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Capítulo 22 de 26
Parte 22 de 26
Atendimento a Desencarnados · Chico Xavier, pelo espírito Emmanuel
Levanta o rosto, olha atentamente, mostra comoção na face, rompe em choro e entre soluços... - Pai... meu pai... que saudades... Análise Caso interessante. Aparentemente simples, requer bastante atenção e perspicácia do atendente, para não precipitar informação deixando o Espírito expressar-se e achar, descobrir o porquê de não o ouvirem. -154- Espíríto quieto. Já há algum tempo ligado ao médium, nada íz... olha... olha... -Estou àsua disposição... vejo-o observando... precisa de algo? -Na realidade, queria fazer um discurso, falar, chamar atenção para essa falta de educação... falar que está tudo errado... mas, já percebi que ninguém está a fim de me ouvir... - Por que o senhor sente desse modo? -Muitas coisas aconteceram... e agora encontro minha casa, meusfilhos num verdadeiro inferno... Falo com cada um, pito, grito, esbravejo... volto a falar e nada... não me dão atenção... - E por que ou o que o senhor quer falar-lhes... por que brigam?
-Estão em desacordo uns contra os outros... brigando para dividir dinheiro... digo-lhes que trabalhem... grito que o dinheiro é meu e não consigo fazê-los entender... - Sempre foi assim? -Não... isso começou depois que adoeci... -Interessante... normalmente quando os pais ou um famil- iaradoece, a família se toma mais afetiva, carinhosa... -Mas... isso foi depois daquele negócio... -Que negócio? - É... depois que fiquei doente... daquela coisa para frenteésó briga, divisão, discussão... -0 senhor fala em negócio... aquela coisa... a que o senhor se refere? - Morri.
Está contente? Diz isso em voz agressiva, revoltado. -Desculpe, senhor, mas precisava que o senhor assumisse... expressasse sua realidade... Na verdade, o senhor agora sabe que apenas deixou seu corpo físico... continua vivo... vai à sua casa, estamos conversando... não há morte no sentido de fun e sim e sempre um prosseguir, caminhar... Não se preocupe tanto com os filhos... Eles desconhecem tudo quanto o senhor sabe, agora...
O senhor fez a sua parte... deu-lhes vida... foi probo... amealhou-lhes bens... e só se beneficiarão deles aqueles que realmente merecerem... Antes do senhor morrer sabia ou imaginava que seria assim? —Jamais pensei nisso, nessas possibilidades... — Eles também não... O senhor fez a sua parte... deixe que se entendam e aprendam também...
— E se eu aceitar o que a senhora me diz... o que farei?... como será? Não sei nada... — Nenhum de nós está ao desamparo... nem seus filhos, nem o senhor... assim, como o senhor os ama e se preocupa com eles, há quem também o ama e certamente o chama desde o instante da sua morte e, no entanto, o senhor não viu, não ouviu... Percebe por que os filhos não o ouvem? A mesma coisa acontece como senhor.
Preste atenção... tente ouvir... Silêncio atencioso e depois... — Essa voz... essa voz me é familiar... Rubens... Rubens meu irmão...
Análise Embora um caso comum da revolta do Espirito ao fc com alguém que não dá respostas, esse tem característica: herança, de briga e o argumento forte foi o paralelo entre ele com os filhos e esses não escutarem, com os familiares quetarr se faziam presentes e ele, Espírito, não os via e nem os escufc - 155- -Ai... ai... que dor... -Vamos cuidar... logo vai acalmar... -Aqui não tem jeito não... -Porque fala assim... - Estou com câncer no fígado... -E o que os médicos dizem? - Que é grave... que meu estado não é nada bom... -Além da doença com seus incômodos, o que o senhor pensa a respeito do que eles dizem?... - Que estou morrendo... - E o senhor tem medo? - Tinha muito medo... agora... a dor é tanta que gostaria que ela chegasse logo para ficar livre...
