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Capítulo 25 de 26

Parte 25 de 26

Atendimento a Desencarnados · Chico Xavier, pelo espírito Emmanuel

Daí resulta que o corpo aparente igualmente não poderia ser morto, porque não é orgânico, isto é, não é formado de carne e osso. Desaparecería no momento em que o quisessem matar. Conclusão: As comunicações mediúnicas de pessoas vivas foram objeto de longa e minuciosa pesquisa de Allan Kardec na Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, em Paris. Sócios efetivos ou correspondentes da Sociedade se inscreviam para experiências nesse sentido. Allan Kardec os evocava, às vezes a grandes distâncias, sob controle de entidades espirituais que presidiam os trabalhos mcdiúnicos.

Os boletins da Sociedade, publicados na “Revista Espírita”, trazem preciosas informações desse procedimento. As comunicações obtidas foram publicadas na íntegra, pois eram psicografadas, na seção “Palestras Familiares de Além Túmulo”, da mesma revista. Constituem-se, estas, como as primeiras pesquisas e as primeiras demonstrações históricas da independência do Espírito em relação ao corpo. Assim, matéria rica e elucidativa a esse respeito pode especiaimente ser estudada na Revista aludida em: •janeiro, fevereiro, maio e novembro de 1859 • janeiro, março, abril e novembro de 1860 •julho de 1861. Atualmente inúmeros livros subsidiários,fieis à doutrina, trazem casos em que o encarnado é levado para o plano espiritual para tratamentos, trabalhos e comunicações.

Há inclusive relatos dessa emancipação/comunicação no coma profundo, no testemunho de Espíritos que saem dele e relatam suas experiências. Mais atual, e no sentido “diversão”, o filme “E se fosse verdade...”, leva a reflexões nesse sentido. (7) 7-Filme: Just like heaven-2005, diref&o Mark Waters com Reese Whitcrspoon e Mark Ruffalo. Comunicações de Encarnados em Sessão Mediúnica -1 - O Espírito se apresenta irritado, impaciente e bravo: - Quero ir embora... nãoquero... não adianta ficar aqui... Detesto vocês... vão... vão embora ou deixem-me voltar... - Para onde quer voltar? - Onde estava e de onde não quero sair. - Lá é assim tão bom? - É... é muito bom... Tenho minha cama, as enfermeiras cuidam de mim e eu durmo, durmo, até que vocês chegam... ai o inferno começa... - Ao estar aqui com o senhor, trago o propósito de deixá- lo muito bem, entretanto não está muito claro o porquê da sua ira contra este lugar ou as pessoas que o atendem... - Está bem... vou começar desde o início e quem sabe ai a senhora entenda..., minha filha e os outros me deixem em paz...

Sou velho, estive, e estou doente internado no hospital (citou o nome do hospital). Quem sempre cuidou de mim foi essa filha por quem tinha o maior respeito e acreditava plenamente no seu amor. Pois bem, logo adormeci, ela começou a levar junto ao meu leito, amigos dela, os espiritas, e quando eles chegam para as rezas, o tal do passe e aquela baboseira toda, vejo... eu vejo... sai deles uma gosma... sei lá o que é, que me envolve todo e como que desmaio como se fosse morrer... Estabelece-se em mim, luta descomunal porque não quero morrer e minhas forças estão se acabando para a luta contra vocês... - 0 senhor... - Complicando mais as coisas, está lá a filha em quem confiava e que a conheço agora, desejosa da minha morte para, primeiro ficar livre desse fardo e segundo, entrar na posse do que tenho... Isso tudo, mais a presença de vocês, estranhos que rejeito, detesto, não são motivos suficientes para que eu esteja possesso?

Responda-me?! Diga-me... - Em primeiro lugar sua filha... ela o ama extremadamente e sofre vendo o arrastar da sua enfermidade... - Não é nada disso... ela quer liberdade, dinheiro. - Então veja o que vão lhe mostrar... é a sua filha... olhe, o coração... veja o sentimento que parte dela e busca envolvê-lo... olhe... preste atenção... Silêncio... e depois mais calmo: - Ela não quer que eu morra?! - Ela quer que o senhor fique bem... Tenta ajudá-lo de todas as formas... - Mas eu estou bem... não quero... não preciso morrer... - Para todos nós chega o momento da partida... - Não é minha hora... estou bem... durmo, as moças cuidam de mim... - Olhe... analise bem o seu corpo... veja o que estão lhe mostrando... Silêncio... - Que horror!

