Voltar ao livro As Vidas de Osvaldo Polidoro

Capítulo 27 de 38

João Batista — parte 1 de 3

As Vidas de Osvaldo Polidoro

- Leitura preliminar: Quem foram os ESSÊNIOS: “Então Jesus, tirando-o do meio do povo, e tomando-o de parte, meteu-lhe os seus dedos nos ouvidos; e cuspindo, pôs-lhe da sua saliva sobre a língua.” - Marcos, cap. 7. “Ao tempo em que viveu o PORTADOR DA GRAÇA, apenas restavam dos Profetas poucos Cenáculos, nas fronteiras do Egito e beirando o Mar Morto. Realmente, como temos aqui aprendido, a Escola Essênia tinha dois pontos fundamentais de ordem religiosa: o AMOR e a CIÊNCIA, empregando a Revelação como instrumento de pesquisas espirituais.” (trecho do livro Lei, Graça e Verdade) “Fez entender que Henoc, o MAIOR PATRIARCA dos povos hebreus primitivos, tendo viajado pela Índia a mando espiritual, trouxe de lá o primitivo essenismo, ou vedismo, fundando a ORDEM DOS ESSÊNIOS, ou Escola de Profetas de Israel, como veio a se chamar mais tarde. Escolhiam, através de estudos e severíssimas observações, os que deviam ser os profetas. Estes deviam portar-se da melhor maneira, fossem casados ou solteiros, a fim de serem dignos das melhores e mais perfeitas mensagens espirituais. Lembrou o VELHO TESTAMENTO, cheio de repetidas referências a respeito, isto é, repleto de mensagens espirituais, através de elementos nazireus ou escolhidos. Não raro, disse, os pais recebiam mensagens referentes aos futuros nascituros, razão pela qual, desde o ventre materno, já se destinavam ao ministério da Revelação. Tudo, porém, em caráter reservado ou de portas fechadas. A ORDEM ESSÊNIA foi sempre a mais rigorosa em matéria de sigilo a ser mantido”. (trecho do livro Lei, Graça e Verdade) 3 – O Precursor e o Precursado surgiram da Escola de Profetas de Israel, a Fraternidade dos Essênios integrou-se no movimento denominado o Caminho do Senhor, vindo seus vultos a se tornarem os baluartes do movimento, enfrentando ódios e perseguições, prisões e martírios.(trecho do livro “Confissões de um Corruptor”)

“Jesus usou de muitos recursos para realizar Suas curas; de recursos que foram tirados, propositalmente, dos documentos deixados pelos Apóstolos. E como tivesse Ele os anjos, espíritos ou almas, subindo e descendo sobre a Sua cabeça, que quer dizer ao Seu redor, qualquer um pode compreender de onde Lhe vinham os ensinamentos e os conselhos. Paulo diz, numa das Epístolas, que enquanto encarnado, Jesus era um pouco inferior aos anjos; isto é, aos espíritos bons e livres ou de Deus. É uma verdade simples, muito simples, que qualquer de nós, que conheça suas vidas e função no mundo, compreende com toda simplicidade. Quanto aos meios de cura, cumpre dizer o seguinte: A Escola de Profetas de Israel, ou de Nazireus, ou também chamada de Escola Essênica, tinha elementos pertencentes a três categorias: a - Os filiados em geral, solteiros e casados, que viviam a vida simples da agricultura, sem outros deveres que não fossem observar a conduta que a Lei determina, e de estar a par dos movimentos da Escola ou Ordem; b - Os Nazireus, ou Médiuns, que se versavam no exercício profético ou mediúnico. Tudo dependia dos anúncios vindos antes de nascerem, ou da vontade do indivíduo, por causa de faculdades que se lhe manifestavam. A Bíblia contém muitos informes, sobre filhos que foram oferecidos, pelas mães, ao serviço profético, etc.; c - Os Terapeutas, que muitas vezes eram também Nazireus, e que faziam aprofundados estudos de medicina, começando pelo espírito, observando o perispírito e considerando os reflexos no corpo somático. Não é preciso lembrar que Jesus, o Messias, o Ungido, o Divino Delegado, o que tinha o Espírito de Profecia Sem Medida, tinha tudo aquilo, e mais aquilo que por ora é difícil fazer entender. Quando os leitores se fizerem elementos do Grau Crístico, e receberem um tal Divino Encargo, hão de saber o que é. Enquanto isso não ocorrer, por sim e por não, terão que movimentar a pedra contraditória...” (do livro A Bíblia dos Espíritas)

