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Capítulo 5 de 21
Os Grandes — parte 2 de 13
Os Grandes Iniciados – Ed. 1980 – Volume 1
dindo finalmente, o norte da África e o centro da Ásia, esta ocupada pelos povos provindos da Melanésia. A· miscigenação das duas raças efetuou-se por dois processos diferentes: colonização . pacífica e conquista belicosa. O maravilhoso vidente do passado pré-histórico da humanidade parte dessa hipótese para uma luminosa visão da orig,em dos povos denominados semitas e dos povos árias. Os semitas se teriam formado onde os colo nos brancos se submeteram ao domínio dos povos negros, recebendo dos padres ·negros a iniciação religiosa. Aí se teriam originado os E·gípcios, antes de M·enes, os Ára bes, os Fenícios, os Caldeus e. os Judeus. As civilizações arianas, ao contrário se teriam for- , ,; mado onde os Brancos preponderaram sobre os Negros,. ou pela guerra ou pela conquista, daí advindo os Gre gos, os Etruscos,· os Iranianos, os Hindus. Nesse ramo incluem-se também os povos brancos, que continuaram sendo nômades e bárbaros na Antiguidade, tais como os Getas, os Sarmatas, os Celtas, e mais tarde os Germa nos. Assim se explicaria a diversidade fundamental das religiões e também a escrita entre essas duas grandes categori�s de nações. Entre os Semitas, onde primitiva · mente dominou a intelectualidade da raça negra, verifi ca-se, acima da idolatria popular, uma tendência ao mo noteísm -· o princípio da unidade de Deus, oculto, abso o luto, sem forma, que foi um dos dogmas essenciais dos padres da raça negra e da sua iniciação secreta. Entre 'Os Brancos, vencedores ou que ficaram puros, nota-se ao contrário a tendência ao politeísmo, à mitologia, à per sonificação da divindade .. Isso provém do seu amor à na tureza e do seu apaixonado culto aos ancestrais. A principal diferença entre a escrita dos Semitas e a dos Arianos teria a mesma ,explicação. Por que todos os povos semitas escrevem da direita para a esquerda e os arianos da esquerda para a direita? Fabre d'Olivet dá uma explicação curiosa e. original, sugerindo uma vi são desse passado perdido. Toda gente sabe que nos tempos pré-históricos não havia escrita vulgar. O uso somente se generalizou com e represen a escrita fonética, mediante a qual os sons s · tam por letras. Mas a escrita hieroglífica, arte de. repre sentar as coisas por sinais quaisquer, é tão antiga quan-
a humanidade, e naqueles tempos foi sempre privilé to gio do sacerdócio. Era considerada coisa sagrada, fun · ção religiosa e primitivamente, de inspiração �ivina . neg Quando, no hemisfério austral, os padres da raça ra ou sudanesa traçavam seus sinais misteriosos em peles de animais ou em pedra tinham o hábito de se virarem para , o polo sul. A sua mão se dirigia para o Oriente, origem da luz. Escreviam portanto da direita para a esquerda. Os padres da raça branca aprenderam a escrever com os padres dos Negros e começaram escrevendo como es tes. Entretanto,_ despertando neles o sentimento da sua origem, desenvolvendo-se o orgulho racial, inventaram seus sinais. Em vez de se orientarem pelo sul, no rumo dos países dos Negros, eles voltaram-se para o Norte, a terra dos ancestrais, continuando porém a escrever para o Oriente. Traçaram então os caracteres da esquerda pa ra á direita. Daí a direção das runas célticas, do Zend, do sânscrito, do grego,do latim e de todas as grafias dos povos arianos. Dirigem�se para o sol, fonte da vida ter restre, mas olham para o Norte, pátria dos ancestrais e origem misteriosa das auroras boreais. A corrente -semítica e a corrente ariana, eis os dois rios pelos quais nos