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Capítulo 23 de 26

Parte 23 de 26

Atendimento a Desencarnados · Chico Xavier, pelo espírito Emmanuel

Essa atividade de agora, semanal, tem duração curta, limitada. Necessitamos de tempo para adestramento, para tomar o médium maleável. Na realidade temos percebido, em relação ao grupo e aos próprios médiuns que há certa aversão a obras psicografadas. -Ainda assim, como pensam? - Já lhe disse que a matéria enfeixa dois volumes: - no primeiro avaliaríamos o já existente e os pontos a serem reavaliados ou o porquê de serem mudados. Seria, digamos assim-introdutório. O segundo, seria a revelação propriamente dita. - Para os médiuns que aqui estão, teria algum com condições? - No momento, considero-os falhos, reticentes e pouco maleáveis para receber de maneira menos difícil, algo tão importante.

Nesse instante ninguém se destaca. - Então, como o senhor se propõe a esse trabalho, se a ferramenta, digamos assim, não é boa. - Repito - caso seu grupo ou no seu grupo um médium ou vários se disponham, eles serão treinados, adestrados. - Se for através de vários médiuns, haveria uma combinação de horários disponíveis e a matéria recebida seria numerada. E mais ou menos isso? I Exatamente. Partes numeradas que comporiam um todo. Penso, entretanto, que o melhor, visando maior rapidez ao adestramento, que houvesse um coordenador também médium de incorporação, como vocês dizem, orientando os demais médiuns em exercícios de que eles desenvolveriam o sensorial até que reunissem condições de se expressarem.

Seria uma reunião especial para isso. — Para isso teríamos que criar um outro grupo, o que nos seria impossível, dado ao assoberbamento de compromissos e às várias atividades da casa. Além disso, teríamos que discutir sua proposta com o grupo e depois levar à Diretoria. — Mas, é mesmo necessário tudo isso? — Sim, todo trabalho ou toda atividade instalada ou a se instalar na casa, é discutida nos seus prós e contras e só após decide-se por implantá-lo ou não.

— Compreendo seu rigorismo. — E tem mais um detalhe: — digamos que se instale esse trabalho e os dois livros sejam recebidos. Não podemos oferecer- lhe garantia de que serão impressos e divulgados. — Como? Por quê?

Não havíamos pensado nisso... —Toda matéria será analisada frente às propostas de Jesus. Por exemplo — a reencarnação é um ponto básico da Doutrina Espírita, correto. Digamos que na matéria recebida haja algo contra esse princípio. E detalhe suficiente para invalidar a obra.

— Não pensamos nisso e, nessa honestidade com a qual estamos conversando, não podemos novamente errar como fizeram meus antecessores. Faz algum silêncio e... — Por favor, um de meus colaboradores atenta para um último fato — a presença espiritual do Codificador alteraria de alguma forma, para que a obra fosse publicada? — Explique-se melhor. — Se o Codificador se dispusesse a manifestar-se, as colocações feitas até agora mudariam no sentido de aceitá- las?

— Não vemos a necessidade da presença ou da palavra do Codificador. Temos a terceira revelação como expressão esclarecedora do pensamento de Jesus. Pensamos haver perda de energias, de tempo. Atendimento A Desencarnados - Preciso debater tudo isso com meus colaboradores. Seja... um deles chama-me a atenção que, se não há garantia de impressão e edição da matéria, seria arriscado passar-lhes esse conteúdo, uma vez que poderia ser usado como contra- argumento, caso seja recebido por outro grupo menos rígido. -Veja - esse não é o feitio da casa. Se a matéria é verdade, por si só ela se imporá.

Posso garantir-lhe que não será usada para nenhuma forma de revide ou contestação. Caso não seja achada válida, será arquivada. I Em nome da Doutrina e do meio espírita, agradeço ase rigor que certamente dará mais valor ao trabalho. Nada posso decidir. Junto com o grupo encarregado desse trabalho a ser feito, vamos debater, estudar, analisar, uma vez que a senhora levantou aspectos com os quais não contávamos.

