Voltar ao livro Atendimento a Desencarnados

Capítulo 21 de 26

Parte 21 de 26

Atendimento a Desencarnados · Chico Xavier, pelo espírito Emmanuel

Afobado, inquieto, o Espírito se expressava agitadíssimo. - Que demora, hein?! Ninguém para atender... que coisa... - Estou aqui. O que o senhor precisa? - Como estou dizendo desde que aqui cheguei -preciso de ajuda - a senhora entendeu? - Que tipo de ajuda necessita? - Para me vingar, ora essa... para que mais seria? - E por que o senhor quer vingar-se? -Porque existe um certo alguém que me deixou assim... olhe... mutilado... me espancaram, mataram e depois me esquartejaram jogando os pedacinhos para todo o lado... Acho que andei meio dormindo... agora acordei e é atrás deles que eu vou... - O senhor não tem condições... não parece muito bem... -Não quero nenhum tipo de ajuda. Sei que estou morto, mutilado... só quero achar a tal pessoa... o resto eu faço... não me venha com médico, remédio... sei direitinho como fiquei... é só pedaço... - Pedaço?... e esse corpo inteirinho que o senhor tem?

Não é seu por acaso? - Que corpo que nada... isso são uns pedaços que consegui pegar e amarrei assim para poder me arrastar e me vingar... preciso achar essa pessoa... - Olhe-se bem, senhor... O seu corpo está inteiro... aqueles pedaços já se decompuseram... nada mais existe daquele seu corpo de carne... O senhor tem esse outro aí... olhe-se...apalpe-se... sinta- se... Silêncio demorado... toca as pernas, os braços, o rosto, demonstra surpresa e... — O que é isso?...

O que vocês fizeram? — Ninguém fez nada. Quando o senhor morreu, apenas o seu corpo físico foi maltratado. A parte espiritual que vivificava aquela matéria, esta nada sofreu... — Parte espiritual?...

O que é isso?... — Espirito, alma, fantasma, o senhor nunca ouviu falar nisso? — Você quer dizer que eu sou isso? Um fantasma? —Não.

O senhor é um Espírito imortal que naquele momento em que o mataram animava um corpo material. Destruindo este, o ser espiritual, o Espírito continua vivendo... é o senhor... — Negativo... aquele cheiro ruim. aqueles bichos eram reais... aliás, onde estão?... — O senhor ficou detido nos horrores por que passou e a sua mente fechou-se naquelas cenas... Agora, conversando, o senhor saiu daquele bloqueio e possibilitou-se enxergar como Espirito imortal que é...

— Dona... ou estou louco ou a senhora está. Tem alguém que possa me mostrar como tudo isso funciona? — Sem dúvida... há muito material para lhe ser mostrado... pode acompanhar este moço... Análise Situação difícil, triste e o desejo de vingança alimentado, sabe-se lá por quanto tempo... A descrição do que a mente criae mantém, o como o Espírito se detém, e a dificuldade de entender- se imortal, a falta de alguma reflexão espiritual, tudo contribuindo para drama tão pungente.

A atendente, com bom humor, mas firme, coerente, conduziu-o a uma realidade jamais imaginada e que se lhe representou tão abrangente e inusitada, que o fez tirar da mente a vingança e querer conhecer mais. - 150 - - Ai. ai, ai, ai, ai. ai... com entonação de revolta, voz dura, descontente. Repete esse ai, ai, ai, por duas vezes... -Que se passa? Por que tal desconforto? - Estou muito, muito irritado... Tudo aqui me áesagrada; me é contrário e simplesmente não vou responder por mim... -Como se explica o fato de estar aqui? - Estou sendo coagido... -Como coagido? -Ninguém me convidou. Convidaram a ele, não a mim... - Desculpe, mas se ele foi convidado por que o senhor vrio? - Porque ele me pertence... -Será que alguém é propriedade, posse de outrem? - Ele é meu-pertence-me. - E o senhor, a quem pertence? -Hoje eu mando... eu sou dono... -Pense... o senhor é pertencido... - Que ousadia!!!

