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Capítulo 4 de 21
Os Grandes — parte 1 de 13
Os Grandes Iniciados – Ed. 1980 – Volume 1
INICIADOS LIVRO I RAMA O Ciclo Ariano Zoroastro perguntou a Ormuz, o grande Cria dor: "Qual o primeiro homem com quem falaste?" Ormuz respondeu: "Foi o belo Yima, aquele que estava à frente dos corajosos". "Eu disse-lhe que vigiasse os mundos que me pertencem, dei-lhe um gládio de ouro, uma espada para a vitória". "E Yima avançou no caminho do sol, reuniu os homens corajosos no célebre Airyana-Vaéja, criado puro." Zend Avesta (Vendidad-Sadé) 29 Fargard. ó a ni! Fogo s grado! Fogo purificador! Tu, Ag adormecido na madeira, a subir em chamas brilhan tes no altar, tu és o coração do sacrifício, o ousado impulso da prece, a fagulha divina oculta em todas as coisas, a alma gloriosa do sol. Hino Védico.
. As raças humanas e as origens da relig_ião "O Céu é meu· Pai, ele me gerou. Minha família é esta irmandade. celeste. Minha Mãe é a ·grand Terra� e A parte ma.is alta da sua superfície é a sua matriz. Af o Pai·. fecunda o ventre daquela que é sua esposa e sua filha". · Há quatro ou cinco mil anos, esse era o cântico do poeta védico, diante d um altar feito de barro, onde o· e fogo queimava ervas secas. Há nessa palavras · estrarihas s uma consciência grandiosa, um vaticínio profundo. · Elas encerram o segredo da dupla origem da humanidade. An terior e superior à Terra é o tipo divino do homem. A origem da sua alma é celeste. Mas o seu corpo é o pro;. duto dos elementos terrestres fecundados por uma es sência cósmica. No idioma dos Mistérios, os amplexos de Urano e da Grande Mãe significam chuvas de almas ou de mônadas espirituais, que vêm fecundar os germes terrestres, os princípios organizadores sem os quais a matéria seria apenas massa inerte e difusa. A parte mais alta da superfície terrestre, que o poeta védico chama de matriz da terra, designa os continentes e montanhas, berços das raças humanas. Quanto ao Céu - Varuna, o Uranos dos Gregos, representa a ordem invisível, hiperfi sica, eterna, intelectual e envolve todo o infinito do Es- · paço e do Tempo. capítulo, consideraremos apenas as origen Neste s terrestres da humanidade, segundo tradições esotéricas confirmadas pela antropologia e etnologia atuais. As quatro raças atualmente existentes no globo são oriundas de terras e regiões diversas. Houve criações sucessivas, lentas elaborações da · crosta terrestre. Os continentes emergiram dos .mares, em consideráveis in· tervalos, que os antigos padre$ . da fndia chamavam de ciclos interdiluvianos. No decurso de milênios, cada con· tinente produziu sua flora e sua fauna, encimada por uma raça humana de cor diferente. · O continente austral, submergido no último dilúvio, fo o berço da primitiva raça vermelha da qual os -ín· i , dios americanos são apenas restos, provindos de troglo ditas que alcançaram os cimos das montanhas quando mergulhou o seu continente. A Africa é a mãe da raça negra, chamada etíope pelos gregos. A .. Asia produziu a raça amarela, que continua nos chineses. A última, a raça branca, saiu das florestas da Europa, entre as tem pestades do Atlântico e os sorrisos do Mediterrâneo. To das as variedades humanas resultam de misturas, de combinações, de degenerescências, de seleções dessas quatro grandes raças. Nos ciclos precedentes, a vermelha e a _negra foram I sucessivamente preponderantes, , esquecendo poderosas civilizações que aeixaranr-véstígios nas construções ci clópicas,. como na arquitetura do México. Nos templos . da fndia e do Egito conservavam·se dados ,e tradições sumários sobre civilizações desaparecidas. Em nosso ci clo, predomina a raça branca. Pela provável antiguida de da lndia e do Egito, a sua preponderância tem · já
uma duração de sete ou oito mil anos. ( ) Segundo as tradições bramânicas, a civilização te . ria começado em nossa Terra, há cinqüenta mil anos com a raça vermelha no continente austral. Então a Eu- .