Obrigado pela sua atenção. Análise Comunicação longa usando mais ou menos trinta minutos. Dificil, a exigir do atendente sensibilidade, tato para deixar o Espírito fazer sua proposta. Na avaliação, foi lembrada a comunicação anterior, feita por outra atendente, quando o Espírito veio, digamos assim, sondá- la no seu modo de pensar. - 161 - — É você a responsável pelo trabalho? Preciso falar com o coordenador do grupo.

— Sim, hoje eu estou na coordenação. — Não acham que esse trabalho precisa melhorar? Poderiam oferecer mais, ter uma qualidade melhor, ser mais eficiente... — Realmente melhorar a tarefa é sempre nosso objetivo. O Espírito mantém-se muito educado, escolhe com cuidado as palavras, fala baixo, calmo.

— Represento um grupo progressista que, nesse sentido de melhoria de trabalho, tem muito a oferecer. Gostaria de saber como ter acesso maior a vocês, com quem devemos nos comunicar... — Todo trabalho na casa é avaliado para exatamente perceber quais pontos estão frágeis, como readequar. Nossas orientações emanam da própria Codificação, das obras psicografadas por médiuns idôneos e das experiências advindas do próprio trabalho. — E onde estão essas obras?

—Na livraria, na biblioteca. — Insisto: como posso ter acesso aos médiuns? — Não trabalhamos sós: temos a equipe espiritual que é a real responsável pelo trabalho. Sugiro que os procure. —Eles já nos disseram que essas decisões são de vocês.

— Desse modo, levarei sua proposta aos componentes do grupo, uma vez que, tudo quanto se refere ao trabalho é muito bem avaliado, discutido, antes de ser aceito, implantado. No momento nada pode ser decidido. — Agradeço sua atenção. Observação Colocado na avaliação, surgiram várias reflexões sobre reais intenções do Espírito. O médium, consultado se lhe fora dado perceber algo mais, não soube definir.

A atendente, segundo ela própria, teve grande cuidado em escolher falar desta ou daquela forna, uma vez que, a calma do Espírito, os termos escolhidos que usava,adeterminação em colocar suas ideias, deixavam claro sua intenção de introduzir, interferir no trabalho. Disse inclusive que anteriormente já conversara com a outra dirigente. Essas mensagens ficaram aguardando continuação que até o momento desta publicação não tomou a acontecer. São importantes e ressaltam a importância de se estar alerta, cortês, educado, sem contudo abraçar propostas. O próprio tempo se encarrega de colocar cada coisa em seu devido lugar.

Se ao invés desse bom senso, de deixar os acontecimentos se processarem dentro de reflexões ponderadas e doutrinárias, se aceitasse prontamente, o trabalho proposto nas renovações progressistas, como estaria hoje, o grupo, cada participante e o próprio Centro nocontexto doutrinário espírita?

Comunicação Mediúnica entre encarnados Características que diferenciam as comunicações mediúnicas Comunicações de Encarnados em Sessão Mediúnica Comunicação mediúnica entre Encarnados

É possível, em sessão mediúnica comum, ocorrer manifesta? do Espírito ainda encarnado? Seria simples responder sim ou não, todavia como nosso objetivo é o estudo, há que se lembrar que o princípio das comunicações reside nas propriedades do perispírito, quer se esteja encarnado ou desencarnado. Durante os processos de emancipação, no sono por exemplo, o Espírito adquire em parte a sua liberdade, isto é, isola- se do corpo e é nesse estado que, em muitas ocasiões, observa-o ou projeta-se em busca de interesses pessoais. A literatura espírita (6) cita vários acontecimentos desse teor: o caso da senhora, que vê, repetidamente, entrar em seu quarto, houvesse ou não luz, uma vendedora de frutas, que conhecia de vista e com a qual jamais falara. Desconhecedora dos princípios espíritas, envolve-se em terror e não pergunta o porquê de tal visita. Após cada desaparecer da jovem, olhava a hora, constatando que, naquele momento da noite, a moça certamente dormia; verificava portas e janelas, de modo a certificar-se que ninguém poderia ter entrado. Essas duas providências atestam estar a senhora completamente acordada e não em sono ou sonho. Outra vez, da mesma maneira, viu seu irmão que estava na Califórnia com aparência perfeita de uma pessoa real. Uma carta, que posteriormente chega, traz-lhe a prova de que o irmão, que ela vira em sua casa, não morrera e que ultimamente

