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Capítulo 6 de 26
Parte 6 de 26
Atendimento a Desencarnados · Chico Xavier, pelo espírito Emmanuel
O raciocínio do Espírito é lógico - ele estava bom - por que não conversar a respeito? Nesse clima descontraído tudo se encaminha. -26- 0 Espirito demonstra aflição, desespero de alguém que foge de algo. - Me acudam, me acudam... Eles vão me pegar... Angustiado, procurava-se esconder com as mãos no rosto, virando-se para a parede. - Vão me pegar... me ajudem... -Aqui não o pegarão... Estou aqui com o senhor... - Mas eles são muitos... são vampiros, velozes, ágeis... - Olhe ao nosso redor... criou-se um círculo, uma parede que nos separa deles... - São muitos... muitos...
—Tire as mãos do rosto... olhe... conforme vêm em sua direção, batem naquela parede e veja, veja - são homens, pessoas iguais ao senhor. Olhe, observe. Lágrimas escorrem pelo rosto agora mais aliviado, surpreso. - Que lugar é este? Onde estou? -Em local próprio para auxílio, ajuda, tratamento... - Mas eu sou um deles... veja minhas asas... —Não o vejo assim.
Ajude-me a descrevê-lo. O senhor é um homem alto ou baixo? -Alto. -Eseus cabelos? —Ruivos... - Pele e olhos claros... pernas longas, pés grandes... braços e mãos do lado do corpo... (à cada mentalização falada, ele meneia a cabeça concordando). —Sim, sim... mas, veja... estou louco... esse fui eu... eas asas?... -Não. O senhor não está louco... está sim, acuado pelo medo, pela fuga, pela corrida desenfreada... só fugir, fugir, sem chão, sem esperança...
— E que lugar é este? — E o lugar onde os tratamentos o auxiliarão a compreender razões, porquês. Veja... fixe sua vista... aproximam-se companheiros que, se permitir, ficarão com o senhor nessas buscas... O que o senhoracha? — Quero ficar... ajudem-me...
Lágrimas escorrem demonstrando a comoção do início de reencontrar-se. Análise Cuidado do atendente em não ficar aflito, querendo pacificar imediatamente. Com firmeza, assegura-lhe que não o pegarão. Cria parede fluídica que, na sua mente, funciona como isolamento dos que o perseguem... “são homens, pessoas iguais ao senhor”...
Isso, nele, repercute como um choque; via-os como se apresentavam na sua mente - vampiros. Quando o atendente leva a que se recorde dele, como fora ou como é, o Espírito anula a forma de vampiro e se vê novamente como homem que é. Tais providências ou o encadeamento dessas construções requer do atendente, calma, falar devagar, dar tempo do Espírito para penetrar na ideia que lhe é passada, bem como concentração na construção das imagens que plasma. Quando o Espírito pergunta - “que lugar é este?” - não cabem, nesse momento, grandes explicações - apenas é o lugar onde o senhor será cuidado, etc. etc. Observação Espírito apavorado precisou ver materializada sua proteção, isto é, uma parede talvez até transparente, através da qual ele visse, sentisse que os vampiros não o atingiriam. -27- No estudo evangélico que antecede ao trabalho mediúnico, estudava-se do livro “Palavras de Vida Etemà”, o texto de Emmanucl “Apreço”.
O tema exorta a que cada um, no posto, na função, no local em que estagie, ofereça em tudo o que fizer, o melhor de si. Vários companheiros teceram comentários, concluindo que não basta saber e exercer, mas o principal é que antes o homem viva em si a proposta, para que seus atos rcfiitam-se em atitudes espontâneas, o sorriso encorajador, a solidariedade, a energia renovadora que cheguem ao outro como despertamento e alimentação para o bem. Iniciada a parte prática, manifesta-se um Espírito irritado, dizendo-se fiontalmente contra o autor e os comentários do grupo. — Estão todos fundamentados em utopias. Detenho e vivo realidade totalmente diversa dessa ideologia tola que discutiram.
