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Capítulo 37 de 234

Dogmatizações - Conceitos Humanos –

Apostila de Divinismo – Yolanda Santoro

Muitos conceitos sobre o Espírito, Chacras e Plexos são totalmente errados, invertidos, prejudicando, por isso, o aprendizado e as aplicações dos mesmos. Os erros, quer fundamentais, quer técnicos, quer filosóficos, vêm de longe e são cultuados e cultivados por aqueles que se julgando dignos discípulos de antigos Mestres nada mais fazem do que prolongar a vigência de erros bastante prejudiciais. As dogmatizações cultuadas e cultivadas sobre os Chacras e Plexos, suas formas e colorações, números fixados e funcionamentos atinge as raias do absurdo; porque: a) a variação hierárquica dos Espíritos; b) o carma e os controles motivados pelo programa pré-encarnacionista; c) as normais flutuações contínuas de ordem mental e emocional impõem variações imensamente significativas em rapidez e profundidade. Do ponto de vista dos conceitos humanos, segundo o entendimento, que na presente fase evolutiva é possível ao homem-padrão, é ainda impossível conceber com justeza a amplidão de tais movimentos. Dogmatizar sobre a forma, número de Coroas, Chacras e Plexos é abuso de conceito, porque através da escalada evolutiva as modificações são normais e profundas, ou obrigatórias em função do Supremo Determinismo. O que é, num determinado momento da vida do indivíduo, é realidade transitória, fugaz. Se formos observar, no complexo da contextura perispirital, as influências e as interinfluências das Coroas e suas simetrias, dos Chacras ou Plexos e seus circuitos energéticos, constituídos de diferentes gamas ou feixes energéticos e profundas variações dos elementos etéricos e substâncias, influenciando o composto de gases, vapores, líquidos e sólidos do corpo físico, então faremos reconhecer, que aquilo que tem sido ensinado sobre a matéria através dos tempos, além de ser muito errado e invertido, em parte é totalmente infantil. Para vir a comandar corpos complexos em órgãos e membros através da escalada biológica, a movimentação das Coroas e dos Chacras atinge verdadeiros esplendores mecânico-determinantes, pois, ainda

que a Centelha esteja palmilhando os tempos do automatismo inconsciente, ou do instinto, ou do embrião da razão, o fato é que as Coroas e os Chacras não falham em suas funções. Quando a Centelha atinge as alturas evolutivas do homem-padrão do presente, então, a complexidade das Coroas e dos Chacras torna-se profundamente ostensiva, numa imensa movimentação de luzes, frequências elétricas e magnéticas.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.