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Capítulo 6 de 38

Yima — parte 2 de 3

As Vidas de Osvaldo Polidoro

II. 20. O Criador, Ahura Mazda, chamou a uma reunião os Yazatas celestiais, no famoso Airyana Vaejo, pelo Vanguhi Daitya. Yima, o justo, o bom pastor, chamou para uma reunião os melhores dos mortais, no famoso Airyana Vaejo, pelo Vanguhi Daitya. 21. Para aquela reunião veio Ahura Mazda, no famoso Airyana Vaejo, pelo Vanguhi Daitya; vieram junto os Yazatas celestiais. Para aquela reunião veio o justo Yima, o bom pastor, no famoso Airyana Vaejo, pelo Vanguhi Daitya; veio junto com os melhores dos mortais. 22. E Ahura Mazda falou a Yima, dizendo: 'Ó justo Yima, filho de Vivanghat! No mundo material os invernos estão a ponto de chegar, isso trará um resfriamento feroz, mortal; no mundo material o mau inverno está a ponto de chegar, isso fará neve cair abundantemente, até mesmo no fundo das caves nos topos mais altos das montanhas. 23. 'E as bestas que vivem na selvageria, e esses que vivem nos topos das montanhas, e esses que vivem no seio dos vales, você os levará a abrigos subterrâneos. 24. 'Antes daquele inverno, o campo dará bastante grama para gado, antes de as águas inundarem tudo isto. Agora, depois do derretimento da neve, Ó Yima, o lugar em que a pegada de uma ovelha pode ser vista será uma maravilha no mundo. 25. 'Então faça para ti um Vara, (abrigo subterrâneo), longo(*) como um campo de equitação em seus lados, e para lá traga as sementes(**) de ovelhas e bois, de homens, de cachorros, de pássaros, e de fogueiras ardentes vermelhas. Então faça para ti um Vara, longo como um campo de equitação em todoos os lados do quadrado, para ser um domicílio para homem; um Vara, longo como um campo de equitação em todos os lados do quadrado, para bois e ovelhas. (*) dois hathras de lado: um hathra é quase uma milha inglesa. (**) Quer dizer, espécimes de cada espécies.] 26. ' Lá farás um fluxo de águas em um leito adequado; lá soltarás os pássaros, no verde que nunca perde o vigor, com comida que nunca faltará. Lá estabelecerás habitações, consistindo de uma casa com uma sacada, um pátio, e corredor. 27. 'Para lá trarás as sementes de homens e mulheres, dos maiores, melhores, e mais refinados nesta terra; para lá trarás as sementes de todo tipo de gado, do maior, melhor, e mais refinado desta terra. 28. 'Para lá trarás as sementes de todo tipo de árvore, das mais altas de tamanho e mais doces em seu perfume desta terra; para lá trarás as sementes de todo tipo de fruta, do melhor sabor e as mais docemente olorosas. Todos essas sementes trarás, duas de cada tipo, a ser mantido inesgotável lá, todo o tempo que esses homens ficarem no Vara. (29) 'não haverá nenhum corcunda, ninguém inchado por lá; nenhum impotente, nenhum lunático; ninguém malicioso, nenhum mentiroso; ninguém rancoroso, nenhum ciumento; ninguém com dente deteriorado, nenhum leproso a ser confinado, nem qualquer um que tenha marcas de Angra Mainyu estampadas nos corpos mortais. 30. ' Na parte maior do lugar, farás nove ruas, seis na parte mediana, três na menor. Para as ruas da parte maior tu trarás mil sementes de homens e mulheres; para as ruas da parte mediana, seiscentas; para as ruas da parte menor, trezentas. Aquele Vara, tu lacrarás com teu selo dourado, e farás uma porta, e uma janela lustrada.'

