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Capítulo 20 de 26

Parte 20 de 26

Atendimento a Desencarnados · Chico Xavier, pelo espírito Emmanuel

Necessitava entender como funciona a comunicação, sentir a diferença vibratória entre um corpo material e um espiritual, para depois, certamente, prosseguir em planos dos Amigos Espirituais que desconhecemos. Não havia neste caso, uma necessidade emocional, sofrida, dura e sim a necessidade de entender para prosseguir. -143- Ríspido, o Espírito vem irritado... —Acham que podem tudo, né? Vocês se acham os tais... - Por que o senhor diz isso? — Acham que podem falar com qualquer um... julgam- se doutores... os sabichões...

Sabem tudo da vida... têm sempre razões para convencer... Não é bem assim, senhor... —Esses coitadinhos... esses desengonçados... nem sabem que estão mortos... é com eles que vocês devem gastar o latim... olha, olha lá... estão todos parados no tempo... - E a sua situação, qual é? — Não é desrespeito, não... estou falando a verdade... —O senhor está ofendido comigo?

—Não é com a senhora... eles é que estão me chamando atenção... -Tranquilize-se... continuemos nossa conversa... — É Sou rico, muito rico... sempre vivi com o bom e o melhor... de repente... largo tudo... esse lugar miserável... e encontro o quê? — pessoas que se dizem de coração aberto para me ajudar -francamente - estou no fundo do poço... Tem mais — não consigo entender, como cada um de vocês, sai de casa, deixa de ficar bem acomodado, sair, passear, para vir aqui cuidar de desgraçados... Se o senhor prestar atenção, notará em cada um o prazer que sentem ao minorar uma dor, uma necessidade.... hw-Não tem lógica tudo isso... e ainda por cima, aparecem aqueles lá dizendo que o meu caso só um novo corpo poderá ajudar... não quero... não quero dejeito nenhum... como? como encarnar portando debilidades?

Tenho cultura... sou rico... e vou ser exposto? Nunca... Isso tudo, essas histórias e propostas são boas para tipos passivos como aquele ali... veja... o homem está todo bravo, e ele calmamente ouve... ora, reza, sei lá por ele... só para tolos e incultos mesmo... - Peço que o senhor olhe o quadro que vão mostrar-lhe e veja quem é esse que o senhor chama de passivo... veja... -Ah! Mas eleficou assim porquefoi reduzido... -Não, senhor. Ninguém o reduziu.

Ele o fez trabalhando consigo. - Ele também não queria reencarnar... - E veja como foi bom para ele... Diga-me - o senhor não quer ou não tem coragem? - Como? Como vou ser humilde como esse daí... não tem condição... - Certamente a última reencarnação deve ter-lhe ensinado muito... —Humildade... - O senhor está assustado, mas, terá agora ou mais tarde que fazer aquilo que ninguém vai poder fazer pelo senhor... -E o que é? -Trabalhar. -Tra-ba-lhar? !?!?! - Sim, trabalhar, trabalhando-se... -Nãoposso... nem tenho conhecimentos... - Se o senhor quiser de verdade, tudo virá a seu tempo... - Como? Esperar para reencarnar e ainda com problemas? - Não.

Aí, no local, no lugar em que o senhor está ou se quiser ficar conosco, apresentar-se-ão situações inúmeras com as quais o senhor poderá começar a ser útil a mais alguém que não seja só o senhor, sei lá... ajudando alguém se levantar, levar um copo de água, catar um papel jogado ao chão... Inclusive, veja, com suas novas atitudes, é possível que haja um atenuamento quando doseureencarne... - Não quero decidir nada, por enquanto. Tenho que pensar muito e esse moço aí disse que responderá a tudo o que preciso saber... Quero, ou melhor, deixem-me ficar... Análise Um Espírito orgulhoso, tendencioso, desmerecia tudo.

