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Capítulo 26 de 30
Parte 26 de 29
Magnetismo Curativo – Volume 2 · Alphonse Bouvier
Isto constitui, precisamente, a vitória da ação magnética como agente terapêutico. O magnetizador, em face de um doente, não fica embaraçado como o médico; não precisa conhecer o nome da moléstia, não tem que deliberar sobre o remédio que deve escolher. Apela, tão somente, para a reação vital, que se encarrega de restabelecer a tensão normal e o equilíbrio; realiza-se, então, o mecanismo das funções, os tecidos se reparam por si mesmos; cura-se sem derramar uma gota de sangue, sem administrar vomitivos, purgativos, laxativos, sudoríficos; não se recorrem aos banhos, nem aos pedilúvios, nem aos clisteres medicamentosos; não se empregam cantáridas, nem sinapismos, nem sedenhos, nem cautérios; não se queimam os doentes até os ossos com a mosca ou o ferro em brasa; não se envenena o organismo pelos tóxicos; nem se abaixa a vitalidade pelos antitérmicos e os anestésicos; não se adormece a dor, não se provoca nem se atenua coisa alguma; deixa-se à vida o cuidado de exaltar ou acalmar as crises, porque a potência das irradiações magnéticas dirige-se a todos os estados do movimento e impõe, alternadamente, ao organismo as nuanças infinitas de condensação e expansão, que se escalam desde a rigidez cataléptica até o extremo colapso.
O Magnetismo, agindo profundamente sobre o sistema nervoso, é o melhor estimulante das mutações nutritivas; sob o seu impulso, o organismo – obedecendo neste ponto às leis gerais da morfologia – tende a restabelecer-se na sua forma e unidade, e cumula suas perdas de substância com os fenômenos de cicatrização e reintegração, do mesmo modo que os minerais restabelecem por si mesmos a sua unidade morfológica especial quando são colocados em certas condições de liberdade. Em última análise, não é o médico que nos cura; ele só pode fazer uma coisa: “ajudar-nos a reentrar no funcionamento da lei”.
Somos nós que criamos a nossa tonalidade: a nós pertence entretê-la e repará-la, obedecendo nisso à grande lei de evolução que, em nossa esfera e sob a nossa própria responsabilidade, nos dá a faculdade de reproduzir uma evolução similar àquelas que nos cercam. Essa evolução só se realiza quando a nossa tonalidade está em tensão normal. Só há um modo de curar, só há um remédio. Repor a tonalidade no seu posto, restituir ao organismo a tensão normal que perdeu, eis, em uma palavra, todo o segredo da terapêutica. CAPÍTULO VI O Magnetismo é o verdadeiro agente da transfusão da vida Investigações acerca do elixir de longa vida.
– A Ciência acreditou por momento ter encontrado o segredo da vida na transfusão do sangue: Denys, Blundell, Milne Edwards, Marmonier pai, Devay, Desgranges. – A Medicina hipodérmica moderna, renovada da antiga Medicina cabalista: Brown-Séquard e Consorts. – A vida não está no sangue, nem nos produtos orgânicos, ainda mesmo que fosse o elemento nervoso; existe no estado de tonalização equilibrada. – Sendo o sistema nervoso o instrumento de repartições nervosas e o regulador fisiológico do organismo, é a ele que é necessário nos dirigirmos a fim de refazer a tonalidade viva. – O agente por meio do qual se pode com mais segurança influenciar o sistema nervoso é o Magnetismo.