Eram originários do Egito, e durante a dominação do Império Selêucida, em 170 a.C., formaram um pequeno grupo de judeus, que abandonou as cidades e rumou para o deserto, passando a viver às margens do Mar Morto, e cujas colônias estendiam-se até o vale do Nilo. No tempo de Jesus, a agremiação dos Essênios era a última restante das confrarias de profetas organizadas por Samuel. Não lutavam mais, como seus antecessores, apenas conservavam a tradição. Seus dois centros principais eram à margem do Lago Maoris, Egito, (onde ficou João Batista), e em Engaddi, à margem do Mar Morto (onde ficou Jesus). Acima de Engaddi, onde os essênios cultivavam o sésamo e a vinha, um atalho escarpado levava a uma gruta. Os essênios tinham-na preparado para os que quisessem se submeter à prova da solidão. Ali havia alguns rolos de escritos dos profetas, aromáticos fortificantes, figos secos e um fio de água (ali esteve Jesus). O nome Essênios vem do termo sírio Asaya, que significa médicos. Contrários aos saduceus sensuais, que negavam a imortalidade; aos fariseus de rígidas práticas exteriores e de virtudes apenas aparentes, nunca os essênios tomaram parte nas querelas que tornaram antagonistas aquelas duas outras seitas. Flávio Josefo, historiador judeu (37 d.C./100 d.C.), autor de: A Guerra Judaica e As antiguidades Judaicas, recebeu alguns ensinamentos de um mestre essênio com quem viveu durante três anos. Flávio nos diz, a respeito dos essênios: "Existem,