Como faz essa afirmação? -Veja... seja o que for que houve entre vocês no passado, ele saiu, deixou o passado para trás, caminhou... no entanto, olhe para o senhor: mal cuidado, irritado, descompensado em todos os aspectos... se analisar verá que essa situação mantida, determina seus passos, suas ações... -Não me interessa... isso tudo é jogo de palavras... eu sou livre! - Como livre? O senhor só faz e só pode se dedicar ao seu ódio... o senhor não faz mais nada... é escravo dele... - Na realidade, liberdade não existe, ela é sempre vlativa... há uma relação entre os fatos e os desejos. -O senhor pode estabelecê-la? — Vou ser educado... tenho problemas e não há tempo senão para vingança, dentro da injustiça... a pessoa maltrata, maltrata e hoje está ai... se a senhora for olhar agora, ele está lá, olha, olha — que ódio isso me dá — está lá, lendo um livro, se preparando para vir pra cá... e todos, todos cuidam dele... A senhora não entende... —Explique-me...

— São questões de honra, liberdade, noção de vida-as coisas têm que ser na hora—por exemplo, uma mulher grávida, na hora certa, o bebê tem que nascer, não é? Alguém doente, na medida do tratamento, na hora certa... liberdade, liberdade relativa... Para mim a liberdade de escolher está em primeiro lugar—e eu já escolhi, eu quero e se precisar da eternidade vou continuar tentando... quero alioh! Cara a cara... E não sou só eu não... ele também quando estava desse lado, me atormentava... queria esse cara a cara...

— O senhor não percebe a bola de neve que continuamente se toma maior—ele, deste lado, procura o senhor... agora o inverso... quando isso se alterará? — Esse senhor ai já me falou de estarmos a cada vez MS endividando mais, nos separando um do outro... eu não tenho ilusões — quanto pior, melhor — é o cara a cara com ele... e sabe, ele pensa do mesmo jeito... — O senhor não disse que está lendo e que breve estará aqui?!... — E tudo questão de tempo... artifícios para recuperar forças e terreno... Nós já fomos irmãos e nessa vez ele me matou...

Ai disseram que nós viriamos novamente como irmãos e eu iria ajudá-lo... ai eu o deixei morrer — e ele diz que eu o matei. — Efoi assim? — Apenas o deixei morrer... não fiz nada... — Nesse jogo e dada a animosidade entre vocês, muitas coisas podem acontecer: irmãos, não deu. Já pensou ser pai ou filho dele? - Que horror... de modo algum, eu o mato novamente ou ele a mim... - E se dentro destas necessidades, o senhor ou ele renascer num corpo feminino e gerar ou ser gerado como alguém, que apesar de atritos, irá amar? - Pára... pára, nem pensar um absurdo desse... sem hipotese...pare! - Veja, tanto ao senhor como a ele está sendo oferecida a bênção do tempo...

Lembre-se que isso se processa até determinado momento... quando tudo for oferecido e vocês se mantiverem surdos, há a compulsória... - Se ele quiser, podemos acabar com isso já... porque de não reconhece — estende a mão que estendo e passa para o lado de cá... ele já pensou isso... mas na hora H, ele dá para trás... Quando dorme, não adianta... ele é covarde... quando me aproximo foge para o corpo... - Reconsidere, senhor... - Vocês são falsos... estão fazendo ele mudar a forma de pensar... enquanto me destrói aqui... olha lá... ele está vindo pra cá... que raiva e que burro sou... - Não pense assim, senhor, tem que haver uma explicação para a reciprocidade e alimentação desse ódio... Há alguma coisa, antes, por trás dos fatos daquele encontro em que ele matou o senhor... o fato de terem vindo como irmãos já pressupõe cuidados e precauções, face a algo que desconhecemos. O senhor ainda não parou para pensar, que nem ele chega totalmente ao senhor e nem ele é alcançado pelo senhor?... pense... analise... há detalhes, tanto que o senhor desconhece, como atuais que não entende... interessa- lhe conhecer, pensar a respeito, reformular, quem sabe, suas estratégias... —Não sei... a senhora mefalou tantas coisas... gostaria de ir embora... posso pensar?... - Fique à vontade... aqui há lugares lindos para pensar... estarei a seu dispor...