l-ICARDEC, Allan, O Livro dos Médiuns. 48a.ed., FEB. Rio de Janeiro-RJ. 1983. 3f-VH,p.ll3.116 e 117. pensava nela com saudades. Outra senhora, estando enferma, viu certa noite, por volta das dez horas, um senhor idoso que residia na mesma cidade e com qual ela se encontrara várias vezes em sociedade. Viu-o perto da cama, sentado em uma poltrona, como se a vigiasse. Surpreendida, com tal visita em hora já avançada, tenta perguntar-lhe por que ali estava. O senhor faz sinal para que nada falasse e tentasse dormir. O fato se repetiu, com as mesmas conotações, por várias outras noites. Tendo-se restabelecido, em hora própria, recebe a visita do aludido senhor. Convencida de que ele a visitara, durante sua enfermidade, agradeceu-lhe a delicadeza, a que o senhor, muito espantado, declara que viera visitá-la agora, por que há longo tempo não tinha a satisfação de vê-la. Esta senhora, conhecedora dos fatos espiritas, compreendeu o que se passara e, não entrando em explicações, limitou-se a dizer que provavelmente sonhara. Do mesmo modo que a outra, esta também não dormia.

Nos dois casos citados apenas uma das partes recordava- se do ocorrido. Nesta que segue as duas partes se identificarão: um senhor não desejava casar-se. A família insistia querendo consorciá- lo com uma moça residente em cidade próxima e desconhecida dele. Um dia, estando em seu quarto, vê uma jovem vestida de branco, com a cabeça ornada por uma coroa de flores. Disse-lhe ela que era sua noiva e estendeu-lhe a mão. Ele tomou-a nas suas, vendo-lhe num dos dedos um anel. Daí a instantes, tudo se dissipou. Certificando-se de que realmente estava acordado, verifica portas, janelas, perguntando aos familiares se alguém os visitara. Responderam-lhe que não. Decorrido um ano, como a pressão da família era grande, dispôs-se a ir conhecer uma moça que lhe propunham. Aproveitou o feriado de Corpus Christi para ida à cidade vizinha. Estando na casa que o recebera, entre as pessoas que voltavam da procissão e entravam na casa onde estava, reconheceu a moça que lhe aparecera, vestindo roupas que conhecia e com as flores na cabeça.

O senhor detém-se atônito; a moça grita, sente-se mal, desmaia. Voltando a si, diz já ter visto aquele senhor um ano antes, também no dia de Corpus Christi. Realizou-se o casamento. Tal fato consta do ano de 1835 quando ainda não se cogitava de Espíritos. Acrcsça-se que ambos os protagonistas eram extremamente positivistas e possuidores de imaginação equilibrada. Poder-se-ia objetar: a insistência da familia e a resistência do senhor, não poderiam ter levado a uma alucinação? Há que se refletir que o homem se conservara indiferente ao fato, tanto que deixa passar um ano, até decidir-se ir conhecer uma jovem. Mesmo que se admitisse a hipótese, como explicara aparição dupla, o vestuário, o dia de Corpus Christi e, por fim, o reconhecimento físico entre pessoas que nunca se haviam visto antes? "(,..)no estado de emancipação, a vida do corpo cede lugar à da alma." (7) "(...)muitas pessoas que pensam não se conhecerem se encontram e conversam (...)se visitam durante o sono (...)ofato é tão frequente que o realizais quase todas as noites. ” (2) Recordar ainda que, para esse desprendimento, não é necessário o sono completo.