-E quando ela chegar, como o senhor gostaria que fosse?... - Gostaria que tivesse outro lugar... - E o que teria nesse lugar? - Menos dor... alguma paz e meus familiares... tenho lembrado tanto da minha mãe... - - Quem sabe ela já não chegou aqui... entre tanta gente, veja se o senhor a encontra... Assalta-o choro convulsivo... o médium se acalma voltando tudo ao normal. Análise A função da dor, laborando o íntimo e predispondo-o a aceitar o desenlace, até mesmo, desejando-o, possibilitou a atendente conduzir o diálogo, levando-o a visualizar o que gostaria que acontecesse, destacando-se a saudade da mãe, que lhe significava, sobremodo, segurança. - 156 - Espirito em esgares, carantonhas, ostensivo e provocante... — Que se passa? — Ódio... ódio... sabe o que é isso?
Gostaria de metralhar todos, todos vocês... —Assim, gratuitamente? Porque isso? — Não tenho tempo para conversa fiada. Meu tempo é precioso... não posso perdê-lo... preciso matar... matar...
— Não estamos perdendo tempo... por que veio? — Porque fui convidado... eu não vou aonde não me convidam... — E por que aceitou? — Tinha esperança de poder metralhá-los... — Mas, alguém aqui o destratou?
—Não se trata disso... é a minha vontade, matar... matar todos... —Não entendi ainda, por quê? — E tal a raiva, o ódio que me consome por dentro, que para desafogar isso, só matando... matando... fazendo sofrer... mato na hora... — Sabe o que estou sentindo vontade de fazer agora com o senhor? — Matar-me também?
Ah! ah! ah!... — Não... vontade de abraçá-lo... Quando a atendente diz isso, se retorce todo, enrola os braços e... — Nempense nisso... chega... chegapra lá... não quero... — Não se exalte... sem sua permissão não o farei... mas, posso envolvê-lo no meu carinho...
Olhe o que parte de mim e toca no senhor... — Feiticeira... feiticeira, isso é o que você é...Atendimento A Desencarnados - Veja... vou pedir que venha até nós, uma senhora que tem algo muito importante a mostrar-lhe... - E outra feiticeira? -Não. E uma amiga nossa... de rosto bondoso, envolvente... — Não gosto de riso, hem? -Ela não está rindo... seu rosto reflete paz, não riso... Sabe oque ela vai mostrar-lhe?
— Deve ser babozeira... -Não. Ela vai levá-lo a observar o que acontece quando alguém mata alguém... o que sai, digamos assim, de quem morre e oque quem mata recebe... talvez aí a gente ache a razão desse tcqueimar intimo que o impele a tudo fazer para aliviar-se. Aceite o convite... vá com ela... Se for necessário, voltaremos a nos falar... Análise 0 ódio envolto em desespero era gritante nesse companheiro...
Ao descrever essa ânsia que o envolvia e o impelia ao desejar matar, era sobremodo, constemador. Avesso a qualquer forma de abordagem, inesperadamente, a atendente o convidou a “ver” o que acontecia... - 157 - Espírito apresenta-se ensimesmado, quieto, mas apresentando algum desconforto. — O que significa o seu modo de apresentar-se? Fala lentamente, pronuncia as palavras com dificuldade, seguidas de espaços em silêncio... — Sabe o que é?
E difícil, muito difícil para mim essa forma de falar, porque não consigo pensar e querer falar do meu jeito e ter que falar de outro. Me disseram que basta pensar, mas não consigo separar o pensar do falar... — Tenta só pensar... é assim mesmo... o senhor pensa no que gostaria de dizer... — Sou holandês... estou aqui há muito tempo, acho que é um passado muito distante porque o que consigo ver hoje é muito diferente. Eu vim para esta parte do mundo em missão, e aqui foi ao mesmo tempo minha remissão e perdição.
Trai os votos da minha igreja por fraqueza da carne enquanto semeava a palavra de Deus. A mistura dessas duas situações creio que foi proveitosa. Não consigo voltar a minha terra, ver os antepassados. Só encontro, só convivo, só vejo os motivos da minha perdição efico, fico muito perturbadofrente àqueles que gerei como filhos e que não os reconheci como tal Quando tento chegar perto, buscar outras posições, não compreendo - sou afastado. Tive oportunidade de conhecer uma pessoa que disse—siga-me e será atendido em suas necessidades...