Credo! Não quero ver... está tudo podre... que cheiro... Ajudem-me. Tirem-me daqui... Análise O cuidado e a delicadeza da atendente foram detalhes imprescindíveis ao êxito do atendimento.

Num primeiro momento, não se percebia tratar-se de encarnado. Só no desenvolver do caso, pelas colocações que iam sendo feitas é que tal fato de aclarou. O encadeamento seguro levou o Espírito a sair de um mundo mental mantido e confrontar-se com a própria realidade, o que fez com que desejasse ajuda. Nota: Esta experiência, apresentando nuances dos vários grupos estudados, fecha-se mais propriamente na categoria "e" - casos de transição em que o vivo que se comunica mediunicamenteum moribundo. -2- Espírito confuso, desesperado. Fixado em algo,fala sem parar, ao mesmo tempo em que pede auxílio.

Demonstra nada ouvir do que lhe falam. Frases desconexas destacam a dificuldade de relacionamento com o marido, as agressões, a exaustão, o desequilíbrio familiar. - Não aguento mais... fugir... fugir... mas, para onde... não... não me bata... • Senhora, veja. - Meusfilhos... meusfilhos querem puni-lo... não podem fazer isso... ele é o pai... - Deixe-me falar-lhe... escute-me... De todas as formas o atendente tentou captar-lhe a atenção, sendo em vão os esforços. Ele pára de falar, ora, une-se aos Espíritos responsáveis pela sessão, notando que, pouco a pouco, o palavreado cessa. Vem-lhe à mente uma ideia e pergunta: - O que a senhora fazia antes de vir aqui? - Estava lá em casa, cansada, muito cansada, fui dormir e entrei a sonhar...

Vejo-me agora conversando com o senhor... Onde estou? - Aqui é um local de socorro, de atendimento aos que sofrem... a senhora foi trazida...para... - Que estranho!... estão aqui familiares queridos que já morreram... - Está assustada? - Não... sinto imenso bem-estar... - A senhora os ouve? - Sim... -Eo que eles dizem? - Falam... sim... sim., falam que não devo abandonar Atendimento A Desencarnados meus ideais... para buscar refúgio na prece... confiar com otimismo e fé... ! - Dizem que não estou sozinha e que tenho forças para ajudá-lo a superar e o momento... que bonito!!! obrigada... - Preciso voltar... preciso voltar... Análise O atendente como de costume, julgou estar tratando com um desencarnado. Como tal, e cada questionamento em momento próprio, perguntou-lhe entre outras questões, o que conhecia de sua realidade: estivera doente? Ultimamente sentira-se ignorada ao tentar conversar com pessoas?

Divisava realidade diferente da sua habitual?, algo havia acontecido, talvez um acidente ou coisa semelhante? Como as respostas eram negativas, começando a sentir-se sem opções, o atendente ora, pede ajuda aos amigos espirituais responsáveis pelo caso, quando lhe vem a mente perguntar...”o que a senhora fazia antes de vir aqui?”... Pelos relatos que se seguiram, claramente definiu-se estar ela emancipada pelo sono. Alguns dias depois, o atendente deste caso, levou a mãe a visitar uma família que passava por alguns momentos delicados. A familiar está a contar suas dificuldades e em certo ponto desperta a atenção do atendente, ao dizer: - “Mas você sabe?...Estive muito, muito desesperada a ponto de não sabero que decidir e acredite ou não... sonhei... sonhei com a vovó que me disse tantas coisas bonitas, principalmente, e disso lembro-me bem...” que todos caminhamos na paz do tempo que passa...” De lá para cá envolvi-me em força que me dá ânimo para continuar; coragem para não desesperar...” Observação Ouvindo este relato, o acompanhante, filho da senhora que visitava e que havia sido o atendente do fato em questão, delicadamente comenta a beleza do “sonho” e pergunta quando e em que circunstâncias acontecera.