vieram- todas nossas idéias mitolo , gias, religiões, artes, ciências e filosofias. Cada uma des sas correntes traz uma concepção oposta da vida, cuja · reconciliação e equilíbrio seriam a própria verdade. A contém os princípios absolutos e supe corrente semítica - . r · idéias de unidade, de universalidade, em nome iores: as o unificaçã de um princípio supremo que, aplicado, leva à_ da família humana. A corrente ariana cont�m a idéia de evolução ascendente, em todos os reinos. terrestres e supraterrestres e, na aplicação, conduz à diversidade in- . finita dos desenvolvimentos, em nome da riqueza da na- · tureza, das múltiplas aspirações da alma. O gênio semítico desce de Deus para o homem. O gênio ariano eleva-se do homem para Deus. Um é sim bolizado pelo arcanjo justiceiro, que desce à terra arma do do gládio e do raio. q outro _é representado por Pro meteu, que segura na · mão o fogo roubado do céu e mede o Olimpo com o olhar. Esses dois gênios, nós os temos dentro de nós. Pen samos e agimos, ora sob o impulso · de um, ora sob o
do outro. Mas estão juntos, não fundidos, em impulso nossa intelectualidade. Contradizem-se e combatem-se em nossos sentimentqs íntimos, em nossos pensamentos sutis, como também em nossa vida social, em nossas instituições. Ocultos sob muitas formas, que se poderiam resu mir sob as denominações de espiritualismo e de natura .. In lismo, dominaram nossas discussões e nossas lutas conciliáveis, invencíveis, quem os unirá? No entanto, o progresso e a salvação da humanida de dependem da sua conciliação, da sua síntese. Por isso, neste livro fomos até a fonte dessas duas correntes, ao nascim·ento dos dois gênios. Além dos movimentos da história,. as guerras dos cultos, as contradições dos tex tos sagrados, entraremos na própria consciência dos fundadores e dos profetas, que deram às religiões o· impul . $p inicial. Esses tiveram do alto a intuição profunda e a · induz à ação fecunda. Sim, preexistia ne �nspiração, que les a síntese. O raio divino empalideceu e escureceu-se .. Mas cada vez que, em um ponto qualnos sucessores 9uer da história surge. uin profeta, ele reaparece e bri- . . O profeta, o herói, o vidente; vão até o foco de ori lha. gem. Somente do· ponto inicial é que se vê o fim: o sol . dos planetas. iluminando o curso Tal é a revelação na história, contínua e graduada, multiforme como a natureza, una como a verdade, imu tável como Deus. Percorrendo a corrente semítica, chegamos por Moi sés ao Egito, cujos templos, segundo Maneton, possuiam ente uma tradição de trinta mil anos. Subindo pela corr ariana, chegamos à lndia, onde se desenvolverâ a primei ra grande civJlização, resultante de uma conquista da ra ça branca. A 1ndia e o Egito foram os dois grandes cen tros iniciâticos da antiguidade. Tiveram o segredo da grande iniciação. Entraremos em seus santuários. dições levam-nos muito mais além, até Suas tra a uma época anterior, quando os dois gênios opostos apa recem unidos em inocência primitiva e em harmonia mar.avilhosa. Era a época ariana primitiva. Graças aos admiráveis trabalhos da ciência moderna, à filologia à mitologia, à etnologia comparada, podemos hoj yisl�m e brar aquela época. Ela desenha-se nos hinos védicos, é