Não sei quem são, o que fazem — só sei que falam em nome de Cristo e isto me basta. Apesar de não ter sido um bom filho Dele, de saber que fiquei longe da igreja, continuei em pensamento próximo ao meu Mestre, meu Modelo, meu Professor. Não vi vendei na minha vida terrena os ensinos, mas meu amor a Ele é incondicional e venho em nome desse Cristo, pedir. Creia, isso me custa muito — sou orgulhoso, nunca peço, não sou Atendimento A Desencarnados humilde - mas em nome do Cristo peço auxilio. Não tem ideia o quanto é difícil chegar e pedir isso.
Nunca pedi nada a ninguém e pedir ajuda é o máximo da humilhação... -Nos seus relacionamentos ou em algum deles houve, havia amor? - Não. Não houve amor como se entende entre um homem e uma mulher... era instinto... instinto... explosivo como tudo o que é contido, abafado... Vinculava-me aqui, aii numa atração absoluta, estonteante... vivia como um bêbado só conseguindo me arrastar; depois, encontrei uma mulher com a qual tive filhos e uma filha e com a qual não exerci o papel de pai mas só de marido. Entre as duas, mãe e filha, vivi e conheci tudo quanto me satisfazia. Hoje vejo as duas... são irmãs... não têm mais a aparência de mulatas, mestiças... trabalham em uma casa onde os trabalhos são feitos em nome do Cristo.
Hoje as vejo como mulheres idealizadas e minha vinculação, meu tormento continua o mesmo — querer que me deem o que me davam antes — não tenho, porém, mais corpo, sei disso, e é tudo muito dificil, tão baixo, tão anima! e as vejo tão puras. Ião desejosas de acertar... - Em face a tudo isso, o que o senhor gostaria, que providências vamos tomar? - O companheiro que me trouxe, pede que eu fique mais alguns dias. Diz que vamos estudar um outro passado... De qualquer forma agradeço o auxilio... Só o fato de conseguir poder dizer o que me vai dentro do coração, dá-me alguma paz interna... muito... muito obrigado...
Análise Um caso diferente, difícil; alguém acostumado com outra língua, sentiu dificuldades naturais. A comunicação demorou, foi entrecortada, uma vez que precisava primeiro pensar a palavra para que o médium a exteriorizasse após. A consciência de culpa e a avaliação pessoal de ver-se agora tão instintivo, frente às moças que identificava em um outro corpo o mantém em desespero consigo. Ao atendente, nada mais cabia, senão propiciar-lhe clima fraterno para que trouxesse à consciência a pessoal razão de seus males. Ainda, houve prudência quando lhe pergunta-“o que o senhor gostaria, que providências tomar?” — uma vez que, dada a sua clareza mental em relação a si—qualquer caminho teria que ser discutido com ele.
Parece que, nesse momento, isso não seria viável, pois o amigo espiritual que o trouxera, se antecede e oferece-lhe opção. -158- Espirito agitado, bravo, acena com braços, resmunga. — O que foi? Por que está assim? — Ah! O que que é isso agora?
Além de tudo o que de injustiça já acontece, agora mais essa... aqui tem mais proteção... como pode? -A que o senhor se refere? - Vim com meu bando todo certo de que ia entrar e no entanto, só eu entrei... eles estão, ficaram lá na rua... é um desaforo... - E por que o senhor e o grupo vieram? - Vim dar uma lição a todos e olhe, olhe... eles lá estão não puderam entrar... pensei que estavam desguarnecidos... - Que tipo de lição trazia? - Bagunçar tudo, acabar com isso daqui. Fui invadido em meus domínios... tive muitas perdas e vim aqui atrás de cada um... -Será que agora é possível que o seu grupo entre? Pergunte a esse senhor que o deixou entrar. Silêncio. - Ele diz que sim. Vão ser trazidos mas se acham que voo convencer-me e a eles, estão enganados.