– Exemplo de uma febre tifóide, curada somente pela influência da imposição das mãos e dos passes magnéticos, por um magnetizador absolutamente noviço. – A Ciência não é indispensável para curar: a boa vontade basta, com a condição de que se conheça o meio de conduzir a reação vital. – É à Natureza que se deve confiar o cuidado de refazer a tonalidade; só ela pode reconstituir os tecidos desorganizados: apólogo da teia de aranha. “Alongar o fio da vida, desviar a morte que caminha a passos lentos e que tem como causa a dissolução ou a atrofia da velhice – diz Bacon –, é assunto que nenhum médico tratou de maneira que corresponda à sua importância.” Que é preciso fazer-se para viver bem e durante muito tempo? Será necessário, a exemplo do célebre veneziano Carnaro, conformar-se restritamente ao texto bíblico “qui abstinens adjiciet vitam”, a sobriedade prolonga a existência, ou então, esposando as teorias de Mortiner Collins, (esse homem original que, em seu humor britânico, assinava em seu livro “Um porco do rebanho de Epícuro”)?
Será preciso beber bem, comer bem, dormir bem, só fazer o que lhe apraz, nada fazer se assim lhe agrada, deitar-se à hora que se quiser, levantar-se à hora que se preferir, viver na ociosidade e na preguiça, e não se ocupar, em uma palavra, de coisa alguma que seja de natureza a fatigar o corpo e o espírito? Em uma questão tão geral como esta, não queremos tomar o partido de um ou de outro; reservamos divulgar ulteriormente o regime dietético que se nos afigura mais favorável à conservação da saúde e à longevidade. Neste momento examinaremos apenas a maneira pela qual, quando algum embaraço vem comprometer essa delicada teia de Penélope, que se desfia à medida que se tece, pode-se melhor conseguir reparar o precioso tecido. Em todos os tempos, os infelizes humanos, atormentados com a idéia da morte, atiraram-se à pesquisa do benéfico filtro suscetível de preservá-los dos ataques da temível bicha. Desde o começo do mundo procura-se o elixir de longa vida.
Por instantes, a Ciência julgou haver encontrado o segredo da vida na transfusão do sangue; foi Denys; médico da Faculdade de Montpellier, que em 1667 primeiro praticou em Paris, com o auxílio de Emmeretz, a transfusão no homem. “Nunca operação alguma fez nascer tantas esperanças fabulosas como esta”. “A transfusão – diz o Dr. Pellagot em suas notas acerca da macrobiótica de Hufeland – devia, na opinião dos entusiastas, tornar-se panacéia universal, um meio de prolongar a vida indefinidamente. Os milagres da fonte de Juvência iam realizar-se; não havia mais moléstias.
Tinha-se a mocidade eterna; a raça regenerada. As pessoas fracas e franzinas, os doentes, pediriam, de então por diante, às pessoas vigorosas e de boa saúde, para partilharem com elas a riqueza do seu sangue. Ainda mais: esperava-se, pela transfusão, atuar sobre o moral, domar o caráter de um homem violento e assomado, injetando-se-lhe sangue de cordeiro; torná-lo corajoso, infundindo-lhe sangue de leão. Cada qual perguntava a si próprio se seria possível também fazer crescer lã no corpo dos cães, injetando-se-lhe sangue de carneiro...” Fizeram o ensaio e, à vista de muitos casos de insucesso, o Tribunal do Châtelet julgou prudente dar um arresto de proscrição, que sustou em seu vôo tão belo zelo. Depois de um longo período de silêncio, Blundell, em 1818, tirou a transfusão do esquecimento; porém, apesar dos seus esforços, os de Milne Edwards, e algumas tentativas feitas por Nélaton, Marmonier pai, Devay e Desgranges, de Lião, a transfusão teve decididamente a sorte dessas numerosas utopias médicas, que alcançam os favores efêmeros da moda e desaparecem em seguida, por si mesmas, da prática oficial.