um seu reflexo, com simplicidade patriarcal e grandiosa pureza de linhas. Idade viril e grave, apenas semelhante à idade de ouro no sonho infantil dos poetas. Não estão ausentes a dor e a luta. Entretanto nos homens há con fiança, força, serenidade, que a humanidade não reco brou mais. Na lndia, o pensamento se aprofundará, os sentimen tos serão mais sutis. Na Grécia, as paixões- e as · idéias se revestirão do prestígio da arte e mágica roupagem da beleza. Mas em elevação moral, em altura, em extensão intelectual, nenhuma poesia ultrapassa alguns hinos vé dicos. ·Neles transparece o sentimento do divino na natu reza, do invisível que o rodeia, da grande unidade que · penetra o todo. Como nasceu tal civilização? Como se desenvolveu tão alta intelectualidade, entre as guerras e a luta con tra a natureza? Aqui se detêm as investigações e as conjeturas da ciência contemporânea. As tradições re ligiosas dos povos, entretanto, interpretadas em seu sentido esotérico, v�o além e permitem advinhar que a primeira concentração do núcleo ariano, no Irã, fêz-se por uma espécie . de seleção no seio da raça branca, sob a direção de um conquistador legislador, que deu ao seu povo uma religião e uma lei conformes ao gênio da raça branca. De fato, o livro sagrado dos Persas; o Zend-A vesta, menciona esse antigo legislador, sob o nome de Yima, e Zoroastro, fundando -uma nova religião, refere-se a esse predecessor como tendo sido o primeiro homem a quem falou Ormuz, o deus vivo, assim como Jesus Cristo refe re-se a Moisés. O poeta persa Firduzi menciona o mes mo _legislador: Djem, o conquistador dos Negros. Na epopéia hindu, o Ramayana, ele aparece sob o nome de Rama, em costume de rei indiano, rodeado dos esplendores de uma civilização adiantada. Mas conserva as características distintivas do conquistador, do reno vador, do iniciado. Nas tradições egípcias, a época de Rama é designa-. da pelo reinado. de Osíris, o senhor da luz� ·que precede o reinado de Isis, a rainha dos mistérios. Na Grécia, afinal, o antigo herói, semi-deus, era honrado sob o nome de Dionisos, que vem do sânscrito Deva Nahuscha, o divino renovador. Orfeu assim deno minou a inteligência divina e o poeta Nonus cantou a conquista da lndia por Dionisos, segundo as tradições de Eleusis. Como os raios de um mesmo círculo, todas essas tradições designam um centro comum, ao qual se pode chegar, se acompanharmos o seu traçado. Então, além da lnd ia dos ·vedas, alvorada além do Irã de Zoroastro, na da raça branca, vê-se sair das florestas da antiga Cítia o primeiro criador da religião ariana, com a sua dupla tiara de conquistador e de iniciado, tendo na mão o fogo místico, o fogo sagrado que iluminará todas as raças. Cabe a F ABRE D'OLIVET a honra de ter achado esse personagem. Ele abriu a estrada. luminosa que conduz até esse ente. Seguindo-a, tratarei por minha vez de evo
cá-lo. ( )
FABRE o'OLIVET, Histoire phtlosophique du genre rtumain, vol. I.
A missão de Rama Quatro ou cinco mil anos antes da nossa era, espes sas florestas recobriam a antiga Cítia, do oc,eano Atlân ico aos mares polares. Os Negros tinham visto esse con t tinente emergir das águas, ilha por ilha, e por isso deno minayam-no "a terra emersa das ondas". Havia muito contraste entre aquele solo branco, re queimado do sol, e aquela Europa de costas verdes, baías úmidas e profundas, rios mansos, ·lagos· sombrios, flan cos de montanhas sempre envoltos em brumas .. Nas pla nícies atapetadas _de ervas, vastas como os pampas, in cultas, apenas se ouviam · os rugidos das feras, o mugido dos búfalos, o galope das grandes tropas de cavalos a correrem de crina ao vento. O branco habitante dessas florestas não . era mais o homem das cavernas. Já se po dia dizer dono da terra. Inventara facas e machados de sílex, o arco e a flecha, a funda e o laço. Afinal, desco brira dois companheiros de luta,· dois amigos excelentes, incomparáveis, devotados até a morte: o cão e o cavalo. O cão doméstico seria o guarda fiel da sua casa de ma deira, garantindo-lhe a