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Capítulo 17 de 29

Parte 17 de 29

Joana D’Arc, Médium · Léon Denis

I, pág.178. Depoimento do duque d'Alençon. Vê-se, pois, que, no seu entender, não é só na sua vida que a intervenção da divindade se manifesta, mas em todas as vidas. Nossos atos precisam ser acordes com o plano divino. Antes de se pôr em ação, cada um deve interrogar sua consciência profunda, que é a voz de Deus em nós e que nos dirá qual o sentido em que melhormente dirigiremos nossos esforços. Deus não atua em nós e conosco, senão mediante o nosso livre concurso.

Quando com sua lei coincidem nossos atos e vontades, a obra que executarmos se tornará fecunda e seus efeitos repercutirão em todo o nosso destino. Todavia, poucos homens escutam a voz que dentro de todos fala nas horas solenes. Na maioria, arrebatados pelas paixões, pelos desejos, esperanças e temores, lançam-se no turbilhão da vida, para conquistar o que lhes é mais prejudicial; atordoam-se, embriagam-se com a posse das coisas contrárias a seus verdadeiros interesses e só no ocaso da existência se lhes mirram as ilusões e dissipam os erros, ao mesmo tempo em que vêem apagar-se a miragem dos bens materiais. Aparece então o cortejo das tristes decepções e verificam ter sido vã a agitação em que viveram, por não terem sabido estudar e apreender os desígnios de Deus, relativamente a cada um e ao mundo. Felizes daqueles a quem a perspectiva das existências futuras oferece a possibilidade de retomarem a tarefa desprezada e de melhor empregarem as horas!

O que não soube ver a grande harmonia que reina em todas as coisas e a irradiação do pensamento divino por sobre a Natureza e as consciências, esse é inábil para estabelecer a concordância entre seus atos e as leis superiores. Ao voltar para o Espaço, caído o véu, sentirá a amargura de reconhecer que terá de recomeçar toda a obra, animado de outros propósitos e de uma concepção mais justa, mais elevada do dever e do destino. Objetar-nos-ão que, entretanto, nem sempre é fácil de reconhecer-se a hora de Deus, que suas vontades são obscuras e às vezes impenetráveis. Sim, não há dúvida de que Deus se oculta aos nossos olhares e que seus desígnios nos são freqüentemente incertos. Mas, só por necessário, por nos deixar completa liberdade, é que Deus se esconde.

Se fora visível a todos os olhos, se suas vontades se afirmassem com prepotência, nenhuma hesitação seria possível e, portanto, nenhum mérito. A Inteligência que dirige o universo físico e moral se furta às nossas vistas, porque dispôs as coisas de tal maneira, que ninguém é obrigado a acreditar nela. Se a ordem e a harmonia do Cosmos não bastam para convencer o homem, ele é livre. Nada constrange o céptico a caminhar para Deus. Deus se oculta, para nos obrigar a procurá-lo e porque esta procura constitui o mais nobre exercício para as nossas faculdades, o princípio do mais alto desenvolvimento que estas podem atingir.

Soe, porém, uma hora grave e decisiva e, se quisermos pôr-nos em guarda, haverá sempre em torno de nós e em nós mesmos um aviso, um sinal, que nos aponta o dever. A desatenção, a indiferença com que encaramos as coisas do Alto e suas manifestações na existência terrena, eis a origem de nossas irresoluções e incertezas. Para aquele que as invoca, que as solicita, que as espera, elas nunca se conservam mudas: por mil vozes lhe falam claramente ao ouvido, ao coração. Ocorrerão fatos, surgirão incidentes, que por si sós lhe indicarão as resoluções a 119 – JOANA D´ARC, MÉDIUM tomar. É na própria trama dos acontecimentos que Deus se revela e nos instrui.