com efeito, entre os judeus, três escolas filosóficas: os adeptos da primeira são os fariseus; os da segunda, os saduceus; os da terceira, que apreciam justamente praticar uma vida venerável, são denominados essênios: são judeus pela raça, mas, além disso, estão unidos entre si por uma afeição mútua maior que a dos outros" O romano Plínio, o Velho, nos oferece precioso dado para a localização dos essênios: "Na parte ocidental do mar Morto os essênios se afastam das margens por toda a extensão em que estas são perigosas. Trata-se de um povo único em seu gênero e admirável no mundo inteiro, mais que qualquer outro: sem nenhuma mulher e tendo renunciado inteiramente ao amor; sem dinheiro e tendo por única companhia as palmeiras. Dia após dia esse povo renasce em igual número, graças à grande quantidade dos que chegam; com efeito, afluem aqui em grande número aqueles que a vida leva, cansados das oscilações da sorte, a adotar seus costumes“ No meio da corrupção que imperava, os essênios conservavam a tradição dos profetas e o segredo da Pura Doutrina. De costumes irrepreensíveis, moralidade exemplar, pacíficos e de boa fé, dedicavam-se ao estudo espiritualista, à contemplação e à caridade, longe do materialismo avassalador. Segundo alguns estudiosos, foi nesse meio onde passou Jesus, no período que corresponde entre seus 13 e 30 anos. Os essênios suportavam com admirável estoicismo os maiores sacrifícios para não violar o menor preceito religioso. Procuravam servir a Deus, auxiliando o próximo, sem imolações no altar e sem cultuar imagens. Eram livres, trabalhavam em comunidade, vivendo do que produziam. Em seu meio não havia escravos. Tornaram-se famosos pelo conhecimento e uso das ervas, entregando-se abertamente ao exercício da medicina ocultista. Em seus ensinos, seguindo o método das Escolas Iniciáticas, submetiam os discípulos a rituais de Iniciação, e conforme adquiriam conhecimentos e passavam para graus mais avançados. Mostravam então, tanto na teoria quanto na prática, as Leis Superiores do Universo e da Vida, tristemente esquecidas na ocasião. Alguns dizem que eles preparavam a vinda do Messias. Eram uma seita aberta aos necessitados e desamparados, mantendo inúmeras atividades onde a acolhida, o tratamento de doentes e a instrução dos jovens eram a face externa de seus objetivos. Muitos estudiosos acreditam que a Igreja Católica procura manter silêncio acerca dos essênios, tentando ocultar que recebeu desta seita muitas influências. Não há nenhum documento que comprove a estada essênia de Jesus, no entanto seus atos são típicos de quem foi iniciado nesta seita. A missão dos seguidores do Mestre Verdadeiro foi a de difundir a vinda de um Messias e nisto contribuíram para a chegada de Jesus. Na verdade, os essênios não aguardavam um só Messias, e sim, dois. Um originário da Casa de Davi, viria para legislar e devolver aos judeus a pátria e estabelecer a justiça. Esse Messias-Rei restituiria ao povo de Israel a sua soberania e dignidade, instaurando um novo período de paz social e prosperidade. Jesus foi recebido por muitos como a encarnação deste Messias de sangue real. No alto da cruz onde padeceu, lia-se a inscrição: Jesus Nazareno Rei dos Judeus. O outro Messias esperado nasceria de um descendente da Casa de Levi. Este Salvador seguiria a tradição da linhagem sacerdotal dos grandes mártires. Sua morte representaria a redenção do povo e todo o sofrimento e humilhação por que teria que passar em vida seria previamente traçado por Deus. O Messias-Sacerdote se mostraria resignado com seu destino, dando a vida em sacrifício. Faria purgar os pecados de todos e a conduta de seus atos seria o exemplo da fé que leva os homens a Deus. Para muitos, a figura do pregador João Batista se encaixa no perfil do segundo Messias. Até os nossos dias, uma seita do sul do Irã, os mandeanos, sustenta ser João Batista o verdadeiro Messias. Vivendo em comunidades distantes, os essênios sempre procuravam encontrar na solidão do deserto o lugar ideal para desenvolverem a espiritualidade e estabelecerem a vida comunitária, onde a partilha dos bens era a regra. Rompendo com o conceito da propriedade individual, acreditavam ser possível implantar no reino da Terra a verdadeira igualdade e a fraternidade entre os homens. Consideravam a escravidão um ultraje à missão do homem dada por Deus. Todos os membros da seita trabalhavam para si e nas tarefas comuns, sempre desempenhando atividades profissionais que não envolvessem a destruição ou violência. Não era possível encontrar entre eles açougueiros ou fabricantes de armas, mas sim grande quantidade de mestres, escribas, instrutores, que através do ensino passavam de forma sutil os pensamentos da seita aos leigos. O silêncio era prezado por eles. Sabiam guardá-lo, evitando discussões em público e assuntos sobre religião. A voz, para um essênio, possuía grande poder e não devia ser desperdiçada. Através dela, com diferentes entonações, eram capazes de curar um doente. Cultivavam hábitos saudáveis, zelando pela alimentação, físico e higiene pessoal. A capacidade de predizer o futuro e a leitura do destino através da linguagem dos astros tornaram os essênios figuras magnéticas, conhecidas por suas vestes brancas. Eram excelentes médicos também. “Lei, Amor e Revelação, essa era a base doutrinária dos homens do Caminho; a seguir, entretanto, as práticas mudaram de feição, tomaram rumo totalmente diferente. A festa do pão e do vinho, que era a da confraternização anual, criada pelos antigos Essênios como sendo a da igualdade, pois comer do mesmo pão e beber do mesmo vinho simbolizava a fraternidade comunal, essa foi transformada em instrumento subordinante em meio de compressão, obrigando a sujeições diante dos beleguins do Império.” (Confissões de Um Corruptor) Nos escritos dos rosacruzes, são considerados como uma ramificação da Grande Fraternidade Branca, fundada no Egito no tempo do faráo Akenaton. Em cada parte do mundo onde se estabeleceram, eles receberam nomes diferentes, às vezes por necessidades de se proteger contra as perseguições ou para manter afastados os difamadores. Mestres em saber adaptar seus pensamentos às religiões dos países onde se situavam, agiram misturando muitos aspectos de sua doutrina a outras crenças.