O erro fisiológico que encerra não subsistiu tampouco na Ciência, e sob os auspícios de nomes ilustres surge nestes últimos tempos um método novo, que sob o nome de Medicina hipodérmica, veio reivindicar todas as vantagens que se recusara à transfusão do sangue. Esta medicina, renovada da antiga medicina cabalista, pretende, por meio de injeções subcutâneas, compostas, quer de sucos animais, quer de vírus microbianos, quer de produtos químicos (verdadeiros filtros misteriosos), assegurar a imunidade do organismo contra os mais temíveis contágios e combater vitoriosamente a dissociação dos elementos constitutivos causada pela moléstia ou gasto senil. Assim é que Pasteur, no tratamento intensivo da raiva, emprega injeções de caldos de medula fresca, de coelho rábico; que o Dr. Koch e seus adeptos combatem a tuberculose com seus líquidos de cultura do bacilo tuberculoso; que Brown-Séquard pretende restituir, por meio de suas injeções testiculares de cobaia, a virilidade àqueles que a têm perdido. Uma vez aberto o caminho e estimulados pela emulação, numerosos experimentadores lançaram-se vertiginosamente nessa nova senda: touros, coelhos, cabras, carneiros, cobaias forneceram sucessivamente os elementos parcelares de seus diversos órgãos aos ensaios de injeções que foram tentadas.
Já não os detêm hoje os sucos testiculares, cerebrais, medulares, nervinos, pancreáticos, glandulares, esplênicos ou musculares dos animais; esgota-se toda a gama dos produtos químicos e começa-se a injetar indiferentemente o iodo, a alumina, o fosfato de soda, o ferro, o arsênico, a estricnina, o mentol, o timol, o eucaliptol, a cânfora, o enxofre e o fósforo. Alguns biologistas temerários vão mesmo até brincarem com as inoculações de vírus microbianos, sem receio em relação à vida dos doentes sobre os quais tentam essas experiências. A impossibilidade de calcular com segurança e de antemão a dosagem das injeções com o intuito do efeito terapêutico ou fisiológico a produzir, e a maior ou menor imperfeição das misturas e filtrações empregadas, ocasionam muitas desordens, flegmões, acidentes nervosos, etc.; mas acautelam-se de confessar o perigo dessas novas práticas, e foram as numerosas mortes que elas ocasionaram e o desacordo sobrevindo no próprio campo dos transfusores que acabaram por esclarecer o público. Basta ler as recentes comunicações dos Drs. Constantin Paul, Hayem Dieulafou, J.
Chéron, Albert Robin e J. Roussel, de Genebra, para perceber-se exatamente a confusão que reina em hipodermia, sob o ponto de vista fisiológico e terapêutico. Nas discussões travadas entre esses sábios clínicos, enquanto uns atribuem todo o valor da injeção hipodérmica à natureza da substância injetada, outros consideram que a ação fisiológica produzida pela injeção reside somente no veículo: o sérum do sangue, a água salgada e mesmo a água pura, destilada, substituem com vantagem todas as misturas animais ou químicas empregadas até hoje. O Dr. Pellagot, que há pouco citamos, já nos dizia a esse respeito: “Nesses diversos ensaios de transfusão, há efetivamente, sob o ponto de vista fisiológico, um curioso exemplo da influência passageira que se pode exercer sobre o organismo cujo funcionamento esteja embaraçado; mas não nos equivoquemos; aí não é que está a vida, e para tornar tangível a idéia que se deve fazer desse fenômeno, é mister compará-lo àquele que se passa quando um dedo curioso vem agitar o pêndulo de um relógio parado.
O mecanismo põe-se em movimento, oscila, e ouve-se por momentos o seu tic-tac, mas daí a pouco esses sinais diminuem, desaparecem, o pêndulo pára e conserva-se imóvel... Não era a vida. A mola principal estava quebrada.” Ao pensar que se pôde, por instantes, conceber a esperança de reconstituir em sua irradiação funcional, normal, a fonte esgotada da vitalidade, projetando na máquina orgânica algumas partículas novas de sangue ou de sucos animais (mesmo que fosse o resíduo da polpa nervosa), não podemos deixar de aventar em nosso espírito essa singular pretensão da ingênua simplicidade daquele fabricante de bonés da rua S. Diniz, que, tendo conseguido fortuna, mandara edificar uma quinta nos subúrbios de Paris. “Tendo encomendado uma bomba e como lhe perguntassem os operários onde deviam colocar essa bomba, que haviam trazido, dissera-lhes: no pátio.