Incentivado a falar, conta ter sido um estudioso, expositor que jamais recusara trabalho ou o fizera em descaso. Seu nome era prestigiado e nos locais em que expunha, muitas pessoas acorriam atraídas pela lógica de seus raciocínios, pela beleza dos exemplos citados. Apesar disso, tão logo se vira desencarnado, ao invés das recompensas e do recebimento dos amigos espirituais a que fazia jus, viu-se sozinho, está abandonado, desconectado de tudo quanto ensinara. 0 atendente afligiu-se; não sabendo como conduzir-se, apenas convidou-o a ficar na casa, para que pudesse obter respostas a tão grande decepção. O Espírito não aceitou. Preferiu partir, amargurado e triste, sem entender que o bem que fizera não repercutia nele em consolos, reencontros e aberturas.
Na “Avaliação”, após ter sido relatada essa sequência, concluiu-se que o atendente, calmamente, podería refletir com o Espírito, levando-o, por exemplo, a examinar com que objetivo dispunha-se às palestras. - o que colocava dele, enquanto explanava? - a mensagem havia sido construída para impressionar, manter a condição de excelente expositor ou primciramentc servia de convites a serem vividos no íntimo? -As palestras, as mensagens haviam servido, antes de serem expostas ao processo de reeducar-se, direcionando-se em novas metas? - que atitudes percebia em si mudadas, melhores, uma vez que trabalhava com os convites do Cristo? O grupo agradece ao Espírito que, no seu engano, exteriorizou uma grande maioria de todos nós, quando nos atemos | letra, ao exterior, sem reestruturar no Bem a essência, único meio de vivificara letra. Análise O importante nesta análise, é ressaltar a inabilidade do atendente que, mesmo se sentindo aflito e sem condições para dialogar com o Espírito, não chama o coordenador para auxiliá-lo ou assumir o caso. Mesmo o convite feito para que ficasse na casa, para que pudesse obter respostas, não foi construído como providência concreta, por exemplo, chamando pessoas, colocando-as junto a ele, para que se sentisse amparado, acompanhado na busca das respostas que necessitava encontrar. -28- O Espírito apresenta-se agitado, indignado: - Sou inocente, inocente... por que ninguém acredita?. Isso é uma vergonha... preciso sair, recolher provas, trazer... mostrar que sou inocente...
Deixe-me, deixe-me sair... não me prendam... -O senhor pode sair... venha... - Como posso sair... olhe os guardas... olhe a grossura dessa porta... sou inocente... escutem... preciso ir ao tribunal... - Esse tribunal já não existe mais... acabou. As pessoas que eles julgaram culpadas já foram inocentadas... o senhor já foi reconhecido inocente... —Mas eu não soube disso... onde, onde está escrito isso? Onde?! - Há registros com os nomes de todos os senhores... - Então, como é que eu e esse grupo que está aqui pode tomar conhecimento disso? - Através dos relatos históricos desse tempo de perseguições e horrores... —É...é isso mesmo... mas... espere... a senhora fala como se isso estivesse longe... não sei... fala de hoje... estou confuso... - Sim... esse tempo já ficou no passado... - Em que ano estamos? - Estamos... - isso... 1521 -Não... 2007 -O quê? 2007? -Sim, século XXI - Como?
Como isso é possível? - Os senhores podem entender melhor se acompanharem esses dois rapazes que cuidam dos registros que os inocenta,... em paralelo, logo, logo estará entendendo os detalhes... - Vamos com eles. Obrigado. Análise Necessário atentar que a necessidade do Espírito era provar sua inocência, face as arbitrariedades sofridas. O modo como se referia ao local em que estava preso, à atitude dos soldados, indicaram que o fato se passara na época das perseguições religiosas, daí a certeza com a qual o atendente afirmou o reconhecimento da inocência. Satisfeita essa necessidade, surgiu o desejo da prova e a curiosidade sobre o tempo, situações estas que permitiram um feliz encadeamento. Atendimento A Desencarnados -29- Saia... saia daqui... não fale comigo... estou em meio da minha magia... agora ela vai pagar... é sangue... sangue... vai pagar com sangue...
