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Capítulo 23 de 38
Pitágoras
As Vidas de Osvaldo Polidoro
Nos céus, a Grande Tríplice: Urano, Netuno e Plutão, os três planetas exteriores estão em conjunção. Pitágoras nasceu na ilha de Samos (570 a.C.), filho do rico joalheiro Mnésarcnos e Parthénis, sua esposa. A pítia de Delfos profetizara que o filho deles “seria útil a todos os homens, em todos os tempos”, por isso o menino, estudante ávido, foi colocado em contato com os sábios da época: Hermodamas, Ferecides, Tales e Anaximandro. Buscava entender a unidade que haveria em todos esses novos horizontes mostrados. Sondava os céus, os sinais da natureza. Meditando, alcança o saber que um verdadeiro sábio encontraria a concordância em tudo, a lei de equilíbrio: o segredo do cosmos está na síntese dos três mundos, -natural, humano e divino. Concebeu a purificação e a libertação do homem mediante a tríplice iniciação. Devia agora provar pela Razão o que sua pura Inteligência apreendera no Absoluto. Seguirá conselho dado a sua mãe, seguirá para o Egito (onde permaneceu por 25 anos), porque os gregos já possuem a ciência dos deuses, mas a ciência de Deus só se encontra no Egito.
“Foi no Egito, portanto, que Pitágoras adquiriu essa vista de alto que permite aperceber as esferas da vida, as ciências numa ordem concêntrica; compreender a involução do espírito na matéria pela criação universal; e a sua evolução, ou ascensão para a Unidade, por essa criação individual que se chama o desenvolvimento de uma consciência.” - G. I. Tal e qual a lição do Cristo, cuja essência é a ascensão do espírito, até ser vibratoriamente Uno com o Pai. Tudo, desde os mais remotos tempos, em matéria de Iniciação, resumiu-se na Sagrada Finalidade do espírito. Tudo quanto diz respeito a Mundos, Formas e Transições, ainda que nos planos erráticos ou etéricos, tem por exclusiva finalidade a libertação total da alma. Filha do AMOR, em AMOR terá que se converter, custe mais ou custe menos; e as contingências dos planos erráticos, suas imensas alternativas, segundo o grau de merecimento de cada uma, bem prova a Unidade da Lei de Harmonia. Os mundos materiais, que se estendem dos sólidos aos etéreos, nada mais representam do que ambientes, onde segundo a lei do peso específico as almas sejam obrigadas a movimentar, para atingir o píncaro da Liberdade. Durante a romagem evolutiva, no Cosmos, tanto pode ser que andem mais depressa ou menos depressa, mas o certo é que um dia se terão feito livres, de tudo quanto é transitório. E Jesus, o Molde Divino, o Homem-Amor, no Amor fez residir a Chave da Liberdade. E, afinal, sem Amor, em que dariam as Artes, as Ciências e as Filosofias? (do livro A Bíblia dos Espíritas)
Pelos livros de Hermes sabe-se o que se passou na iniciação de Pitágoras, sob os cuidados do grande sacerdote Sonquis - provas, tentações, terrores, êxtase, morte cataléptica – atravessando as fases que permitiam realizar a doutrina do verbo-Luz, expondo sua paixão impessoal pela sabedoria. Pôde adquirir a visão sintética da essência da vida, compreendendo a involução do espírito na criação, como também a evolução na ascensão rumo à Unidade, desenvolvendo a consciência individual. Na sangrenta invasão de Cambises, seguiu com os sacerdotes que foram desterrados para a Babilônia, vindo a conhecer ali o que Zoroastro deixara para a humanidade, e pôde comparar o monoteísmo judaico com o politeísmo grego, o trinitarismo hindu e o dualismo persa – raios da mesma Verdade. Com a ajuda do grego Demócedes, médico do monarca, conseguiu sair dali 12 anos depois, e voltou à pátria que se encontrava agora com as