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Capítulo 28 de 38

João Batista — parte 2 de 3

As Vidas de Osvaldo Polidoro

Houve, durante este período, o preparo dos que acompanhariam tanto Jesus, quanto João Batista (em torno de 70 para cada um). Eram médiuns conscientes do momento divino vivido, conheciam os ensinamentos iniciáticos e auxiliavam no que era necessário para que a tarefa tivesse cumprimento. No seio desta comunidade, eles encontravam pousada ao longo de suas caminhadas, a comida necessária, o dinheiro para as pequenas compras; até mesmo o jumentinho que Jesus usou para que se cumprissem as escrituras foi por eles emprestado.

Cumpre salientar, que João e Jesus saíram a público com uma coroa de setenta e dois discípulos, fornecedores de elementos mediúnicos para os devidos e necessários fins. Repetimos, ainda, que com o triunfo de Jesus, os Cenáculos Essênios foram fechando suas portas, para se incorporarem ao Caminho do Senhor. É que, com o advento do Messias, a Escola de Profetas de Israel terminara sua função oculta, ficando na obrigação de trabalhar pela extensão do Consolador sobre a Terra. E se Roma não tivesse feito tamanha traição ao Batismo de Espírito, as graças da Revelação já teriam enchido a Terra e a humanidade estaria muito ilustrada em matéria de espiritualidade.(Novo Testamento dos Espíritas)

"E depois disto designou o Senhor ainda outros setenta e dois" - Lucas, cap 10. Se ninguém tivesse adulterado as letras, todos conheceriam que João Batista e Jesus saíram dos Cenáculos Essênios com setenta e dois discípulos cada um; que os discípulos de João se agregaram a Jesus, depois de sua morte; e que os Essênios, com o triunfo de Jesus, cerraram as portas e se incorporaram ao Caminho do Senhor. Uma vez tornada ostensiva a Revelação, pelo Batismo de Espírito, tudo estava terminado para as Escolas de Portas Fechadas. (Novo Testamento dos Espíritas)

"Marta e Maria” - Lucas, cap. 10. Durante a peregrinação de João Batista e de Jesus, repousavam eles na residência dos elementos Essênios, da Escola de Profetas de Israel, que se achavam espalhados pelo povo. Lázaro, Marta e Maria eram gente essênia, tendo Jesus muitas vezes ali repousado, em companhia de alguns discípulos. (Novo Testamento dos Espíritas)

"E trouxeram o jumentinho a Jesus" - Marcos, cap. 11. O essenismo, a Escola de Profetas de Israel, recebeu João Batista e Jesus, amparou-os até o devido tempo, conforme estava nas profecias, deixou-os ir quando veio a ordem pela Revelação. Nada foi esquecido, tudo foi lembrado e executado da melhor maneira. Para descansar, comer e beber, contavam com a casa dos amigos e companheiros de trabalho. Assim também foi com o caso do jumentinho. (Novo Testamento dos Espíritas)

17- Cumprido o tempo, o Plano Diretor do Planeta mandou João Batista fazer a sua parte e apresentar o Divino Molde e Derramador da Revelação sobre toda a carne; João tinha vinte e nove anos quando saiu para fazer isso. (Evangelho Eterno, cap. VIII)

Sendo ainda Herodes o tetrarca da Galiléia, recebeu João a ordem divina para que iniciasse a pregação: sua palavra se espalharia entre todos, e seu trabalho de atrair gentes para o arrependimento de erros cometidos seria auxiliado pelo batismo com água.

