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Capítulo 16 de 26

Parte 16 de 26

Atendimento a Desencarnados · Chico Xavier, pelo espírito Emmanuel

Por que não vi? - Porque sua mente, sua cabeça está bloqueada, fixada só na sua dor. Deixe isso que lhe estou falando entrar no seu coração, na sua cabeça... olhe... mas enxergue não o que há por aqui entre nós, mas um mundo diferente, pessoas que o amam... olhe... olhe... A princípio, com reservas, levanta levemente o rosto... olha com receio... aos poucos levanta a cabeça, olha para os lados, detém-se em um ponto e como afogado diz: - Mãe... minha mãe... entrando em copioso pranto. Análise Espírito sofredor, por excelência, médium no passado, onde tal era como que um crime, detido na revolta, na vingança, não se permitindo ver ou receber auxílio. O atendente foi prudente em deixá-lo expor-se, falar para sentir melhor seu drama, sua total carência de afeto, de certezas, de rumos a seguir. -117- - Ai... ai!... -O que foi? -Estou triste... não posso ficar aqui... - E por que não? - Eu não consigo nem falar direito... aqui é lugar de pessoas e eu não sou uma pessoa... sou uma coisa... , , -Na realidade, você é igual a mim, olhe... -Não... não tenho nada... - O que causou isso? -As brutalidades... apanhei... me cortaram todo:,.

Veja, nem inteligente eu sou... Depois que morri, procurei me vingar e nem isso consegui... não tenho capacidade para nada... fico aqui... fincado no chão... não saio do lugar... não consigo me mexer... - E se eu ensiná-lo a andar novamente, o que acha? —Nada vai acontecer... não movimento os pés... perna... - E se chegar aí perto de você, alguém em que você confie, estará disposto a tentar? - Mas quem vai chegar? - Eu não sei. Você é que me dirá. Olhe, vê se identifica alguém...

Silêncio e após... - Você... vira-se para o atendente... É meu irmão... escuta e depois - Sujo? Trocar a roupa... vou ficar bonito?.,, está bem, então vamos. Leda Marques Bighetti Análise Tantas lembranças ou estágios nos quais os Espíritos se detém, muitas vezes formando um quadro nâo muito claro. A sutileza da atendente é exatamente ir deixando o Espírito entrar em contato com seus próprios questionamentos até apresentar-se o momento em que está pronto para identificar ajuda. Ela sempre chegará?

Sim. Se o Espírito foi trazido é porque já está em condições, cabendo ao atendente descobrir, tocar essa fibra sensível. -118- - Estou ouvindo. Pode iniciar, meu filho, a sua confissão. -Não vim aqui me confessar. Vim conversar com o senhor. - A confissão, meu filho, é uma conversa. Fale, pode falar. r - 0 senhor não entendeu - quero conversar não confessar. - Faça então o seguinte: dirija-se à sacristia, espereme.

Tão logo acabe aqui, eu o atenderei. - Mas o senhor vai demorar? - Certamente. Veja quantas pessoas esperam. - Não posso ir lá dentro e pedir para que outro padre o substitua? - Não, filho. Cada um está cuidando de seus trabalhos e o meu é aqui. Vá. Aguarde-me...

Análise 0 atendente tentou várias outras formas, todas levando a idênticos resultados. Na avaliação chegou-se à conclusão de que o atendimento ideal seria: -Estou ouvindo. Pode iniciar, meufilho, a sua confissão. -Não é bem uma confissão, mas ideias que estou tendo e que preciso da sua ajuda. - Fale, estou ouvindo. - É sobre a morte. Li em algum lugar que, quando a gente morre, a vida não acaba. Só o corpo é sepultado. 0 Espírito continua igualzinho, como a gente era e, se eu não sei disso, continuo na minha casa, tento falar com este ou aquele; eles não me respondem; vou ao meu local de trabalho, estudo e tudo é igual, mas, é diferente, o senhor me entende?