Não vão nos desmantelar... não tenho cabeça pequena... sei pensar e o que quero... vamos... quero contas dos meus soldados. -Osenhordizquefoi invadido. Isso não faz parte de nossas práticas... seria um desrespeito ao senhor e ao grupo... - Palavras... palavras porque vocês foram lá e retiraram... - Pense... pense em um dos seus soldados e vamos ver se ele foi retirado ou se ele pediu ajuda... Veja... Silêncio. 1 Traidores... são todos traidores... — Na realidade não.
Todos têm o direito de se cansar do que fazem, de querer mudar... — Nosso serviço é leve... é bom... temos compromissos com pessoas encarnadas no sentido de levar desforras... a lei é essa... fez. paga... nós fazemos nossa parte e recebemos o combinado... —A lei não funciona assim... vamos dizer que eu pratique em relação ao senhor, alguma indignidade. Independente do senhor vingar-se de mim, a lei que eu desequilibrei, “cobrará” que eu a reequilibre, independente das ações do senhor... — Não acho que é assim, não.
— Tanto é que, muitas vezes pode parecer aos senhores que estão conseguindo, chegam perto, perto, e depois tudo se distancia novamente. — E verdade... mas enquanto a gente está tentando, perturba, dificulta tudo. — Isso é verdade, entretanto, a cada investida dos senhores, pela luta que a pessoa faz, fíca ela sempre mais forte. Quer um exemplo — traga à sua mente um caso que pessoalmente lhe interesse... Pronto?
— Pronto... ela não presta... — Não é assim... olhe o que ela já passou... já sofreu para chegar até onde está... Ri satisfeito... gargalha— — Estou sempre ali por perto... sofre, sofre mesmo... os filhos cada um mais louco que o outro são aqueles que ela jogou fora... e ela é rebelde... ela ainda não aceita esses filhos e os problemas que criam... —Exatamente. Independente da ação dos senhores, há uma lei maior, na qual os senhores também estão inclusos e que terão que responder.
Convido-o e ao grupo, a que nos retiremos na companhia desses amigos, para outra sala a fim de explorarmos mais esse assunto. O que acha? —Isso significará prisão? -Jamais. Isso não existe aqui. Se após tudo o que virem, decidirem partir, serão respeitados. - Depois da gente ver tudo isso, posso me reunir, sem wcês, com o meu grupo, para decidirmos o que fazer? -Sim. -Então vamos...
Análise Um caso que se desenvolve em várias facetas: busca de trabalhadores sumidos, desorganizar o grupo em questão, intromissão em seus domínios, a forma de trabalho paga por encarnados, enfim, uma série de aspectos que foram tratados com propriedade, sem nenhum forçamento, com reflexões, uma vez que a característica desse Espírito é a lógica, isto é, entender. A atendente não polemiza e parte para um convite, no qual os amigos espirituais lerão e apresentarão argumentos necessários ao despertamento. Sequência Especial - 159 - O Espírito aprescnta-se como quem observa, olhando para cá, para lá... — Como está? — Enfadado... acho isso tão triste...
— O que é triste? — Observar tanto talento desperdiçado... Isso me agasta... há aqui um bom potencial mas desperdiçam... tecem fórmulas... conceitos... teorias... aspectos filosóficos... mas a ação é tão fugaz... inócua mesmo... — São interessantes suas apreciações. Na realidade, o progresso, a renovação, a melhoria acontecem através de pequeninos passos...
— Mas são passos milimétricos... pelo potencial que pude obser\%ar. há muita acomodação... Já vi isso acontecerem outros grupos... vão devagar, devagar até a estagnação, a desintegração... — O senhor esteve nos estudos... penso ter percebido que transformações reais são aquelas que, elaboradas no íntimo do ser, alteram a essência... vêm de dentro para fora... — Entendo o que coloca... é coerente... faço minhas as suas palavras, entretanto, devo acrescentar e, trazendo para o ponto em que me detinha, que é o coletivo, o indivíduo sofre ação do meio contribuindo para que este seja lento ou avançado. No campo das suas atividades, mantêm-se os grupos estacionários, grupos que se arrastam a pequenos passos e grupos que progridem.