Isso requer do entrevistador cuidado no sentido de não se dispor a refutar suas apreciações, o que resultaria em discussão inútil. É o momento em que ele, Espírito, vê as coisas desse modo. A revolta ante o reencarne, que presume ou lhe disseram, não sabemos, com algum problema, o orgulho exacerbado pelo dinheiro ou cultura, não lhe ofereciam saída. As reflexões ponderadas, o conhecer em pinceladas rápidas o passado do outro que, pela surpresa dele, parece ter sido superior ao seu, a possibilidade de, através de pequenas atitudes, arregimentar méritos, levaram-no ao menos, a pensar e a desejar ficar. Esta era a necessidade do Espírito e o objetivo de sua estada na reunião — tirá-lo do círculo apertado no qual se mantinha e vislumbrar possibilidades.* -144- - Vim aqui porque sou seu amigo... - Que ótimo.

Muito prazer em recebê-lo. —Não é bem assim. Repito—sou seu amigo e vim avisá- la de que as coisas não estão bem para o seu lado. Sua situação está complicada... eles sabem muito a seu respeito... -Escute... - Não. Escute você... abra os olhos... veja como se comporta... fique esperta... tem muita coisa ruim para acontecer... - Muito bem.

Se você sabe tanto, diga-me - o que estão pretendendo? - Não sei, ou melhor, não posso falar. Só vim avisar porque sou amigo. - Por isso mesmo - amigos se amparam, o que sabe deve dizer-me. -Não. Isso não seria bom para mim... Eles descobririam e aí ia sobrarpra mim... Só vim avisar. -Já que está aqui, como amiga, convido-o a ficar, descansar um pouco, conhecer pessoas, alimentar-se... o que acha?

—E um convite interessante... acho que posso aceitá-lo, uma vez que tenho algum tempo livre. Você vai comigo? -Agora, imediatamente, não posso. Tenho algum trabalho, ainda. Peço-lhe, porém, que acompanhe esse rapaz, que sendo meu amigo, passa a ser seu também. Ele o acompanhará... - Então, até mais.

Análise: Nota-se, pela insistência em frisar-se amigo e nos avisos que repetidamente fazia, a intenção, talvez, de amedrontar, fazer da atendente seu parceiro em possíveis tratos ou simplesmente alguém leviano, brincalhão, frívolo. Não sabemos. O importante é que a atendente não absorveu o convite e conseguiu virar o enfoque para ele, Espírito. Essa forma de atender, porém, poderia ter resultado em desfechos menos felizes - por exemplo - quando o atendente pressiona-o a dizer o que sabe, poderia, se ele fosse mais malicioso e astuto, iniciar-se longa série de situações, difíceis de serem contornadas e talvez, ao ver-se descoberto, ele simplesmente se desligasse do médium. Após esses raciocínios na avaliação, concluímos que a melhor forma seria a que se segue...

— Vim aqui porque sou seu amigo... —Que ótimo. Muito prazer em recebê-lo. —Não é bem assim. Repito—sou seu amigo e vim avisá- la de que as coisas não estão bem para o seu lado.

Sua situação está complicada... eles sabem muito a seu respeito... -Escute... — Não. Escute você... abra os olhos... veja como se comporta... fique esperta... tem muita coisa ruim para acontecer... -Agradeço sua amizade e preocupação para comigo, mas veja, é da Lei Maior que governa tudo quanto existe, que ninguém passe ou sofra por aquilo que não merece. Se eu tiver pela frente, momentos difíceis, isto quer dizer, que eu semeei situações complicadas e agora frente à misericórdia de um Pai de Amor, fui preparada, assumi esses momentos e devo estar pronta para fazer frente a eles. Obrigado por seu aviso de amigo e convido-o a que ore comigo para que tenhamos força, entendimento, confiança para não falhar... o que pensa?... - Acho que quero ir embora... tem uma moça ali me chamando... vou com ela...