"Os dois batismos" - Marcos, cap. 11. João Batista usou de uma formalidade para atrair as gentes e poder falar de Jesus, que era o seu dever. Jesus, no Pentecostes, batizou em Revelação, abriu as portas dos Cenáculos Iniciáticos. Nenhum dos batismos salva a quem quer que seja. Porque o de Jesus, que é de Revelação ou Palavra de Deus, apenas adverte, ilustra e consola. Quanto às obras, que cada um tome conta das suas. E quem for mais avisado, que melhor cumpra com os seus deveres.(Novo Testamento dos Espíritos)

"Mas que esperassem a promessa do Pai" - Atos, cap. 1. A promessa do derrame de Espírito ou Revelação, que seria sobre toda a carne, foi feita umas vinte vezes no Velho Testamento; João Batista veio na frente, como Elias reencarnado, e chamou de batismo de Espírito ao que se dizia derrame de Espírito; e todos podem ler, principalmente nos capítulos quatorze, quinze e dezesseis, de João, o que Jesus disse que deixaria, para tirar a orfandade. E as primeiras palavras de Jesus, ao ressurgir em espírito, foram para lembrar aos discípulos o cumprimento da promessa. (Novo Testamento dos Espíritos)

"Conhecendo somente o batismo de João" - Atos, cap. 18. Todo e qualquer conhecedor das verdades revelacionistas sabe que nenhum dos batismos, por si só, torna o espírito melhor perante si mesmo e perante Deus. O de João, um simples formalismo inventado pelos mestres essênios, para fazer João com isso atrair as gentes e concitar à penitência, preparando-se, portanto, para o batismo de Jesus, que seria a base da edificação doutrinária terrena. E o de Jesus, batismo de Revelação, comunicação de anjos, espíritos ou almas, constituindo fonte graciosa de consolações e advertências, mas apenas isso. Apenas isso, fica entendido, porque a evolução íntima é coisa que os Dez Mandamentos deverão fazer, pelo fato de vivê-la! Nenhum formalismo, nem o revelacionismo, jamais tornarão alguém PURO e SÁBIO. É o que importa saber, com ou sem Escrituras, porque a Verdade não morreu lá com os Apóstolos, não vai morrer nos livros presentes nem jamais morrerá em tempo algum. Para cada época a Revelação dirá a sua lição. (Novo Testamento dos Espíritos)

João Batista e Jesus eram Nazireus, Essênios, Profetas, Videntes, nunca padres.(A Bíblia dos Espíritas)

18 - Aos vinte e nove anos, também Jesus recebeu ordem para dar início ao seu trabalho missionário; foi à procura de João, porque um fato mediúnico de importância capital tinha de acontecer, na hora do batismo, como aconteceu; (Evangelho Eterno, cap. VIII)

Tal como previsto em Isaías: “Voz que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. Todo vale será aterrado, e nivelados todos os montes e outeiros; os caminhos tortuosos serão retificados, e os escabrosos, aplanados; e toda a carne verá a salvação de Deus”. Num local que é mencionado como Betânia além-Jordão, Betabara, João chamava a todos de raça de víboras. Conclamava ao arrependimento e a pensar na ira porvindoura, avisando que as más árvores seriam abatidas e lançadas ao fogo. Ensinava sobre a justiça, a bondade, a renúncia, a virtude vivida, avisando de que seu batismo era de água, mas viria Jesus, o Verbo Exemplar, com outro batismo: “A sua pá, ele a tem na mão, para limpar completamente a sua eira e recolher o trigo no seu celeiro; porém queimará a palha em fogo inextinguível”.

O batismo de água Quando João Evangelista menciona a frase de Jesus “Digo-te em verdade que se um homem não nascer da água e do espírito, não poderá entrar no reino de Deus”, deixa colocado o que era ensinado desde os Mistérios do Egito: na antiga doutrina da regeneração, renascer pela água e pelo espírito, ser batizado na água e no fogo, indicam dois graus de iniciação, duas fases do desenvolvimento interno e espiritual do homem. Aqui, a água representa a verdade percebida intelectualmente, de um modo abstrato e geral. Ela purifica a alma e desenvolve seu germe espiritual. O renascimento pelo espírito, ou o batismo pelo fogo celeste, significa a assimilação dessa verdade pela vontade, de modo que ela se torna o sangue, a vida, a alma de todas as ações. Daí resulta a completa vitória do espírito sobre a matéria, o que Jesus chama de Reino de Deus. A água, no esoterismo antigo, simboliza a matéria fluídica, infinitamente transformável, como o fogo simboliza o espírito uno. Jesus, naquela frase, alude a essa dupla transformação do seu ser espiritual e do seu invólucro fluídico. Tivemos o dilúvio de água, teremos o de fogo...