— E você sabe fazer essa magia? Silêncio. — Então... essa magia funciona mesmo? — Que ódio... que ódio... você estragou tudo... olhe... desandou... e o que ela me fez? Você não vê não?
Eu sofri, eu sou uma vitima dela... —Neste momento penso só em você... Deixe-me segurar suas mãos... cuidar de você... — Nunca ninguém fez isso... por que agora? — Tudo tem seu momento certo... deixe que cuidemos um pouquinho de você...
Veja seus cabelos... suas roupas... Vamos trocar... se alimentar... repousar um pouco... depois a gente ajuda você a resolver sua dor... venha... diga que sim... O Espírito se envolve, como se aconchegado ao abraço de alguém e entre lágrimas, baixinho balbucia... — Me ajudem... Análise Se o atendente tentasse dissuadir o Espírito da magia ou da vingança, nada teria conseguido a não ser acirrar-lhe o ânimo.
Prudentemente, saiu do foco da outra e voltou-se para o Espírito, como pessoa que é, fazendo-o sentir como é importante, bem - vindo e querido. Ao criar esse clima, o Espirito como que se pôs a descoberto, na imensa carência de ser sozinho e de não se sentir querido. -30- A indignação e revolta do senhor que se apresentou era intensa: - Só matando... é uma divida que só o sangue lava... é morte... morte... - A que de tão grave o senhor se refere? —Então a senhora não sabe?! Traição minha senhora... traição... só o sangue lava... - Veja... em que a morte dessa pessoa tão desleal vai beneficiá-lo? -Desleal... isso mesmo... então a senhora me dá razão... - Não se trata disto... - Então a senhora não me dá razão? - Repito: não se trata disso - reflita comigo: se o senhor, agora, depois do fato acontecido, dispuser de todo um plano para matá-lo, o senhor estará sendo pior que ele... ele é imaturo, irresponsável, aprontará tantas até que uma lei maior o alcance... pense... - Mas e a honra... a minha honra?... - Quem perdeu ou não tem honra é ele... o senhor continua o homem íntegro que sempre foi... pense... - E é e é... mas espere... agora minha cabeça está confusa... Como podería compreender melhor tudo isto? - O senhor vê alguém, alguma pessoa perto de nós? - Sim, há um senhor que me acena.
Ele poderá me explicar mais?... - Sim, ele vai responder a tudo quanto o senhor necessita saber. Pode ir confiante com ele... Análise Se a atendente tivesse tentado explorar o fato, o acontecimento, o Espírito reforçaria seu intento de vingar-se. Por três vezes (no atendimento em si) ele tentou aliciar a atendente para que lhe desse razão. Habilmente e, de certa forma isso foi feito, a atendente falou que aquela era a atitude de imaturos etc, com o que ele concordou e ate se acalmou.
Quando ele pergunta sobre “sua honra” deu a deixa para a atendente conhecer sua real necessidade. -31 - 0 Espírito apresenta-se altivo, olhando para um lado, para o outro... A atendente aguarda e após alguns instantes pergunta: - Procura algo?... posso ser útil? - Procuro, procuro sim alguns dos meus que se bandearam para cá... - E importante ao senhor encontrá-los? —Isso não vem ao caso... Não estou aqui por eles... Vim, na qualidade de chefe propor-lhe um trato... um trato que é o seguinte...
