[user_registration_my_account]
Capítulo 145 de 234
Amor E Dor –
Apostila de Divinismo – Yolanda Santoro
Quando o Cristo recomendou Amar a Deus com toda a força do coração e de toda inteligência, nada amais fez do que ensinar a dispensar a dor. Ao contrário, porém, as falsas concepções religiosas tudo fizeram para derribar o Amor e a Sabedoria de seu posto fundamental, entregando à dor ou corretivo passageiro, aquele posto. A dor por si só a ninguém edifica. Uma coisa é ser punido pelas faltas cometidas, outra coisa é desabrochar os valores potenciais. O menino vagabundo que recebe castigo pelo fato de não executar suas obrigações não tem o direito de confundir a punição recebida com a execução da obra que ainda está por ser feita. A punição lembra o dever, mas não a execução. A libertação vem pelas práticas amorosas e sábias, nunca por outros meios, sendo a dor apenas um argumento de força atraída pelas várias formas de negligência. É melhor procurar realizar em nós mesmos o Amor e a Sabedoria, que viver cantando loas à dor. Aos inteligentes e sensatos fala-se a linguagem do Amor e da sabedoria. Aos estultos fala-se a linguagem do sofrimento. Basta de ceder ao guante do aguilhão pelo fato de negar a supremacia do Amor e da Sabedoria. O Amor e a Sabedoria são os instrumentos que neutralizam a dor.
Deus não quer sacrifício e sim Amor. A adoração deve ser feita no templo interior, sendo as ofertas, as únicas aceitáveis, aquelas que se estribam no Amor e na Sabedoria. Amar a Deus, adorar a Deus, reverenciar a Deus, tudo terá que ser feito através do respeito às Leis Regentes Fundamentais, que apontarão naquele sentido, de que o Verbo Terrestre apontou, isto é, Amar a Deus, com toda a inteligência e com toda a força do coração. É o fim dos fingimentos, das simulações, dos engodos, das liturgias mentirosas ou enganadoras, e início de dar "Dignos Frutos pelo Exemplo", pelo comportamento decente.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.