O ano em que João Batista começou a pregar era sabático, quando os campos eram deixados a repousar e muitos trabalhadores tinham tempo para ouvir suas exortações. Eram tantos, que chegou a preocupar as autoridades. Bem no fim deste ano, ou no começo do outro, chega Jesus para, enfim, ter lugar o batismo que iniciaria as atividades de sua missão... “e estando ele a orar, o céu se abriu e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corpórea como pomba”, e a partir daquele

instante sobre sua vida será escrito, a fim de cumprirem-se as profecias, ser o Verbo Modelar de Conduta e acontecer o Pentecostes. João Batista sempre dizia, e ficou registrado no Evangelho de João: “Eu não sou o Cristo, mas fui enviado como seu precursor. O que tem a noiva é o noivo; o amigo do noivo que está presente e o ouve, muito se regozija por causa da voz do noivo. Pois esta alegria já se cumpriu em mim. Convém que ele cresça e que eu diminua.”

Está em Mateus, pela boca de Jesus, a explicação sobre a missão de seu primo João Batista: “Que saístes a ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento? Sim, que saístes a ver? Um homem vestido de roupas finas? Ora, os que vestem roupas finas assistem nos palácios reais. Mas, para que saístes? para ver um profeta? Sim, eu vos digo, é muito mais que profeta. Este é de quem está escrito: ‘Eis aí que eu envio o meu mensageiro, o qual preparará o teu caminho diante de ti’. Em verdade vos digo: Entre os nascidos de mulher, ninguém apareceu maior que João Batista;... E, se o quereis reconhecer, ele mesmo é Elias, que estava por vir”

O desencarne de João Batista é uma das páginas mais dramáticas. Ele atacara diretamente a Herodes, que tomara ao irmão adotivo, mantido como refém dos romanos, a mulher, Herodíades. Herodes manda prendê-lo, mantendo-o aprisionado na tenebrosa fortaleza de Maqueronte, numa das celas sob o salão em que o tetrarca oferecia banquetes e suntuosas festas. Mas Herodes teme o poder de João, e opõe-se a Herodíades, que quer matar o profeta. A mulher vê a oportunidade de vingar-se durante a festa que Herodes preparara para comemorar seu aniversário; diante de toda a corte, faz sua filha de dezenove anos, Salomé, dançar. A dança encanta o tirano, que promete dar-lhe qualquer coisa. Herodíades sugere à filha que peça a cabeça de João Batista, cuja língua, segundo a tradição, arranca com um alfinete.

