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Capítulo 7 de 21

Os Grandes — parte 4 de 13

Os Grandes Iniciados – Ed. 1980 – Volume 1

Segundo F ABRE n'OLIVET os signos do Zodíaco representam a história de Rama. O Carneiro em fuga, cabeça voltada para trás, significa Rama a olhar para a terra natal de onde se afasta. O Touro furioso, opondo-se à sua marcha, a metade do corpo mergulhada no lodo, cai ajoelhado simboliza os celtas, afinal , submetidos. Os G�m os significam a aliança de Rama com os e Turanianos. Cc2ncer refere-se às meditações de Rama. Leão com­ bate com os inimigos. Virgem de asas, vitória. Balança, igualdade entre vencedores e vencidos. Escorpião, revolta e traição. Sagitá­ rio, vingança. Capricórnio. Aquário. Peixes, conclusão moral da sua história. Por estranha ou singular que pareça essa interpre­ ção do Zodíaco, ta nenhum astrônomo já explicou a origem dos signos zodiacais. Essa interpretação de F ABRE D'OLIVET não deixa de oferecer nova perspectiva à solução do problema. Eu jâ disse que, na ordem inversa, esses signos no Oriente e na Grécia rela­ am se com cionav - os diferentes graus da iniciação. Convém lem­ brar que a Virgem de asas significa a castidade, que dâ a vitó­ ria, e Leão simboliza a força moral. O significado dos G�meos é a união de um homem e de um espírito divino, formando um par ­ tadores invencíveis. O Touro subjugado é o domínio da na de lu tureza. O Carneiro, o asterismo do jogo ou do espírito universal, conferindo a iniciação suprema pelo conhecimento da Verdade.

ordenou morte, da a proximidade l, o sentind Afina e falecimento seu · o ocultassem que os aos seus íntim a fraternidade. do perpetuan obra, em sua pro uis sseg sem a, usan­ Ram que ram. acredita os povos te séculos Duran sempre estava carne.iro, de chifres com do a sua tiara e o Grand védicos, tempos Nos a santa. viv na montanh o s, morto dos o juiz Iama, em -s e transformou assado Antep hindus. dos psicopompo He o rmes

A· religiã_o védica O grande iniciador dos Arias, com seu gênio orga­ nizador, criara no centro da Asia, no Irã, um povo, uma sociedade, um. turbilhão de vida que se· irradiaria em todos os sentidos. As colônias dos Arias primitivos pro­ pagaram-se na Asia, na Europa, levando com elas os seus costumes, os seus cultos, os seus deuses. Mas. de todas elas, o ramo dos Árias da tndia é o que mais se apro­ xima dos Árias primitivos. Os livros sagrados dos hindus, os Vedas, têm para nós um tríplice valor. Antes do mais, levam-nos ao cen­ tro da antiga e pura religião ariana, da qual são irradia­ ções fulgurantes os hinos védicos. Depois, entregam-nos a· chave · da lndia. Afinal, mostram-nos a primeira crista­ lização das idéias mães da doutrina esotérica e de todas 10) ( as religiões arianas. Limitemo-nos a um breve resumo da forma e do conteúdo da religião védica. Nada mais simples· e maior· do que essa religião, em . �ue um profundo naturalismo une-se a um espiritualismo transcendental. Antes de raiar o dia, um homem, um chefe de família, está de pé, diante de um altar feito de barro, em cima do qNal acende-se um fogo, aceso com dois pedaços de pau. Nessa função, o homem é ao mesmo .