31. Então Yima disse a si mesmo: 'Como eu conseguirei fazer esse Vara que Ahura Mazda mandou que eu fizesse? 'E Ahura Mazda disse a Yima: 'Ó Yima justo, filho de Vivanghat! Esmague a terra com a marca do salto do teu sapato, e então misture-a com as tuas mãos, como faz o oleiro ao misturar o barro oleiro.' 32. [E Yima fez como Ahura Mazda desejou; esmagou a terra com a marca do salto do sapato dele, misturou com as mãos dele, como faz o oleiro ao misturar o barro do oleiro. 33. E Yima fez um Vara, longo com o comprimento de um campo de equitação em seus lados quadrados. Lá ele trouxe as sementes de ovelhas e bois, de homens, de cachorros, de pássaros, e de fogos ardentes vermelhos. Ele fez um Vara, longo com o comprimento de um campo de equitação em seus lados quadrados para ser um domicílio para homens; um Vara, longo com o comprimento de um campo de equitação em seus lados quadrados para bois e ovelhas. 34. Lá ele fez águas fluírem em um leito da forma adequada; lá soltou pássaros, no eterno verde, com comida que nunca falta. Lá ele estabeleceu habitações consistindo de casas com uma sacada, um pátio, e um corredor. 35. Lá ele trouxe as sementes de homens e mulheres, dos maiores, melhores, e mais refinados desta terra; lá ele trouxe as sementes de todo tipo de gado, do maior, melhor, e mais refinado desta terra. 36. Lá ele trouxe as sementes de todo tipo de árvore, das mais altas em tamanho e as mais docemente olorosas desta terra; lá ele trouxe as sementes de todo tipo de fruta, as melhores de sabor e as mais docemente olorosas. Todas essas sementes que ele trouxe, duas de todo tipo, a ser mantido inesgotável por lá, tão longo esses homens ficassem no Vara. 37. E não havia nenhum corcunda, nenhum inchado por lá; nenhum impotente, nenhum lunático; ninguém malicioso, nenhum mentiroso; ninguém rancoroso, nenhum ciumento; ninguém com dente estragado, nenhum leproso para ser confinado, nem alguém que tivesse marcas de Angra Mainyu estampadas nos corpos mortais. 38. Na parte maior do lugar ele fez nove ruas, seis na parte mediana, três na menor. Às ruas da parte maior ele trouxe mil sementes de homens e mulheres; para as ruas da parte mediana, seiscentas; para as ruas da parte menor, trezentas. Aquele Vara, lacrou-o com o anel dourado e fez uma porta e uma janela lustrada. 39. Ó Criador do mundo material, tu és Santo! O que são as luzes que dão luz no Vara que Yima fez? 40. Ahura Mazda respondeu: 'Há luzes não-criadas e luzes criadas. O que fica faltando ali é a visão das estrelas, da lua, e do sol, e um ano parece um dia. 41. 'Em cada quadragésimo ano, a cada par dois nasceram, um macho e uma fêmea. E assim foi para todo tipo de gado. E os homens viveram a mais feliz das vidas no Vara que Yima fez.' 42. Ó Criador do mundo material, tu és Santo! Quem foi que trouxe a Religião de Mazda no Vara que Yima fez? Ahura Mazda respondeu: 'Foi o pássaro Karshipta(*), Ó Zarathushtra santo!' (*)' O pássaro Karshipta mora nos céus: era ele que se mantém na terra, ele seria o rei dos pássaros. Ele trouxe a Religião no Vara de Vima, e recita o Avesta no idioma de pássaros (Bund. 19 e Bund. 24 ) 43. Ó Criador do mundo material, tu és Santo! Quem são Deus e o Mestre? Ahura Mazda respondeu: 'Urvatat-nara, Ó Zarathushtra!, e tu mesmo, Zarathushtra.' [35. Zarathushtra teve três filhos durante a vida dele, Isat-vastra, Hvare-chithra, e Urvatat-nara que eram respectivamente os pais e chefes das três classes, padres, guerreiros, e agricultores. Urvatat-nara, como um agricultor, foi escolhido ser o ahu ou Deus temporal do Var, por ser o Var subterrâneo. Zarathushtra, como um enviado divino, era, por direito, o ratu ou Deus Espiritual em Airyana Vaejah, onde ele fundou a Religião por um sacrifício (Bund. 33 e Introd. III, 15).]

