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Capítulo 13 de 21
Os Grandes — parte 10 de 13
Os Grandes Iniciados – Ed. 1980 – Volume 1
resistente ao budismo, (1 ) às invasões mongólicas, às maontetanas, à conquista inglesa e que, em sua decadên cia., ainda conserva o sentimento da sua origem, alta e imemorial. Não. Há sempre um grande homem na origen1 de p uma grande instituição. Considere-se or um lado o pa- 1 7 A grandeza de Sáquia Muni está em sua caridade subli me, em sua reforma moral e na revolução social que ele suscitou pela oposição às castas ossificadas. O Buáa deu uma sacudidela no bramanismo envelhecido, um.a sacudidela semelhante à que 0 protestantismo deu no catolicismo, há quase 500 anos. Forçou-o a preparar-se para a luta e a regenerar-se. Mas Sâquia Muni nada acrescentou à doutrina esotérica dos brâmanes. Apenas · divulgou algumas de suas partes. No fundo, sua psicologia é a mesma em bora seguindo um caminho diferente. -� (Vide meu artigo �obre a "Legenda de Buda", Revue des Deux-Mondes, 1-7-1885). · . O Buda não se inclui neste livro por causa do plano especial esta. obra. Reconhecemos o seu lugar na série dos grandes ini � ciados. Escolhemos reformadores ou filósofos para mostrar a dou- :109 pel dominante de Crisna, seu aspecto humano. Por outro lado, sua constante identificação com Deus manifesto, ou Visnú, leva-nos a crer que ele foi o criador do culto vis nuista, que dá ao Bramanismo sua força e sev prestí gio. Portanto, é lógico admitir que na índia, onde impe rava um caos de cultos naturalistas e passionais, apare cesse um reformador luminoso, renovador da pura dou trina ariana, mediante a idéia da trindade e do verbo manifestado, e selasse sua obra com o sacrifício da pró pria vida, dando assim à 1ndia a alma religiosa, o molde social, a organização definitiva .. A importância de Crisna afigura-se-nos maior, com um caráter verdadeiramente universal, se notarmos que sua doutrina encerra duas idéias-mães, dois princípios or gânicos das religiões e da filosofia esotérica, a saber, a da imortalidade da alma, ou das existências progressivas pela reencarnação, e a da Trindade com o Verbo divino revelado no homem. Para terminar, restrinjo-me a uma observação his tórica. A idéia de que Deus é a Verdade, a Beleza, a Bondade infinitas, revela-se no homem consciente de um poder redentor, que se expande até as alturas do céu pela força do amor e do sacrifício. Essa idéia, fecunda entre as demais, surge pela primeira vez com Crisna. Per sonifica-se no momento em que, ao sair da juventude ariana, a humanidade mergulha cada vez mais no culto da matéri.a. Crisna revela a idéia do Verbo divino, que , não será mais esqµecida. A Humanidade, desde então . sentirá tanto mais necessidade. de redentores, de filhos de Deus, quanto mais tiver consciência da sua deca dência. trina dos mistérios, sob um novo aspecto, em outra fase da sua u o. Sob este ponto de vista, haveria repetição r evol ç po um lado � com Pitágoras, através de quem desenvolvi a doutrina da reencar nação e da evolução das almas. Por outro lado com Jesus Cristo que proclamou para o Ocidente como para o Oriente a fraterni� dade e a caridade universais. Quanto ao Jivro, aliás muito interessante e digno . de leitura Es�rlc Budhism, de M. Sinn t cuja origem algumas pessou � atribuem a pretensos adeptos vivendo atualmente no Tibete não posso ver nele, até nova ordem, mais do que uma compilação' mui to hábil de bramanismo e de budismo com algumas idéias da Cá bala, de · Paracelso, e alguns dados da ciência moderna.