Os brâmanes consideram os Vedas como os seus livros sagrados por excelência. A palavra Veda significa saber. Os cien- . tistas europeus foram atraídos a esses livros por uma . espécie de fascínio. De inicio, viram nos Vedas apenas uma poesia patriarcal. Depois descobriram não somente a origem dos grandes mitos indo-europeus e dos nossos deuses clássicos, como também um culto sabiamente organizado, um profundo sistema religioso e me­ tafisico (Vide BERGAIGNE, La religion des Vedas, como também o trabalho de AuG. BARTH, Les religions de I'Inde). O futuro reser­ va-lhes talvez uma última surpresa, que será a · de · encontrarem nos Vedas a· definição das forças ocultas da natureza, que a ciência moderna está a caminho de descobrir.

o se Enquant mpo sacer ,sacri1l.cio. do te dote, pai e rei a mu­ "como abre a védico, poeta aurora, segundo um · ,, oração a ia uµia lher que sai pronunc do banho , o chefe (espí­ Asuras Usc (o sol), .aos has (a Savitr aurora), a i m sobre derrama ritos e os filhos secund . A mãe ãrios) o soma, de asclépias, o altar o sumo. o licor fermentado, invisí­ aos deuses em labareda leva Agni, o fogo. E a patriarca lãbios do que· sai dos veis a prece purificada, e do coração da família. do sena védico afasta-se poe O estado de alma do t na · cultos populares (refiro-me aos sualismo helênico . que repre­ iniciados gregos), Grécia, não à doutrina dos humanos, e com belos corpos senta os 'deuses cósmicos adora o Eterno sem judaico, que· também do monoteísmo ,védico, a. natureza as­ poeta . forma, onipresente. Para o trás do qual se semelha-se a um véu transpar�nte, por e . divinas. São essas for­ movem forças imponderãveis personi(icando-as, sem no ças que ele invoca, adora, Para ele, Sa­ entanto iludir-se com as suas metáforas. sol do que Visvavat,. a potência criadora vitri é menos o de vida, que o· anima e que move o sistema solar. Indra, o guerreiro divino, em seu carro dourado, percorrendo o · céu, arremessando raios, rasgando nuvens, personifica o poder desse mesmo sol, na vida atmosférica, na "ampli­ dão do espaço". Quando invocam Varuna, (o Urano dos Gregos)_, o deus do céu imenso, luminoso, que envolve todas as coisas, os poetas védicos elevam-se mais ainda� "Se Indra representa a vida ativa e militante do céu, Varuna simboliza a sua imutável . majestade". Nada iguala a magnificência com que o descrevem os Hinos. O .sol é o seu olho,: o céu sua vestimen'i:a, o fu­ racão o seu alento. Foi ele que edificou o céu e a terra sobre alicerces ·inabalãveis e os· mantém separados. Tudo fez, conserva tudo. Nada conseguirá . danificar as obras de Varuna. Ninguém o entende. _Mas ele sabe tudo, vê tudo quanto existe e existirá. ·oas alturas do céu, .onde ele reside em urn palácio · de mil portas, ele distingue o traço dos pãssaros no ar e o dos navios nas vagas. Lã do alto do seu trono de ouro e pés de bronze, ele con­ templa e julga os atos dos homens. Mantém a ordem no universo, na sociedade. Pune o culpado. t misericordioso para q1:1em se arrepende. Também é para ele. que � er-

gue o brado de angústia, do remorso. Perante ele o pe­ cador vem alivi ar-se do · peso do seu erro. Ora a religião védica é rit ualística, ora é altamente ce especulativa. Des com Varuna às profundeza s da consciência, elaborando