É difícil não reconhecer nesta lenda uma adaptação de Zoroastro do dilúvio, se foi tirada da Bíblia ou da mitologia dos caldeus. A similitude é tão forte que não escapou aos muçulmanos, e Macoudi declara que certos autores colocam a data do dilúvio pelo tempo de Jamshed. Há diferenças essenciais e necessárias entre as duas lendas: o ser principal na narração do monoteísmo, o dilúvio, é enviado como um castigo de Deus; na versão do dualismo é uma pestilência do Daevas: mas o cerne das duas lendas é o mesmo: o herói em ambos é um homem íntegro que, prevenido por Deus, constrói um refúgio para receber espécimes escolhidos de gênero humano, planejado para, algum dia, substituir uma humanidade imperfeita, destruída por uma calamidade universal. E assim a antiga escritura continua. Pelo assim dito, fica bastante claro que a migração aconteceu ao Sul e Oeste, isto é, da pátria antiga (que Tilak disse que era o Ártico) para o Sul, i.e. Irã, Índia e para o Sudoeste, i.e para a Grécia e todos os países da Europa. As cidades de Mohenjo-Daro e Harappa foram construídas pelos arianos que migraram para a Índia, quando os Vedas foram escritos. Eles floresceram por milhares de anos, antes de sucumbirem por alguma outra catástrofe da natureza, ou talvez uma invasão de tribos não-arianas. O livro escrito pelo autor, intitulado "A Saga dos arianos" é uma história semi-fictícia e histórica, baseado nas escrituras dos arianos e a pesquisa anterior da pré-história. oOo –

Capítulo XXXIII 1. JEHOVIH disse a Yima: Tu separarás os espíritos, os em parte claros dos completamente escuros. Então, construirás um trono e um planalto suficiente para três mil milhões de almas; e porque há mais fêmeas que machos, tu