Análise Essa forma seria a mais esclarecedora ao Espírito. O atendente, falando devagar e pausadamente, sem de modo algum lhe chamar a atenção, estaria elucidando-o sobre a realidade da vida em suas várias repercussões, tanto no plano material como espiritual e frente às certezas expostas, o Espírito sentir-se-ia descoberto e ao desejar ir embora é convidado a ficar, o que no momento lhe pareceu ótimo, pois evitava que o diálogo no qual forçosamente ele se revelaria, prosseguisse. -145- O Espírito parece entristecido. Suspira fundo... -Posso ajudar? -A cabeça roda, roda... estou tonta... - Quando começou? - Não lembro bem. Estou muito doente, internada no hospital. Ai, como dói...

Essa doença é terrível... Acho que acabei a quimioterapia... não lembro... meu estômago...dói muito... - O que a senhora sabe da sua doença? - Sei que é grave. Não sei se já passei ou se vão me levar para a cirurgia... Espere... acho que já operei... olhe que corte grande... -A senhora tem ou teve medo? -E natural né... agente sempre tem um pouco de medo... alguma coisa pode complicar e aí... -Aí o quê? -Ah! pode morrer, né? -E se isso acontecer? Como a senhora acha que reagirá?

—Acho que bem... é a vontade de Deus né... - Sinto que a senhora está melhorzinha... - Estou sim. Sabe o que estou estranhando? -Não. O quê? -Não estou vendo nenhum familiar. Eles foram avisados dessa mudança de hospital? - Já está tudo certo. Mas aqui entre nós há muitas pessoas... a senhora vê ou conhece alguém? -E, tem muita gente... não... não conheço... espera... -O que foi? - Minha irmã... minha irmã está aqui... - Que ótimo.

Ela pode falar com a senhora? - Sim, ela já está aqui bem junto a mim. - E o que ela lhe diz? Atendimento A Desencarnados - Que eu sou bem-vinda... que tudo acontece na hora certa... que ela vai cuidar de mim, ensinar tudo que preciso saber... -Fico feliz pela senhora... pode ir com ela. Jesus a abençoe. Análise Ressalta neste caso a crença, a fé em Deus, a aceitação dos fatos, a confiança nesse amparo, o que tomou tranquilo o encadear dos raciocínios. A presença da irmã recebida como natural, o fato de sentir-se bem-vinda, dão ao atendimento um tom de suave paz. -146- O Espírito respira entrecortado como se estivesse chorando.

Balança a cabeça como que inconformado. - O que foi? Está triste? Por que balança a cabeça? - Já estou cansada... não me conformo de ser trazida aqui outra vez. -Já esteve aqui? - Sim, por duas vezes e nada se resolve. - Como nada se resolve? Quando a senhora sai daqui, para onde vai? -Eles me levam para o quarto mas eu fujo... Eles me pegam e trazem de novo... -Porque foge? -Porque eles falam coisas que não quero ouvir... falam desse meu corpo... não quero esse... quero o outro... quero que seja como o outro... - A senhora sabe que isso não é possível, não sabe? - Mas, vocês não falam do livre-arbítrio?

Por que não posso escolher? Não aceito ter deixado meu corpo... Tenho tanta coisa para fazer... viver... criar, ver meus filhos crescerem... -Tudo isso poderá continuar aí nessa vida em que a senhora está agora... A senhora sabe que todos morremos... - Não podia ser agora... não me conformo... - Já explicaram à senhora por que, nesse momento da sua vida, teve que deixar tudo e partir? - Não. Simplesmente morri... tive que deixar tudo e as crianças então... eles precisam de mim, têm dez e quinze anos... não me conformo... - Veja... todos nós temos necessidades e se a senhora morreu nesse momento de sua vida é porque era sobremodo necessário. - Como?

Me explica melhor... -Não posso falar do seu caso... Posso, se quiser, dar um exemplo... entenda bem - é um exemplo - não é o seu caso... - Entendi... como é o exemplo? - Digamos que em alguma das minhas vidas passadas eu tenha me suicidado... é da justiça que eu aprenda a valorizar a vida. Como? Exatamente sendo retirada do meu cenário no momento em que, estando bem, preferiria não morrer, ficar... - E as crianças? Por que ficar sem a mãe? -Não sabemos... talvez, e também como exemplo, podem ter sido aqueles que abandonaram, um dia no tempo, a família ou denegriram a bênção de um lar... especificamente, não sabemos... há, porém, motivos e eles são justos... - Começo a compreender mas tenho medo... - É natural que tenha medo... é tudo muito novo para a senhora...

