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Capítulo 148 de 234
Amor E Renúncia –
Apostila de Divinismo – Yolanda Santoro
Sem Bondade não existe Amor aplicado, e quem aplica o Amor em termos de Bondade, não o faz sem apelar para a Renúncia. Quando o Amor se converte em Bondade, isto é, quando deixa de ser teoria apenas, a Renúncia começa a florescer e a produzir seus frutos imorredouros! Renunciar não é apenas dar uma esmola, não é apenas praticar um ato bom; renunciar é para quem é Bom, e para quem reside no verdadeiro Amor. É na falta de Renúncia que mais se reconhecem os erros religiosistas, pois as religiões são truculentamente egoístas, tudo fazem pelos seus dogmas tacanhos, provando, assim, que as aparentes Virtudes representam apenas os interesses de bolso, estômago e vaidades de seus proprietários. Embora todos os religiosos falem muito no Amor, somente os Espíritos conscientes é que o vivem. E vivem o Amor e provam que o exercitam, porque são capazes de atingir os píncaros da abnegação, os extremos gloriosos da Renúncia.
Renúncia de toda consciência é para os grandes, é na Renúncia que reside a alma das nove Bemaventuranças proferidas pelo Cristo. Não existe altruísmo sem Renúncia, nem esta sem elevada soma de consciência das Verdades Eternas, Perfeitas e Imutáveis de Deus. Em qualquer local, tempo e circunstância determinadora, o ato de renunciar opera maravilhas e qualifica bem perante Deus a quem o praticou.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.