Compete-nos a nós apanhar e compreender, no momento oportuno, o misterioso aviso que, meio velado, ele nos dá, sem no-lo impor. Joana, com um bom senso simultaneamente cândido e profundo, sabe definir bem a ação providencial na vida humana. Perguntam-lhe os juízes de Ruão: “Se neste instante visses uma saída, partirias?” – “Se eu visse a porta aberta, ir-me 202 ia – diz ela –, pois que isso seria a licença dada por meu Senhor”. Em todas as ocasiões, a vontade do Alto foi a sua. “É preciso que eu vá – diz, respondendo a João de Metz, em Vaucouleurs –.

É preciso que eu vá e o faça, porque assim o quer meu Senhor.” – “E quem é teu Senhor?” – “É Deus!” 203 respondeu simplesmente. Nem riscos nem perigos a reterão. Comentai também estas outras palavras, que no-la mostram colocada muito acima da influência das glórias, ou das tristezas humanas, nas regiões da calma, da serenidade pura! “Que importa, uma vez que satisfaça a Deus!” E ainda estas, que tocam ao sublime. Presa em Compienha e arrastada de prisão em prisão até ao cárcere, à fogueira de Ruão, bendiz a mão que a fere.

Aos juízes, que tentam explorar-lhe a dor e abalar-lhe a fé na missão recebida do Céu, responde: “Do momento em que aprouve a Deus, é bem que eu tenha sido 204 presa”. Esta resposta é mais grandiosa e mais bela do que todas as suas vitórias, todos os seus triunfos. * Em resumo: inutilmente torturariam os textos e os fatos, para demonstrarem que Joana foi, em todos os pontos, de uma ortodoxia perfeita. Sua independência, em matéria de religião, irrompe a cada minuto das palavras que profere: “Reporto-me a Deus somente.” Sua linguagem, sua intrepidez nos sofrimentos e em presença da morte não lembram nossos antepassados gauleses? À barra do tribunal de Ruão, a virgem Lorena se nos afigura o gênio da Gália soberbamente ereto diante do gênio de Roma, a reivindicar os direitos sagrados da consciência. Joana não admite árbitro entre si e o Céu.

A dialética que lhe opõem, as sutilezas da argumentação, todas as forças da eloqüência vêm quebrar-se de encontro à vontade firme que a impulsiona, à segurança calma que a escuda, à confiança inabalável que lhe inspiram Deus e seus mensageiros. Sua palavra vence todos os sofismas, que se pulverizam ao choque das inflexões de suas respostas. É uma aurora que luz nas trevas da Idade Média, iluminando-as com uma branda claridade. Notai que estamos no momento em que acaba de aparecer a IMITAÇÃO DE JESUS CRISTO (1424), obra atribuída a Gerson, mas cujo verdadeiro autor nunca foi conhecido. É um dos primeiros gritos de libertação da alma cristã, que se 202 J.

Fabre – PROCESSO DE CONDENAÇÃO, pág. 168. 203 J. Fabre – PROCESSO DE REABILITAÇÃO, t. I, pág. 126. Depoimento de João de Metz. 204 J. Fabre – PROCESSO DE CONDENAÇÃO, pág. 137. emancipa do dogma e comunica diretamente com o seu Deus, sem intermediário algum.

Todavia, Joana ignora o que pertence ao domínio das letras. Para ela, que tem a intuição da verdade, não existe a necessidade de estudos prévios. Sua força promana da fé, da piedade profunda, independente, dissemos, que se alça acima das concepções estreitas e mesquinhas da época e sobe diretamente ao céu. Tal o seu crime e a razão do seu martírio. Por isso mesmo, não é dos menos estranhos, em nossos tempos agitados, o espetáculo que nos proporciona a Igreja Romana, santificando a virgem que outrora considerava herética.