A divisão da humanidade em quatro raças sucessivas e originárias era admitida pelos mais antigos sacerdotes eglpcios. Nas pinturas do túmulo de Seti I em Tebas, estão representadas por quatro figuras de tipo é cor diferentes. Sã.o: Rot para a raça verme.lha; Amu; �aça amarela asiática; Halasin, raça negra afri ca&a; e Tamahu, raça branca de cabelos louros, Ubio-européia. LENORMANT · - Histoire des Peuples · de l'Oriente.
inteira e uma parte da Ásia estavam ainda sub ropa mersas. Essas mitologias também se referem a uma raça de gigantes, anterior. Em algumas cavernas do Tibete, encontraram-:se ossadas humanas gigantescas, que pare cem mais de macaco do que de homem. Essas ossadas relacionam-se com uma humanidade primitiva . interme diária, ainda vizinha da animalidade,. sem . linguagem ar ticulada, sem organização social, sem religião. Esses três fatos surgem sempre ao mesmo tempo. Daí �ssa notável estrofe de um bardo: "Três coisas são -··simultâneas, nos primeiros tempos: ·oeus, a luz, a liberdade". Com os primeiros sons articulados nasce a socieda de e a vaga idéia de uma ordem divina. É o sopr de o Jepvá na boca de Adão, o verbo de Hermes, a· lei do primeiro Manu, o fogo de Prometeu. A raça vermelha, já dissemos, ocupava o continente austral, hoje submer so (chamado Atlântida por Plat.ão), segundo as tradi ções egípcias. Um grande cataclisma destruiu-a em· par te e dispersou os restos de sua população. Várias. raças · da Polinésia, os índios da América do Norte, . os Aste cas que Pizarro encontrou no México são os sobreviven tes da antiga raça vermelha, cuja ·civilização, para sem pre perdida, teve os seus dias de glória e de esplendor material. Todos esses pobres retardatários trazem na . al ma, a melancolia incurável das velhàs raças que morrem . · sem esperança. o Depois da raça vermelha, a raça negra dominou n globo. Devemos procurar o tipo superior, não no. negro degenerado mas no Abissínio e no Núbio, em que se conserva o molde da raça no apogeu. Em tempos pré -históricos, os Negros invadiram o sul da Europa, tendo sido repelidos pelos Brancos. A sua recordação está in teiramente desfeita em nossas tradições populares .. No entanto, deixaram dois traços_ inapagáveis: o horror ao dragão, emblema dos seus r_eis, e a idéia de que o diabo or sua ve é preto. P z, os Negros pensam qué o diabo é branco. No tempo do seu predomínio, os Negros tiveram centros religiosos no Egito e na lndia. Suas cidades· ci clópicas erguiam-se sobre as montanhas da Africa, do Cáucaso e da Ásia Central. Sua organização social con sistia em uma teocracia absoluta. No ápice, os padres
como deuses; em baixo, tribos, sem temidos a gente das . constituída, as mulheres escravas. Os padres pos família suiam profundos pio de unidade s. O princf conhecimento e o culto dos astros, denominado sabefsmo, infiltraram
... se entre os brancos. ( ) Mas . a ciência dos padres negros e o grosseir entre o fetichismo das massas, não havia transição, nem arte mitologia sugestiva. Ademais, uma indús idealista, nem· tria já adiantada, sobretudo na balística, com o · lança mento à distância de pedras colo�sais, e a fusão de me tais em fornos enormes, servia para dar trabalho aos prisioneiros de guerra. Nessa raça forte pela resistência física, energia passional e capacidade de apego, a reli · gião foi o reinado da força pelo terror. A Natureza e Deus, para a consciência desses povos infantis, toma vam forma na figura do dragão, do terrível animal ante diluviano, que os reis mandavam pintar em suas bandei · ras e os padres esculpiam na porta dos templos. · Se o sol da África criou a raça negra, pode-se di ·i:>olo ártico viram a e.closão da raça os gelos do _ que· z�r oranca. Sãó os Hiperbóreos, de que fala a mitologia gre ga·; Aqueles homens ge cabelos ruivos, olhos -azuis, vie ram do Norte, através de florestas iluminadas pelos cla · rões boreais, · acompanhados de cães e de renas, sob o estimulados por mulheres co de chefes ousados e mando olhos azuis, cores predes videntes. Cabeleiras douradas, culto do sol e do fogo r o tinadas. Essa raça irià inventa do céu. Ora ela se revol e cultivar no mundo á nostalgia · de tentar uma escalada, ora tará contra o céu� ao ponto seus esplendores, em adoração se prosternará ante os · · - absoluta. s de e ant m, e ag v l e o s f ca i n ra a b ç a s, r a tr a u o o as m o · · C s a ic st í er ct a r a s c a u S . sma e a m el d ia c n ê i sc n o c r i r ui q ad . a al u vid l d in e ad rd e b i a l d o st go 1 o , ão s · as iv t n i t s i d a d r de o : o p
a it c us s ue , q a v xi e fl e e r ad d li i b i ns se à e er f on e c u q o t c le e nt i o d ia nc â it?, m o ed a r , p a i at mp i s . A o c i l ó b m i a e s t lis a e m id to um ão ç a gin a im ou ion rc opo e pr d da ili sib n se . r e lh a mu p r um . só o m e m ho o d ia nc rê fe e , a pr o g e p o a
ide os ent quais ABUL GHAZI, . V historiadores árabes; re os História Qeneàl6gica historia dos Tár��ros, e MO AMED MosHEN, H . dor dos Persas
Daí a tendência dessa raça à monogamia, o princípio . conjugal da família. A necessidade de liberdade com a da sociabilidade criou· o clã, com seu princípio eletivo. A imaginação. ideal criou o culto dos antepassados, raiz e centro da religião entre os povos brancos. O princípio social e político manifesta-se no dia em que um grupo de homens meio selvagens, ameaçados po r um povo inimigo, reúne-se instintivamente, esco lhendo o mais forte, o mais inteligente, para c·omandá-los e dirigi-los. N,esse dia nasceu a sociedade. O chefe· é um pe- . queno rei, seus· companheiros, futuros nobres. Os velhos que deliberam, incapazes de marcharem, formam já uma espécie de senado ou de assembléia dos anciãos. . · E_ como. nasceu. a religião? Dizem que pelo medo do homem, ante· a natureza. Mas · o temor nada tem de co . d ia, mum com o respeito e o ·amor. · Não une o fato à i é o visível l ao· invisíve , o hornem a Deus. Enquanto o ho . mem teve medo da natur�za, el.e não foi homem. Tornou- . · . -se homem rio dia em que percebeu. o laço. que o . ligava ao passado e ao futuro, a algo superior e benfeitor., _que · ele adorou como um mistério. Mas como adorou-o, pela · primeira vez? . · F ABRE D'OLIVET apresentou uma hipótese genial · e sugestiva sobre a instituição do culto dos ancestrais n_a raça branca.(ª) Em um clã combatente, dois rivais estão . discutindo. Furiosos, vão brigar quando avança . entre ambos uma mulher descabelada. t a irmã de um e mulher do outro. Os olhos · vivos, a voz com acentos o imperiosos, ela grita, ofegante, que viu na floresta · Ancestral guerreiro outrora vitorioso, o herói. Ele não , o quer. que os dois guerreiros irmãos briguem um. com o · outro, mas que se unam contra o inimigo comum. Ela . acredita no que viu e por isso consegue convencer os dois homens. Sob o domínio de uma impressão poderosa, como· se· fosse uma força invisível, os dois guerreiros s ápertam".'se as mãos e olham para a mulher, como · e esta fosse uma espécie de divindade. · ª FABRE o'OLIVET - Histoire Philosophique du Genre Humain .- vol. r.
