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Capítulo 14 de 21
Os Grandes — parte 11 de 13
Os Grandes Iniciados – Ed. 1980 – Volume 1
. . nossa era., a ,luz· de Rama, �cesa .no !rã; irr,ªdi�-· se.- :sobre. . o Egito, . tornando-se a lei . de An1on�Rá, o·. :deus · sol.ar de Tebas. Sua forma permitiu-lhe enfrentar · ·m�tit�s : revolu ções� Menes foi o primeiro rei justo, o prin1ei.-o. faraó executor da lei. Ele não negou ao Egito a antiga teologia, que aliás · ;. era a sua também� Confirmou-a, expandiu-a, . àcrescen tando-lhe uma nova organização social. Concebeu . o s.a . cerdócio como delegação dele, submetendo�o à, s.ua f1s �alização. Os nomos ou comunas, como base d� çoleti- . . . vidade, tiveram independência relativa. A cúpula· . de�sa · . orgapização era uma síntes� . de ciências, denominadas · Osfris (O - SIR - IS), o senhor. intelectual, . si111boli zado na pirâmide e no gnomo matemático. O faraó. rece bia o nome iniciático no templo; Exercendo· a· arte sacer- . dotai e real, no trono, assí io, era diferente do déspota r cujo poder arbitrário apoiava-se no · crime e no sangue� . Iniciados coroados ou pelo menos alunos e instru mentos dos iniciados, durante séculos; os f araós serão os defensores do Egito contra a Europa anárquica, am P,arando a lei do Carneiro, significativa da. justiça . e· da arbitragem internacional. Cerca de 2 000 anos antes de Cristo, ocorreu no Egi to a crise mais terrível para um povo: a invasão . estl'.an geira, com uma meia-conquista. A invasão fenícia tinha sido a conseqüência do grande cisma religioso da. Ãsia, subleyaçãó de massas populares com discórdia nos tem plos. Chefiada pelos reis pastores - chamados Hicsos, essa invasão parece um dilúvio a derramar-se sobre o Delta e o Egito médio. Os reis cismáticos eram portadores de uma. civiliza ção corruta · com a indolência jônia, o luxo asiático, os costumes do harém, a idolatria grosseira. Embora am,eaça�a, a nação egípcia estava sob a égide de um corpo . orgânico de iniciados, depositários da antiga ciência de Hermes e Amon-Rá. Que fizeram os iniciados? Refugia ram-se nos santuários. Pareceu que o sacerdócio cedeu - aos invasores usurpadores, que impuseram a lei do Tdu . ro e o cu�to · do boi Apis. Ocultos nos templos, os dois Conselhos sacerdotais conservaram o depósito sagrado da ciência, da religião 12.0 antiga e pura, das tradições, na esperança da restauração da dinastia nacional. Por essa época, os sacerdotes divulgaram a lenda de Isis e de Osíris, este despedaçado, depois ressurreto em seu filho Hórus, que descobrira nas águas do Nilo os membros esparsos do corpo do seu progenitor. Utiliza. ram.se então cerimônias públicas, pomposas, que exci. taram a imaginação do povo, sensibilizado pelas desgra· ças da deusa, seus lamentos à morte do esposo celeste, sua esperança no filho Hórus, o divino mediador. Mas os iniciados julgaram necessária a versão vulgar da verda de esotérica. O culto popular de Isis e Osíris encobria uma ·verdade oculta nos Mistérios Maiores. A acessão a tais Mistérios· estava condicionada ao juramento de si- · lêncio, cuja infração era punida com a pena de morte. O postulante era também submetido a provas quase in transponíveis, a· terríveis ·perigos no decurso do disci· pulado. O sacerdócio, instituindo a escola de futuras reli giões, também preparava a ressurreição da alma nacio- · nal. Tebas cuidava lentamente da regeneração do país, · enquanto