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Capítulo 30 de 234

Outras Coroas –

Apostila de Divinismo – Yolanda Santoro

E sobre a primeira Coroa que as outras seis se formarão, na lentíssima caminhada da Centelha ou nos primórdios biológicos. A segunda Coroa a se formar, nos milhões de anos, é amarela brilhante. A terceira Coroa a se formar é alaranjada, quase dourada. A quarta Coroa a se formar é solferina ou roxa brilhante, já se apresentando com mais largura ou dilatação. A quinta Coroa é azulina e com mais largura. A sexta Coroa é verde clara e mais dilatada. A sétima Coroa é cinza clara e mais dilatada, pois é a fronteira do Espírito ou da Centelha para com o mundo físico ou exterior. Todas as Coroas são sempre mais brilhantes por dentro e menos, por fora. Como é fácil notar, de dentro para fora, perdem em hierarquia e, para dentro, dá-se o inverso; se explica, pois as exteriores devem tomar contato com os elementos cada vez mais grosseiros ou densos do perispírito, do corpo astral ou substancial, através dos quais comandará os elementos substanciais, gasosos, vaporosos, líquidos e sólidos do corpo físico. A passagem de uma Coroa para outra é feita muito gradativamente, passando por matizes quase que inexplicáveis em linguagem humana. As Coroas sofrerão modificações em dimensões e colorações durante o processo evolutivo.

Se somarmos as escamas que formam a gama, com todo rigor, teremos a explicação dos graus hierárquicos por que a Centelha passará até atingir o Grau de Uno ou Crístico, que é a chegada na eliminação de todas as coroas exteriores, restando a primeira que é Luz Divina Individuada mas então, Divinamente dilatada, participando da Divina Ubiquidade, da Luz Divina Essencial. O mapa policrômico, as cores das Coroas poderão ser vistas por bons videntes ou psicômetras.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.