chamarás o lugar de teu trono de Astoreth. E quando tiveres providenciado uma casa para teu Conselho, enviarás seletores que trarão até ti os muitos que escolherem vir; e esta será a fundação de teu reino. 2. Yima procedeu como comandado pelo Pai, e agora tinha congregado ao redor de Astoreth um número suficiente para estabelecer lugares de diversão, lugares de adoração e lugares de aprender. Novamente a Voz veio a Yima, dizendo: 3. Porque teu reino é atraente, tua arte se inundou com preguiçosos que não são de nenhum lucro a qualquer pessoa no céu ou terra. Para mantê-los distante, murarás teu reino, todo o redor, com pilares de fogo. Pois desta forma Eu criei os homens, a quem ponho fora, que voltem com zelo. Por causa disto, faze teu trabalho de separação, eles correrão para ti. 4. E quando vierem a ti, cobrarás deles comportamento íntegro e então os alimentarás. E quando tu recolheres todos os que vêm deste modo, tu não contarás mais que a metade. 5. Mas esses que serão deixados ficarão sem julgamento, e tu tomarás posse deles, e os colocarás em colônias. E tu os classificarás. Os mais baixos de todos serão do primeiro grau; esses que vêm depois que sejam construídos os pilares de fogo formarão o segundo grau; e esses que vêm com os seletores serão chamados o terceiro grau. 6. E tu dividirás teus próprios anfitriões; esses que vão com teus Senhores até os mortais como espíritos guardiões serão chamados ashars, e eles trarão os espíritos dos recentemente mortos e os entregarão a teus anfitriões no céu, que serão chamados os anfitriões asaphs. 7. E os ashars dirigirão todos os espíritos para longe dos mortais, salvando os designados por ti ou teus Senhores. Pois acima de todas as coisas, busque tornar-te o controlador dos mortais, até o fim, até que eles se tornem crentes em Mim e no Meu domínio. 8. Yima dividiu os espíritos do céu então, de acordo com as ordens do Criador. Depois disso tomou posse dos espíritos que vagam na escuridão, tanto os da terra como os do céu, e os levou a lugares preparados para eles. E lhes proporcionou os médicos, enfermeiras e professores, e fizeram que com entendessem que estavam mortos como seus corpos na terra, e que eles tinham de deixar a terra. 9. Depois disto, Yima estabeleceu no céu lugares de aprender e lugares de trabalho, ensinando para os anjos a se vestir e se alimentar pelo seu próprio fabrico. 10. Novamente a Voz de Jehovih veio a Yima, dizendo: “Veja, Meu Filho, o céu mais baixo alcançou Scpe’oke. Então, é o tempo no qual anjos do primeiro grau sejam ensinados a construir mansões divinas”. 11. Yima comandou os professores e os superintendentes das fábricas a proibirem os espíritos de voltarem a ser mortais, salvo através de permissão. Yima disse: 12. É mais sábio inspirar os mortais a subir ao céu depois da morte que forçar os anjos a irem até a terra. E meus Senhores na terra também trabalharão para este fim. Assim Yima ensinou novas inspirações, no céu e na terra, que era para que os anjos dos mortos construíssem casas no céu para a família deles, e que deveria ser ensinado aos mortais que havia mansões no céu, prontas para as suas almas depois da morte. 13. Yima disse: os Mortais fundados nesta convicção não se tornarão espíritos que vagam logo depois de sua morte. 14. Enquanto Yima estava construindo assim no céu, os Senhores dele, com os seus espíritos auxiliares, estavam se manifestando na terra, como nunca tinham feito antes, desde a fundação deste mundo. 15. Os templos das estrelas foram quebrados e jogados ao chão pelos espíritos; os portões de ferro das cidades se foram, levados para as florestas; os palácios de reis e rainhas ficaram sem teto, e as pedras das paredes dos palácios foram lançadas dos seus lugares; até mesmo as da fundação, não ficou pedra sobre pedra; e estas coisas foram feitas pelos espíritos do céu. 16. E os homens, mulheres e crianças foram levadas no ar pelos anjos, e incólumes. Os bens domésticos foram levados, e a comida das mesas jogadas fora, até mesmo quando os mortais se sentaram no banquete, e fizeram com que eles vissem a comida indo embora; com os seus próprios olhos eles viram estas coisas. 17. E fizeram com que os mortais tivessem visões e sonhassem sonhos de profecia, e tivessem poderes incomuns. E em muitos lugares os espíritos assumiram corpos, e caminharam entre mortais, sendo vistos e sentidos; e falaram audivelmente, explicando aos mortais o domínio de Yima e os seus Senhores. 18. Em todas as mansões que Yima e seus anfitriões fizeram no céu, os seus Senhores trabalharam em harmonia com ele no seu trabalho na terra. Não obstante, também havia espíritos vagando na terra que não pertenciam aos reinos do céu, mas que fizeram manifestações por sua própria conta; e lhes foi dado que mentissem, lisonjeassem, que fossem maldosos em geral. Yima, pouco a pouco, cortou estes espíritos maus, e os levou embora às suas colônias, e os disciplinou. 19. Tal, então, era o trabalho de Yima quando Fragapatti veio vê-lo, a fim de honrá-lo, em cuja ocasião Yima proclamou feriado em Astoreth, e convidou os seus Senhores e capitães e outros para estarem presente e participarem desta festividade prazerosa.