segurança do lar. Amansando o cavalo, conquistara a terra, dominando os outros ani mais. Tomara-se, enfim, rei do espaço. Montados em cavalos fulvos, aqueles homens ruivos corriam velozes como relâmpagos. Abatiam o urso, o lobo, o auroque e . , amedrontavam í1 pantera e o leão, que então viviam na quelas florestas. Começara a civilização. Já havia a família rudimen tar, o clã, a tribo. Em toda parte, os Citas, filhos dos Hiperbóreos, erguiam em honra aos seus ávós monstruo sos monumentos de pedras. · Quando morria um chefe, enterravam com ele suas arinas e seu cavalo.· E diziam que assim o guerreiro poderia cavalgar as nuvens e ca çar o dragão, lá no · outro mundo. Daí o costume do sa crifício do cavalo, tão importante entre os Arias védicos
e os Escandinavos. A religião iniciava-se pelo· culto dos antepassados. Os Semitas descobriram o Deus único, o Espírito universal no deserto, no cimo das montanhas, na imensi dade dos espaços estelares. Os Citas e os Celtas acha ram os deuses, os espíritos inumeráveis, no recesso das suas florestas. Lâ ouviram vozes, sentiram o primeiros , s temores do Invisível, as visões do Além. Por isso, a raça branca não deixou de sentir a atração da floresta miste riosa. Atraída pelo murmúrio da folhagem, pela magia do luar, ela volta à floresta, no decurso dos tempos, como se recorresse à fonte de Juventa, à grande mãe Erta. Lã dormem os seus deuses, os seus amores, os seus mistérios perdidos. Desde os tempos mais remotos, as mulheres visio nárias profetizavam sob as árvores. · Cada tribo tinha sua grande profetisa, como a Voluspa dos Escandinavos, com seu colégio de druidisas. Mas essas mulheres, nobre mente inspiradas no começo, tornaram-se ambiciosas e cruéis. Boas profetisas transformaram-se em feiticeiras más. Instituíram sacrifícios humanos, e o sangue dos herolls escorria abundante sobre os dólmens, enquanto se ouviam os cantos sinistros dos padres e as aclamações dos Citas ferozes. Entre aqueles padres, encontrava-se um homem na flor da idade, chamado Ram, também destinado ao sa cerdócio, cuja ahna pensativa e espírito profundo se re voltavam contra aquele culto sanguinário. O moço drui tranqüilo e sério. Desde adolescente, demonstrar da era a singular capacidade de conhecimento das maravilhosas virtudes das plantas, preparando e destilando os seus sumos, dedicando-se também ao estudo dos astros e suas influências. Sabia adivinhar coisas longínquas. Daí, sua de precoce sobre os druidas mais velho autorida s. Ema nava do seu ser, das suas palavras, uma grandeza bene volente. Sua sabedoria era diferente da loucura das drui disas, as declamadoras de maldições, que proferiam seus oráculos nefastos durante as convulsões do delírio. Os druidas denominavam-no "o sábio" e o povo chamava-o "inspirado da paz". Entretanto, Ram que aspirava à ciência divina, já viajara por toda a Cítia e países do Sul. Seduzidos pelo
seu saber pessoal e modéstia, os padres dos Negros ini ciaram-no em alguns dos seus conhecimentos . secretos. Regressando ao país do Norte, Ram espantou-se ao ver mais arraigada entre seu povo a prática dos sacrifícios humanos. Pressentiu nisso ·a perdição da sua raça. Como, entretanto, combater esse costume, propagado pelo orgu lho das druidisas, pela ambição dos druidas, pela supers tição popular? Foi então que sobreveio um novo flagelo para os Brancos e Ram interpretou-o como castigo celeste pelo culto sacrílego. Pelas incursões nos países do Sul, pelo contato com os Negros, os Brancos tinham adquirido uma doença horrível, uma espécie de peste. Esse mal corrom pia o homem pelo sangue, pelas fontes da vida. O corpo inteiro