Transcrição das gravações de comentários do Pai Divino, Osvaldo Polidoro: “Jesus disse que dentre os nascidos de mulher ninguém maior que João Batista, mas também disse que quando ele vier de novo terá que restaurar tudo (e comecei restaurando entregando o Espiritismo), mas quando me degolaram ele disse:- “Vocês apagaram uma luz! A lâmpada se apagou”.Foi apagada pelo Herodes. Ele gostava muito de mim, eu não passei mal na Fortaleza de Maqueronte. Ele ia me visitar. Ele tinha roubado a mulher do irmão, seduzido a enteada (Salomé). Ela dançou a dança dos véus tão bem que ele disse que daria metade do reino a ela. Ela correu à mãe e perguntou:- “O que devo pedir?” Ela, a quem eu havia dito tudo aquilo, disse:- “Peça a cabeça de João Batista numa bandeja”. Ele se constrangeu todo, mas como palavra de rei não volta atrás, mandou fazer isso. Nesta encarnação, uma família nascida na Espanha. Passaram pela França e Marrocos. Saíram de lá e vieram parar no Brasil. Isidoro Lopes inventou a revolução de 24. Eles estavam para ir à Argentina, onde tinham família. Ficaram em São Paulo. O dinheirinho acabou e foram morar em Itaquera, numa casa de meu pai. O Herodes estava lá... Herodíades estava lá... a Salomé estava lá. Aos 22 anos, (que era a idade que a Salomé tinha), aqui em São Paulo, ela teve um ataque e ficou hemiplégica até desencarnar. A Herodíades era parteira. Trabalhava noite e dia naquela extensão de Itaquera. De Espiritismo, tudo o que ela sabia era “Pai Jacó”. Quantos médicos novos, em partos difíceis, chamaram esta mulher para ela dizer alguma coisa! Ela foi a parteira lá em casa da Nena e do João. Na casa deles eu comi um guisado de cascudo preparado pela Herodíades, que me estimava muito porque via umas tantas coisas. O Felipe, aquele de quem o Herodes roubou a esposa, estava na carne. Com 6 anos e meio era artista de fazer estátuas e pinturas. Espírito o pegava e dizia uma porção de coisas. Ele tinha um quê de efeitos físicos: A casa era de esquina, sala enorme. No quarto ao lado, a Salomé estava numa cama, parede de meio tijolo separando. Principalmente quando bebia um bocado (desencarnou numa sarjeta, bêbado) espírito pegava-o. Num dia, numa festinha, ele perguntou:- “Querem ver como dou um murro nesta parede?” Correram para segurar, ele afastou todos e deu um murro na parede. Não machucou a mão, mas a parede ficou rachada por muito tempo, porque a família deixou assim. A casa ainda está lá. Eis aí como a Terra gira, as pedras se tocam e os espíritos se reencontram! Saíram todos da carne... Por causa dela o Herodes foi procurar o Espiritismo. Espanhol, quantas vezes eu o ouvi dizer:- “La cosa mas linda del mundo es el espiritu!” Era Pai Jacó para todos os efeitos... Quando eu falo, vêm todos aí, até os que estão reencarnados. A Salomé, de certo modo, expulsou-me daquela casa por causa de um padre que ia lá, e que dizia que ela era uma santa, e que devia tributar a Deus o sofrimento dela para ela dar testemunho, por ser ela uma santa. Eu disse a ela o que foi, e ela não gostou...” -o0o- Sua figura impôs-se com força tão excepcional que, depois de seu desencarne, espalhou-se o boato de que ressuscitara. Quando Paulo chegou em Éfeso, na Ásia Menor, encontrou doze discípulos que haviam recebido o batismo de João, mas nunca tinham ouvido falar do Espírito Santo. Creram no apóstolo, que logo os batizou, como está relatado em Atos, cumprindo-se o que fora anunciado: o “mais que profeta” prepararia os caminhos do Senhor, o “primeiro entre os homens”, até onde lhe foi permitido, realizou sua missão.

Com o trabalho de João Batista e de Jesus, toda a carne, a Lotação Humana do Planeta, iria realizar a Divina Civilização, que Deus prometeu pelo Nazireu, Profeta, Vidente ou Médium, Isaías. Em virtude dos infernais desvios, das mentiras que religiosos profissionais colocaram no LUGAR DA DOUTRINA DA VERDADE, não resultou naquilo que Deus queria e quer para a Humanidade, tal como registra o Livro de Isaías, no cap. 11. (A Bíblia dos Espíritas)

João Batista e a maçonaria: Enquanto as diferentes religiões dedicavam suas igrejas aos seus diferentes santos, entre os judeus, da sua história primária, todos os seus lugares de louvor eram dedicados a um Deus, Jeová. Assim, a Maçonaria foi dedicada ao Rei Salomão por muitos anos, pois ele foi o primeiro Grande Mestre, mas, posteriormente, do século XI ao século XV, a Maçonaria foi dedicada a São João Batista, e era conhecida como a Loja do Sagrado Santo de Jerusalém. Foi durante o século XV que São João Evangelista foi reconhecido e, a partir de então, a Maçonaria tem sido dedicada aos Sagrados Santos João, incluindo os dois. Até alguns anos atrás não era conhecido que João Batista tinha alguma conexão com a Maçonaria, ou por que ele deveria ser tão honrado, mas, através da descoberta dos documentos Essênios em Qumram, foi estabelecido que ele era um membro da sociedade dos Essênios e que ele ali tinha servido. O fato de ele batizar o qualificava como um praticante. Enquanto não é definitivamente estabelecida que a sociedade dos Essênios era a mesma que a Maçonaria, existe uma grande similaridade entre as duas e o moral dos ensinamentos das suas é o mesmo. A caridade das duas, assim como a prática de Amor Fraternal era idênticas.