desde os vedas... Todas as Escolas Iniciáticas, ou aquele Espiritismo de portas fechadas ao vulgo, repousavam no conhecimento da Verdade Profética; e por isso viviam em comunhão com as grandes leis, sabendo perfeitamente as coisas da reencarnação e a função dos espíritos artistas, cientistas e videntes ou profetas no mundo. Jamais um iniciado poderia ser um bruto ou animalizado, porque ele era na Terra um representante das excelsas verdades do mundo espiritual. (Bíblia dos Espíritas) “Depois de ler e historiar as primeiras etapas do homem sobre a Terra, expondo os possíveis conceitos sobre DEUS, o AMOR e a CIÊNCIA, em conformidade com a sua natural inferioridade, encaminhou as atenções para os Vedas, que o autor do livro dizia serem os primeiros reveladores com radicais caracteres de organização. Antes, afirmou, tudo eram verdades bisonhas, medíocres, isentas de caráter universal, sem o mais leve resquício de organização doutrinária. Segundo narrativas antiqüíssimas, empolgavam as primeiras mulheres sacerdotisas e os primeiros feiticeiros ou fanáticos, crentes em pedras, em árvores, em animais, em astros, em espíritos familiares de baixíssimo teor espiritual, etc.” “Com os Vedas, segundo o autor do livro, vieram os primeiros iluminados e fizeram obra de acendrada organização doutrinária. Em linhas gerais ressaltou as lições védicas, observando a grandeza doutrinária, o DIVINO MONISMO exposto, mas em sentido esotérico, de portas fechadas. A VERDADE era para poucos... O grande número ficava entregue aos desmandos da idolatria, do paganismo e das explorações de variada ordem.”(trecho do livro Lei, Graça e Verdade) A palavra Veda significa “O Saber”, e é o corpo de escrituras sagradas redigidas em sânscrito arcaico, em uma época estimada como sendo entre 1800 e 800 aC, do conhecimento oral que remonta à noite dos tempos. Famílias sacerdotais memorizavam o conteúdo e o transmitiam nas escolas em que se formavam os futuros sacerdotes. A Vedanta (conhecimento total) é uma filosofia transmitida pelos Vedas (conjuntos de conhecimentos). Tais conhecimentos foram compilados de uma antiga tradição oral, formando as escrituras sagradas mais antigas da Índia. Ensinam que nossa real natureza é divina. Deus é nosso mais íntimo Ser, uma realidade subjacente a tudo o que existe. A Verdade é universal e a religião é a busca do Ser, a busca de Deus dentro de nós. A Vedanta não nos pede que abandonemos a razão: encoraja uma abordagem científica e racional da religião. Escritura básica, no hinduísmo, da soma total do conhecimento, a Verdade descoberta (Vedanta) é apresentada pelos Richis (clarividentes que descobrem o que sempre existiu: não há nada de novo no universo; novas são as descobertas), e contém as Upanishades (de onde partem todas as escolas filosóficas hindus) que são a base do conhecimento espiritual dos Vedas. A essência dos Upanishades está em Bhagavad Gita.

“Para a ciência antiga, o universo sem limites não era uma matéria morta, regida por leis mecânicas, mas um todo vivo, dotado duma inteligência, duma alma e duma vontade.” - G. I. Cumpre saber que a Teoria do Divino Monismo é antiqüíssima, remonta ao vedismo iniciático. Certos autores modernos, indo buscar lá para trás os informes, nada mais têm feito que saturá-los de teorias e termos técnicos em profusão, e até em profusão de confusão, querendo passar por inovadores. Quem quiser saber disto pelas fontes primitivas, procure conhecer Crisna, Moisés (fora da Bíblia) e Pitágoras.(Bíblia dos Espíritas) Além dos Vedas codificados por Vyasa*, há os Códigos da Lei (Smirtis), codificadas por Manu*. Os Smirti (o corpo) mudam, são flexíveis, pois regulam as necessidades do gênero humano. O Sruti (a alma), não, está além do tempo. O Veda popular contém histórias e lendas que ilustram os princípios da Vedanta: Ramayana (de Valmiki, escrito entre 200 aC e 200 dC, conta a história de Rama*) e Mahabharata (de Viasa, escrito em torno de 500 aC, com 200 mil versos, relata as guerras das tribos da região do Ganges – contém o Bhagavad Gita, poema sobre o diálogo entre o Eu divino (Krishna*), e o ego humano (Arjuna). * Vidas do nosso irmão Osvaldo Polidoro

Quem, dentre as gerações que se estenderam pelos milhões de anos, ensinou o mais certo, sobre o Princípio ou Deus? Quantos foram os Grandes Iniciados, Patriarcas, Profetas, Mestres ou Cristos, que realmente falaram a LINGUAGEM DA VERDADE? Os cinco maiores foram Hermes, Crisna, Moisés, Pitágoras e Jesus, pois em todos eles fulgurou a CONSCIÊNCIA DA UNIDADE, O PRINCÍPIO ÚNICO, O DIVINO MONISMO, UMA ÚNICA CAUSA DETERMINANTE, COMO CHAVE DE TODOS OS EFEITOS, CONHECIDOS OU POR CONHECER. Falaram da VERDADE ESSENCIAL, DAS LEIS ETERNAS, PERFEITAS E IMUTÁVEIS, e, portanto, convém ressaltar, eles não têm idade, não passam, não mudam naquilo que representaram, O PRINCÍPIO ÚNICO E SUAS LEIS REGENTES OU FUNDAMENTAIS.

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