Tão logo os sentidos se entorpecem, o Espirito aproveita para emancipar-se. Também, quanto mais fraco estiver o corpo, por exemplo, na prostração das forças vitais pela doença, o Espírito se desprende, sente-se livre e busca realizar o que pensa ou o preocupa. Surgem outras questões: como pode o corpo viver estando ausente o Espírito? O corpo vive a vida orgânica que independe do Espirito. Este, entretanto, nunca se achará completamente separado do corpo, permanecendo ligado através do cordão fluidico. Os médiuns reconhecem o Espírito de uma pessoa viva, por um rastro luminoso que termina no corpo, fenômeno que absolutamente não se dá, quando este está morto, porque então a separação será completa. Rceorde-se a experiência de André Luiz relatada no livro “Nosso Lar”, capítulo 33. Toda comunicação de vivos ou entre vivos é mcdiúnica? Não. Na grande maioria das vezes são fenômenos telepáticos ou de bicorporeidàde. O Espírito do “vivo” (encarnado) é que se emancipa, se projeta, se faz presente, se comunica scra que haja fenômeno mediúnico, e sim, anímico.

As fronteiras deste são extensas, amplas e geram confusão em quem generaliza. Isso porque há numerosas variedades de manifestações. Há, por exemplo, diferença radical de exteriorização entre os fenômenos telepáticos propriamente ditos em que o agente transmite ao outro seu próprio pensamento e o fenômeno telepático em que o sensitivo entra em comunicação com a subconsciência de pessoas afastadas Esses fenômenos falam da comunicação entre vivos, mas devem ser considerados à parte. Não são mediúnicos. A alma humana encarnada, portanto, pode por uma ação inconsciente transpor os limites do corpo, produzir efeitos físicos« plásticos e essa atividade pode ser intra ou extra-corpórea. Esta última oferece campo cheio de fatos maravilhosos, geralmente considerados como sobrenaturais. Esse domínio tão intenso “O designei sob o nome de “Animismo a fim de distingui-lo daquele de uma maneira

categórica ( ) A proposta espírita, ao afirmar a sobrevivência de algo além do corpo que se desfaz, fala precisamente do nosso inconsciente, ou melhor ”(...) de uma

7 2-KARDEC, Allan, O Livro ds Espíritos, 38a. ed., LAKE, São Paulo-SP, 1978. cap. Vm-H,p. 413 e 414. 8 3-AKSAKOF, Alexandre. Animismo e Espiritismo, vol 1, 5a. ed., FEB, Rio delineio RJ 1991, Prefácio da Edição Alemi. p.23. consciência interior que não conhecemos presentemente, mas que constitui o elemento primordial de toda individualidade”. (Animismo e Espiritismo) Dentro do “Animismo”, teoria que considera a alma como sendo a causa primária não apenas dos fatos psíquicos, mas também dos vitais básicos da matéria organizada superior, pode-se classificar os fenômenos da mediunidade em três categorias: O autor cita primeiro pcrsonismo, segundo Animismo e terceiro Espiritismo ou fato espírita, isto é, aquele que acontece fora da esfera do homem físico e que através da mediunidade, uma personalidade estranha se manisfesta através do médium. Como esse terceiro aspecto, não se constitui como objeto do nosso estudo, ater-nos-emos aos dois primeiros. (I) Pcrsonismo: fenômeno psiquico inconsciente-Não há intervenção de uma potência oculta.

E a realidade do indivíduo que ele sem o saber exterioriza como se fosse de outrem; produzido nos limites da esfera corpórea do indivíduo sendo intramediúnicos com caráter distintivo de personificação, ou seja, a apropriação ou adoção de um nome que muitas vezes tem um caráter diferente do seu. Revelam a dualidade do ser psiquico: um “eu individual” interior inconsciente com o seu “eu pessoal” exterior e consciente, provando que a totalidade do ser psíquico não está no “eu pessoal”, sendo este não mais que uma manifestação do “eu individual”, onde o efeito opõe-se ao fenômeno. Escapa a qualquer forma do conhecimento experimental fazendo-nos conhecer apenas o fato. No personismo portanto há a personificação, isto é, a exteriorização do nome, ideias, modos, caráter de uma personalidade estranha à atual daquele indivíduo, mas que faz parte da sua estrutura psíquica como Espírito imortal que é. André Luiz em (9) conta o caso da senhora que exterioriza o ódio, a revolta, carregando sombra de recordações em relação a um homem que lhe arruinara o destino.