Arqueólogo diz ter encontrado caverna de São João Batista (da France Presse, em Tzuba ) O arqueólogo britânico Shimon Gibson, 46, afirma ter encontrado nas montanhas ao noroeste de Jerusalém uma caverna na qual, segundo ele, São João Batista fazia o batismo de seus discípulos. Gibson disse que esta descoberta constitui "a primeira prova arqueológica da realidade histórica dos relatos evangélicos".Outros arqueólogos consideram as conclusões do britânico apressadas, já que a descoberta de um local de culto muito antigo vinculado a São João Batista não prova sua presença física no local. Os resultados de três anos de trabalho de buscas, entre 2000 e 2003, com o apoio da universidade americana de Charlotte (Carolina do Norte), foram transformados no livro "The Cave of John the Baptist" ("A caverna de João Batista"), publicado recentemente nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha.A caverna fica "a uma hora de distância a pé de Ein Kerem", local onde nasceu João Batista, segundo a tradição cristã. Em 1999, o arqueólogo foi alertado sobre a existência da caverna, escondida há séculos por uma espessa vegetação. Gibson, que percorre a Terra Santa desde 1975, teve de arrastar-se para entrar na caverna --com 24 metros de comprimento, 4 de largura e 4,5 de altura--, cheia de terra e escombros. O arqueólogo decidiu fazer uma escavação depois de descobrir nos muros da caverna uma ilustração de João Batista. Gravada em rocha calcária, a imagem estava "ornada com uma vestimenta de pele de camelo", tal como relatado no livro de Mateus. Ele também encontrou cruzes e o desenho rudimentar de uma cabeça decapitada, ilustrando o trágico fim deste personagem contemporâneo de Jesus. "Estes desenhos são obra de monges bizantinos que se reuniam na caverna para contar a história de João Batista", afirma Shimon Gibson. "Ao contrário dos rituais de imersão praticados na religião judaica, que são individuais e pretendem a purificação do corpo, os rituais praticados pelos discípulos de João Batista eram coletivos e aspiravam a purificação dos corações", afirma o arqueólogo.À direita da entrada, foram descobertas grandes pias que retinham a água da chuva e alimentavam a piscina interna, já que apenas a água vinda do céu podia ser utilizada no ritual. A caverna de São João será aberta ao público no início de 2005.

Introdução às vidas na Igreja Católica Trechos transcritos de preleções do nosso irmão Osvaldo Polidoro, gravadas:

“Até o séc. X, quando fui o papa Damião*, amarraram-me pés e mãos em rabos de cavalos e tocavam os animais. A gente se cortava em quatro. Enchi as ruas de Roma três vezes com sangue, que era o martírio daqueles que eles julgavam feiticeiros“. “Isto até o ano 1000. Em 1200 dei o maior santo: São Francisco de Assis. Em 1400 e pouquinho nasci na Tchecoslováquia, fogueira na Alemanha. Vesti vestes sacerdotais outra vez quando como Anchieta e vim fundar São Paulo“. “Foi uma seqüência de perseguições e assassinatos pelo simples fato de não sermos padres, clérigos, ladrões, idólatras... porque sempre foi da parte de padres, clérigos, fazer com que reis, povos e nações se ajoelhassem diante deles. Quando aparecia alguém que não era padre ou judeu, eles liquidavam em fogueiras ou qualquer outro assassinato, porque eles estavam tirando seus lugares“.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.