A memória de Joana foi sempre funesta à Igreja. Já no século XV, o Processo de reabilitação representa um violento golpe nela vibrado, pois que acarretou a queda da Inquisição em França, no que há de, forçosamente, reconhecer um dos benefícios que devemos à heroína. A última obra do sinistro tribunal foi um processo contra os Vaudeses, em 1461. Não é por efeito de simples acaso que neste momento todos os olhares se voltam novamente para aquela figura ideal. Há nesse fato um pressentimento quase unânime, uma aspiração inconsciente da Humanidade civilizada, um como sinal do futuro.

A Igreja Romana, colocando Joana d'Arc nos altares, faz um gesto prenhe de conseqüências: assina espontaneamente a sua própria condenação. Essa donzela do décimo quinto século, que conversou pessoalmente com suas vozes e leu tão claramente no mundo invisível, é a imagem da Humanidade próxima, que, também, conversará com o mundo dos Espíritos, sem a intercessão dos sacerdócios oficiais, sem o auxílio de ritos, cujo sentido a Igreja perdeu e cujas virtudes deixou se obliterassem. Soou a hora em que, novamente, a grande alma de Joana paira sobre o mundo, em comunhão com o invisível, e funda o reinado das adorações em espírito e em verdade. E como, segundo a lei, tudo o que é santo e grande deve germinar no sofrimento e ter por sagração a dor, manda a justiça que os novos tempos e a era do Espírito puro se inaugurem sob o patrocínio daquela que foi a vítima da Teologia e a mártir da mediunidade. * Cada religião é um reflexo do pensamento eterno, envolto nas sombras e nas imperfeições do pensamento humano. Às vezes, dificilmente se podem separar as verdades que nele se contêm, dos erros acumulados pela obra dos séculos.

Entretanto, o que há de divino naquele pensamento projeta uma luz que aclara as almas sinceras. As religiões são mais ou menos verdadeiras; são, sobretudo, as estações que o espírito humano percorre, para elevar-se às concepções sempre mais largas do futuro do ser e da natureza de Deus. As formas, as manifestações religiosas são discutíveis, porque passageiras e mutáveis. O mesmo, porém, não se dá com o sentimento profundo que as inspira, com a razão de ser de cada uma delas. A Humanidade, em sua marcha para os destinos que a aguardam, vê-se compelida a purificar mais e mais a religião, desembaraçando-a das fórmulas 121 – JOANA D´ARC, MÉDIUM materiais e dos dogmas, sob os quais o pensamento se encontra quase sempre sepultado.

Nasce de uma idéia falsa e perigosa o desejo, que muitos alimentam, de destruir as concepções religiosas do passado. A sabedoria consiste em aproveitar os elementos de vida que elas encerram, para com eles construir o edifício do pensamento futuro, que indefinidamente se alteará para o céu. Cada religião contribuirá com uma centelha da verdade para a constituição da fé vindoura. O druidismo e o budismo lhe fornecerão a noção das vidas sucessivas; a religião grega, o pensamento divino enfeixado na Natureza; o Cristianismo, a revelação mais alta do amor, o exemplo de Jesus, esvaziando o cálice das dores e sacrificando-se pelo bem dos homens. Se as fórmulas do Catolicismo estão gastas, o pensamento do Cristo se conserva vivaz.

Seus ensinamentos, sua moral e seu amor são ainda o consolo dos corações mortificados pelas lutas acerbas deste mundo. Sua palavra pode ser renovada; as partes veladas de sua doutrina, expostas à luz, reservam tesouros de beleza para as almas ávidas de vida espiritual. A época presente assinalará uma etapa decisiva da idéia religiosa. As religiões, envelhecidas, acurvadas sob o peso dos séculos, sentem a necessidade da inoculação, em seus organismos, de outros princípios regeneradores, da expansão de suas concepções referentes à finalidade da existência e das leis do destino. A Humanidade procura o caminho para novos luminares.