Análise Um caso difícil, longo, exigiu da atendente o uso quase que de palavras escolhidas, para que não se hostilizasse mais, virando- se também contra a atendente. Esta conseguiu passar-lhe várias opções, possíveis estas, caso não mudem, chegando até à compulsória... Essas possíveis opções, culminando na última, formaram um somatório, um volume, que o despertou a sentir-se cansado e pensar... o que pode representar para ele um início, uma vez que, ainda por pequeno espaço, esqueceu-se um pouco do outro. -151- 0 Espírito é altivo, olha de cima, aguarda... -E então?... - Então, é isso aí... estamos num movimento intenso em relação a vocês todos... mas isso agora não é tão importante, umavez que somos muitos, muitos... católicos, evangélicos, não importa quem, muitas formas de crença, unimo-nos e agora somos muitos e vocês... Não é só uma questão numérica... é o grupo de vencedores unidos contra vocês, contra a senhora... Essa livraria... tem que acabar... esses livros que estão sendo escritos...

Já exterminamos, desestruturamos, esfacelamos outros gmpos que se levantaram contra a pureza dos evangelhos de Jesus... agora, são vocês... - Pense, senhor... conheça os livros... nenhum deles avilta ou desfaz o pensamento do Cristo... - Como não, e as certezas de céu, purgatório e inferno... as ideias de vocês confundem, afastam da Igreja... -O senhor conheceu o Cristo pessoalmente? - Não tive essa oportunidade... os apóstolos... os apóstolos, quem dera... saíram dali diretos para o paraíso... - 0 que o senhor conheceu do Cristo que mais lhe marcou? -O fato de ter dado a vida pela Humanidade. - E o fato Dele resumir tudo ao sentido do amor que leva a que nos amemos uns aos outros? O que o senhor lembra ou pensa Dele? - Não me conformo... combatemos, tratamos de arrancar o mal pela raiz e o pior é que a grande maioria de vocês já pertenceu a ordens religiosas. Alguns, conviveram com papas, viveram no Vaticano e que decepção... - E onde o senhor vê maldade nisso tudo? - Vocês evocam os mortos... — E o senhor o que é? — Morto?

Mas devo advertir quanto aos falsos profetas... vocês são eles... essa sua religião... — Não é uma religião, naquele sentido de rituais, representantes, hierarquias... é vivência... é o Cristo vivo... — Quem fala... você... justo você que virou as costas para a Santa Igreja... — Sim, porque houve um momento em que a consciência advertiu-me que a religião romana não mais era o Cristianismo... — Não sobrou nada da sua lucidez, são só heresias... você éperigosa...

Por que ao invés de estarem aqui, não doam o que têm, ajudam os outros... faz o que a Igreja verdadeira faz... — O senhor sabe qual é o estado mais rico do mundo? — Não. Não sei. — É o Vaticano... talvez um terço de toda aquela riqueza... mudaria, se empregada de forma digna, o resto do mundo...

— Aquilo não pode ser mexido... são doações... — Doações... só? Permita-se ver... — Vejo tudo isso com desdém... não é verdade... — Como queira...

— Olha... tem uma coisa... eu poderia, aliás eu me disponho a pesquisar a fundo, estudar, o como, o porquê estabeleceu-se essa mudança de consciência... o motivo... — Da minha parte, tudo bem, entretanto, não sei se será possível ou útil. Há, entre nós, alguém que o senhor conheceu bem...converse com ele... conforme o que ele disser... tudo bem. Atitude de desdém... riso... —Até ele?

