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Capítulo 140 de 234
Conceito –
Apostila de Divinismo – Yolanda Santoro
Amor é uma virtude estática que na Bondade se transforma em virtude dinâmica. Sem ser através da Bondade, não há como haver aplicação do Amor. Amor é sinônimo de doação, de ternura, de prodigalidade, de renúncia. O Amor é singeleza, bondade, humildade, perdão, renúncia, trabalho amoroso, vida plena. O Amor Total é o próprio Deus, é o começo que nunca finda, é o fim que sempre começa. O Amor Divino é a suprema força. Ele aproxima os espíritos de diferentes graus evolutivos, enquanto a exaltação os afasta. Os mais evoluídos Espíritos querem Amor e não exaltação. O Amor é o instrumento máximo de elevação consciencional. O amor sublima e diviniza porque é o fator máximo como força de expansão vibratória. A centelha ao atingir a racionalidade, a consciência de si ou individual, terá de, por obras, e não segundo teorias vazias ou negativistas, dar a si mesma o destino feliz, a direção autocristificadora, a volta consciente à Unidade Divina, e o Amor é o fator máximo de autocristificação. A fusão entre Moral-Amor constitui o divino fermento divinizador do Espírito.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.