os usurpadores coroados reinavam em Menfis. Do seu templo, da arca solar, saiu o salvador do Egito, Ames, que expulsou os Hicso.s, depois do seu domínio de nove séculos, restaurando em . seus direitos a ciência e ípcia e a religião de Osíris. Destarte, os Mistérios · li g bertararn a alma do Egito da tirania estrangeira. · A antiga iniciação repousava sobre uma concepção do homem, mais sadia e ao mesmo tempo mais elevada do que a nossa. Nós separamos a educação do corpo da educação da alma e da do espírito. Nossas ciências físi cas e naturais, muito avançadas, fazem abstração da al ma. Nossa religião não satisfaz as necessidades da inte ligência. Nossa medicina não quer saber nem de alma, nem de espírito. O . homem contemporâneo busca o pra zer sem a felicidade, a felicidade sem a ciência, a ciência sem a sabedoria. A antiguidade não admitia essa separa ção. A iniciação era o treinamento gradual de todo o ser humano, rumo aos cimós do espírito . de onde será pos · sível o don1ínio da vida. Os sentidos da alma estão ador mecidos. Mediante estudo profundo, aplicação constan te, o homem pode entrar en1 contato consciente com as
es forças oculta 1 prodigioso s. un do universo. Mediante forç e abrir o pode direta alcançar a percepção espiritual os caminhos do, Além. Somente então poderá dizer que se libertou,· que venceu o destino. Somente entã"o pode o iniciado tornar-se iniciador, profeta e teurgo, ou seja, vi dente e criiador de almas. Somente quem se domina a si mes polivre é, mo . pode quem dominar os outros. Somente de libertar , . , · . .. os demais. Ássim pensavam os . antigos · iniciados. Eles viviam e
procediam de· acordo com esses princípios� A • verdadeira iniciaçã não erà um sonho vazio e sim a criação de uma o alma, sua florescência em um plano superior, no mundo o divino. Situemo-n s 'rios tempos dos Ramsés, na época de Moisés, de Orfeu� cerca do ano 1 300 antes da nossa erai Procuremos entrar no coração. da iniciação egípcia. Os monumentos, figurados, os livros de Hermes, as tradi ções grega e judaica(*) permitem reviver· suas fases as cendentes e assim formarmos uma idéia da sua mais alta revelação.. -....-,,.,.' , -- ( �) 14mbUco, em torno do, 1010,. ,doa, MC.Urloa.
lsis: A i'niciaçãõ. ·As provas r ' 1, · No tempo de Ramsés, a civilização egípcia resplan glória. Os faraós da vigésima dec.ia no apogeu, · da sua.' dinastia, discípulos e guardiães dos santuários; lutavam · egípcios como·: heróis contra a · Babilônia. Os arqueiros repeliam os líbios, os bodones, os númidas até o centro dà Africa. Quatrocentos· navios perseguiam a liga dos , à cismãticos até as bocas do Indo. Para melhor desistir , es . estradELs Assíria e aos seus aliados, Ramsés abrira tratégicas at� d�front'e do Lfbano, construindo forj.ale , é., Magedo . e Carq�emiche. ' Caravanas tr.afegavam z�s at pelo deserto de Radasié . até Elefantina. Executavam-�e obras de arquitetura� empregando. três mil operârios pro cedentes de três.' continentes. 'Proc,edeu-se a reparos na 1 1. 