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Capítulo 89 de 234

Conclusão –

Apostila de Divinismo – Yolanda Santoro

Quem manda nos reinos gloriosos é a Verdade como conhecimento e o Amor como vivência.

A matéria é Luz Divina se elevando ao opalino cristal, condensada naquele grau, e toma forma que o Espírito pensa e sente, porém, sempre de modo simples, perfeito, glorioso e moralmente poderoso. Como o Espírito está divinizado, tudo para ele toma aspecto divinizado. Quem conhece a vida no Céu Crístico, não pode revelá-la a quem não a conhece; e quem não sabe senão o que vai pelo mundo grosseiro da matéria terrestre, nada pode entender daquilo por mais que lhe falem. Para saborear o Manjar Divino Celeste, necessário se torna merecê-lo de fato. Jamais poderá o Espírito compreender a Luz, a Glória e o poder da Divina Ubiquidade antes de atingir o grau de uno. Não há entrada violenta, de assalto, a estado vibratório algum. Tudo é lentíssimo, porque graus atingidos são inalienáveis. A progressão da Centelha iluminando as coroas exteriores, marchando para a primeira que é Luz Divina, representa a marcha lenta no rumo da Divina Ubiquidade. É o único modo de ir penetrando na Divina Ubiquidade é desabrochar o Céu Interior, é crescer em Pureza e Sabedoria.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.