. Trêmulo, perguntou: -Quem és tu? E ouviu uma voz: � Sou Jesus, a quem persegues. É difícit resistires aos impulsos . Assustados, os companheiros levantaram-no. Ouvi ram a ·voz, sem nada ver. O rapaz, cego pelo clarão, só ( recobrou a visão três dias depois ATOS, IX, 1-9). Converteu-se à fé no Cri�to e tornou-se Pau!o, o apóstolo dos Gentios. Toda gente concorda em que sem aquela conversão, o cristianismo confinado na Judéia não teria conquistado o Ocidente. Tai são os fatos narrados pelo Novo Testamento. s Qualquer que seja a tentativa de reduzi-los ao mínimo, j qualquer que se a a nossa idéia religiosa ou filosófica, é impossível reduzi-los a simples legendas, recusar-lhes o valor de testemunho autêntico, quanto ao essencial. Há dezoito séculos, as vagas da negação e da dúvida têm \ \ investido contra o rochedo desse testemunho. Há cem \ anos, a crítica tem utilizado dos seus instrumentos e das \ suas armas. Conseguiu abrir algumas fendas no rochedo, ) sem alterar a situação. Que há por trãs das visões dos .,/· ,,. .,, apóstolos? Os teólogos primários, os exegetas da letra, os cientistas agnósticos poderão discutir, debater, inde .. finidamente. Não convencerão uns aos outros. Raciocina rão no vácuo. Isso até que a teosofia, ciência do Espf .. 21'1 alargue as suas concepções e uma psicologia expe rito, . rimental superior, a arte de descobrir a alma, abrir-lhes os olhos. Mas coloquemo-nos aqui do ponto de vista do his toriador consciencioso. Há um ponto de que não se pode duvidar: as aparições e a inquebrantâvel fé dos apóst � los na ressurreição de Cristo. Se rejeitarmos as narrati vas de João or terem tido sua redação definitiva c m , p � anos depois da morte de Jesus e as de Lucas, a respeito da aparição em Emaús, como ampliação poética, perma necem as afirmativas simples e positivas de Marcos e de Mateus. que são a raiz da tradição e da religião cristã. Resta ainda algo de mais sólido e indiscutível: o teste munho de Paulo. Querendo xplicar aos Coríntios a ra e zão da sua fé, Paulo enumera as seis aparições de Jesus: a Pedro, aos onze, aos quinhentos, " a maioria dos quais · ainda está vivendo", diz ele, a Tiago, aos apóstolos reu nidos e, afinal. a ele mesmo, no caminho de Damasco (COR1NTI0S, XV, 1,9). Pedro e Tia o lhe tinham referido
essas aparições e Paulo os i.;Onsiderava testemunhas oculares. A aparição mais incontestável, sem deixar de ser extraordinária. é a de S. Paulo, pelo seu caráter ines nerado e fulminante. Ela veio de fora e não de dentro. Muda o seu ser inteiramente. Foi um batismo de fogo, retemperando-o por completo, revestindo-o de· uma arma dura infrangível, tornando-se ele diante do mundo o in vencível cavalheiro do Cristo. O testemunho de Paulo tem uma dupla força, pelo que lhe diz respeito pessoalmente e pe!o que afirma dos outros. Podemos com Celso, Strauss, Renan, deixar de dar valor objetivo à ressurreição, considerá-la um caso de alucinação. Mas o fato é que a maior revolução reli giosa da humanidade fundamentou-se em uma aberra
ção dos sentidos ) Nin , em uma quimera do espírito .. ( guém se engane, a fé na ressurreição é a bas do cristia e nismo histórico. Sem essa confirmação da doutrina de Jesus por um fato extraordinário, a sua religião nem se teria iniciado.
( ) STRAUSS declarou: .,A ressurreição só é expl:cãvel co mo um truque charlatanesco para a história universal, ein welthis• torischer humbu ". A expressão é mais cinica do que espirituosa e g não explica as visões dos Apóstolos e de Paulo.