1 1.' sala hipostil� de qa_rnaqtie, onde havia um pilar da altura Ornamentava-se com· maravilhas es- .. da coluna VendOme . '' ' ' . culturais o , templo de Abidos e o Vale dos Reis. Levantavam-se, edif{cios ,em Bubasta, Lucsor, Espeos, Ibsam . bul. Em Tebas, um troféu colossal evocava a tomada de Cadsque. Em, Mênfis, erguia-se o Ramesseum. Essa ati vidade efervescente atraia ao Egito os forasteiros, dese josos de conhecer aquela ·ctvilizaçto. Ali, às margens do · . Nilo, tudo lhes parecia grande e opulento is, tudo era motivo de admiração. Lá no Em Mênf · interior do templo, realizava-se a cerimõnla da sagração real. Sagrado rei, aparecia o faraó, que ,ubla ao seu pa levado nos ombros doze oficiais flabelfferos. lanquim, . de ' 1 ' Via-o a multidão no cortejo · onde doze jovens levitas seguravam almofadas bordadas a ouro, onde se expu nham as inslgnias reais: o cetro com a miniatura de , encastoada, a espada, urna cab�ça de c�rn�iro o ar�o a I massa. Seguiam-no a casa real, os colégios sacerdotais, os ·e pequenos mistérios if iniciados nos grandes , os pont i - . . . placa . em peitoral com . tiaras ;e. o· as br�nca-s ce:s · co1n · da coroa pteciosas, o's dignitários •. : , q.µe pedras '.reluziam do Leão, dó. Carneiro, · Córdêfro, com as ·decoraçõe · do s ·
( do Lis, da Abelha. ). · · · Mas o foras· teiro . não procurava aquela pompa. Ani mado. pela seqe de saber, aquele homem desejava pene · r r· n no re coisas.· Tinham-lhe dito que,. segredo das : t a o· . cesso dos luerofan . , viviain magos, santuários · egípcios . . tes, possuidores da falar do Livro · Ouvira ciência diyina. . . s as, co d.o .: - ,ci,s,. •que, se colocava ' cabeça das múmi · M.:ort na . . mb . ss. :e · Uvr.ó: · simbólica, . o.· E viátic . lfnguçtgem narrava,.· em . . s • os .. I) dre,s vià-gem da Alma no :�gurid:o 'de Amdn�Rá à, , fl . · Alé.rn.··o liv o falava Q.e· expiação pelo fogo� cje purifica r :Jobná ·Sider�l; do. ·epco'ntro CÔm O piloto sinistro, çãd qa . . d.e face: escónGJjdà; sentad:o • em . e do piloto tima barca, · bom qµe o compare · de f.r�nte. · O livro mendónava olha . cimento ela alrriâ peránt.e · s . o quarenta· e dóis juíze ter s . · · a ·,sµa . defesa feita · por Tot e, finalmente, sua restres, · . s . · Osíris · lüz · de trart figüração : ria · . e · entrada · . . . . .· Um . Mortos diz: "Este capítulo •. LfV�o. dos: trecho d� · . em Hermópolis, escrito com tinta azul em uma foi achado. p a. alabastro,· aos pés do deus Tot (Hermes), no l �a de . tempo. do rei · Meneara, pelo príncipe Hastatefe, em sua viagem de inspeção dos templos. A placa foi por ele . transportada para o templo real. ô grande arcano! De po'is da leitura deste capítulo, puro e santo, ele não quis . ouvir mais nada, nem se aproximou jamais de · mais ver e. mulher, nem quis comer mais carne e peixe"(*). Que ha via sob essa linguagem aterradora? "Somente Isis e Osí ri sabem", dizia-se ao forasteiro. s Em busca desse saber, o forasteiro batia à porta do templo de Tebas ou de Mênfis. Os servos levavam-no ao pórti . de um cujas pilastras se asse co a galeria interior, . melhavam a lótus gigantescos, a sustentarem a Arca so ante, porte 1najestoso, lar, o templo de Os íris. O hierof fisionomia tranquila, olhos negros, mirava o estrangeiro, e o seu olhar era penetrante no ânimo do postulante. o ' Vide as pinturas murais dos templos de Tebas, reproduzi das no livro de FR. LENORMANT e o capitulo sobre o Egito em Mtssion des Juifs, de SAINT-YVES d'ALVEYDRE. ( "') Livro dos Mortos, Cap. LXIV. 1,94 · . . · · · sacerdóte de Osí�is faz�a-n�� perguntas a ··respeito· da .ter� · . · . r . · . ra natal, µi fam�lia� 40 têtripJo: ônde:·o�}qrasteito 'fo,a an� · e · .. tes iristruídó. .S� 6 hiêrofari�e petcebia ô ·sincero. d sejo · 1 · . . . · de conhecer·· verdade, dizia-lhe que · o seguisse. Atra a· a .espé vess vam pórticos, ·galerias·.