Depois de Crisna verifica-se uma forte irradiação do verbo solar, através dos templos da Asia, da Africa, da Europa. Na Pérsia, há Mitras a reconciliar o luminoso Ormuz e o sombrio Arimã. No Egito, vê-se HórDs, filho de Osíris e de· Isis. Na Grécia, encontra-se Apolo, o deus do sol e da lira, como também Dionisos, que ressuscita as almas .. Em toda parte, a divindade solar é um deus mediador e a luz é também a palavra de vida. Não advém daí a idéia messiânica? De qualquer modo, foi mediante Crisna que essa idéia surge no mundo antigo. Jesus fará que ela se irradie por toda a terra. No decurso desta história secreta das religiões, eu mostrarei como a doutrina do ternário divino liga-se à doutrina da alma e da sua evolução, porque as duas se supõem uma à outra e se completam. Diga-se porém, des de já, que o seu ponto de · contato constitui o foco lumi noso da doutrina esotérica. Pelo seu aspecto exterior, as grandes religiões da índia, do Egito, da Grécia, da Judéia, são discordantes, supersticiosas, caóticas. Exami nem-se porém os símbolos, interroguem-se os mistérios, busque-se a doutrina matriz, apresentada pelo profetas s e fundadores, e veremos que surgirá luz com harmonia. Por estradas diferentes, muitas vezes tortuosas, chega remos ao mesmo ponto, de modo que penetrar no arcano de uma dessas religiões é entrar no das outras. Verifica-se então um fenômeno estranho. Aos pou cos, em uma esfera crescente, vê-se reluzir a doutrina dos iniciados, no centro das religiões, como um sol no inte rior da sua nebulosa. Cada religião é um planeta dife rente. Em cada um dos planetas, rnudamos de atmosfe ra, de orientação celeste, mas sempre iluminados pelo mesmo sol. A 1ndia, a grande sonhadora, leva-nos com ela para o sonho da eternidade. O Egito, grandioso, aus tero como a morte, convida-nos à viagem de alem-tú mulo. A Grécia, encantadora, leva-nos às festas mágicas da existência, dando aos seus mistérios a sedução das suas formas, ou encantadoras ou terríveis, da sua alma apaixonada sempre. Pitágoras formula, cientificamente, a doutrina esotérica, dando-lhe a expressão talvez a
completa e a mais sólida que ela já tenha tido. mais Platão e os Alexandrinos foram apenas vulgarizadores. Viemos desde o seu início, das florestas do G�nges, das soHdões do Himalaia. 11.i LIVRO III HERMES ()s Mistérios do Egito Alma cega! Empunha o facho dos mistérios e verás, na noite terrestre, o teu luminoso Duplo, tua Alma celeste. Segue esse guia divino. Que ele seja o teu Gênio. Pois ele tem a chave das tuas existências passada e futuras. s Apelo aos Iniciados segundo o Livro dos Mortos Escutai-o em vós mesmos. Olhai no Infinito do Es paço e do Tempo. Aí ressoa o canto dos . Astros, a voz dos Nún1eros, a harmonia das Esferas. Cada sol é um pensamento c!,e Deus e cada pla neta wn modo desse pensamento. Almas, desceis e subis penosamente, à estrada dos sete planetas e dos �eus sete céus, a fim de conhecerdes pensa o mento divino. Que fazem os Astros? Que dizem os Números? .Que rolam as Esferas? Almas perdida ou salvas, s eles dizem, cantam, rolam, os vossos destinos. Fragmento segundo Hermes
A esfinge 1 ' • • ' No murldo ant�go, ·toi B ab�lônia, a tenebrosa metr{r . cidadela da pole do despotismo e o �gito a ver�apeiq1 , e ciência sagtada escola para o� seus µi�is ilustres prof Í ta·s, refúgio e ab()ratório , das i;n�is .1101;>res tq1dições da .humanidade.' Graça:s � imensas �scav�çõ,es, � ad�iráveis . trabalhos, hoje o Egit9 é �elhor conhecido do que qual quer outra civilizaçãq' ant�rior à G,réçh1, poi� ele ,nos rea