aí a noção de santidade. cr, y Eleva-se à pura no­ então ção de um Deus único, a penetrar e grande dominar o · · Todo. : · No entanto , as imagens grandiosas pelos que passam hinos védico s, à maneira das vagas en­ oceânicas, apres tam apenas a supe · rfície de dos Vedas. Com a noção Agn - i fogo divino,. atingimos o núcleo da doutrina, em seu fundo esotérico· e transcendental. Com efeito, Agni é o agente cósmico, o princípio universal excelência. por Ele não é somente o ·fogo terrestre, ago e o do relâmp o do sol. Sua verdadeira pãtria é céu invisível, místi­ o co, mansão da luz eterna, dos primeiros princípios de todas as coisas.· Suas nascentes são infinitas, quer ele saia faiscante de madeira, onde como estã adormecido o embrião na matriz, quer se arroje - "Filho das Ondas," com o estampido do trovão, vindo das torrentes celes­ tes, onde os Assivins ( os cavaleiros celestes) engendra-_· ram-no com aranis de ouro. J! o primogênito dos deuses, pontífice no céu como na terra, oficiando na mansão de Vivasvata ( o céu ou o sol) , muito antes de Matarisva ( o relâmpago) tê-lo tra�ido aos mortais, muito antes de Atarva e Angiras, antigos sacrificadores, terem-no insti­ tuído, aqui embaixo, protetor, hóspede e amigo dos ho­ gerador do sacrifício. Agni transforma-se mens, Senhor e . lações cujo · as especu místicas mensageiro de todas · no sacrifício. Cria os deuses, organiza o mundo, objeto é o e conserva ,a vida universal. Em uma palavra é produz potência cosmogônica. Soma é o par de Agni. Realmente, é uma bebida fermentada, oferecida como libação aos deuses, no sa­ crifício. Mas é dotada de existência mística, tal como . Agni. Sua residência suprema estã nas alturas do ter­ ceiro céu, onde Suria, a filha do sol, filtrou-o, onde o des­ cobriu Puschan, o de� do alimento. O Falcão, símbolo do relâmpago, ou o próprio Agni, foram lá roubã-lo ao. l t,.. A. BARTH,· Les Religlons de l'lnde. tra­ para dião, guar seu Gandarva, , ao celeste Arqueiro e tornaram-se no erambeb deuses . Os aos homens zê-lo quan­ s imortai serão homens os vez, Po sua tais. r imor ventu­ dos mansão Iama, de na morada do o sorverem igor dá lhes � ele � embaixo, aqui Por enquanto, rosos. Ah­ . s1 ambró e � Juventa . de água sendo .. ci�, longa existên a1s, an1m dos n sême o vitaliza as plantas, menta, penetra do céu · Alma oração. na a mente e exalta o poeta inspira par um Agni com forma de Visnu, de Indra, terra, 12 e da . s a ( ) estrel e as o sol que acendeu o par inseparável, princí­ dois os contém de Soma e de Agni A noção otéri­ es a doutrina segundo do universo, pios es'senciais Masculino, o Eterno é Agni viva. a filosofia ca e segundo de todos matriz etérea, ou substância do ·mundà a Alma ou subs­ do mundo Alma e invisíveis, visíveis os mundos ou visíveis, os mundos de todos etérea, matriz tânc,ia ou a enfim, carne, a Natureza, olhos da aos invisíveis

Ora, ( ) infinitas transformações. nas suas matéria sutil Ser su­ constitui o dois seres perfeita desses a união a essência de Deus. premo, uma terceira, capitais decorre Dessas duas idéias _ do ato cosmogôni­ nda. Os Vedas fazem nao menos c � � � imola-se a si sacrificzo perpétuo. O Ser supremo co ,um da sua unidade. Esse sa­ ms o, .subdivide-se para safr � � - crif1c10 é, por anto, interpretado . como o ponto vital de ! toda a fu çoes da natureza. Esta idéia, surpreendente � � � à pn eira v1st , é prof unda, e contém em germe toda a � � . doutrina teos f1ca da evolução de Deus no mund � síntese esotérica do polit�ísmo e do monoteísm ºE:t ª . d rá origem à doutr ina dionisíaca da queda e da ��den� ! çao das almas, que se revelará com Hermes e O r f eu. Dela sairá a doutrin a do Verbo divino ' proclamada por Crisna e · realizada por Jesus Cristo. O sacrifício do fogo com su · cerim . n. 1as e preces, � � . centro imutável. do culto vé dico 1 , a e assim por imag em l2 A. BARTH, Les religions de l'Inde • 18 Q que prov a de maneira indub'tâ 1 v e 1 · que Soma represent��a. 0 princípio feminino, é O fato d e os b râmanes. o terem iden­ tificad o mais tarde co m a I ª ra: O a lua representa o princípio fei:mru�o em to das as reli i� g es · an ti as, g como o sol simb oliza o pnncfpi o m asculi no.

