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Capítulo 142 de 234
Fraternidade –
Apostila de Divinismo – Yolanda Santoro
A fraternidade essencial é uma Verdade simples. Todos somos fraternos, por princípio genético, porque Deus é um só, e a ninguém faz especial. Depois de colocar a Verdade como vértice absoluto, porque ela é a Expressão de Deus, todos os mais são apenas filhos Dele ou irmãos. Só Deus é Pai, o mais tudo pertence a uma única irmandade. Na chamada criação ou na Ordem relativa todos são dependentes, ninguém se basta! Todos são necessitados, tudo e todos necessitam de ajuda adventícia, e todos se devem mútuos deveres em esforços fraternais. E o Amor é o fator indispensável, como instrumento de edificação; é no trato correto para com os semelhantes que está a chave libertadora. E quando a fraternidade falha o pranto e o ranger dos dentes aparecem como “prêmios”.
Nenhum ato fraternal pode ser levado à conta de favor. Toda a vez que estiver servindo a um irmão que precise de teus cuidados, é a Deus que estarás retribuindo gratidões. Embora variando os graus da tabela hierárquica, somente a fraternidade caberá eternamente o bastão de comando para que reine a Paz de Deus! Se a fraternidade essencial é uma verdade simples, o ato de fraternidade é coisa muito diferente. Ato fraternal pode ser também no mal ou para o mal: Costumam confundir fraternidade com solidariedade. Solidariedade significa apoiar pensamento, sentimentos e obras. Observem se tudo quanto é solidário na Terra se enquadra na Lei de Deus. Assassinos, ladrões, errados de toda ordem podem viver em regime de solidariedade. Cumpre, portanto, saber discernir entre fatos e fatos. Mas a Consciência da Unidade Divina entre os seres há de ser a força propulsora de todos os atos de fraternidade, como sejam: a tolerância, o perdão, a resignação, e o espírito de renúncia e abnegação.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.