O inegável seguidor do Cristo? — Ouça-o... — Osenhor... o senhor... ouvi-lo... Ele foi fonte inspiradora de minha vida... Bem que tem ou que notei algo de familiar quando falava... era ele atrás de você...

Você foi uma de nós... Sua doutrina, como você diz, compromete a Igreja romana... - Acerte com clc. Se for possível e útil para o senhor, permito ese for necessário que esteja presente, disponha... - Ele diz que sim - você estará mas não se lembrará e que esse compromisso não pode realizar-se agora, uma vez que, agora, você terá algumas coisas a realizar, no campo material. Dentro de vinte, vinte e cinco dias, retomaremos... - Que Jesus o abençoe. Análise Na sua intransigência em não aceitar ideias ou interpretações diferentes da sua, une-se a outros para se posicionarem e atacarem ideias contrárias.

Quando o Espírito atinge tal estado radical, quase sempre, alguém que ele considerou muito, se apresenta para refletir com ele, sob outros ângulos. Nesse caso poder-se-ia dizer, a atendente fez trato com o Espírito - e isso, sabemos - não se faz. Na realidade não foi um trato A atendente deu licença, autorizou que lhe fosse mostrado esse momento seu, no qual operou-se a mudança. Não houve trato, no sentido de toma lá dá cá. A atendente foi imprudente?

Não, ela sabia que esse Espírito estava ali, havia permissão e ele estava sob "proteção”, digamos assim, de companheiros sérios e muito interessados nele, como assim se comprovou, ao final. - 152 - Espírito agitado, inquieto. Fisionomia do médium crispada.. — Odeio... odeio tudo isso... — O que odeia? — Esses estudos... parem... não é para estudar nada disso... (Na parte do estudo havia sido discutido reencarnação) Vocês não têm nada mais para cuidar, para fazer?

Vão cuidar da própria vida... será que está tudo em ordem com ela? Estou muito, muito bravo e quero conversar com alguém, também bravo, capaz de fazer-me frente... Você não sabe nada... essa sua fala. sua pretensa bondade me incomoda... Toda vez que a atendente se propunha a dizer algo, agressivamente ele vinha com nova série de provocações. — Repito... você não sabe nada e quer falar das coisas do lado de cá...

Você não tem certeza de nada, não sabe como é... nunca morreu e quer me falar de coisas que não conhece... Afaste-se... vá embora ou busque alguém que me faça frente... Tais colocações se processaram durante algum tempo em que foi dado ao Espírito, espaço para que se exteriorizasse o amargor que o corroía. Quando a atendente percebeu que iria repetir-se, entrou pausada e firme. —Até agora eu o ouvi com toda atenção, porque creio que suas palavras têm uma razão justa...

— Até que enfim alguém me dá razão... — Desculpe... eu não o interrompi... agora é minha vez de falar... Quando digo que o senhor tem uma razão justa, pretendo ir além do que o senhor expressou e pergunto-me: O que o estudo sobre reencarnação despertou, mexeu no senhor? Que realidades trouxe à tona? Estão lhe propondo que reencarae e o senhor é refratário a uma nova vida... o que realmente toda essa agressividade esconde?

— Não lhe dou o direito de questionar-me assim...Atendimento A Desencarnados - Não o estou questionando... estou lhe contando os pensamentos que me ocorriam enquanto o senhor talava., entretanto, como o senhor colocou desse modo, pergunto-lhe: - o que esconde por trás dessa agressividade? - Nada tenho a esconder... se é preciso resolver algo. será sim, na força, no braço... - E no entanto, sinto-o frágil... no fundo de suas palavras, hí como que laivos de dor... Não me veja como sua inimiga... Conversemos... há quanto tempo o senhor não ouve ou conversa com alguém? Vira a cabeça como que entediado mas, ao mesmo tempo, como sem saber o que fazer. - E a lei da Vida... todos renascemos e desencarnamos, isto é, deixamos o corpo físico, muitas vezes... O que se estudou no salão, visa justamente, que nos preparemos para essa realidade...

