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Capítulo 130 de 234
Quem Erra Paga Até O Último Ceitil –
Apostila de Divinismo – Yolanda Santoro
Quem com ferro fere, com ferro será ferido, na justa oportunidade que a Lei do Equilíbrio oferecerá. Perdão de pecados não existe. Quem registra em si obras boas ou ruins, tem que se entender com elas, porque assim determina a Lei Universal de Equilíbrio; pelas boas obras, será glorificado, pelas más terá que fazer trabalho ressarcitivo. Atos exteriores não limpam o interior de ninguém; o reequilíbrio é por obras. Todas as falhas inventadas em nome do Cristo e impostas aos ignorantes e simplórios pelos fabricantes de religiões e seitas, como transferir responsabilidades espirituais, comutar penas ou dívidas,
absolver culpas etc. Serão esmigalhadas pela Verdade (Vide Apocalipse-capítulo 22). Da Justiça Divina ninguém fugirá, porque diante dela os títulos e paramentos se derreterão. Não existe redentor de fora, para os registros criminosos de dentro. Ninguém poderá discutir com a Lei e liquidar com a Justiça Divina. Nos abismos tenebrosos da subcrosta, ou nos umbrais exteriores, ou nas encarnações expiatórias, os transgressores da Lei curtem seus erros, até o último ceitil, porque na Justiça Divina não há lugar para os apologistas da iniquidade. A Justiça Divina não cai nas armadilhas do maquiavelismo humano. Toda iniquidade tem o seu preço a ser pago no Espaço e no Tempo - A Justiça, Divina se cumpre no Espaço e no Tempo, através de Leis Regentes Fundamentais, oferece elementos e oportunidades, ensinos tempos, para as devidas assimilações e, portanto, também tempos de prestação de contas. A Justiça Divina dá tempo, mas não tarda nem falta. A Justiça Divina considera o grau de conhecimento de causa das pessoas, mas não aceita desculpas, porque aqueles que chegam apresentando desculpas, não podem alegar ignorâncias. Desculpas são confissões de culpas. A Justiça Divina dá tempo, mas na hora precisa, pede contas rigorosas. Quem mais conhece, por tanto, mais responde. O erro espontâneo, ou puro de intenção deve ser advertido apenas, mas o erro proposital deve ser punido. O ato de endosso é criminoso, mesmo quando fantasiado de gesto de tolerância. Ninguém passará jamais por cima da Lei, todos deverão responder pelas próprias obras, mas o Bemfazer é uma forma de comutação de pena, é um modo de abrandar o Carma, bem comumente aceito pela Justiça Divina.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.