Mas, onde está o poço? – O poço, exclamou o fabricante de bonés, o poço... ó, tem graça! Pois se eu tivesse um poço julgáveis que teria comprado uma bomba?” Os transfusores não estão partilhando o erro do nosso boneteiro, que, com toda a ingenuidade acreditava que qualquer mecanismo engendra o movimento de vida que ele manifesta, e que uma bomba pode dar água sem o manancial produtor que a alimente? A vida não está no sangue, nem tampouco nos órgãos, simples depositários e transformadores das forças. O corpo, esse mecanismo que vemos funcionar, não engendra o movimento; recebe-o, ao contrário, de uma origem misteriosa e oculta, em a qual não seria mais que um cadáver.
Para fazer uma idéia da vitalidade, é necessário considerar o ser sob o ponto de vista de sua estrutura ideal; o movimento vital se nos manifesta, então, como resultante das forças essencializadas, apoiadas na polpa nervosa e estendidas do centro à circunferência, à guisa desses espectros da Física, que possuem um ponto central de concentração e pontos periféricos de dilatação. Toda a harmonia do sistema repousa no estado de tonalização equilibrada desse espectro orgânico, e a força livre ambiente, sob a forma essencializada que toma na rede nervosa, é, na realidade, o agente plástico e ordenador do jogo funcional das partes. É, portanto, o aparelho nervoso, e não o sangue, o intermediário obrigatório entre o meio cósmico e o elemento atômico dos tecidos; é ele o órgão essencial de transmissão e trocas entre o ser vivo e o meio que o cerca; é, como lhe chama muito bem Claude Bernard, o grande regulador fisiológico; e é só a ele que cumpre dirigir-se para refazer a tonalidade viva ameaçada, e não às rodagens materiais, simples instrumentos da manifestação vital. Mas, de que modo agir sobre o grande regulador fisiológico? De que modo, quando se acha ele desarmado ou distendido, restituir-lhe essa tensão normal tão indispensável aos batimentos regulares da vida?
É neste ponto que surge luminosa a aplicação do Magnetismo, com seus passes, suas imposições de mãos e suas insuflações tão desconhecidas. “Milagre do Magnetismo! – exclama com entusiasmo o Barão Du Potet –; um ser, à voz da Natureza, pode, sem ciência alguma, restabelecer o equilíbrio, incutindo nos órgãos esses eflúvios de uma essência tão desconhecida que confundem a Ciência e o raciocínio. Eles vão enchendo o vácuo que se faz, dando lugar à luta que deve, não sem abalos e oscilações, despertar a ação vital e restabelecer o equilíbrio perdido.” É que a rede nervosa, por suas extremidades periféricas, haure de contínuo, na irradiação solar, os elementos de força que transmite aos órgãos, segundo as necessidades da metamorfose orgânica. Colocai uma rede nervosa desequilibrada em contacto com uma outra melhor equilibrada: duplicareis em pouco tempo a ação funcional da primeira; uma troca se faz, análoga à que se estabelece entre duas pilhas elétricas postas em contacto; uma verdadeira transfusão de eletricidade vital se opera, trazendo aos centros vitais a potência da reconstituição que lhes faltava: as funções orgânicas recuperam o seu ritmo normal, o sangue se regenera nos seus elementos constitutivos e a vida, assim solicitada, realiza em toda a sua integridade a missão que a lei da Natureza lhe impõe.