Quando for o tempo, se for útil, a senhora poderá ser levada para consultar arquivos através dos quais entenderá todos esses porquês que agora a afligem... - Tenho medo... muito medo... fui, sou imperfeita.,, de uma soberba imensa... tenho medo de pensar com o que posso me deparar... -As coisas não se passarão assim... Agora, a senhora está doentinha... precisa de cuidados, tratamento. Com o passar do tempo, conforme for se fortalecendo, tudo lhe parecerá diferente. Pense ainda mais um detalhe - na vida material a senhora veio antes dos filhos e os recebeu... agora a mesma coisa... quando chegar a hora deles retomarem, certamente a senhora já estará preparada para recebê-los... - E eu os verei antes disso? - Certamente. Agora, nesse estado em que está não há condições.

A senhora os assustaria e se desequilibraria mais. Na proporção, porém, em que a senhora trabalhar em si a ajuda que receberá, eles serão trazidos para abraçá-la, para as longas conversas do amor... A senhora me entende? -Entendo... tem lógica tudo quanto me diz, mas repito... tenho medo... - E se eu lhe disser que a senhora não ficará sozinha... que há uma senhora nossa amiga, que estará o tempo todo, explicando, fortalecendo, conversando como estamos fazendo agora... isso a tranquilizaria um pouco? - Sem dúvida... eu entendi... não vou mais fugir... acho... acho não, quero ser tratada... ajudem-me... Análise Um caso difícil, entrecortado por muito choro e que exigiu do atendente falar muito envolto em calma e paciência, fatores que culminavam em pacificar esse coração aflito, na proporção necessária para desejar tratar-se. - 147 - O Espírito apresenta-se inquieto, muito aflito. Não tem sossego.

Esfrega as mãos, passa-as em seguida nos cabelos. Está agitado. - O que acontece que o deixa nesse estado? — E a culpa... culpa, sabe o que é isso... ela não me deixa... sofro, sofro e não consigo dela me livrar. A vida toda ela me perseguiu. Pensei que quando morresse me livraria dela... mas qual... ela está comigo... continuo sofrendo... tem horas que penso enlouquecer... - Seria bom para o senhor falar sobre o acontecido?

Quem sabe podemos ajudar. - Que aflição... sabe... fui testemunha de um assassinato... vi tudo e me calei... não tive coragem de denunciar o criminoso. Fui covarde... presenciei e nunca disse nada... - A culpa que o senhor carrega então, é referente ao fato de não ter denunciado o criminoso? - Sem dúvida... está certo que ele me ameaçou... mas a pessoa assassinada era minha amiga... não podia ter feito isso com ela... fui fraco... covarde... covarde... Tinha que ter sido leal a ela... além de covarde sinto que a traí... - Veja, senhor... estas lembranças suas são fatos já acontecidos e em nada podemos mudá-los... O que o senhor acha de caminharmos daqui para frente? mjl^Como, senhora?... para qualquer lado que vá, os quadros são reais, a culpa é imensa... - O assassino, descoberto ou não, está incurso na lei que ele desequilibrou e dia mais ou menos, terá que restaurá-la O senhor por medo ou covardia como diz, está em sofrimento atroz.

E a sua amiga - o senhorá parou para pensar nela? - Não... agora que a senhora pergunta e também por isso me culpo - nunca parei para pensar nela; jamais pedi a Deus lembrando-me dela... era só eu, eu, a minha culpa... - O senhor pode admitir a hipótese de que ela já tenha entendido os porquês desse desencarne tão doloroso e superando- os, não pense como o senhor, isto é, não vê as coisas do mesmo modo seu? - Será que isso épossível?