Esse fato operou uma revolução total na alma dos apóstolos. Ela era judia e transformou-se em cristã. Para eles, o Cristo glorioso está vivo. Ele falou-lhes. O céu abriu-se. O além passou para o aquém. A aurora da imor talidade tocou a sua fronte, incendiou as suas almas com um fogo que não deve extinguir-se. Acima do reino ter restre de Israel, que desabou, eles entreviram em todo o seu esplendor o reino celeste e universal. Daí o seu im ressurrei puls par Da o a a luta, no martírio. a sua alegria a imensa ção de Jesu prodigioso, s parte aquele impulso esper Disse ança povos. que o Evangelho leva a todos os F ABRE D'OLIVET: "para o êxito do cristianismo foram necessárias a vontade de Jesus para morrer e a sua força para ressuscitar". Entre os Egípcios, como entre os Persas da religião mazdeana de Zoroastro, como depois de J.esus, em Israel, como para os cristãos dos dois primeiros séculos, a res surreição foi interpretada segundo duas maneiras: uma material, absurda; a outra espiritual, teosófica. A primei ra é uma idéia popular, adotada pela Igreja, depois da repressão do gnosticismo. A segunda é a idéia profunda, a idéia popular, adotada peJa Igreja, depois da repressão do gnosticismo .. A segunda é a idéia profunda, a idéia dos iniciados. No primeiro caso, o corpo material volta à vida, o que é, em uma palavra, a reconstituição do cadá ver decomposto ou disperso. Isso era o que se supunha iria acontecer com a volta do Messias no dia do juízo final. É inútil acentuar o materialismo grosseiro e o absurdo de tal concepção. Para o iniciado, a res_surreição tinha um significado diferente:, ela relacionava-se com a doutrina da consti tuição ternária do homem, significando a purificação e a regeneração do corpo sideral, etéreo e fluídico, que é o próprio organismo da alma e de . algum modo a cápsula do espírito. Essa purificação pode ocorrer desde esta vida, pelo trabalho interior da alma e um certo modo ho ens xistência. Para a maioria dos · m , ela só se ef ede e ·tua depois da morte. Isso para aqueles ue de um modo q ·· ;·ou de outro aspiraram verdade. No outro · à justiça e à· mundo a hipocrisia é impossível. Lã, as almas aparecem como elas realmente são. Manifestam-se fatalmente sob a forma e a cor da sua es ência. Se são más, aparece � m
tenebrosas e feias. Se são boas, aparecem irradiantes e belas. Tal é a doutrina exposta por Paulo, na epístola aos Coríntios. Ele diz formalmente: "Há um corpo animal, hã um corpo espiritual." (COR1NTI0S, XV, 39-46). Jesus diz isso ·imbolicamente, porém com mai profundeza, , s s para quem sabe ler entre as linhas, na entrevista com emos. Ora, quanto mais espiritualizada a alma, Nicod maior será o seu afastamento da esfera terrestre; quan to mais longínqua a região cósmica que a atrai, por sua lei de afinidade, mais difícil a sua manifestação aos ho m·ens. Assim as almas superiores só se manifestam aos homens no estado de sono profundo ou de êxtase. En tão, fechados os olhos físicos, a alma, meio liberta do corpo, algumas vezes vê almas. Acontece entretanto que um grande profeta, um verdadeiro filho de Deus, ma nifesta-se aos seus de uma maneira sensível, em estado de vigília, a fim de melhor persuadir e impressionar os . e imaginação. Nesse caso, alma desen seus sentidos a carnada consegue dar, momentaneamente, ao seu corpo espiritual, uma aparência visível por meio de um dinamis mo particular que o espírito exerce sobre a matéria me diante forças elétricas da atmosfera e forças magnéticas dos corpos vivos. parece. As Jesus, segundo com ocorreu o que Foi
entram, Testamento Novo pelo aparições mencionadas
categorias: dessas ou outra uma alternativamente, em os sensível. É certo que para espiritual, aparição visão apóstolo , elastiv r o caráter de uma verdade supre m � : � _ _ mais facil eles duvidarem da existência do ma. Seria com· 0 comunhão viva da sua do que céu e da terra
comoventes do Senhor Cristo ressuscitado. Essas visões na e mais profundo o que havia de mais radioso eram
consciência deles.
como entendida no sentido esotérico, ição, A ressurre ne tempo a conclusão ao mesmo era de indicar, acabei
indispensável à da vida de Jesus e o prefácio cessária .. histórica do cristianismo. Conclusão necessâ evolução muitas vezes aos pro isso tinha anunciado ria pois Jesus de aparecer-lhes, depois da Se ele teve o poder fetas. à pureesplendor triunfante foi graças aquele morte, com
za e força inata da sua alma, centuplicada pela grandeza do esforço e da obra realizados. Visto do exterior e do ponto de vista terrestre, o drama messiânico termina na cruz. Embora sublime fal , ta-lhe .o . cumprimento dá promessa. Visto de dentro, do fundo da consciência de Jesus, do ponto de vista celeste, ele tem três atos. A Tentação, a Transfiguração e a Res surreição marcam os pontos altos. Em outros termos, es sas três fases marcam: a iniciação do Cristão, a revela ção total, e o coroamento da obra. Correspondem àqui lo que os apóstolos e os cristãos iniciados dos primeiros séculos chamaram os mistérios do . Filho, do Pai e do Espírito Santo. Eu c!isse coroamento necessário da vida do Cristo, prefácio ·indispensável· da evolução histórica do cristia nismo. O navio construído na praia tinha de ser lançado ao mar. O resultado disso foi também uma porta de luz aberta sobre a história esotérica de Jesus. Não é de admirar que os primeiros cristãos tenham estado como que ofuscados e cegos com a sua fulgurante irrupção, que eles tenham entendido literalmente o ensino do mestre, enganando-se sobre o sentido das suas palavras. Hoje, depois que o espírito humano procedeu ao estudo das re ligiões e das ciências no decurso dos tempos, percebe mos o que S. Paulo, S. João, o próprio Jesus entendiam por mistérios do Pai e do Espírito Santo. Vemos que en cerravam o que a ciência psíquica e a intuição teosófica do Oriente tinham conhecido de mais alto e de mais ver dadeiro. Vemos também a potência de nova expansão que o Cristo deu à antiga e êterna verdade, pela gran deza do seu amor, pela energia da sua vontade. Perce bemos, afinal, o lado metafísico e ao mesmo tempo prá tico do cristianismo, o que lhe confere poder e vitalidade. Os velhos teósof os da Ásia conheceram as verdades . Os brâmanes acharam a chave ndentais para transce ex plicação das existências anteriores e futuras, formulando da reencarnação e da gânica alternânc a lei or ia das exis tanto mergulharam . Mas no além, tências na contempla nidade, que esqueceram da Eter a ção realização terres tre: a vida individual e social. A Grécia primitiva, iniciada nas mesmas verdades, sob formas veladas e mais antropomórficas, ligou-se, por
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.