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Capítulo 52 de 234

Diagrama Celestial Ou Mapa Diagramático –

Apostila de Divinismo – Yolanda Santoro

É o atlas astral do Planeta. Mostra o Planeta sólido e os sete céus que compõem o mundo astral terrícola ou as sete faixas concêntricas e superpostas. Depois a subdivisão de sete em sete numa maravilhosa distribuição de moradas vibracionais vai para 34.600 subfaixas, que vão do seu interior até atingir a fronteira vibratória do Céu Crístico. A Terra toda, o Planeta Integral, em matéria de astralidade ou mundo espiritual apresenta quatro regiões distintas a saber:

1 - OS ABISMOS DA SUBCROSTA - constituído de 68 faixas trevosas pertencentes ao primeiro e segundo céus. A crosta ainda está sujeita ao segundo céu; e quanto mais para o centro da Terra sólida tanto mais inferior. O submundo, a vida astral da subcrosta é a morada daqueles que mal se comportaram, que jogaram mal com o dom sagrado de relativa liberdade. Os mais terrificantes estados existem por ali. Os corpos astrais ou perispiritais, que cada um constrói de acordo com o seu modo de sentir e agir, vão se degradando na razão direta dos desequilíbrios mentais. Portanto, é muito comum a característica de um ser humano no seu corpo astral revolver às formas animais inferiores, pelas quais já transitou durante a escalada pelos reinos e espécies, podendo atingir a configuração do répteis que são os níveis inferiores, que são as primeiras manifestações da escala evolutiva depois dos blocos e das larvas logo em seguida aos filamentosos Monstros por fora que casulam homens e mulheres por dentro. O tempo que um Espírito ficará sujeito a tais expiações corresponde ao montante de faltas, não havendo regra geral. Somando bilhões os habitantes desses lugares e são os que mais necessitam voltar às lides carnais, em termos de provas evolutivas e de expiações necessárias ao reequilíbrio moral.

2 - AS ZONAS DA CROSTA - Pertencentes ao terceiro céu temos 60 quilômetros de atmosfera terrestre, onde há uma promiscuidade tremenda. Aí vivem os desencarnados, vivem os encarnados com os seus corpos, e também os que vagueiam durante o dormir dos respectivos corpos. Tudo aquilo que Jesus viveu, expelindo maus Espíritos, tendo os Anjos ou Espíritos subindo e descendo sobre sua cabeça, tudo isso é lição para criaturas honestas e inteligentes, porque os 60 quilômetros de faixa que circundam a crosta vivem um burburinho tremendo de encarnados e desencarnados a se misturarem: Espíritos amigos e familiares, Espíritos afins em estado de dor e tormenta, Espíritos pertencentes ao Ministério do Espírito Santo ou Revelador; Espíritos que sem querer agem no plano da Lei e da Justiça exercendo vingança; Espíritos elementais; Espíritos de escala inferior ou animais que aguardam novas matrizes para reencarnar etc. É necessário orar e vigiar em pensamentos, sentimentos e atos, porque os perigos de aproximação não são pequenos!

3 - UMBRAIS - Pertencentes ainda ao terceiro céu temos, a partir de 60 quilômetro para fora do globo uma faixa constituída de uns 1.200 quilômetros, que são os umbrais, as trevas exteriores, um pouco menos terríveis do que os abismos da subcrosta. Aos poucos, gradativamente, essas trevas levam aos postos de socorros e organizações hospitalares das primeiras faixas de luz. Essa faixa, como as outras, se subdivide em subfaixas por imposição de leis vibratórias e para que a lei do peso específico faça irem transitando os Espíritos, até irem ter aos primeiros postos de socorro, ali pelos 1.300 quilômetros. Se é bom agir bem, orar e vigiar para não ir ter nos abismos da subcrosta, também é bom cuidar dos deveres, para não ficar mal na crosta nem nas faixas umbrosas.

4 - PLANOS DE LUZ - De 1.300 quilômetros para fora, começam os postos de socorro, os planos de luz, os céus que se vão tornando cada vez mais brilhantes e gloriosos. Temos o quarto céu, que indo até às fronteiras do quinto céu, vai entregando o Espírito a elevados níveis vibratórios, até entregá-lo, um dia, ao chamado oitavo céu, ou Céu Crístico. Até o Céu Crístico, quatro céus essenciais existem: quarto, quinto, sexto e sétimo que, entretanto, se subdividem em múltiplas subfaixas

ou subcéus, favorecendo estada a cada matiz de grau evolutivo, ofertando casa a todos os níveis de vibração por imposição da lei do peso específico. Para cada plano do mundo astral há um modo de viver, porque há um modo de ser que condiz com o grau de evolução. A evolução é lenta e cada um terá nos reinos espirituais o lugar que por suas obras tenha merecido. Quem vai orando e vigiando bem as suas obras diurnas, tratando de viver os Dez Mandamentos como Jesus o fez, por certo que vai tornando o seu corpo astral cada vez mais eterizado, luminoso e glorioso, para ir tendo penetração em tais céus. Porque outro recurso não há! Os planos ou céus mais afastados, porém, sujeitos à jurisdição planetária, ou sob o comando do Cristo Planetário são tão divinizados que os encarnados, ou habitantes dos céus inferiores não conseguem entender. Para quem mais desabrochar as Latentes Virtudes Divinas, os céus exteriores favorecem luzes e glórias, tais como os encarnados não podem conceber. E encarnam muito menos, ou quando chega a hora de contribuir com o que devem no plano carnal, já que no astral os seus deveres vibracionais não podem ser bem considerados pelos encarnados.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.