bre sua hisrória e_scrita eni. pági,nas de pedra. ( ) ;Desen terram-s� · os .seu� _rpo�\lmentos, decifram-se os seus hie . . r(>glifos E no ent�nto �inda hã muito a penetrar no mais . p�ofundo arcaµo do , seu ,pensçimento. E�se arcano � a doutrina oculta do� seµs padres, que er.a cientificamente cultivada nos templo�. prudentemente velada nos mlsté rlos. Mostra-�os aq mesmo tempo � alqia dp Egito, ,P � . gredo da sua pólí�i�� e o s�u p�pel çapital na hist6r�
. , do universo. , , . , 1 , · 1 1 1 1 1 , 1;1ossos . · Os hist9��1,1�ores falam .dos f araós no me,smo tom com que se referem aos déspotas de Nínive e de
Babilônia.· Para el�s . d Egito é uma mon arquia absoluta, ,_ . • r_ ' , . • '' 11 '. ' , ' • • '·. ' 1 1 1 . • 1 ) : , r • , , 1 . 1 , J � 1
. , _Cff�r<lL �lf?�(, /t;gyp� �p�. 1� Pll•r�ons; · �UNSf:N,
:A tische Alterth ,; LEP$Iq�. D��ael� egyp � r; J)�UL �E�U, P , des . FRANÇOIS e livré -morts; · LENORMANT, L Histoire des peu.l MASPERO. l'<l>rient; ' Hlstoire p.les 'de 1 I ancienné · des ' peuples de · . . ' l fo 1 1 1,n.,.; . • t , , . 1 "'" , �,n,.. ; . . , . • , 1 1 1 1 · . , . . . conquistadora, como a da Assíria. Só é diferente por ter mais alguns anos. Não percebem que na A$Síria, a rea- . leza esmagou o sacerdócio, tornando-o seu instrumento, e que no Egito o sacerdócio disciplinou a realeza. No Egito, o sacerdócio sempre se impôs aos reis, aipda nas piores épocas su , e sempre governou a nação, por sua perioridade intelectual, sua sabedoria profunda jamais igualada em outro· país, em outra época. Durante mais de cinco mil anos, foi o Egito a for taleza de puras e elevadas doutrinas, cujo conjunto cons titui a ciência dos princípios e que se poderia denominar a ortodoxia esotérica da antiguidade. Durante cinqüenta dinastias, apesar da invasão dos fenícios repelidos, sob a idolatria aparente do politeísmo exterior, o Egito con servou o velho fundo da sua teologia oculta e sua orga nização sacerdotal. Esta resistiu aos século como a pirâmide de Gisé, s meio soterrada na areia, mas intata. Por essa imobilidade de esfinge, · guardando o seu segredo, por essa resistên cia de granito, tornou-se o Egito o centro em torno do qual evoluiu o pensamento religioso da humanidade, da As ia para a Europa. Na Judéia, na Grécia, na Etrúria, dos germes de vida brotaram outras civilizações ·dife rentes. Mas onde foram buscar idéias,· senão na reserva orgânica do velho · Egito? Moisés e Orfeu criaram duas religiões opostas, prodigiosas, uma com seu áspero 1no noteísmo, outra com seu deslumbrante politeísmo. Um fundiu um povo meio selvagem, duro como o bronze, numa fornalha. Outro serviu-se da magia de uma lira afinada para fazer os deuses falarem à stia gente. Onde encontraram força, energia, audácia?· Nos templos de Osí ris, na antiga Tebas, que os iniciados· denominavam a cidade do sol ou Arca solar, pois lá ·se ocultava a sínte se da ciência divina e todos os segredos da iniciação. Todos os anos, no solstício do verão, quando há chuvas torrenciais na Abissínia, o Nilo muda de cor, adquirindo o tom de sangue a que se refere a Bíblia. Os templos talhados na rocha, as necrópoles, os pilões, as pirâmides refletem-se nas águas do Nilo feito mar. Nes ses templos, criptas e pirâmides, elaborou-se a doutrina do