De quando em quando. um grito de angústia, um lamento doloroso sobe das profundezas da alma ao céu. É um anseio por mais luz. No pélago das incertezas, das contradições e das ameaças do período que atravessamos, o pensamento se agita febril e busca um ponto de apoio, donde possa desferir o vôo para regiões mais belas e mais ricas do que todas as que percorreu até aqui. Uma espécie de surda intuição o impele para frente. Há, no fundo do ser, uma necessidade imperiosa de saber, de conhecer, de desvendar o mistério augusto do Universo e o segredo de seu próprio porvir.

E eis que pouco a pouco a estrada se clareia. A grande lei se revela, graças às lições do Além. Por processos variados: tiptologia, mensagens escritas, discursos pronunciados em estado de transe, os Espíritos-guia e inspiradores nos fornecem, vai para meio século, os elementos de uma nova síntese religiosa. Do seio dos espaços, jorra sobre a Terra poderosa corrente de força moral e de inspiração. 205 Expusemos algures os princípios essenciais deste ensinamento. Em nosso livro Cristianismo e Espiritismo, tratamos mais particularmente da questão religiosa.

Sobre este problema vital, que provoca tantas contradições apaixonadas, o que sobretudo importa façamos conhecer ao leitor é o pensamento direto de nossos guias invisíveis, as vistas dos grandes Espíritos, das Entidades tutelares, que pairam acima de nós, longe das competições humanas, e que, julgando de mais alto, julgam melhor. Essa a razão por que reproduzimos aqui algumas das recentes mensagens obtidas por via mediúnica, escolhidas entre as que se preocupam ao mesmo tempo 205 Ver: DEPOIS DA MORTE e O PROBLEMA DO SER E DO DESTINO. No que concerne aos processos de comunicação com o mundo invisível: escrita mediúnica, incorporação e discurso em estado de transe, ou de sono magnético, ver: NO INVISÍVEL: Espiritismo e Mediunidade, cap. XVIII e XIX. com o problema religioso, tomado em seu conjunto, e com a canonização de Joana d'Arc. Mensagens Junho de 1909.

Improviso no estado de transe: “A Igreja vai-se. São fictícias sua energia, sua orientação. A energia lhe vem da desorganização dos partidos que se lhe opõem. Só ela permanece de pé em face das escolas materialistas. Só ela representa a alma em face do materialismo e da Ciência.

No momento em que a Ciência consagrar a alma, a Igreja desmoronará. A Igreja é um melhor relativo. Todos os que sentem o enlevo da vida da alma se refugiam nela, porque não têm outra coisa. Muitas almas não podem formar para si uma fé pessoal, pedem a outros a crença e acham mais cômodo dirigir-se à Igreja. Mais vale crer no Catolicismo, do que não crer em coisa alguma.

Mas, no dia em que se constituir a filosofia científica, artística e literária, que há de sintetizar o ideal, a Igreja atual desaparecerá. A Igreja recebeu em seu seio as artes e as letras, não a Ciência. Ela rejeita uma parte do saber; por isso mesmo, terá que ceder o passo a uma filosofia que abrangerá todo o saber humano. Dizemos filosofia – e não religião – porque esta última palavra tem hoje o sentido de seita. “A Reforma seduziu algumas almas, porque permitia unir a moral à religião.

Tudo era então consentido pela Igreja, contanto que cada um soubesse obter o perdão pelo dinheiro. A venda das indulgências era pública. Todo o mundo via, de um lado, a moral; de outro, a religião. A questão moral abalou a Igreja; hoje, será a Ciência quem acabará com ela. No momento em que os homens “souberem”, a Igreja virá abaixo.

“Não choramos o seu desaparecimento. Ela não representa, na História, mais do que uma das formas da idéia religiosa em marcha. Fez o bem e preferimos ver esse bem a notar o mal que causou; acima de tudo, apraz-nos ver nela a grande figura do Cristo, seu fundador. Veremos sempre, na missa, o Evangelho, que lhe é o ponto central e não a elevação da hóstia, como muitos acreditam. Amamos esse Evangelho; é ele que ainda hoje nos atrai a algumas catedrais.