Restabelecer, por intermédio do sistema nervoso, o duplo movimento de dispersão centrífuga e de condensação centrípeta, que constitui o equilíbrio da tonalidade orgânica, eis o meio mais seguro e mais poderoso de agir sobre a vitalidade: é a única transfusão que se pode operar sem risco, de organismo a organismo; é a única que é necessário procurar. E, com o mestre, saudosamente lembrado, cujo nome citamos há pouco, diremos àqueles que, compenetrados desta verdade, quiserem aliviar os sofrimentos de seus semelhantes: “Colocai-vos próximo do doente esgotado pelo sofrimento e cuja faculdade medicatriz tenha sido anulada pela moléstia e os remédios; estendei, vagarosamente, as mãos, com a tranqüilidade e a serenidade que acompanham sempre o desejo de fazer o bem; considerai-vos como instrumento divino, cujas molas são movidas pela alma. Essa harmonia necessária determina a potência magnética a sair de suas veredas ordinárias e dirigir-se para onde o vosso entendimento a chama, para onde as vossas mãos querem guiá-la... Ide e curai pela transfusão nervosa. Não há outra...
O verdadeiro agente da transfusão da vida é o Magnetismo.” Eis o que nunca é demais dizer e repetir. Eis o que não cesso de pregar ao redor de mim, não só pela palavra como pelo exemplo. Convencido de que a única propaganda útil é a que se faz por meio do fato, atirei-me com toda a coragem à obra, a fim de provar, pelas experiências, que as teorias que exponho não são puramente especulativas. Nada de melhor poderei fazer, para firmar as convicções a esse respeito, do que citar o fato seguinte, que, em sua tocante simplicidade, diz mais que todas as afirmações e todos os raciocínios. Cura de uma grave febre tifóide pela simples imposição das mãos Era pelas férias, no verão passado; após um ano de labores em que haviam sido muito felizes, juntando algumas economias, o Sr. e a Sra.
B., com toda a filharada, para escapar à canícula e aos ares da cidade, tinham partido para uma praia na direção do oceano, instalando-se modestamente num pequeno recanto banhado pelas tonificantes brisas do mar, nas costas da Normandia. Julgavam encontrar ali, durante uma residência de dois meses, em pleno ar e na calma do insulamento, um aumento de saúde para todos os membros da família. Os azares do destino deviam dispor as coisas de outro modo. Havia apenas alguns dias que tinham partido, quando recebi este bilhete lacônico, que me parecia mensageiro de morte: “28 julho 1893. – Minha mulher se acha gravemente doente: está com febre tifóide.
Quando o médico fez-me esta revelação, pareceu-me receber o último golpe. Que será de mim sem um amigo, rodeado de estranhos, insulado com todas estas crianças? Horácio apresenta-se com um mal-estar inquietador, e mesmo eu não passo bem. Dou-me intimamente com uma família distinta; o marido tem apenas trinta anos, a mulher vinte e oito; e a Providência tem por seis vezes abençoado a sua união; o mais velho dos seis filhos, virtuose de doze anos, já tem para o violoncelo um verdadeiro talento; tem a quem sair, porque seu pai, compositor e professor de música, é um artista da envergadura de um sábio, que não somente se entregou à técnica da sua arte, como ainda soube abordar com êxito as mais difíceis questões da Filosofia, o que lhe permitiu constituir uma síntese musical que serve de base ao seu ensino. Há dez anos o Sr.
B. é professor de meu filho, e em virtude da comunhão de idéias que nos une, foi-me dado apreciar a originalidade do seu talento e a elevação das suas vistas. Considerei-me, igualmente, bastante feliz, em nossos contatos diários, por prestar-lhe alguns obséquios; em uma família tão numerosa como a sua, onde há tantas crianças, a moléstia não se demora em vir muitas vezes bater à porta; como a febre, a angina, a coqueluche, o sarampão, um dia chega a influenza, a pérfida, que faz das suas e ataca, cada um a seu turno, todos os membros da família; no dia seguinte, grande pasmo. É a meningite que ameaça o mais velho, ou a diarréia infantil que vem recair sobre o último, ainda muito pequeno; somos vizinhos: a cada alarma, chamam-me e eu acudo ao apelo. Em presença do perigo solicitam com mais pressa. O Sr.
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