Principalmente, se apalpo meu corpo... veja... faça isso no do senhor... A mão parece penetrar nele... e se tento pegar alguma coisa - veja - a mão atravessa, não consegue segurar... Li ainda que os familiares, os amigos estarão ao meu lado, e não os verei, pois não sei que morri... Estas ideias estão vívidas na minha cabeça... o que o senhor acha delas? Este seria o caminho mais coerente.

Quando o atendente insistiu em afirmar que não queria, não estava a fim de se confessar como que quebrou um ponto de interesse do padre em relação a ele. Com a insistência do atendente, ele educadamente, afirmou a impossibilidade de atendê-lo e desliga-se dele. Se foi trazido é que essa conversa racional lhe era necessária. No momento próprio, far-se-ia visível ou ele veria, talvez um seu superior, um amigo, um familiar, não sabemos. O que é importante é ter a certeza de que aquele era o momento dele e tudo estava preparado para seu despertamento, que neste atendimento, conforme foi feito, não atingiu... -119- - 0 moça... faz favor... -Pois não. - Chega aqui mais perto... - Já estou aqui... o que precisa... -Espia comigo... olha... lá em baixo tem um corpo... - E o que está fazendo aqui? - Tomando conta... precisa tirar de lá... - De quem é aquele corpo? -Não sei... quando cheguei já estava lá...

De repente, o Espírito pára de falar com o atendente e permanece quieto, como que escutando, depois volta-se agressivo, irritado, quase gritando: - Tira ele daqui... tira... - Quem devo tirar? - Essa bruxa aí... minha amiga... pois sim... ela está falando que eu era uma pecadora... que aquele corpo é o meu... que eu pulei lá em baixo... mentira... mentira... não pulei... me empurraram... me empurraram... -Não fique assim desesperada... - Tirem o corpo... tirem o corpo... - Isso já está sendo feito... -Falapara eles deixarem assim como está, de bruços. -Assim será feito. —A senhora teria um lençol? - Eles têm. Já vão cobri-lo. - Ah! Agora estou em paz. Olha para algum ponto e responde para alguém: -E claro que quase endoideci... não chega essa aflição e ainda essa louca dizendo que me matei. ..Se o senhor pode me tratar dessa batedeira no coração, vou sim com o senhor.

Análise Interessante sequência na qual jamais saberemos, se havia realmente a “amiga” ou se ouvia as projeções da própria mente. Atentar que a necessidade desse Espírito era a retirada do corpo (que com certeza era o seu). Depois os diálogos aconteceriam. Neste caso, foi abreviado, digamos assim, pela “amiga”, num desfecho muito interessante. - 120 - Estudávamos, na parte que antecede à reunião mediúnica, sobre a usual noção que se tem sobre direitos e deveres, concluindo sobre a necessidade da formação de consciência, na qual as leis e normas deixem de ser externas e emanem do íntimo do ser moralizado. Tão logo iniciou-se a parte prática, apresentou-se um Espírito rindo, rindo muito, chegando mesmo a gargalhar. - Está se divertindo?

Pausadamente, agora sem rir, expressa-se. - Vocês são é muito engraçados. Consciência! Que consciência, que nada! Eu gosto mesmo é de perturbar... tudo balela... o dia que tiver pessoas conscientes de suas obrigações, eu mudo de nome... - Será que não existe ninguém? - Olha... é pelo fato de não obedecerem a nada é que podemos agir e agir livremente... veja os vícios das pessoas, a sociedade... se houvesse consciência não estaria tudo como está e tão fácil para nós... - E a sua consciência? - E abrangente... comando... tenho poder uma vez que quem não o tem é subordinado. - E por que o senhor veio aqui? - Vim porque quis. -Não foi convidado? - Que convidado nada. Cheguei ali naquela porta e disse: “Quero falar aí e trate de permitir”.