Verbo-Luz, da Palavra univers�J, que Moisés encer- .J J(i rou · na sua arca d'e ouro e da qual o Cristo, por assiln dizer, serâ chama viva. o A verdade é imutâvel nela mesma, revelações. sã intermitentes. A luz d-e Osíris, outrora, iluminava para os iniciados as profundezas da natureza e os arcanos celes tes, e extinguiu-se nas criptas abandonadas. Realizou-se a predição de Hermes a Asclépio: "Egito! Egito! Apenas as tuas fâbulas, incríveis para a gerações futuras, per s manecerão, perdurando somente as palavras talhadas na pedra!" Seguindo a estrada secreta da antiga iniciação egíp cia, faremos um . traçado de um raio · daquele misterioso sol dos santuários. Lancem olhar· sobre fas�s os um breve _histór.ia:-dos egíp_ciÓs, _ antes do advent<> do k!icsos. � A imeira civilização egípda remonta à antiga raça ver- , ....,. e h � Gizé. -� in Ç� ----::e---sua ob a a ·colo sal··e·sfiqg de e ! · � 8:_ � � --_- � � � ! __ ge-;- primitiv primitivo a cnaçao do Egito, esculpida pelo sacerdócio, tomou-se símbolo da sua civilização. Uma cabeça humana sai de um corpo de touro com garras de leão e asas fechadas sobre os flancos. Ela figura a Isis terrestre, a natureza na unidade viva dos três reinos. Desde tempos imemoriais, os sacerdotes ensinavam que a natureza humana emerge da natureza animal. O touro, o leão, a· âguia e o homem apresentam-se nas quatro vi sões de Ezequiel, simbólicas da âgua, da terra, do ar e do fogo; os quatro elementos constitutivos do microcosmo e do macrocosmo. Por isso, em séculos posteriores, os iniciados viam o animal sagrado acocorado à soleira dos templos ou no fundo. das criptas. Reviviam neles � mistério, segundo o· qual no homem se ocultam todos os elementos, todas as energias da natureza. Esse foi o legado esotérico da raça vermelha, a esfinge de Gizé, prova irrecusâvel de que essa raça formulara e resolvera a seu tnodo o grande problema.
Em uma inscrição da época da 4' dinastia, menciona-se a esfinge como monumento cuja origem se perdia na noite dos tem pos,. por acaso descoberto sob a areia do deserto,. quando reinava o príncipe de nome referido na inscrição. FR. LENORMANT, His toire des, peuples de l'Orient, 11-53. Essa dinastia �ocupe>u :.o trono egfpcio, cerca · de 4 000 ai1os a.e. Por isso é · poss,vel admiti� a antiguidade da esfinge.
Hermes
fe · raça negra z austral,' � ceden 'raça Su' ao à' vermelha · d! misterioso Hermes-Tote, dó Alto , Ó · EgitC>'' seu: sáhtuário. sagradas, é e primeiro iniciador do Egito, nas doutrinas com uma primiti um nome 'que sem' dúvida ' relaciona se ' e a negra, cigehação de raças, a branca · mis va e pacífica ' · da raça .ariana. Alto Egito, muito antes Etiópia n · e na o como o de M·anu e B1J. é no.me genérico tal . . Hermes uni homem, uma casta, da. Designava simultaneamente ' e grande iniciador do Egito, urr{ deus, a saber o primeiro · das tradições ocultas, e o pla ;ácerdócio, depositário à s classe de espíritos. Em rteta Mercúrio, símbolo de uma · s'uma� 'Hermes preside às regiões supraterrenas da ini- · '' 1 ' ciação celestial. l Os gregos, discípulos. dos egípcios, denominaram-no vezes grande, pois,, o tinham co Trimegisto, três , ' Hermes nto rei, 1 legislador , e sacer�ote. Segundo a cronologia egípcia .de Maneton, sua ép0ca denomina-se "reino dos deuses". Não havia · ainda nem o papiro nem a grafia fonética e sim apenas a ideografia sagrada. Os sacerdo:. tes gravavam sua ciência em hieróglifos, nas colunas e paredes dos templos. Os egípci0s atribuíam a Hermes a autoria quarenta e dois livros de · sobre ciência oculta. liv.ro grego intitulado Hermes O · Trimegisto contém os modificados fragment . mas muito preciosos da antiga teogonia, o fiat-lux de que Moisés e Orfeu receberam os raios.