Você segura os teus aqui — eles param de ir lá e eu seguro os meus lá — eles se afastarão por completo de vocês todos... — Mas senhor... não existe meus e teus... somos todos companheiros... - Só se for no seu caso... No meu eu mando... eles são meus e isso também não interessa... Estou-lhe propondo um trato em um compromisso de cavalheiros... deixem de ir lá... - O senhor, ao colocar as coisas desse modo, dá-nos a impressão de que os que lá foram, invadiram seus domínios... - E não invadiram?! - Não... não invadiram... Veja aqui nesta tela o que aconteceu... olhe... olhe aqueles comandados que o senhor procura.» em algum momento, cansados da vida que levavam, pediram ajuda., veja. -Olha... olhasó...
Insurretos... insurretos é o que são... - O senhor entende... não houve intromissão e sim pedido, chamada... -Insurretos... insurretos... - A mesma coisa que aconteceu com eles está se passando, acontecendo com vários outros dos seus comandados... - Não vou deixar que isso aconteça... não disponho de aparelhagem como essa para captar-lhes o que sentem, mas foi muito bom conhecer... vou aperfeiçoar minhas técnicas... vou impedi-los de sentir... - O senhor sabe que isso é impossível... cada um tem, traz um mundo intimo imperceptível ao outro... —Agora complicou... Diga... como eu poderia aprender essas coisas que a senhora está me falando... -Aqui há muitos estudos... e através deles que se aprende que liderar não | impor medo... que todos somos livres porém responsáveis... enfim, muitos, muitos estudos... — E eu não poderia aprender? - O senhor vê alguém mais além de nós? — Sim... tem aquele moço, o outro homem... - Então... faça a pergunta a eles.
Silêncio e logo após: — Eles estão me chamando... vou com eles... Análise O Espírito é hábil e propõe um trato. A atendente precisa estar profundamente consciente da importância de, sob nenhum aspecto, não fazer “tratos” com os Espíritos trazidos. Ao aceitá-los estará fazendo um pacto, um convênio com direitos e deveres correspondentes a ambas as partes. A atendente foi hábil em não se recusar de pronto e levar o interesse dele para outro lado, por exemplo, levando-o a ver que os amigos espirituais lá estiveram porque foram chamados.
Esse fato o deixou transtornado: como, ele que dirigia com mão de ferro, não vira ou desconhecia isso? Quando diz que aperfeiçoará as suas técnicas de terror a ponto de impedi-los de sentir, o atendente, como se falasse a outro, discorre sobre a beleza do sentir e que é impossível impedir outros de se sentirem desta ou daquela forma. Ressalte-se que, ao decidir e pedir para ficar, o Espírito não o fez desejando renovar-se. Não. Desejou ficar para conhecer mais e aperfeiçoar as suas técnicas de ação, por isso a atendente perguntou-lhe se via mais alguém e, em caso positivo, fizesse a pergunta a eles. -32 - Insistem... insistem em me trazer...
Sou um homem... sei o que faço, que coisa desagradável... - O que é desagradável? - Essa insistência... esse de novo trazer-me aqui. - Mas... aqui é tão ruim assim? O senhor está sendo mal tratado? -Eu não quem vã: não entende? Quem ficar lá voltar para lá~ -Algum motivo há para que o senhor seja trazido... —Não há motivo nenhum... olha... ficam ai me olhando com esse sorriso... por que não me xingam? Não me batem? -Ninguém vai maltratá-lo... - Não preciso de nada... deixem-me voltar... - Olhe para o senhor... precisa de cuidados... - Já me acostumei com essas feridas... nem os bichos me incomodam... quero voltar, não entende? - Tudo bem... mas antes de voltar, vamos oferecer-lhe um suco... pensa, lembra quando o senhor era criança... a mamãe fazia um especial para o senhor, lembra... lembra...
O Espírito silencia., apresenta na face como que um sorriso e: —E de maçã... minha mãe fazia também a torta... minha mãe... onde ela está? - Este senhor veio buscá-lo para levá-lo até ela. Vá com ele... Análise Espírito determinado a não aceitar nada do que lhe fosse oferecido, a desfazer dos cuidados que recebia, dando a impressão de que queria ser agredido ou tratado com rudeza. Quando o atendente não mais possuía alternativas, inspiradamente, oferece-lhe o suco que ele aceita. Logo após, vem- lhe a ideia de levá-lo à infância... ao lembrar-se da mãe tudo se encaminha segundo as necessidades do Espírito.