escolas e os templos fechados. Saindo de Samos com sua mãe, vai rumo a Delfos, à Delfos da Pítia, dos Anfictiões. Ele chega ali depois de andar pelos templos de toda a Grécia, onde é sempre recebido como mestre, disposto a restaurar em profundeza, prestígio e força o poder de visão espiritual, a vidência e a clarividência. Nesta cidade encontra Teocléia: ela era do colégio de sacerdotisas de Apolo, descendente de família de sacerdotes, vidente e audiente que percebeu em Pitágoras o mestre que esperava. A ela foi permitido participar das conversas de Pitágoras com os sacerdotes de Apolo, quando ele lhes falava sobre o Egito e seus mistérios, os magos caldeus da Babilônia e suas ciências ocultas, os horrores de Cambises, os livros queimados. Pitágoras explica que, em se formando a cadeia mágica das vontades – pela qual o iniciado ou atrai ou repele a morte - eles prolongariam a vida dos povos, a hora fatal de uma invasão sangrenta. Por esta cadeia fariam brilhar o verbo de Apolo, Verbo do Deus único, eternamente manifesto no mundo, diante de todos. A Verdade é a alma de Deus, seu corpo é a luz, visível aos profetas videntes. Os homens apenas vêem a sombra, espíritos glorificados habitam nesta luz. Teocléia cai em êxtase diante do discurso que deu aos sacerdotes de Delfos uma consciência de sua missão. Ao comando da voz do Mestre, ela sai do corpo contando o que vê em clarividência, sondando o destino da Grécia, e o deles.
Pitágoras estabelece-se no sul da Itália, em Crotona, cidade helênica da Magna Grécia, pois nenhuma das outras repúblicas da Hélade teria suportado suas inovações e, prevendo a queda do helenismo, sabia que seria possível disseminar dali as idéias, a essência purificada da sabedoria oriental para os povos do Ocidente. Segundo Schuré: “Ele abeberava-se na fonte primeira da Verdade. A essas faculdades transcendentes da alma, intelectual e espiritualizada, ele acrescentava a observação minuciosa da natureza física e a classificação magistral das idéias pela sua alta razão. Assim, ninguém melhor do que ele estava habilitado para a construção do edifício da ciência do cosmos”. Crotona, então, foi o centro de sua ação: reúne os jovens acostumados à vida voluptuosa e faz com que entreguem suas roupas luxuosas ao templo, deixando as vaidades para trás. Propôs uma confraria de iniciados leigos onde se aprenderia ciências – física, psíquica e religiosa – com uma vida regrada. Reunidos os jovens, levava-os à ascese de preparação e purificação que conduziam ao conhecimento de sua doutrina. Eles não eram privados dos esportes, mas os cultivavam sem a brutalidade de sempre, – os costumes foram apurados. Aos 60 anos, Pitágoras, que sabia vencer todos os sentidos e abstivera-se de manter um relacionamento até então, acedeu ao pedido de casamento que lhe fizera Teano, e fundiu as duas vidas. Ela entrara completamente no pensamento de seu marido e, depois do desencarne dele, passa a ser ela o centro da ordem pitagórica. Tiveram três filhos: os meninos Arinesto e Telauges, e a menina Damo, sendo a família um modelo para a ordem. Pitágoras arranjou inimigos políticos e pessoais. Entre os muitos que tentaram entrar para a sua escola e não foram admitidos estava Cilo, rejeitado que passou a persegui-lo, insuflando com falsos testemunhos a população contra os regimentos da escola e espalhando a idéia de que o mestre era um tirano. Amotinados os populares, cercou a casa e ateoulhe fogo. Morrem 38 pitagóricos e, segundo alguns, também ele estaria no meio de seus discípulos amados. Outros dizem que ele teria escapado, fixando-se no Metaponto, tendo desencarnado entre 510 aC e 480 aC.