Não acredito muito... - E se o fato tivesse sido ao contrário - o senhor o assassinado e ela a testemunha muda... Passado todo esse tempo o senhor seria capaz de entender os motivos dela e até mesmo sua covardia? -Penso que sim... mas isso não aconteceu... - E se o senhor a visse novamente, como agiria? -Por favor, senhora... nem pense uma coisa dessas... não teria coragem de olhá-la, encará-la... sentiria muita vergonha... gostaria mesmo é de fugir... - E no entanto, é possível que há muito ela o procure... o senhor não lhe oferece espaço para aproximação... levante os olhos... olhe de frente... - Meu Deus!!! Meu Deus!... tire-me daqui... é ela... ela está chegando... espere... Meu Deus, ela está sorrindo e vem ao meu encontro... não posso acreditar... Meu Deus...

Análise Um caso delicado, onde alguém já em vida desequilibrou- se espiritualmente falando, por alimentar-se e carregar o sentimento da culpa. A atendente foi perspicaz não lhe dizendo se agiu certo ou errado, mas convidando-o a trabalhar hipóteses ou possibilidades olhando para frente, não se detendo ou voltando ao passado. Quando o Espírito consegue sair da prisão mental, na qual se mantinha, abriu-se todo um campo novo, possibilitador este de enxergar a amiga. -148- - Não quero... Não adianta vir com a mesma lengalenga... não quero reencarnar... estou muito bem como estou... -E como está? -Desse jeito, não está vendo? Não fosse essa insistência de vocês, eu diria que estou ótimo... - Sabe, em meio a isso, que todos temos que reencarnar, não sabe? -Ainda assim não quero... - Deve haver alguma razão muito forte para essa recusa... quer falar sobre elas? - Tenho responsabilidades, entende?... aqui estou bem, tenho tudo o que preciso... voltar vai significar problemas, sofrimentos, dores e as limitações... -Apesar disso, você sabe que a reencarnação vai ser o único e melhor meio para se libertar, não sabe? - Dona... tenho medo... medo de sofrer e fracassar... -Não é assim que as coisas funcionam...

Jamais lhe será dado um fardo superior às suas forças... Tudo vai ser pesado, avaliado e a sua capacidade para vencer será sempre maior que a sua necessidade... - Não entendi bem... podia me explicar melhor? - Claro... imaginemos que o senhor me deva, digamos, duzentos quilos de açúcar. Esse é o seu desequilíbrio - é um fato. O senhor, entretanto, não tem como carregar esses duzentos quilos - essa é sua capacidade - a necessidade seria carregar duzentos quilos mas sua capacidade só lhe faculta carregar cinco, talvez seis ou dez quilos... - Será que a senhora quer dizer, que tudo o que vai ser minha nova reencarnação, por mais problemas que venha a ter, é um mínimo e que terei forças sobrando para carregar esse mínimo? -Muito bem! É isso mesmo... o senhor entendeu direitinho... além disso, o senhor renascerá num lar, certamente cercado de amor, do carinho daqueles que o esperam... ainda... está ligado à casa espiritual que o acolhe e os amigos espirituais jamais lhe faltarão...

Terá amigos, outras crianças, com necessidades especiais ou não, irmãos, enfim, toda uma existência planejada junto com você para que ao final dela retome vitorioso... o que pensa?... — Nossa... a senhora me entusiasmou... onde posso ir ou quem pode me mostrar se é assim mesmo? - Estes companheiros aqui... junto com o senhor discutirão os aspectos mais necessários ou possíveis... Pode acompanhá-los e seja feliz. Análise Atendimento difícil exigindo muito do atendente. Tratava- se de alguém revoltado, teimoso, fechado dentro do seu ponto de vista.

Cautela, firmeza, delicadeza, bom senso, segurança do atendente levaram-no a falar do porquê do seu não querer - responsabilidades. Daí para frente, os argumentos doutrinários propiciaram, através de raciocínios simples, entender que se reencarna para ser feliz e não para pagar dívidas, como infelizmente ainda muitos pensam. -149- - Ajuda... ajuda... preciso de ajuda... Disseram-me que aqui encontraria... Aonde vou? Com quem devo falar?...

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.