Amamos a Igreja, veneramo-la, como veneramos tudo o que haja proporcionado à Humanidade alguma coisa de grande. “Mais tarde, maior veneração consagraremos àquele que há de trazer uma nova palavra de vida, ao Espírito de Verdade, anunciado desde longo tempo. Será um homem de ciência, um sábio, um filósofo e, sobretudo, um homem de delicada sensibilidade. Os maometanos o esperam também. Todas as religiões o prometeram.

É mister que todas as almas se sintam desorientadas, que todas experimentem a necessidade de sua vinda. A dissolução é mais profunda do que na época em que o Cristo 123 – JOANA D´ARC, MÉDIUM apareceu e também o desejo de saber. Todos os povos se acham oprimidos pelos governos. A hora se aproxima. “Ninguém deve levantar-se contra os que se vão, contra a Igreja.

O Cristo não clamou contra a religião. Lembrai-vos de que ele pronunciou estas palavras por demais esquecidas: “Aos Judeus, primeiramente!” Nós, também, por nossa vez, dizemos: “À Igreja, primeiramente!”, pois é ela que encerra maior número de espiritualistas; é ela quem deles maior necessidade tem. A nova religião se elevará sobre as bases do Cristianismo, como o Cristianismo se elevou sobre o Judaísmo. A antiga Igreja, como a lei de Moisés, será renovada, melhorada.” Jerônimo de Praga Julho de 1909, pela incorporação: “Que são os dogmas e os mistérios? Busquemos o sentido das religiões!

“A religião se cerca de um aparato sombrio e temível. Tudo, acreditao ela, está sabido, conhecido, descoberto. Profundo erro! “A verdade não pode separar-se de Deus, não pode ser um símbolo. É um raio luminoso, escapado da fronte divina.

Temos Deus em nós, mas não pelo seu corpo de carne (a hóstia). “Por intermédio de seus mensageiros é que se cumpre o sacrifício divino. Deus está em nós pelas irradiações de sua verdade. Esta, porém, não é conhecida: é esperada. Precisamos saber amá-la, para que ela desça até nós.

“O homem é perfectível ao infinito. Comete grave falta quem lhe quebra as perspectivas do futuro. A misericórdia divina lhe dá, com a esperança, a reparação sempre possível de suas faltas. “A Igreja diz ao homem: Deixa que te guiemos. Esquece-se de que assim se torna responsável para com Deus pela conduta das almas.

E se a Igreja fosse Deus, Deus seria responsável pela conduta das almas. É falso! O homem poderia em tal caso adormecer na confiança de estar sendo suficientemente dirigido. “A Igreja foi muitas vezes madrasta para os que lhe viviam no seio. Mutilou todas as inteligências que passavam de um certo nível.

Perderam-na o amor à matéria, o poder temporal, o desejo da dominação. Invadiu-a a embriaguez do poder. Bebeu pela taça do orgulho. Será essa a causa de sua decadência, pois que a matéria não pode dar vida. “O poder temporal esboroou-se; com os outros o mesmo sucederá. Respeitemos a Igreja, como se respeitam pessoas idosas, que fizeram grandes coisas na mocidade.

Hoje, as multidões se afastam dela. As naves, a não ser por ocasião das pomposas cerimônias, se conservam solitárias. “A Igreja não mais ama bastante, por isso é que morre. Amar cada vez mais – eis todo o pensamento do Cristo, que amou os homens mais do que a si mesmo, como Joana amou a França. É o que a Igreja não mais sabe fazer.

Cumpria-lhe governar as almas pelo amor e não pelo medo. João disse: “Amai-vos, eis toda a religião!” “O Cristo amou a Tomé, que duvidava, até a ponto de se materializar e apresentar-lhe as chagas, para que fossem por ele tocadas. A Igreja, porém, não ama os que duvidam; repele-os. Para que uma fé seja real, é preciso que o amor a torne fecunda. O amor é a alavanca da Humanidade.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.