Se desencarnar, morrer, faz parte do próprio desgaste da matéria, reencarnar, receber um corpo novo, é bênção de recomeços, de reacertos, de crescimento... - Não quero... tenho medo... -Não há o que temer... - Eu sei o que temer... tenho consciência do que sou, do que fui... - Entretanto o senhor desconhece que a misericórdia de um Pai de amor é integrada nos planejamentos da Vida... - Como assim? - Seja o que for que o senhor tenha feito, a avaliação não é feita ao pé da letra... -Repito... como assim? - Em nossos atos, e isso não é só relativo ao senhor - é para todos nós - em nossos atos menos dignos, antes de qualquer coisa, é avaliado o conhecimento que temos das irradiações e consequências dos próprios atos... -Ainda não entendi...

-Vejamos o exemplo de um selvagem, alguém totalmente sem conhecimentos que mata seu irmão para defender-se ou alimentar-se—houve um crime, não houve? — Claro... ele matou... alguém vai matá-lo... épreferível não reencarnar... — Não é assim que funciona... aquele nosso companheiro desconhece que é da lei não matar... por não conhecer-e isto não quer dizer que não haja responsabilidade - a “culpa” dele é muito menor, insignificante mesmo, perto da minha, caso eu roubasse aquele lápis ali na mesa... — Que complicação... minha cabeça ferve... — E natural... não gostaria de, com calma, conhecer mais, formar ideias mais precisas sobre uma das mais belas leis da Vida- o reencarne...

— Preciso aceitar seu convite, uma vez que não só estou confuso, mas também extenuado, sem forças... —Fique conosco... nós o recebemos com o maior carinho... Análise Caso difícil, uma vez que a agressividade do Espírito era intensa, confundindo e tentando afastar e agastar a atendente. A certeza, a firmeza, envolta em educação e bons modos, propiciaram uma ascendência moral que, pouco a pouco, agasalhou esse Espírito tão desprotegido e necessitado. Por entender que seu “castigo” seria na igual ou superior proporção dos atos praticados, fugia de si mesmo, protegendo-se na furia de quem se vê sem caminhos.

A firmeza, a ternura, o carinho da atendente na lógica das reflexões, envolveram-no, tirando-o do círculo fechado do medo, acenando-lhe com algo diferente do que até então cria, predispondo- o a abrir-se. Atendimento A Desencarnados -153 - 0 Espírito apresenta-se quieto, mas com a fisionomia fechai - faz trejeitos de enfado... -Oque foi?... -Já perdi a esperança... -Em relação a quê? - A encontrar alguém que me ouça... Tenho caminhado,... ido a vários lugares e ninguém me entende... - Por que o senhor sente desse modo? - Porque tudo é diferente... - 0 que é diferente? -Isso ai, ó... tenho ido a outras casas... na minha própria casa-falo... falo... ninguém me dá atenção... - Exatamente, o que o senhor procura? - Um lugar que me esclareça porque ninguém me ouve. -Estou a sua disposição... pergunte, fale o que quiser... eu oescuto... -Então me explica... estou, sei lá, estava doente... bem minzinho... Aí me disseram que iam transferir-me para outro hospital, especializado, mais bem equipado para meu tratamento... Daí para cá, ninguém mais me escutou.

Falava, perguntava e ninguém escutava, dava ouvidos... a sensação é horrível... -E então... -Aiapareceu essa enfermeira e me deu atenção... trouxe- me aqui... eu comecei a falar e encontro mais pessoas como a senhora que me escuta... - Se o senhor prestar atenção, há aqui ao nosso redor, participando desse nosso encontro, várias outras pessoas, que não só o escutam, como também querem falar-lhe... -Ééeéé... -É... olhe ao redor... veja se além de mim e da enfermeira. vê mais alguém...

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.