·internas, indo até uma . · . . a pe cie dé avenida talhada na rocha, que dava acesso . · · . . queno templo, entrada de criptas . subterrâneas. A · porta . estavà por trâs de uma estâtua de Isis em tamanhq natu ral. A.· deusa tinha o rosto vendado e um livro. fechado . · · sob(e ..os.j qeltios. ·N·a p.edestal d.a estâtua ·lia�se .esta ins- . . · . i . cfição:> Nerhi(m mortal }d. levari.tou o rrieu véúi . . . · · · . . Pizla-lhê .:�h,tae> . o·· hierô'f�rit�.:: ·ºEstà' é ·a porta . do . · .. . · · · · · · ·· · santuário oculto� Vê âS duas.· colunas. ó vermelho repre · . · . se'nta :a áseerisão d.o• ·espfrito rumoi,à'lu:t de · ' osfris� o ne ,' . . gio : sign.Íftca· ·o.'.séu: c�tiveiro:.ná · mât�ria�. ·Esse cativeiro · · . . . . . e . pod leyar · até n ª1'iqüil�men.to. . . . . · · . · . . :: .Q.uetn· se :aptoxiiriâr de: ·.noss� doutrina e .· de . nossa · · . · . · . . ciência arrisca . :sua vida. o fraco e ·o mau terão a lou . . · . · cura :9q a morte . s�mente.· os bo'ns ei ç,s.fcfrtes· encon:tr�m · · . . · a vida . e a imortàlidade. Múitos imprudentes vieram até · . aqui e,não sairam ,vivós. t.·.um abismo·· que .só, ·restitui à · ."intrépidos� Reflete. pois no. que· fazes, rtos luz: so,lar Qs · · · a · perigos e. vê. sé tua· coragém é. capaz de ,ênfrent ,r. a pro . . va. De· outro modo, deves renunciar .à. empresa. Pai$,· de · pois de fechada esta porta, não poderâs recuar". Se o estrangeiro persistia em s\la resolução, o, hie . . . rofante levava�o · ao pátio externo. Recomendava-o aos servidores do templo,' em companhia dos quais · ele tinha . · . · de passar uma semana. Fazia os serviços mais huinildés, ouvia · hinos e procedia a abluções. Recomendavam-lhe o silêncio mais profundo. ·
Vindo a noite das . provas, dois neócoros ( ) ou as sistentes reconduziam o aspirante à porta do santuârio oculto. Entravam em um vestíbulo escuro, sem saída apa rente. De um lado e de outro dessa sala lúgubre, o es trangeiro via, ao clarão dos archotes, vârias estátuas com corpo de homem e cabeça de animal. Essas cabeças fi guravam leões, touros, aves de rapina, serpentes, que pa- . õ Por ser mais inteli ível, em re amos aqui a tradução grega g p g dos vocábulos e í cios. g p
red.:1n1 'fitá-lo, escarnecendo, enquanto ele passava. A avenida "tinha de ser percorrida em completo silêncio. No fim, estavam uma- múmia e um esqueleto humano, de frente um para o outro. Com, um · gesto mudo, · os dois assistentes mostravam ao noviço um buraco, na parede. Era a entrada· de um corredor tão apertado, que forçava a andar de rastos quem por ele seguisse. Di�ia-lhe então um dos néócoros: -Podes ainda regressar. ·A porta do santuário ainda. não se fechou. Se quise·res continuar, seguirás por ali, sen1 esperança de regresso. Então o noviço, firme, respondia: , ; .. -. Eu fico! Entr,egavam-lhe então uma pequena lâmpada acesa. Apenas ele começava a rastejar sobre os joelhos, ouvia uma voz vinda do fundo do subterrâneo: "Aqui sucum bem os loucos que ambicionaram a ciência e o poder". Por efeito de acústica, a frase repetia-se sete vezes com interv.alos. Era necessário andar. O corredor alargava-se, mas descia ·em rampa muito inclinada. Afinal, o postu lante ·chegava diante de uma espécie de funil, términan-· do em um buraco de onde se pendurava uma escada de ferro. Chegando ao último '3:egrau, o olhar aterrorizado via um pr,ecipfcio horroroso. - A mão trêmula ainda aper tava a lâmpada