Tais mudanças imprevistas de disposição individual devem ter sido freqüentes, na vida pré-histórica da raça sua branca. Entre os povos bárbaros, a mulher por. sen sibilidade é a que primeiro pressente o mundo oculto, afirmando que há uma vida invisível. Considerem-se os efeitos inesperados de caso semelhante. No clã, toda gente fala do fato maravilhoso. Torna-s·e em árvore sagrada o carvalho à sombra do qual a mulher viu aparecer o Ancestral. Em uma noite ao clarão da lua, levam-na até o local, onde a mulher faz mais profecia�. Dentro de algum tempo, haverá mulheres sobre rochedos,. entre ela- · reiras na floresta, nas praias, �o vento do Oceano, ro deadas de multidões atraídas pelos seus poderes, suas magias. O último· dos grandes celtas, Ossian, evocará Fingal e seus companheiros ·reunidos nas nuvens. Assim se estabeleceu· ô culto dos ancestrais, na origem da so ciedade da raça branca. O grande Ancestral transforma- -se em Deus da coletividade. Eis o começo da religião. . Mas isso não é tudo. Em torno da profetisa, reú- . nem-se os velhos para observá-Ia· enquanto fala dormin do, em seus êxtases proféticos. Examinam as revelações, interpretam os oráculos, consideram as fases dessas ati vidades da mulher. Notam que, durante a visão, a fisio nomia dela transfigura-se, as frases adquirem um ritmo, a voz eleva-se e os oráculos são proferidos em um tom
de melopéia grave e significativa. ( ) Daí advém o ver so> a estrofe, a música, a poesia, · cuja origem os povos de raça ariana consideram divina. ' Todos os que já viram uma legítima sonâmbula impres sionam-se com a sua exaltação intelectual, durante o sono lúcido. Com relação · a tais fenômenos, cabe citar-se o testemunho insus peito de DAVI STRAUSS, Este escritor viu em casa do dr. Justino Kerner a célebre Vidente de Prevor'st e descreve-a: "Pouco de pois, a visionária cai em sono· magnétJco. Pela primeira vez, pre senciei esse estado maravilhoso, em su,a mais pura e bela mani· . festação. No rosto havia uma expressão sofredora, mas elevada terna, como alumiada de um raio de I:uz celeste. Uma voz pura,· pausada, solene, musical, uma espécie de recitativo. Uma abun dância de sentimento, comparável a um bando de nuvens, ora luminosas, ora sombrias, deslizando sobre a alma ou ainda, a brisas melancólicas e serenas, roçando as cordas d� uma maravi lhosa harpa eólia". Trad. de R. Lindau, Biographie gén,rale, art. Kerner.