Faço parte, represento essa corrente progressista e vim para que dinamizemos uma qualidade diferente de consciência... —Acabamos de estudar que essa formação, essa ampliação de consciência, nasce no trabalho que cada um faz consigo, frente a um ideal — este é o primeiro passo. - E essas ideias, não correspondem a um ponto gxclusivamente seu? A senhora me libera para que eu converse (sinta os outros? Pode haver pensamentos diferentes desse seu.- ações que pudessem abranger outras dimensões... - Penso não haver problemas em autorizá-lo, porém, deixo essa liberação, ao dirigente espiritual do grupo... O que diz?— - Que não há problema, desde que eu também converse sobre isso com eles. -Tudo bem então.
Antes do senhor ir pcimita-me perguntar- lhe-ese o senhor encontrar semelhança no pensar deles com o meu e notar o esforço que cada um faz? - Talvez aí, tenha que rever o ponto de unidade que caracteriza o meu grupo. Real mente meu interesse é promover acorrente progressista que represento... - Segundo a autorização dos nossos amigos, fique à vontade... Análise Um Espírito que fala pausado, manso, educado, com capacidade tranquila de envolver a a tendente tentando passar-lhe a ideia de que deve melhorar o grupo. É fino nos raciocínios, veladamente ameaça, no sentido de que, se o progresso não for rápido, o grupo pode esfacelar-se. Quando percebe que a atendente não ia pedir-lhe ajuda, esclarecimentos em como dinamizar, crescer mais rápido, pede para conversar com outros atendentes visando checar se aquele pensamento não era imposto por aquela que o atendia.
Prudentemente é remetido aos dirigentes espirituais que autorizam desde que também converse suas apreciações com eles. E um caso delicado—poderia ser um Espírito cujo objetivo seria impor regras que complicariam o grupo ou realmente estar imbuído de sinceridade. Nessa dualidade, o melhor foi liberá-lo colocando-o sob “guarda” digamos assim, dos amigos que conhecem seu real objetivo. Após essa terceira comunicação de um mesmo teor, não mais voltaram. - 160 - Espírito calmo, postura elegante, tranquilo, observador. — Precisa de algo?
Posso ajudar? — Não obrigado. Não tenho necessidades. — Mas desde que está aqui... — Na realidade vim falar-lhe.
— Sou toda ouvidos. Disponha. — E o seguinte: tivemos que fazer substituições... o companheiro que aqui esteve outro dia, não foi suficientemente claro, o que não nos isenta de responsabilidade; por isso, hoje, estou eu aqui, tendo em vista que o grupo debateu nossas intenções. Represento, sou, formamos um grupo de uma reforma — uma corrente progressista de um movimento chamado pelo codificador do Espiritismo como a a 4 revelação. Nossa proposta, que chamamos revolucionária não é baseada simplesmente nas experiências que vivenciamos, mas em novas revelações que nos foram trazidas pelo próprio Codificador e seus representantes.
Atente que poucas instituições podem ter sustentáculo para esse trabalho a ser feito. Estudamos grupos, instituições, indivíduos que pudessem receber essa revelação, dai o convite que é feito, nesse sentido de abertura da proposta espirita. — Quais os pontos a serem revelados? — A Doutrina, ou melhor, a reforma da Doutrina é algo abrangente. Foi sondada a possibilidade de que um dos médium, ou vários médiuns que compõem este trabalho se disponham a receber a matéria através da psicografta.
Sabemos que essa casa imprime, edita livros, daí mais um detalhe importante. — Como, esses médiuns se disporiam ao trabalho?. Seriam escolhidos por vocês? - Veja: esses médiuns, primeiramente seriam treinados, adestrados uma vez que essa matéria compõe-se de dois volumes. —E como seria esse trabalho de recebimento? -Realmente, o primeiro representante nosso, por excesso de zelo, não deixou nada claro. Deixe-me ver: - passaríamos a transição da revelação, aqui ou em outro lugar.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.