Todo mundo se afastou e entrei livremente. Eu posso, eu mando, tenho poder. - Se o senhor está aqui falando deve haver algum outro motivo, além do seu descaso sobre a consciência. - E que existe, não sei, algum tipo de impedimento. - Em relação a que? —Aqueles em quem não consigo agir. Na realidade nossa, há leis que regem as relações e as quais não podemos o tempo todo enganar. Explico melhor — somos um grupo que se ocupa em impedir que alguém melhorzinho reencarne e há momentos em que não conseguimos evitar que sejam arrastados ao mundo físico.

—Isso nos leva a concluir que o poder que o senhor detém é relativo, concorda? —Não sei. Vocês dizem que aqui só vem quem é trazido... eu não... eu entrei... - Conte-me como foi. - Cheguei com vários do meu grupo, não o grupo inteiro... meus auxiliares diretos, meus braços-direitos e alguns guardas é que estão aqui comigo... os outros ficaram lá fora esperando... - Sim... e depois? Algum silêncio e... —Existe uma cena que não vi antes e que revendo agora me intriga... - E o que é? - Em cima das minhas costas e abaixo da cabeça, há uma marca e só entraram os que têm essa marca.

Mas, eu escolhi apenas alguns epor acaso, e eles também têm a marca... Por que será? - Estão me mostrando outro quadro. - Pode descrevê-lo? .r — Só conseguimos entrar, para que não causássemos impacto, nos minutos finais do estudo quando vocês falavam também de poder. Estranho! Por que, de repente, estou me sentindo deprimido?... - Talvez o senhor tenha se defrontado com a própria consciência, principalmente quando nos ativemos àquele ponto ali na lousa onde consta - “a falta de consciência individual em detrimento do coletivo” - Seria essa a sua situação? - Somos diferentes. - Somos identicamente iguais. - Meu poder desconhece o coletivo. Tenho-os aos meus pés. - E isso redunda em quê? - Satisfação dos meus desejos... eu mando... -Analise honestamente... -E... aqui mesmo, estes que estão participando da nossa conversa já estão se mostrando um bando de vira-casacas; estão confusos contestando a liderança... olha lá cada um está sendo atendido simultâneo comigo... fracos... - E como o senhor me explica que é líder deles e eles estão debandando? - É falta de castigo... preciso intensificar... -Talvez o senhor não reúna as características do verdadeiro líder... - Que absurdo!!...

Nada falta a eles... -Veja... o verdadeiro líder faz crescer os seus liderados... desperta-lhes aptidões... dá-lhes meios para aprender... motiva-os de tal forma que sua presença nem é necessária... - Eu não vejo assim... quem me desobedece é punido... No meu reduto ninguém entra e se tenta sair a gente caça, traz de volta e ai... - Descreva-me, conte-me o que está se passando no seu recinto, no local onde o senhor se diz líder, chefe. Fica em silêncio, olhando e depois: - O que que é isso... estão fugindo, guardas, animais... as celas estão abertas, abandonaram os moinhos... os que ainda ali estão, veja, estão depredando o lugar, a minha fortaleza, o castelo, até aqueles que consegui transformar em animais... e vocês, vocês estão logo acima e os pegam... colocam em uns aparelhos, parecem pequenas aeronaves, e elas partem... há um outro grupo procurando aqueles que estão escondidos na mata... minha fortaleza... vocês acabaram com ela... - Quem a destruiu foi o senhor mesmo. Peço que lhe mostrem a ação do verdadeiro líder. Enquanto o senhor vê, pode contar-me?

Estão me mostrando os liderados. E o que o senhor vê? — Eles têm como se fosse um halo de impacto, uma aura... transparecem, deixam escapar uma espécie de alegria, de vivacidade. São limpos, asseados, separados em grupos, mas, de certa forma, é um trabalho só. - E o líder? Onde está?