Quando o atendente fala do senhor que iria levá-lo, o fez porque o Espírito, antes, já havia se referido a ele, pedindo-lhe que fosse embora. -33- Torce as mãos... o que é isso? Aflição? — Insatisfação. 0 Espírito tosse, raspa a garganta frequentemente ao falar. — Porque insatisfação? - Veja... não converso com ninguém faz tempo, muito tempo e as poucas vezes que o fiz, os ignorantes vieram me dizer que morri. Morri... como morri?
Estou lá na minha casa,... tudo bem que ninguém conversa comigo, mas estou lá, como, ando e sinto sono... veja... durmo... acordo no outro dia e insistem morreu... morreu... morreu nada... — Conta pra mim: como o senhor come, se alimenta? - E... sinto fome mas... acho que eu cheiro, sei lá... - por que eles não falam com o senhor? - Sei lá... vai ver já estão cansados de mim... sabe... e essa minha doença... eles só choram... - O senhor esteve muito doente, não é mesmo? Estive não. Estou... a ferida está aí... sabe... é aquela doença que não vou falar o nome... - O que o médico falou? - Que é brabo... mas eu estou aqui, oh! Ando para lá... para cá... não converso com mais ninguém, porque querem me convencer que morri e estou aqui — oh — vivo —falando com a senhora, a única que não me falou isso. - O senhor concorda que todos morreremos... eu, o senhor? - Claro... todos vamos morrer... - E como o senhor acha que será quando acontecer?
— Eu acho... eu acho que acaba tudo... mesmo porque ninguém voltou pra dizer como é... acaba, acaba tudo, a senhora não acha? -Veja, tomei conhecimento de umas ideias que me parecem interessantes... quando ela chegar, aquilo que anima meu corpo, e que chamam de alma, espírito, fantasma, sei lá... se separa desse corpo... este, vai lá para o cemitério... e o Espírito, a alma continua, de tal forma que, se eu me olhar, vou me ver nesse corpo diferente igualzinho ao corpo que vai para o sepultamento e como ninguém presencia a própria morte... eu já morri e continuo me sentindo vivo... — Ninguém se vê morrer? -Não... por isso a pessoa se sente viva... Não existe morte no sentido de acabar e sim de mudança... Diga-me... de quem o senhor se lembra que morreu e que o senhor gostava muito? —Ah! tem muitas pessoas...
—E o senhor acha que elas se acabaram? -Não... estou vendo elas ai oh! Mas isso e um sonho... a senhora sabe, quando a gente sonha? Então, é igual... —Não é igual... Esse seu familiar vai lhe falar...
Escute-o... ele falará de coisas que só o senhor e ele conhecem... Ouça-o. Silêncio atencioso e depois: — E...é...é mesmo? rapaz... e eu dando todo esse trabalho... Desculpe senhora, ele está falando para eu parar de tossir, porque a ferida ficou lá no corpo que enterraram. E ele tem razão... olha... não tem mais buraco... sim... sim eu vou com vocês.
Até logo... desculpe. Análise Estendeu-se, face às ponderações sensatas do Espírito, o atendimento caminhando por entre várias colocações que fazia. Se a atendente tentasse provar-lhe que realmente já estava desencarnado, iria entrar no mesmo que lhe havia sido dito, correndo o risco do Espírito não mais falar ou ir embora. Num diálogo interessante que o levou a pensar - “como o senhor come?”, “por que não falam com o senhor?” aos poucos foram levando a que, espontaneamente falasse da sua doença, do diagnóstico médico o que possibilitou encaminhar para que ele verbalizasse o que pensa do morrer. Dai para frente, tudo se encaminhou mais facilmente.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.