O saber mais profundo dos essênios era velado à maioria das pessoas. É sabido também que liam textos e estudavam outras doutrinas. Para ser um essênio, o pretendente era preparado desde a infância na vida comunitária de suas aldeias isoladas. Já adulto, o adepto, após cumprir várias etapas de aprendizado, recebia uma missão definida que ele deveria cumprir até o fim da vida. Vestidos com roupas brancas, ficaram conhecidos em sua época como aqueles que "são do caminho". Foram fundadores dos abrigos denominados "beth-saida", que tinham como tarefa cuidar de doentes e desabrigados em épocas de epidemia e fome. Os beth-saida anteciparam em séculos os hospitais, instituição que tem seu nome derivado de hospitaleiros, denominação de um ramo essênio voltado para a prestação de socorro às pessoas doentes. Fizeram obras maravilhosas, que refletem até os nossos dias.

Trechos encontrados: “Deus é Princípio; seus atributos só se manifestam através da matéria para o homem exterior. Deus não é uma pessoa, nem se revela ao homem exterior em qualquer forma de nuvem ou glória." "Deus é a realidade primordial no mundo do espírito; Deus é a fonte da verdade nas esferas da mente; Deus não se assemelha a um homem nem a uma máquina; O Pai Primeiro é espírito universal, verdade eterna e realidade infinita. Ele é infinitamente mais que a realidade idealizada ou o universo personalizado." "As formas do homem e da mulher são manifestações da Verdade de Deus, mas Deus não está manifesto na forma do homem ou da mulher como um ser. O corpo do Homem é um templo no qual habita a alma, por cujas janelas vemos as criações e evoluções de Deus. " "Os corpos físicos dos mortais são os "templos de Deus". É tal a infinitude da perfeição de Deus, que o torna um mistério para a eternidade. E o maior de todos os mistérios impenetráveis de Deus é o prodígio de sua morada divina na mente dos mortais. Mesmo que realmente exista esta comunhão pessoal e íntima entre os Filhos Criadores de Universos e suas criaturas mortais, ainda assim os homens mortais têm algo do próprio Deus Pai que, de fato, mora em seu interior; seus corpos são templos dele. Através da presença de seu espírito que se reparte, o Pai Criador mantém um contato imediato com seus filhos e com os Universos criados. " Pontos comuns entre os essênios e os pitagóricos: Prece ao levantar do sol. Roupas de linho. Refeições fraternais. Noviciado de um ano. Três graus de iniciação. Organização da ordem. Comunidade de bens, sob a gerência de curadores. Lei do silêncio. Juramento dos mistérios. Mesma divisão no ensino dos conhecimentos.

SOBRE JOÃO BATISTA, NA BÍBLIA: Mateus 11, 11: "Em Verdade vos digo que, entre os que de mulher têm nascido, não apareceu alguém maior do que João Batista" João 3, 27: “João respondeu, e disse: O homem não pode receber coisa alguma, se não lhe for dada do céu. Vós mesmos me sois testemunhas de que disse: Eu não sou o Cristo, mas sou enviado adiante dele. Aquele que tem a esposa é o esposo; mas o amigo do esposo, que lhe assiste e o ouve, alegra-se muito com a voz do esposo. Assim, pois, já este meu gozo está cumprido. É necessário que ele cresça e que eu diminua”. Mateus 17, 10: “E os seus discípulos o interrogaram, dizendo: Por que dizem então os escribas que é mister que Elias venha primeiro? E Jesus, respondendo, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro, e restaurará todas as coisas; Mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram, mas fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim farão eles também padecer o Filho do homem. Então entenderam os discípulos que lhes falara de João, o Batista”. A LEI (Moisés) veio apresentar (como João Batista) o Modelo de Comportamento (Jesus).