cobria-se de manchas negras, o hálito tornava-se infecto, os membros irichavam e roídos de chagas def or mavam-se, até que o doente expirava entre dores atro zes. O hálito dos vivos e o fedor dos mortos propagavam ó flagelo. E os Brancos em pânico tombavam aos milha res nas florestas, de onde fugiam até as aves de rapina. Aflito, Ram buscava um meio de salvação. Tinha ele o hábito de meditar, à sombra de um carvalho. Certa noite, tendo meditado por muito tempo sobre os males da sua raça, adormeceu junto àquela ár vore. Enquanto dormia, pareceu-lhe ouvir uma voz for te, que o chamava, e teve a impressão de que desperta ra. Viu então, à sua frente, um homem de estatura ma jestosa, vestido como ele próprio da túnica branca dos . druidas. Aquele homem empunhava uma vara na qual se enroscava uma serpente. Admirado, Ram estava para perguntar-lhe o sentido da sua aparição. Mas, o desco- . nhecido segurando-lhe a mão, levantou-o e mostrou-lhe agarrado a um galho da árvore, uin viçoso ramo de vis co. (7) E falou-lhe: "Ram! Este é o remédio que pro curas". Depois, tira da dobra da veste, na altura do tó rax, uma foicinha de ouro, corta um pedaço do ramo e o dá a Ram. Murmurou ainda algumas palavras, ensinan do a maneira de preparar o remédio e desapareceu.
Planta parasita que nasce nos ramos de certas árvores, como o carvalho, a pereira e outras. .
�am despertou, sentindo-se reconfortado. Dizia-lhe uma voz interior que ele encontrara a salvação. Seguin.,. do os conselho do divino amigo da foicinha de ouro, s não deixou de preparar o visco como líquido fermenta , do, e deu-o de beber a um doente. Este não tardou a ficar bom e depois dele outros. Essas curas maravilhosas tornaram-no afamado em toda a Cítia. Chamavam-no de toda. parte para curar doentes. Consultado pelos druidas, ele· comunicou-lhes a descoberta e advertiu que ela deveria permanecer como segredo da casta sacerdotal, a fii::n de garantir a sua autoridade. Os discípulos de Ram foram viajar por toda a Cítia, levando ramos de visco, sendo considerados men sageiros divinos e o seu mestre um semi-deus. Esse acontecimento deu origem a um novo culto. Desde então, o visco tomou-se uma planta sagrada. Para recordar o fato, Ram instituiu a festa de Natal, ou da nova salvação, que ele marcou para o começo do ano, denominando-a a Noite-Mãe (do novo sol) ou a grande renovação. Quanto ao ser misterioso, · que Ram viu no sonho, e que lhe mostrou o visco, chama-se, na tradi l ção esotérica dos Brancos da Europa, Aesc-hey"-hopa, o que significa "a esperança da salvação está na floresta". Os Gregos fizeram dele Esculápio, o gênio da medicina, que empunha a vareta mágica sob a forma de caduceu. No entanto, Ram, "o inspirado da paz" visava a ho rizontes mais vastos. Queria curar o seu povo de uma praga moral mais nefasta do que a peste. Eleito chefe dos sacerdotes da tribo, deu ordem a todo� os colégios de druidas e druidisas que não executassem mais sacri fícios humanos. A notícia dessa ordem divulgou-se até as margens. do oceano. Foi saudada por alguns como um clarão de alegria e consid-erada por outros um sacrilégio. Ameaçadas em seu poderio, as druidisas proferiram mal dições contra o audacioso e sentenças de morte. Muitos druidas, para os quais os sacrifícios humanos eram o único meio de dominarem, solidarizaram-se com elas. Exaltado por um grande partido, Ram foi execr·ado por outro. Mas em vez de recuar ante a luta, estimulou-a, arvorando um novo símbolo. Cada tribo dos Brancos tinha então a sua insígnia pr reuniões que era a ópria, a ser usada para as , figura
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