A senhora dá detalhes que correspondem ao horário, dia em que o grupo mediúnico estava em ação, permitindo-lhe relacionar os dois fatos como um atendimento a Espírito encarnado. -3- - Não deixem...porfavor...não deixem...não quero voltar àquele corpo...socorro! •Está aqui comigo...sossegue seu coração...Estamos conversando...o lugar é diferente...olhe...olhe com atenção... Após alguns instantes nos quais a respiração foi ficando mais calma... - Já aconteceu? - Do que está falando? - Meu corpo...meu corpo está horrivel...todo tomado por ",aquela doença "...cheira mal...e aparelhos...tudo cheio de borrachinhas...e terrível...não me deixe...não quero...não posso voltar ao hospital... - Agora está aqui, comigo, conosco...Atente para esses momentos...confie. - Obrigado...sabe senhora?

Sei o que está acontecendo..Já li ou ouvi alguma coisa a respeito...estou morrendo, mas é terrível ver as coisas que estão acontecendo...quero fugir, correr, afastar-me. porém, como que uma cordinha me puxa de volta e o desespero aumenta acrescido do desejo de também fugir do pranto da familia...Não me nego a morrer, porém, não gostaria de ver isso acontecer...é uma situação muito, muito aflitiva... - Se já ouviu ou leu algo a respeito do que agora está se passando, precisa lembrar-se que também nos ensinam que ninguém presencia o próprio desencame...No momento certo, os amigos responsáveis, envolvem-nos em sono, de modo que, ao acordar tudo já se consumou... - Senhora...senhora...não sei se já é a hora precisa de voltar...não quero antecipar nada...porém...será que seria possível não presenciar mais o que está se passando ali...? - Tenho certeza que sim...olhe para esses amigos que participam dessa nossa conversa...escute-os...confie neles... | Senhora... obrí... Análise Atente-se para a delicadeza com que a atendente ouviu sem se afligir ou interromper. A primeira providência, sem pedir calma, foi pacificar-lhe a ansiedade, fazendo-o sentir estar em outro lugar.

Quando pergunta:- “já aconteceu?”—ao invés de perguntar: “o quê?” pergunta que exigiria que a atendente prosseguisse perguntando “a morte?” levando a uma situação delicada, pergunta “do que está falando?” abrindo sempre para que relatasse, segundo seu entender o que estava acontecendo. Como havia dito que já lera ou ouvira algo a respeito, a atendente partiu daí dando-lhe a segurança de que não presenciaria o próprio desencarne. Quando pede ajuda para não mais voltar, a atendente centra sua visão no auxílio que o rodeava. Observação De onde vem essa certeza da atendente ao falar do auxílio que ali estava? Essa certeza vem do conhecimento espírita quando ensina que os Espíritos são trazidos.

Ora, se esse senhor ali estava, queria dizer que os Espíritos amigos não tinham conseguido envolvê-lo, falar-lhe, mostrar-lhe que estava monoideado no honor, nada mais percebendo... Levado, em ambiente diferente, falando e ouvindo como encarnado que era, pouco a pouco abriu-se às providências que se faziam necessárias... Nota: Na avaliação, a médium conta que ele foi retirado sedado, adormecido. -4- - Familia...que coisa terrivel...amolam a gente de todo modo...estou cansado...muito cansado deles todos... - O que estão fazendo com o senhor que o leva a esse aborrecimento tão grande? - Vou contar...vivo contrariado em briguinhas e desavenças constantes...eu evito eles...eles não me deixam em paz... Estabelece-se algum silêncio... - Estou ouvindo...quer me contar... Silêncio e após... - Sabe o que é?...Gosto de um aperitivo, cerveja, fumo...meu corpo está curtido por eles, muito acostumado, e elas, minhas filhas, o tempo todo brigam comigo dizendo que preciso deixar esses vícios... - E o que o senhor pensa? - Não vou, não quero deixar minha pinguinha, meu cigarro, a cerveja...sei que vou deixar logo esse corpo, portanto vou aproveitar mesmo...