Perplexos, Hilário e eu lançamos um olhar indagador ao Assistente, que nos percebeu a estranheza, porquanto a enferma, sem a presença da mulher invisível que parecia personificar, prosseguia em aflitiva posição de sofrimento. — Não vejo a entidade de quem a nossa irmã se faz intérprete - alegou Hilário curioso. — Sim - disse por minha vez - observo em minha vizinhança um triste companheiro desencarnado, mas se ele estivesse telepaticamente ligado à nossa amiga, decerto a mensagem definiria a palavra de um homem, sem as características femininas da lamentação que registramos... Em verdade não notamos aqui qualquer laço magnético que nos induza a assinalar fluidos teledinâmicos sobre a mente da médium. Aulus afagou a fronte da doente em

9 4-XAV1ER, F.C., pelo Espirito ANdré Luiz, Nos Domínios da Mediunidade, 13a.etL, FEB, Rio de Janeiro-RJ 1984, cap!2, p.2IO e seguintes. lágrimas, como se auscultasse o pensamento, e explicou: — Estamos diante do passado da nossa companheira. A mágoa e o azedume, tanto quanto a personalidade supostamente exótica de que dá testemunho, tudo procede dela mesma... Ante a aproximação do antigo desafeto, que ainda a persegue de nosso plano, revive a experiência dolorosa que lhe ocorreu, em cidade do Velho Mundo, no século passado, e entra em seguida o padecer de insopitável melancolia. Designam-se também como fenômenos anímicos integrados na tese “Animismo” os fatos psíquicos que se processam foram dos limites da esfera corpórea. São extra mediúnicos - ação que se processa fora do homem vivo, comportando efeitos físicos de: a) impressões transmitidas a distância; b) efeitos físicos de movimentos deslocando objetos; c) aparição do Espírito em sonho ou vigília no qual há o aparecimento do seu duplo; d) formação de corpos materializados na corporeidade a distância.

Essa classificação geral pode exteriorizar-se no cuberlandismo (leitura do pensamento), na psicometria, clarividência, na clariaudiência, premonição e retrocognição, transposição dos sentidos, memorização pré-agônica, comportamentos da personalidade, percepção do desconhecido, automatismo psicológico, regressão de memória, exteriorização, memória extracerebral, etc. (10) Frizc-se: não há ação de uma mente desencarnada sobre a do encarnado. O homem haure nas profundezas do próprio eu ideias que, por alguma razão, se projetam no eu atual, com a diferença básica de que os fenômenos do personismo são intra e os do animismo, extra. Os fenômenos espiritas apresentam característica de personismo e anismismo, porém, a causa é extra mediúnica, supraterrestre, isto é, fora da esfera da nossa existência. Na comunicação mediúnica o perispírito do desencarnado imanta-se, mente a mente, ao perispírito do médium que exerce sua vontade; passa o seu sentir e pensar.

O médium pode produziros três fenômenos: como criatura humana tem seus arquivos, seus clichês, pode exteriorizá-los; como personalidade tem toda uma situação pessoal, atual, muitas vezes envolta em dramas subconscientes não resolvidos; finalmente, como médium, pode exteriorizar o sentir do outro, neste caso, desencarnado. O que exterioriza não é seu.

10 5- Ver abertura desses aspectos em: BIGHETTI, Leda M., O Médium, la ed. BELE, RibeirSo Preto-SP2008, IV, p. 16e seguinte». Características que diferenciam as comunicações mediúnicas As comunicações mcdiúnicas entre vivos se apresentam com características que as

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.