— Em outro local, distante até deles, acho até que em outro trabalho... da cabeça dele projetam-se pequenos fios que não estão induzindo, obrigando, mas sim, sustentando, falando para terem coragem, que vale a pena... a lembrança dele no grupo é um sentimento... sei lá... há alguma coisa que une... —E note que os liderados são livres... têm uma consciência da oportunidade do trabalho... continuam, não abandonam... o líder não precisa ter uma postura dura... — E quando alguém desanima... não é castigado? - Peço aos amigos que nos assessoram que mostrem o que acontece. - Primeiro, conversam muito com a pessoa, mostram uma série de mapas, livros... levam a regiões de visitas bem díspares-alegres, tristes, felizes, de dor-voltam aos mapas... criam, estão me dizendo, um choque de consciência na análise dos vários ângulos de uma mesma realidade... Não conheço nada disso... - O líder promove seus liderados... - Eu me utilizo dessa força para agir neles. - Por tudo o que o senhor viu até agora, a que conclusões o senhor chega? - Estou destruído, acabado... perdi tudo, tudo (diz esse tudo destacando as sílabas) tudo... destruído... desanimado... des-tru-í-do... Sinto horror com tudo que acabei de perder...? -Perder?!

Mas será que o senhor possuía mesmo aquilo tudo? - Os muros... ainda há alguns pedaços em pé... a torre onde eu ficava... é tudo areia... pó... estou muito confuso... - Por que o senhor não se prepara, se renova e um dia no tempo, reconstrua o que hoje foi destruído, como um núcleo formador de consciência... - Nunca fui professor. - Discordo... o senhor ensinou a muitos usar a força, o castigo... - Tem mais um detalhe... - Qual é? -Acima de mim há alguém maior... sou só um braço da organização e tão logo saibam, se é que já não tenham conhecimento, virão com tudo em cima de vocês... - E o senhor vai ficar com medo? E a sua consciência? Não está ela querendo outras coisas? - Ouço... ouço ao longe o tropel deles... -Deixe o tropel... Fixe sua atenção aqui, aonde estamos... há alguém que o senhor conheça ou identifique? - Certamente que não. Só me relaciono com a minha turma... -Ainda assim... examine... olhe com atenção redobrada...

Silêncio, passeia o rosto de um lado para outro e depois: - Conheço aquele moço ali... conheço... conheço não ê bem o termo... várias vezes eu o vi, em meio às árvores, abraçado a elas, colhendo folhas... nunca lhe dei atenção... julgava alguém com algum problema e portanto inofensivo a mim e à minha organização... - Ele pode falar-lhe? - Sim... diz que ia lá só para que pudesse ver-me e eu vê-lo também... Ele diz que essas visitas se alongam para mais de dez anos e que eu precisava dele para começar a libertar-me de mim mesmo... para abrir a mente... - E agora, o que faremos? - Ele me convida para conhecer quem o lidera... engraçado... tenho a sensação de que conheço esse líder... não, não quero pensar nisso. Confio nele, vou com ele. - Fico feliz pelo senhor. — Ele me estende a mão... Nunca dei a mão para ninguém... a ele eu a estendo e cumprimento...

Confio nele,.. Análise Um caso diferente em tudo quanto já vimos destacando-se consciência, poder, liderança, descrição de quem pode entrar na sala; todo um trabalho dos Espíritos mostrando-lhe o que acontecia em sua ausência e ele relatando o que se passava, ao atendente. A descrição dos liderados e do líder real; as providências quando alguém desanima. A proposta do atendente em um futuro; reconstruir o castelo sob novas bases, o medo dos que lhe eram superiores e o trabalho do Espírito amigo que por dez anos foi visto por ele, propiciando por assim dizer, a confiança necessária para que um Espírito, na qualidade deste, aceitasse ou confiasse em alguém. Foi um atendimento longo, em mais ou menos trinta ou quarenta minutos, onde destaca-se o cuidado, a sensibilidade, o não ter pressa, fatores que possibilitaram que os diálogos sem discussão ou partido se estabelecessem. -121- Um caso inusitado de um Espírito aparentemente tranquilo.