Algum silêncio e depois... - Sabe o que piora tudo isso? E minha mulher...ela já morreu e vive lá em casa atormentando minhas filhas para que me impeçam de fazer o que gosto, dizendo a elas e a mim que estará me esperando quando chegar a hora...Hoje, elas me aborreceram tanto que fechei-me no quarto, deitei-me para dormir, fugir delas mas, antes pedi que, se fosse possível, alguém me ajudasse, pois não aguento mais. - E o que exatamente o senhor quer? - Olha, dona...sei que estou dormindo, conheço um pouco "dessas coisas ” de mediunidade, comunicação...jáfui "pai de santo ” em outra vida...quando estou acordado não lembro, não sei disso...mas quando durmo isso fica claro...portanto...deixa minha pinguinha...logo, logo vou embora e o Espirito não tem nada disso...

A atendente. que atenciosamente escutava, percebeu nesse último comentário a “deixa” para entrar. - O senhor sabe que o fumo e o álcool causam lesões, machucam, marcam o perispírito? - Pe...pe o quê? - Perispírito...o senhor nunca ouviu falar? - Escutei agora pouco, vocês falarem isso...(referia-se ao estudo que se fizera antes da sessão) mas não entendi bem... Em poucas palavras a atendente explicou-lhe o que era, qual a sua função e o efeito dos vícios lesando-o. - Isso está me interessando muito... Gostaria de aprender, saber mais, no entanto, não posso ficar mais... tenho que voltar, “elas "... estão batendo na porta...

Olhou para algo, demonstrava que ouvia alguém e depois... - Ele está me dizendo que virei outras vezes, sempre durante o sono para compreender mais... muito agradecido viu?! Análise Destacam-se nesses atendimentos a necessidade de se trabalhar com perguntas, questões abertas. Por ex: quando o senhor se queixou da família, se a atendente lhe falasse sobre a bênção da família, o cuidado das filhas etc, levá-lo-ia a maior restrição. Ao contrário perguntou - “o que estão fazendo com o senhor?” - ele era, é, no caso, a pessoa mais importante, o necessitado. Esse interesse demonstrado, atingiu-o ao ponto de levá-lo a contar seu drama.

A atendente, sem tecer comentários, sem fazer sermão contra os vícios, ouviu-o interessadamente a ponto de perceber o momento de entrar, que foi quando ele disse...”o Espírito não tem nada disso"... As reflexões interessaram-no a ponto de pedir meios para esclarecer-se e surpreendendo-nos com as providências oferecidas pelos amigos espirituais. Observação O médium descreveu-o fisicamente como um senhor negro, magro, estatura média, barba branca por fazer e bem debilitado. Ao término do atendimento, partiu refletindo que após a morte física é possível que seu Espírito continuasse viciado, que o tal de pe...pe estivesse machucado e que talvez fosse melhor tentar ir deixando seus vícios, mas,precisava, queria saber mais. -5- Duas companheiras do grupo mediúnico haviam pedido afastamento do trabalho por necessitarem cuidar da mãe idosa, agora bem doente. Eram, as três, intimamente ligadas, morando sempre juntas.

No decorrer dos dias as noticias que chegavam falavam do agravamento e hospitalização da senhora. Em determinado dia, antes da sessão da noite, a dirigente do grupo recebe um telefonema do neto da senhora enferma, pedindo que colocasse o nome da avó e das tias sobre a mesa. Isso foi feito sem comentário algum sobre este fato. Iniciada a sessão, a médium se expressa de modo débil, palavras entrecortadas, mais ou menos nos seguintes termos: - Por favor...por favor...preciso de ajuda... - Disponha, disponha...de que precisa? - Falem com elas...elasprecisam deixar... - A que a senhora se refere? - Moça...sou espírita...sei o que está acontecendo comigo...estou hospitalizada, está na hora de voltar... creio que estou preparada, mas "as meninas " não aceitam...estão tristes, desesperadas... choram e me prendem fazendo com que meu coração se encha de dó e relute em partir...Precisava que se falasse com elas... - Certamente, senhora nossos ami... Ela interrompe a atendente... - Veja...são jas meninas "...elas chegaram, estão aqui...Moça, será que a senhora poderia falar com elas?...