Sua vida: João, o Batista, nasceu em Ain Karem, pouco ao sul de Jerusalém; foi filho de Isabel e Zacarias, virtuosos na conduta perante a Lei. Ambos eram idosos e ela era estéril, por isso não tinham filhos. Estando Zacarias em seus trabalhos de sacerdote, apareceu-lhe Gabriel, para anunciar-lhe que seria pai de um menino, a quem chamariam João... “e ele será grande diante do Senhor, não beberá vinho, nem bebida forte, será cheio do Espírito Santo, já no ventre materno. E converterá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus. E irá adiante dele no espírito e no poder de Elias, para converter os desobedientes à prudência dos justos e habilitar para o Senhor um povo preparado.” Como houve certa dúvida da parte de Zacarias, Gabriel avisa-lhe que ficará mudo até que tudo se cumpra.E Isabel concebeu e se manteve oculta por cinco meses, dizendo: “Assim me fez o Senhor nos dias em que suas vistas se volveram a fazer cessar a minha vergonha entre os homens".Compreende-se a oração de Isabel porque, entre os judeus, a esterilidade era considerada como um castigo. Ao sexto mês de gestação de Isabel, a Gabriel coube anunciar para Maria, prima de Isabel, que ela seria mãe de Jesus: “Será grande e será chamado Filho do Altíssimo; Deus, o Senhor, lhe dará o trono de Davi, seu pai; ele reinará para sempre sobre a casa de Jacó, e seu reinado não terá fim. Gabriel também contou-lhe sobre o filho concebido por sua prima

Isabel, então Maria apressou-se em visitá-la, vencendo os 150 quilômetros que as separavam, a fim de ajudar no que fosse necessário, durante 3 meses. Maria, grávida de Jesus, aproxima-se de Isabel. Esta sente João estremecer em seu seio. Cheia do Espírito Santo, exclama em alta voz: "Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre. E donde vem a mim esta dita, que venha visitar-me a Mãe do meu Senhor? Porque assim que chegou a voz da tua saudação aos meus ouvidos, logo o menino exultou de prazer em minhas entranhas. E bem-aventurada tu, que creste, porque se cumprirão as coisas que da parte do Senhor te foram ditas". Ao nascer o bebê de Isabel, quiseram os familiares chamá-lo Zacarias, como o pai; este, quando reafirmou, escrevendo numa tabuinha, que seu nome seria João (Yohanan, que significa o Senhor realiza a graça), recuperou a fala, fazendo com que todos percebessem que a “mão do Senhor estava com ele”.

"Ora, o menino crescia, e se fortificava no espírito, e habitava nos desertos, até ao dia em que se manifestou a Israel” - Lucas, cap. 1. Primeiro, considerar os fatos mediúnicos que revestem os acontecimentos relatados no primeiro capítulo de todos os evangelistas. Segundo, que ninguém foi parar nos desertos, mas sim às margens do Mar Morto, e do Lago Morto, este nas fronteiras do Egito, onde existiam Cenáculos Essênios, a fazer os devidos preparatórios e também para aguardar o tempo de entrar em função, segundo ordens do Espaço. Quando diz a Escritura que alguém foi "cheio de Espírito Santo", diz que caiu em transe mediúnico, nada mais. (Novo Testamento dos Espíritas)

E o menino cresceu. Logo seus pais desencarnaram, passando então a ser criado pela comunidade dos essênios próximo ao Lago Morto, nas fronteiras do Egito. De tempos em tempos, ele e Jesus se encontravam, em convívio familiar. Em termos de aparência exterior, João Batista era do ramo da família que tinha a pele morena, enquanto Jesus era do ramo de tez clara. João tinha a figura de asceta, vestia pele de camelo e um cinturão de couro; até no aspecto recordava a inflamada figura de Elias.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.