· 1 eiros O vértice e 0 e.entro pri.m da iniciação egípcia, resumida na Visão de Hermes são a doutrina .do . Princípio-Fogo e do Verbo-Luz. Cert�s palavra Uer � , , de , me�, impregnac;tas 9a ��bedos�á útels p�ra , no� ·ri� .. fu)t)ga, . , in;ctarmos , . nela. Dizia ele ,
, Asclépios: ao discípulo , ' Nenhum 1 • dos noss · os pensamen� ·
tos poderâ conceber , Deus, . rtefll'. nenhuma, ' língua · c:lefini ·lo. o ncorpóreo, i o inyi�lvel, '
1 'irifqr, e� n �9· , · �e ser � . . apreendido p�los p9s�o�, se t n unentos. ,, A, medida curta do i ! 11.,8. tempo não, se aplica ao eterno. ·Deus· é inefável, pode , comunicar a alguns eleitos a faculdade de' ,se sobreporem às coisas naturais e perceberem algum raio da perfé\ção · suprema.. Mas esses iniciados não dispõem de linguagem capaz de exprimir a visã que os faz estremecer.- talvez o expliquem � , causas .secundárias das coisas criadas, que s a, P�ssa primári m dian�� · do� seus ol})os, mas a causa . ível deesta serã sempre i�acessível, apenas compreens
· , • pois ,da. morte'�. ( ) , ,O livro fala, da sua morte como da partida de úm Deus: "H�rmes. viu · a totalidade das coisas, compreen deu-a e pôde revelã-la. O que ele pensou, escreveu. E o que escreveu, ele ocultou em grande parte, calando · sa · biamente I e falando · Somente quando ·devia, a:· fim de que · todas as gerações futuras procurassem o que o seu pen� sarnento descobrira. Ordenando aos deuses, seus irmãos, que lhe serviss subiu em de membro de cortejo, ele ü . s estrelas". ' I' ' )
Pode-se estudar,' isoladamente, a história polltica de um povo, mas : não s pode separâ-la da história religio e sa. Sem o. discernimento do seu . ponto de contato com a antiga religião indo-ariana, não se , pode compreender as religiões da .As�íria, do Egito, da Judéia,. da Grécia. Em
suma, . a história de .uma religião serâ sempre estreita, supersticiosa e falsa., Só é verdadeira a história religiosa . da humanidade. O povo egípcio, o mais independente,. o· mais fechadp a todas as influências exteriores não pode afastar-se dess,a 1lei universal. Clnco mil anos. antes d" .MASPERO na sua HLstotre ancienne des • Anrma peuplea de "A teologia esotérica é monote1ata, desde os l'Orient: tempos do . Antigo Império. A aflrn14glo da unidade fundamental do ser dl· vtno está. expressa em termos formais, enérgicos, desde aquela. êpoca. Deus é uno, 11nlco, somente essência, somente substancia, e na terra. Não foi gerado. Ao genitor no céu mesmo tem llntco
po, Pai, Mie, Filho, ele gera, procria e é, . >.. perpetuamente d, .cindirem a unidade da natureza v�z divina, em� , três pessoas, perfeição. . Infinita , Seus atributos a sua alo a p'l,ra contribuem independência, a vontade toda a pod4t a eternidade, Imensidade, Ele cria os próprios limite. · membros sem , que rosa, a bondade textos. Cada um deasea 01 velhos deuses dizem ' são os deuses, ldênilcos ao ,Deus Uno, . pode tormar secund-rios, considerados , , por sua yez e �lo mesmo emanam . t.fpo novo, de onde procea- , um
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Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.