A escola de Crotona “A Unidade é a lei de Deus. O Número é a lei do Universo. A Evolução é a lei da Vida.” - G. I. Entrando em Pitágoras, seria possível deixar de entrar na mística dos números? Sendo certo que em Deus tudo é Lei e Justiça, logo se conclui que em Deus tudo começa no UM, desdobrando-se ao Infinito. O UM é Deus Imanifesto e o Múltiplo é Deus Manifesto. Entre a Unidade e a Multiplicidade está tudo, porque essas palavras querem dizer Criador e Criação, o Todo e a Sua Manifestação. Como todas as Iniciações tinham uma mesma Chave, temos aí o Estático e o Dinâmico, o Pai e os Filhos. (do livro A Bíblia dos Espíritas)
Os candidatos eram submetidos a duras provas e testes para se verificar a capacidade de cada um de suportar a solidão, como era seu fundamento moral, o autodomínio, o amor próprio. Era dada toda a liberdade para que se expusessem à vontade, sendo observados atentamente pelos mestres o tempo todo. Aos poucos iam passando por provas onde sua coragem seria medida, ou sua capacidade de raciocínio diante de questões filosóficas ou matemáticas, ou ainda sua força de resistência a humilhações públicas. Passando por esta peneira, partiam para o noviciado. A doutrina pitagórica era revelada em três graus, ou classes iniciáticas:
1 – A preparação (paraskéie): Durante dois ou até cinco anos, os alunos eram chamados acústicos, ouvintes ou exotéricos (akoustokoi). Apenas ouvia. Recebia um direcionamento físico e moral, no culto a Deus e aos espíritos superiores aos homens, recebendo uma visão do que devem ser a vida e as ciências. Exercitavam dialética, raciocínio, intuição, sempre incentivados à amizade (“o amigo é um outro eu-mesmo”). Aprendiam os valores da hierarquia, do amor filial, da castidade (mantida nesta fase) e da higiene. Não eram revelados grandes segredos, mas preparava-se o noviço para a compreensão da evolução universal, as verdades doutrinárias. “O que fala semeia, - o que escuta recolhe”
2 – A purificação (katharsis): Finalmente admitidos para morar no interior da habitação, os agora esotéricos começam a iniciação, o estudo da evolução universal, a origem e a finalidade suprema da Alma, da centelha divina. Depois de um juramento de silêncio, inicia-se o estudo dos números, letras, figuras geométricas, enfim, dos signos da álgebra do mundo oculto, contidos no livro “Hieros Logos”, que não chegou aos nossos dias. As aulas eram ministradas no interior do Templo das Musas, que era circular e que continha os três grupos de três musas cada, representando a ciência das almas nas outras vidas (cosmogonia, a física celeste), a ciência do homem (medicina, magia e moral) e a ciência dos elementos (a física terrestre). A sensibilidade era cultivada, e aí a música desempenhava papel importante. A máxima “Conhece-te a ti mesmo” era praticada através do silêncio absoluto e d mais profunda reflexão. Aprendia-se a Causa Primordial – o Um e o Todo – e também era mostrado o Caminho rumo ao divino, visando a perfeição.
3 – A perfeição (teleiotès): As escamas da matérias já caíram... Os physikoi (físicos, ou contemplativos) já se purificaram (pela rigorosa reeducação alimentar, num estágio que incluiu a ginástica criteriosa, para que corpo e alma identifiquem-se perfeitamente), agora, pela meditação no silêncio, deve se identificar com o divino, buscando sabedoria e, já filósofo (amigo do saber), expandir o apreendido.
