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Capítulo 117 de 234
6 - Não Matarás
Apostila de Divinismo – Yolanda Santoro
O sexto Mandamento virá a ter, através dos tempos, ou da evolução humana, execução total. É muito mais vasto e profundo do que parece, e aqueles que puderem crescer no seu espírito tanto melhor. Importa não cair na asneira de não engolir mosquito, para logo mais engolir camelo. Suprir-se em alimentos sem a contribuição das carnes, é para a sociedade contemporânea um problema profundamente sério. Muito há que fazer o homem para vencer tamanha luta. Quem neste mundo reencarna, ou lhe é pertence demográfico por razão de escala hierárquica o faz. Comprova-se com isso inferior em evolução, demonstra ser falho, carente de progressos reais. É alguém que ainda cria para matar e mata para comer, portando-se com os irmãos inferiores, daquele modo que não é devido a um filho regularmente conscientizado das elevadas finalidades do Espírito. Cumpre, portanto, entendermos a vasta caminhada que ainda nos resta nos rumos da espiritualidade superior. Nos mundos superiores, ninguém pensa em alimentar-se à custa do sacrifício alheio. No âmbito da questão, distinguimos a luta que o homem deve travar contra os assaltos a sua faina. Neste caso, na luta contra os animais daninhos, matar não é crime. A ordem, pelo menos por ora, não encerra esse preceito, não proíbe a defesa do que é assegurado ao homem. No Velho Testamento está dito: "Quando fordes mansos e humildes, increparei os animais daninhos e retirarei do vosso meio os espíritas imundos”. Fala por si o grande aviso. Pena de morte - matar não doutrina o Espírito, joga para o outro lado como ele é. Não massacrem o corpo, não assassinem, não martirizem. Tratem do corpo, como vaso do Espírito (Paulo). Impor martírios marca o corpo porque fere a Lei. Diminuir a vida, mesmo sem querer, vale por suicídio.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.