Fatos dessa ordem possibilitariam a idéia de reve lação, ao mesmo tempo que surgiam a religião e o culto, os padres e a poesia. No Irã e tndia, os povos de raça ariana fundaram as primeiras civilizações arianas, mesclando-se a povos de cor diferente. Nessas coletividades, os homens se so brepuseram às mulheres, no tocante à inspiração religio sa .. Então, só · ouvimos falar de sábios, de richís, de pro fetas. Confinada a segundo plano,. a mulher somente será profetisa no ambiente do lar. Mas na Europa, percebe-se o traço da preponderân cia feminina entre os povos da mesma origem, que per maneceram bárbaros, durante milênios. Isso transpare ce na Pitonisa escandinava, na Voluspa das Eddas, nas druidas célticas, nas· mulheres advinhas, que acompa nhavam os exércitos germânicos e decidiram sobre o dia
das batalhas. ( ) Vislumbra-se esse traço nas bacantes da Trácia, segundo a legenda de Orfeu. A Vidente pré -histórica continua na _Pítia de Delfos. As primitivas profetisas da raça branca organiza vam-se em colégios, sob a direção de velhos instruídos-, os druidas, os homens do carvalho. No começo da insti . tuição colegial, elas eram benéficas. Por sua intuição, por · sua capacidade profética, impulsionaram a organização da raça, que iniciava a luta secular contra os Negros. Mas foram in-evitâveis a corrupção e os abusos. Sentindo-se senhoras dos destinos do seu povo, as "'- sàcerdotisas druidas quiseram dominá-lo de qualquer modo. Quando lhes faltou a inspiração, tentaram reinar pelo terror. Exigiram sacrifícios humanos, fazendo dessa , f a prática o elemento essencial do seu culto. Para isso voreciam-nas os instintos heróicos da raça. Os guerrei a morte. Ao primeiro apelo das sacer ros desprezavam bravata, eles vinham eRtre pura gar-se ao dotisas, por ecatombes humanas� enviavam-se os Nessas h seu cutelo. na suposiçã d região dos mortos, o e que as vi'tos para a os favores dos ancestrais. Essa ameaça sim se obtinham dos princ a cabeça ipais chefes, à planava sobre terrível das profetisas e sacerdotisas druidas, mercê da palavra
Ver CtsAR, Comentdrios - Combate com Ariovisto.
se o em suas � mãos um formidável � instrumento de dom1n10. Eis um primeiro exemplo da perversão dos mais nob es instintos da natureza � humana, quando -não são dominados por uma autoridade sâbia, dirigida para 0 bem por uma consciência superion Entregue aos capri chos da ambição e da paixão pessoal, a inspiração dege nera em superstição, a coragem em ferocidade, · a subli me idéia do sacrifício em instrumento de tirania, em · · exploração pérfida e cruel. · Ma branca es�ava apenas no início da sua s a_ raça infância violenta e louca. Veemente na esfera psicológica, ela iria atravessar outras e mais sangrentas crises. Fora· desperta pela invasão dos N,egros, que penetravam pelo sul a luta era desigual. Os Bran da Europa. No começo,· cos meio-selvagens, saindo · das florestas e das moradias · lacustres, dispunham apenas de lanças e flechas com pon tas de pedra. Os Negros dispunham de armas de ferro, de armaduras de bronze,. dos recursos de uma civilização industriosa, em cidades ciclópicas. _,,, Esmagados nos primeiros combates, os Brancos. fo ram feitos prisioneiros e escravos dos Negros, que os obrigaram a britar a pedra e despejar minério nos for nos. No entanto os prisioneiros escravos que fugiram, , levaram para as suas comunidades os usos, as artes e os fragmentos de ciência dos vencedores. Aprenderam · com os Negros coisas importantes: a fundição dos , duas . m,etais e a escrita sagrada, a arte de. fixar certas idéias ( misteriosos e hieroglíficos em peles de ani com sinaís. mais, na pedra ou na casca de árvores, advindo disso as · runas dos Celtas. -o metal fundido foi a arma para . a guerra. A ·esct'ita sagrada foi o início da ciência e da tradição religiosa. Durante muitos séculos, oscilou a luta entr,e as duas raças - a branca e a negra, dos Pirineus ao Cáucaso, do Cáucaso ao Himalaia. A salvação dos Brancos esteve nas florestas, onde, como as feras eles podiam ocultar-se, para em certo mo mento pularem sobre o inimigo. Ousados, aguerridos, melhorando o armamento no decurso dos séculos; come çaram então a obter vantagem, destruindo as cidades dos Negros, expulsando-os do litoral europeu, e inva-
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