“Conforme as almas que reveste, conforme os mundos que envolve, esse fluido transforma-se, afina-se ou condensa-se.” - G. I. Toda a Sabedoria Antiga ensinava muito sobre os fluidos. Da Luz Divina ao Éter, e do Éter aos estados de Vapor, Líquido e Sólido, ela sabia dizer que havia um elo, uma linha de trânsito, uma lei que favorecia a mutação dos estados. E afirmava que o corpo astral ou carro da alma, tinha tudo relacionado com essa lei e esses fenômenos, tanto assim que começava opaco e grosseiro, devendo tornar-se todo Luz e Glória por evolução. Pitágoras foi grande na observação de tais leis e fatos, naqueles dias recuados, longe da desintegração atômica, que prova as marchas de ida e volta da matéria, desses fenômenos de integração e desintegração que são comuns e contínuos na Ordem Cósmica.(do livro A Bíblia dos Espíritas)
“A Verdade é a Alma de Deus, a Luz é o Seu corpo. Só os sábios, os videntes, os profetas o vêem - os homens não vêem mais do que a Sua sombra. Os espíritos glorificados, que nós chamamos heróis e semideuses, habitaram essa Luz, às legiões, em esferas inumeráveis.” - G. I. Quem quer que saiba ler e procure confrontar encontrará, no Evangelho de João Evangelista e no Apocalipse, fortíssimos traços pitagóricos. É que Pitágoras fora o terceiro Grande Concatenador da História das Revelações. E como as Escolas Iniciáticas tinham uma mesma Chave da Verdade, porque sabiam perfeitamente que a parte de Deus é Eterna, Perfeita e Imutável, também o Essenismo assim professava, daí derivando as parecenças doutrinárias ou fundamentais. Manu e Moisés foram o primeiro e o segundo dos Grandes Concatenadores de Revelações. A primeira sentença do texto acima diz respeito a Deus em Sua infinita profundeza, e na Sua primeira manifestação, que é a Sua Luz. É muito inteligente conceituar a Verdade como sendo a Alma de Deus, porque a Verdade é o resumo de tudo, quer seja do Absoluto, quer seja do Relativo. .(do livro A Bíblia dos Espíritas)
“O Espírito que trabalha os mundos e condensa a matéria cósmica em massas enormes manifesta-se com uma intensidade diversa e uma concentração cada vez maior nos reinos sucessivos da natureza.” - G. I. Apesar do tempo em que viveu Pitágoras, sem os deslumbramentos científicos deste prodigioso século, o certo é que, com os informes da Revelação, que vivia trancafiada nos Cenáculos Esotéricos, pôde ele dizer coisas assim maravilhosas do Criador e da Criação, partindo dos princípios energéticos e etéricos e subindo a vastíssima escala, atingir o elevadíssimo conceito Cósmico e vislumbrar com inteireza de consciência a estuante escalada biológica da alma. Muitos pretensos sábios e pretensos místicos do século vinte, saturando seus livros de ensinos rebuscados, também os saturam de termos técnicos, também os saturam de contradições e de confusões, ficando longe da grandiosa concepção de alguns dos Grandes Mestres da antigüidade. .(do livro A Bíblia dos Espíritas)
O pitagorismo Pitágoras é um homem universal, que abrange de fato muitas coisas heterogêneas: a doutrina dos números e os elementos da Geometria, os primeiros fundamentos da acústica, a teoria da música e o conhecimento dos tempos dos movimentos das estrelas; a partir daí pode-se atribuir também à Pitágoras o conhecimento da filosofia natural milesiana. Heródoto afirma o caráter religioso da comunidade que ele fundou. Assim subsistiu na Itália meridional durante mais de um século, até a sua destruição, por motivos políticos, nos fins do século." “Com ordem e com tempo encontra-se o segredo de fazer tudo e tudo fazer bem” Nos estudos pitagóricos, o princípio essencial de que são compostas todas as coisas é o número; as relações matemáticas unem forma, lei e matéria, elementos. Os números dividem-se em par (que quer dizer perfeito, não opõe limite à divisão por dois, portanto é ilimitado) e ímpar (que é limitado, perfeito, determinado). Ao afirmar-se a existência da Unidade, deduz-se dela também a