desse grande ato cosmogônico. Os Vedas dão importâri · eia capital à prece, à fórmula de invocação que acom · panha o sacrifício. Por isso, fazem da prece uma deusa: Brahmanâspati. A fé no poder evocadõr e criador da pa­ lavra humana, acompanhada do poderoso movimento da alma ou da intensa projeção da vontade é a f ante de todos os cultos, a razão da doutrina egípcia e caldaica da magia. Segundo os padres védicos ou bramânicos, os Asuras senhores invisíveis, e os Pitris, almas dos ante­ passados, sentam-se na relva, durante o sacrifício, atraí­ dos pelo fogo, os cantos e a prece. A ciência relativa a esse lado do culto é a que trata da hierarquia dos entes invisíveis. Quanto à imortalidade da alma, os Vedas afirmam­ -na tão alto e claramente quanto possível: "Hã uma parte imortal da alma, Agni, que tens de aquecer com teus raios inflamar com tuas chamas. ô , Jatadevas, no corpo glorioso ao qual deste forma, trans­ porta-a ao mundo dos beatos". Os poetas védicos não se preocupam somente com o destino da alma. Também cuidam da sua origem. "Onde nasceram as almas? Algu­ mas vêm até nós e regressam à sua origem, vindo e voltando". Eis em duas palavras a doutrina da reencar­ nação, que desempenharã uma função capital no Brama­ nismo e no Budismo, entre os Egípcios e os ôrficos, na filosofia de Pitágoras e de Platão, o mistério dos misté·­ rios, o arcano dos arcanos. Depois disto, como deixar de reconhecer nos Vedas as grandes linhas de um sistema religioso orgânico, de uma concepção filosófica do universo? Neles não hã so­ mente a profunda intuição das verdades intelectuais, an­ eriores e superiores à observação. Neles, hã mais uni­ t dade e amplitude de visão, no entendimento da nature­ za, na coordenação dos seus fenômenos. Como um belo cristal de . rocha, a consciência do poeta védico reflete o sol da eterna verdade. Nesse prisma brilhante jã se re­ frangem todos os rai0s da teosofia universal. Os princí­ pios da doutrina permanente são af mais visfveis do que em outros livros sagrados da lndia, em outras religiões semíticas ou arianas, devido. à singular. franqueza dos · poetas védicos e à transparência dessa religião primlU·

va, tão elevada, tão pura. Naquela época, não havia a distinção entre os mistérios e o culto popular. Mas a atenta leitura dos Vedas possibilita a percepção de que, por nte, hâ . trâs oficia do pai 'ou dó poeta de família outro personagem mais importante: o · richf, o sábio, o iniciado, de quem os outros recebem a revelação da ver­ dade. itida por Vê-se é transm também que essa verdade uma origens da tradi até as ção qu vai ininterrupta, e raça arian a. Eis portanto o povo ariano empenhado em sua mar­ cha e do conquistadora e civilizadora, ao longo do Indo Ganges. Dirige-a o gênio invisível de Rama, a inteligên­ cia das coisas divinas, De:va Nahuscha. Nas suas veias circula o fogo sagrado, Agni. Uma aurora cor de rosa ilumina essa idade de juventude, de força, 'de virilidade. Constitui-se a família, respeita-se a mulher. Sacerdotisa no lar às vezes ela compõe e -canta os hinos. Diz um , poeta: "Que o marido desta mulher · viva cem · anos". Ama-se a vida, mas também acredita-se no além. O rei mora em um castelo, na colina, dominando a aldeia. Para guerra, ele sobe a um carro brilhante, revestido a de couraça reluzente, coroado. de uma tiara. Resplan­ dece como o deus lndra. Mais tarde, quando os brâmanes tiverem estabele­ cido sua autoridade,. erguer-se-á próximo do esplêndido palácio do Maharajá ou do grande rei o pagode de pe­ dra. De lá sairão as artes, a poesia e o drama dos deu­ ses, gesticulado e cantado pelas bailarinas sagradas. Na­ quele tempo, já existem castas, mas sem rigorosa dis­ criminação, sem barreira intransponJvel. O guerreiro é sacerdote, o sacerdote é guer�eiro, ou na maioria das ve­ zes, servo oficiante do chefe ou do rei. · po Apresenta-se agora um personagem de aparência ­ bre, mas que tem muito futuro .. Cabelos e barba incul­ tos semi-nu, coberto de andrajos verme.lhos. Esse mu• , ni, solitário, mora perto dos lagos· sagr o nas esse ad s, solidões agrestes, · onde se entrega à meditação e ao as­ cetismo. De tempos em tempos, vem admoesta o chefe r ou o rei, Muitas vezes é repelido, desobedecido. Mas, o no entanto> respeitam-no, temem-n . .Exerce um poder terrível.