Silêncio...encerrando-se a comunicação. Mais ou menos ao meio do dia, a senhora que recebera o telefonema do neto, liga-lhe perguntando como estavam as coisas. Responde que logo pela manhã, estivera na casa das tias e as encontrou bem, em preces pela mãe e abrindo campo para conversar em recordações, avaliação do momento, do parecer do médico e da possibilidade de desencarne próximo. Estavam tristes sim, mas conformadas e aceitando o fato. Preparavam-se para ir ao hospital e oferecer à mãezinha o que tivessem de bom.

O final da tarde a senhora desencarnou. Análise Três fatos a serem destacadas: a) O grupo mediúnico não foi posto a par do telefonema recebido pela dirigente. Esta, no momento da prece, mentalizou as companheiras ausentes, pedindo auxilio à senhora hospitalizada que não conhecia. b) Não foi ela, a dirigente, quem conduziu o atendimento; colheu o desenrolar dos fatos, quando na avaliação foi relatada a presença dos encarnados juntos num atendimento, com necessidades recíprocas. c) “As meninas” relataram, que na noite anterior ao desencarne, sonharam não sabem bem o que, mas que as envolveu em tranquilidades possibilitando que acordassem em paz, confiantes, serenas, aceitando os momentos que viriam. Considerações Assim como as comunicações e atendimento a desencarnados configuram-se como maioria, o contrário se dá com as comunicações dos encarnados. O estudo doutrinário que precedeu os casos de 1 a 5 demonstra que, embora não seja um fato comum, quando ocorrerem falarão de necessidades e méritos das almas trazidas.

Cada atendimento, cada caso, situação, drama, conflito, representam lições, ensinamentos a tantos quantos estejam despertos, para, no uso dessas experiências, com elas, renovar-se, mudar, reconstruir o pessoal existir. Através do “Atendimento Fraterno”, o Espírito, ligado aos Centros vitais do médium, reintegra-se nas sensações da vida terrena; o médium, fala das necessidades do Espírito como um intérprete que não se dá ao trabalho da tradução e que encontrará na fraternidade, lógica, certezas, atenção, firmeza e carinho do atendente, aceno de possibilidades novas, diversas daquelas em que esta monoideado. A Sessão Mediúnica Espirita, portanto, representa pelo “Atendimento Fraterno”, benefícios para todos, quer estejamos encarnados ou desencanados. “(...) Em que setor humano depararia o homem glorificado, mais honrosa função para lhe condecorar a alma, do que essa de ser levado a meritória categoria das Esferas Celestes, enquanto os embaixadores da luz lhes desvendam os mistérios do túmulo ofertando-lhes sacrossantos ensinamentos de uma moral redentora de uma ciência divina, no intuito divino de reeducá-los para o definitivo ingresso no redil do Divino Pastor?”. (12) Que a Sessão Espírita através do “Atendimento Fraterno”, represente envolvimentos do amor, daqueles que oferecem o melhor de si para que o outro fique muito bem. Com carinho de sempre, Leda(Seibliôúfrafia Micnuimemo M uesencamaoos Obras Consultadas 1- XAVIER,Francisco C., pelo Espírito.

Emmanuel, Palvras de Vida Eterna, 8a.ed. Uberaba; CEC,1986.p.75-61-127 2 - BIGHETTI, Leda M., Relações Fraternas-Caminhos para o Atendimento Fraterno, la. ed. BELE, Ribeirão Preto-SP 2004Leda Marques Bighetti 10 3 - BIGHETTI, Leda M., Sessão Mediunica-Mediunidade Hoje e Ama-nhã, 2a.ed., BELE 2005, p.40 e 41, Ribeirão Preto-SP 4 - DENIS, Léon, Cristianismo e Espiritismo, 7a.ed., FEB, Rio de Janeiro-RJ 1978 cap. XI, p. 244-245 5 - NETO,Francisco do Espírito do Santo, pelo Espírito Batuíra, Conviver e Melhorar, 3a.ed. 1999, Boa Nova. Catanduva-SP. Lição 6, p.44. Outras obras consultadas: -XAVIER, Fco C., pelo Espírito Emmanuel, Palavras de Vida Eterna, 8a.ed., CEC, Uberaba-MG 1986, lição 72, p.161-162. -BIGHETTI, L.M.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.