Coloca lentamente as mãos nos ouvidos, depois na boca. Faz com os dedos esta figura? e o sinal de quem caminha. Cruza ambas as mãos sobre o peito. A atendente fala-lhe que era bem-vindo. Novo gesto pedindo-lhe que fale devagar.

Ela o faz e pausadamente pergunta: - Quando coloca as mãos nos ouvidos e na boca, está a dizer-me que não ouve e não fala? Gesto afirmativo com a cabeça. -A figura que faz com os dedos, seria uma casa? Novo gesto afirmativo. - Você quer ir, voltar à sua casa? Balança a cabeça representando sim. - Quando cruza as mãos sobre o peito não estou conseguindo entender. Ajude-me.

Faz novos gestos, como se fora uma forma humana e aponta a atendente. -Sua mãe? Agitadamente balança a cabeça como sim e cruza enfaticamente as mãos ao peito. - Pelo que entendi, você quer voltar à sua casa e abraçar e ser abraçado por sua mãe, é isso? Meneia a cabeça em sinal de sim. -Agora não podemos ir lá (a atendente fala silabando as palavras. Notara que ele fazia leitura labial). Está aqui para ser tratado, para começar a ouvir e falar.

Agita-se, balançando a cabeça como não e repetindo os gestos de ir para casa, enfatizando o abraço, isto é, a mãe. - O modo para voltar a ouvir e falar é consentir ficar aqui. A mamãe, no tempo certo virá visitá-lo. Novamente sinaliza não. - Imagine, você tratado e quando a mamãe chegar, poder falar com ela, ouvi-la... lá da sua casa ela ora para que esteja bem e se deixe tratar. Como voltar sem melhora nenhuma? Ela sofreria muito, pois confia nas preces que faz e espera suas melhoras.

Faz uma expressão triste; coloca as mãos nos ouvidos e na boca e com o dedo faz o sinal de não, demonstrando, segundo o entender da atendente, não confiar na possibilidade do tratamento. -Você vai ouvir e falar - Quer ver uma coisa, preste muita, muita atenção, vou falar uma letrinha várias vezes, veja se você percebe algum som: a - a - a... etc. Repete pausada, forte e muitas, muitas vezes. Em determinado momento surpreende em seu rosto uma expressão diferente, como se esboçasse um sorriso... -Tente repetir, falar a, a, a... Esforço imenso ao final do qual algum som parecido coma... - Isso prova que com os tratamentos daqui, recuperará a audição, poderá falar, contar tudo para a mamãe. Você deixa esse doutor cuidar, tratá-lo?

Balança várias vezes a cabeça significando sim e com últimos gestos interpretados pela atendente de que quando estivesse bom, voltaria para casa e a mamãe ficaria feliz, acena-lhe adeus. Análise Nessa descrição os fatos estão sintetizados. Foi um atendimento longo; requereu da atendente muita calma, paciência, boa vontade, união intensa com a equipe espiritual que trouxe a pessoa (não se soube se jovem, idoso, homem ou mulher) para, por eliminatórias, ir identificando os sinais que fazia. Conhecendo a Doutrina e sabendo que os impedimentos estavam no corpo físico, trabalhou pacientemente na ativação dos órgãos espirituais. Para isso ele foi trazido - despertar a esperança de ouvir e falar-pontos que o demoveram da ideia fixa de voltar à casa da mãe. -122- Espírito calmo, expressões corretas, elegante no trato. - Senhora, não perca o seu tempo comigo.

Tudo o que for falar-me já sei. Estou na casa há algum tempo, ouço as palestras lá em baixo, estive domingo naquela sobre obsessão e realmente é aquilo. Sei como funciona. Não brigo, fico aqui o tempo que quiserem. Quem persigo e obsidio, não perde por esperar... agora, ele melhora um pouco e depois tudo volta ao que eu quero... - E quem é essa pessoa que lhe desperta assim tanto rancor?

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.