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Capítulo 195 de 234

Destino –

Apostila de Divinismo – Yolanda Santoro

O futuro está delineado, de certo modo, podendo ser imensamente alterado pela conduta da criatura. Os homens são semideuses, por serem filhos de Deus, não pensando jamais que o destino lhes seja imposto. Uma coisa é o Supremo Determinismo, a Ordem Divina, a Lei Geral; e outra coisa, o Destino, a trilha que pode sofrer alternativas segundo a conduta de cada um.

O Supremo Determinismo ou Ordem Divina é igual para todos, enquanto que o Destino é específico, é móvel, diz respeito à conduta de cada um. No selo de todas as partes movimentam e criam para si mesmas, as mais variantes condições e situações conforme sejam boas ou ruins as suas obras. Entre o Criador e a criatura pairam a Lei Geral e a Justiça Geral, mas a criatura é quem tem por natureza o direito de acioná-las contra ou a favor de si, pelas obras que praticar. E como o espírito ou criatura deve vir a ser acima de mundos, formas e transições, importa que vá aprendendo a comandar o seu Destino ou Carma. Os mais medíocres Iniciados compreendiam isso; não precisava ser um Moisés para saber que o Carma ou Destino deve ser comandado, e que para comandá-lo somente procurando viver os três sentidos da Lei de Deus. Feliz daquele que procura se harmonizar com a Grande Lei de Equilíbrio, de quem os Dez Mandamentos são a expressão intelectual para conhecimento humano ou efeito doutrinário.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.