pluralidade. Não há qualidades, mas quantidades; não quantidades de elementos (água, fogo, etc) mas delimitações do ilimitado. O ponto de partida que permite afirmar que tudo o que é qualitativo é quantitativo encontra-se na acústica: a teoria das cordas sonoras, a relação de intervalos. Na química trata-se de encontrar fórmulas matemáticas para as forças absolutamente impenetráveis. A significação do número possibilita a investigação exata na física. Foi a astronomia pitagórica que afirmou a esfericidade da Terra (explicando o dia e a noite) e a revolução dos corpos celestes em torno de um foco central. O processo de libertação da alma é um esforço puramente humano, porque basicamente intelectual. A purificação resultaria do trabalho intelectual, que descobre a estrutura numérica das coisas e torna, assim, a alma semelhante ao cosmo, entendido como unidade harmônica, sustentada pela ordem e pela proporção, e que se manifesta como beleza. No simbolismo dos quatro primeiros números estão os princípios essenciais. O número UM é a razão (Deus); DOIS é a opinião (matéria); QUATRO é a justiça; CINCO o casamento; DEZ a perfeição, pois é a adição dos quatro
primeiros, representa todos os princípios da divindade evoluídos e reunidos em nova unidade, DOZE é o universo, pois é composto por três mundos particulares (matéria, alma e espírito) encaixando-se uns nos outros pelos quatro princípios ou elementos da natureza. O número SETE (algarismo dos iniciados, muito importante) é composto de 3 e 4, a união da divindade e do homem, representa a lei da evolução. Na geometria, um é ponto, dois é reta, três é plano, quatro é volume. “A Evolução é a lei da Vida. O Número é a lei do Universo. A Unidade é a lei de Deus.” Constava dos estudos para ambos os sexos a ciência da vida conjugal e a arte da maternidade. As mulheres iniciadas recebiam os preceitos e princípios supremos de sua função. Era revelada a elas a transfiguração do amor, no casamento perfeito, que é o penetrar de duas almas no próprio centro da vida e da verdade. Quando o homem e a mulher encontrarem um ao outro pelo amor profundo, pela iniciação, a união de ambos será a força irradiante e criadora por excelência. “Educai as crianças e não será necessário punir os homens”
Versos Áureos Esses Versos contêm a essência de seus ensinamentos morais e podem ser divididos, quanto ao conteúdo, em três partes: preparação (culto à divindade); purificação (culto da família, culto da amizade, cultura pessoal); perfeição (os meios de aperfeiçoamento, a iniciação, a verdade oculta, a recompensa).
“Presta aos deuses imortais o culto sagrado, guarda, em seguida, a tua fé.” - G. I. Deuses imortais significa - As Falanges da Verdade. No pitagorismo o píncaro da iniciação era a visão do mundo espiritual, a comunhão com o mundo astral, o contato com o chamado mundo invisível. Por isso é que encarreavam as palavras - vidência, clarividência e profecia. No Cristianismo, as três potestades impassáveis são estas - O Único Pai Divino, os Cristos Planetários e as Falanges Mensageiras. Na Terra são o Pai, o Filho Medianeiro e o Espírito da Verdade ou Santo. (este comentário sobre este Verso Áureo é trecho do livro A Bíblia dos Espíritas)
Mais alguns deles: Honra teu pai e tua mãe e teus benfeitores. Escolhe para teus amigos os melhores homens. Consulta, delibera e elege a mais nobre conduta. Deixe falar o mundo e segue sempre teu caminho. Jamais descuides da saúde do corpo. Saberás que os males que afetam os homens foram por eles mesmos gerados. E reflete, à noite, sobre tua jornada: Que fiz? Que ouvi? Que devo lastimar? Conclui a tua obra e trabalha com fé. Chegarás, cedo e sem trabalho, a conhecer donde procede, onde pára, para onde volta o teu ser. Deixa que sempre te conduza a Inteligência Soberana. E quando emancipado da matéria, sejas recebido no éter puro e livre, vencerás, como Deus, a morte com a Imortalidade.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.