cuja chama vacilante projetava a luz pá lida nas trevas sem limite. Que· fazer? Impossível retro� ceder. Percebia enfim uma ferida à súa esquerda. Uma escada! Era a salvação. Subia apressado por ela. Furan do a rocha, a escada subia ,em espiral. No fim, o aspi� rante defrontava�se com, uma grade de bronze, que dava . para uma larga galeria, sustentada por enormes cariáti des. Entre elas, nos muros, apareciam. pinturas simbólicas, onze de , cada lado, iluminadas por lâmpadas de cristal, suspensas das mãos de pedra das cariátides. Sorrindo benevolamente, recebia-o um mago, intitu- . lado pastófaro (guardião dos símbolos sagrados). Esse mago felicitava-o por haver vencido a primeira . prova. D xplic�va-lhe o, sig�ificad Idas pintqras, sob as epois e o estavam escritos um,a letra e um número . quais . 126 Os vinte e dois, símbol0s referiam-se aos vinte e· dois o primeir s mistérios� 1Eram1 o : alfabeto da ciência oculta:, dos . princípios absolutos,1 chaves universais que, median I . vo .a sa te a ntade, transf armavam-se em fonte I d� toda i bedoria , e . de 1, todo o poder. Cada letra e cada número exprimem uma, 1 lei tríplice, válida no mundo divino, no · mundo I intelectual,1 ,no mundo físico., A letra A, por, í exem plo, relativa ao número ,1, exprime no. mundo divino, ·º . Ser absolµto, origepi de. todos os ser�s; no m undo intelec
tual, uni a \ dade, , fonte e síntese dos núme,ros; no mundo pode fís�co, o homem, vértice dos seres relativos, o qual l �ie�ar �� às· esferas · concêntricas do infinito, mediante a � , expansão das suas faculdades .. figuravam o Os egípcios , l r I f \( 1 . 1 1 ( · arcano 1 por um .. mago de túnica branca, empunhando u� ' 1 1 J
cetro, tendo uma coroa de ouro. A túnica simbolizava a p' ure�a, ·o ��tro o p9der, a coroa a luz univ�rsal. . . O noviço não entendia tudo aquilo que estava ouvin �o pela primeir� vez. Mas pressentia algo, no interior
do mundo. O mestre explicava-lhe d significado dos ar , , canos, de letra em letra de número em número, indo de , / / 1 \ 1
Isis U rânia ao carro de Osfris, da torre fulminada à es- ' j' ' l 1 11 1 1 t�ela, flamejante, �fé à ,c;or:oa. dos �agos. Es�utando aquelas explicações, o neófito sentia em si .um misto de. sur-
' • • í , ·1 ', 1 ( p�esa, ?e �rençf e qe an;eb. a�amentq . , i .. Ma;; .as prov�s ainda não tinham .terminado. O pas . ·
ro abriu tRfo uma , porta, que dava entrada para outra .abó 1 , badp, estreita e longa, onde havia na outra extremiJade : , 1.µll:a, f or�al�a ace�fl .. Exclaxp?va , o noviço, ( olhando pa.r-a
o mestre: -Isto é a morte! ' , 1 1 j I l [ , 1 1 , l • 1 , ,
. ; , F;ilho ,.- , ob$erv�va p,. I)lijgo - fl , morte . , só ,apa , j fr a c n turezas as. Eu â atr vora as a a vessei essa s chamas como se fossem um roseiral! I r I ' ' ' 1 1 r J J � 1 ' \ 1 J • 1 J / ' ( 1 ; ' postu por tr�:9 do la:pte, fech(\va-se a ;E grad� da , 1 , , enr 1 , . �f� �f oximan�o��� da forn�l a d Apr q , ele verifica va ,qu · ijS 1 , . 1 e � ia , a ijíllil ilµ�o c �e reduz � 4e óti a, Pl;" çirna,� , qvoc�çlq p f:r ! or . . �c A� � I r��111��a entrel�d h d �nhf,l a$. M�s I hélvia 4 ma 1ve , 1 .. . , 1 i:nelo, qu� 1he p�rmitiu P o �S&f,lr Pi\P Q1 d , iQa ent�, , , 1 '1 � p . , r1 , . 1 11 1 1 1 .
f go vinha a, p da., proVia do o prova , De ois da água.·· o , r,
tinb.a de atravessar uma água morta e aspirante negta, a0 , J? 1 diQ,. · que era ,
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.