Haverá luta entre o rei, em seu carro dourado, ro­ deado de guerreiros, e o muni, quase nu,. sem outras ar­ mas que não sejam o pensamento, a palavra e o olhar. O formidável vencedor não serã o rei e sim o solitário, o mendigo descarnado, pois este possui consciência e von­ tade. A história dessa luta é a ·do bramanismo como será a mais tarde a do budismo e nela se resume quase tod a história da 1ndia . LIVRO II CRI-SNA A lndia e a Iniciação Bramânica O constante criador dos mundos é trfplice. t Brahma, · o Pai. É Maiá, a Mãe. É Visnú, o Filho. Essência, Substô.ncia, Vida. Em cada um encerram­ -se os outro s dois. Todos três são um no Inefável. Upanichadas. Tens dentro de ti mesmo um amigo sublime, qu desconheces. Pois Deus reside no interior de e e cada hom m, mas poucos sabem encontrá-lo. O ho­ mem que sacrifica os seus desejos e as suas ações· ao Ser de quem se originam os princípios de todas as coisas, o Ser por quem foi formado o universo, por esse sacrifício obtém a perfeição. Pois identifi­ ca-se com Deus quem acha em si mesmo sua f eli­ cidade, sua alegria e também sua luz. Sabe tu: a alma que encontrou Deu libertou-se do renasci­ s mento e da morte, da velhice e da dor, e bebe a água da imortalidade. . Baghavad-Gita

- ,! A lndia heróica. Os .filhos do sol e os filhos da lua. Uma das mais brilhantes civilizações já surgidas na Terra originou-se da conquista da tndia pelos Arias. O Ganges e seus afluentes viram nascer grandes impérios e imensas capitais, como Aiodiá, Hastinapura, Indrape­ cita. As narrativas épicas do Mahabharata e as cosmo­ gonias populares dos Puranas, relatos das mais antigas tradições da tndia, falam, cleslumbradamente, da opulên­ cia real, da grandeza heróica, do espírito cavalheiresco, naquelas idades remotas. Ninguém mais arrogante, nin­ guém mais nobre, do que um daqueles reis da tndia, aria­ nos, de pé no carro de guerra, comandando exércitos de elefantes, de cavalos, d-e infantes. Um padre védico assim consagra o seu rei, diante da multidão: "Eu te conduzi até aqui, onde estamos! Todo o povo te deseja! O céu é firme, a terra é firme, as montanhas são firmes!. Seja também firme o rei das famílias!" No código de leis posterior, o Manava-Dharma-Sas­ tra · (Leis de Manu), lê-se: "Esses senhores. do mundo· que, dispostos ao combate, exercem seu vigor na bata­ lha, sem jamais voltarem o rosto, sobem diretamente ao céu, depois da sua morte". De fato, dizem-se eles descendente$ dos deuses, su­ põem-se seus rivais, dispostos a também se tomarem deuses. A obediência filial, a coragem militar com um

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