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Capítulo 17 de 21
Livro Lv — parte 1 de 5
Os Grandes Iniciados – Ed. 1980 – Volume 1
, MO ISES. A Missão de Israel Nada havia que fosse velado para ele, que cobria com um véu a essência de tudo quanto vive. Palavras escritas no sopé da estátua de Ftamar, grão-sacerdote de Mên fis, e que estã no Museu do Louvre. O mais difCcil e o mais obscuro entre os livros sagrados, o Gênese, contém tantos segredos quantas palavras e cada uma delas encerra mµitos daqueles. SÃO JERÔNIMO Filho do poosado, cheio do futuro, este livro (os dez primeiros capítulos do. Gênese), herdeiro de toda a ciência dos egfpcios, contém ainda os germes das ciências futuras. O que a natureza pos sui de mais profundo e misterioso, o que o espírito pode conceber de maravilhoso, o que há de mais su blime na inteligência, . tudo ele contém. F ABRE D'OLIVET A Língua Hebraica Reconstituída. Discurso preliminar. 14J A tradição monoteísta e os patriarcas do deserto À revelação é tão velha quanto a humanidade cons ciente. Efeito da inspiração, vem desde as noites dos ten1- pos. Bastará um olhar atento nos livros sagrados do Irã, da lndia, do Egito, para nos convencermos da base ocul ta das idéias primaciais da doutrina esotérica, base ocul ta mas ainda válida. Todos os grandes iniciados, em um momento da sua existência, tiveram um vislumbre da verdade central. Nó entanto colheram uma luz que se fragmentou e coloriu, de acordo com a mente de cada um, a sua missão, as épocas e os lugares. Já passamos pela iniciação ariana de Rama, a bra mânica de Crisna, a de Isis e de Osíris com os padres · de Tebas. Iremos negar que tenha sido desconhecido dos brâmanes e dos padres de Amon:Ra, o princípio imate rial do Deus supremo? Sem dúvida, eles não faziam o mundo surgir por um ato instantâneo, um capricho da divindade como apregoam nossos teólogos primários. Se gundo eles, o universo provém das insondáveis profun dezas de Deus, gradualmente, por emanação e evolução. O dualismo do macho e da fêmea saía da unidade primitiva, vindo do dualismo anterior à trindade de uni verso, homem e divindade. Os números sagrados cons verbo eterno, o ritmo, o inst tituiam o rumento da divin-
. dade. Quando meditados com lucidez � energia, eles evo cavam no espírito do iniciado a estrutura interna do mundo, através da dele própria. Mas o monoteísmo esotérico do Egito jamais saiu do interior dos santuários. A ciência sagrada era privi légio de uma pequena minoria. Mas os inimigos exter nos atacavam aquele antigo baluarte da civilização. No século culto da ma XII antes de Cristo, a Asia decaía no téria. A 1ndia caminhava para a decadência. As margens do Eufrates e do Tigre, erguera-se Babilônia. Os reis da Assíria proclamavam-se monarcas das quatro regiões do inundo e planejavam levantar os marcos dos limites do seu império onde findasse a terra. A lei dos sucessores de Nino e de Semíramis era a ausência de. respeito hu mano, a ambição pessoal sem freio, a inexistência de princípio religioso e do direito da gentes. s No Egito, a autoridade permaneceu com a ciência. O sacerdócio xercia um poder moderador sobre a rea e leza. Os faraós eram discípulos dos sacerdotes, jamais déspotas odientos . como os reis de Babilônia. Mas que podia fazer o Egito contra a . torrente dos · invasores? Os . Hicsos quase que o tinham devorado. O Egito resistia, mas. a resistência não poderia durar sempre. Seis séc1:1los depois, o ciclone persa, após o babilônico, destruiria tem plos, extinguiria faraós. Iriam perecer os tesouros acumulados da. sua ciên cia? A maior parte foi enterrada. Quando vieram, os. ale xandrinos só puderam exumar fragmentos. Mas dois po vos de gênios opostos acenderam suas luzes nos santuá rios, luzes de coloração diversa. Uma ilumina as profun dezas do céu, a outra difunde o seu clarão sobre a terra, transfigurando-a. ·· ncia do povo de Israel para a história da A importâ
humanidade é evidente, por dois motivos: primeiro , por representa o monoteísmo; segundo, porque origino qµe . u cristianismo. Mas o objetivo providencial da missão de o Israel somente .se revela a quem,· entendendo os símbo . estamento, los do Antigo e do Novo T . perçebe que eles encerram toda a tradição esotérica do passado. Isso em bora· a tradição esteja com a sua forma freqüentemente alterada, sobretudo no que se relacion.a com o Antigo
Testamento, pois os numerosos redatores e tradutores, na maioria, ignoravam o seu primitivo significado. Assim se esclarece o papel de Israel, povo que re presenta o elo necessãrio entre o antigo e o novo ciclo, entre o Oriente e o Ocidente. Portanto, a conseqüência da idéia monóteísta é unificar a humanidade sob um mesmo Deus, sob uma mesma lei. Mas enquanto os teó logos tiverem de Deus uma idéia infantil, enquanto os cientistas o ignorarem, negarem-no pura e simplesmente, a unidade moral, social e religiosa, em nosso planeta, se : rá apenas um desejo piedoso, um postulado religioso, sendo a religião e a ciência impotentes para realizá-la. Ao contrário, essa unidade orgânica aparece como possível, quando se reconhece esotericamente, no prin cípio divino, a chave do mundo, da vida do homem e da sociedade em sua evolução. Em suma, o cristianismo, a religião do Cristo, só se revela em sua altura e univer salidade, mostrando-nos a sua reserya esotérica. Moisés, iniciado egípcio, sacerdote de Osíris, foi, in contestavelmente, o organizador do monoteísmo. Por sua ação, esse princípio saiu do fundo do templo para entrar no círculo da história. Moisés teve a audácia de fazer do mais alto princípio da iniciação, o dogma único de uma religião nacional. Ao mesmo tempo, foi prudente para revelar as conseqüências desse dogma somente a um pequeno número de iniciados, impondo-o, porém, à mas sa pelo temor. universal da humanidade, eis a verdadei A religião Israel, compreendida somente de poucos ra missão de os profetas. Embora dispersa e judeus, excetuando-se judaica, a idéia de Moisés e dos inutilizada a nação e cresceu. Desenvolvida, transfigu�. profetas sobreviveu aceita pelo Islam, embora de um rada pelo cristianismo, !. ao Ocidente bárbaro, reagin modo inferior, ela impôs-se do sobre a Ásia. também Para realizar essa empresa, a mais colossal desde a época pré-histórica · dos Arias, Moisés encontrou um ins trumento já pronto nas tribos dos Hebreus, particular mente naquelas que se tinham fixado no Egito, · vale no de Gochen, vivendo lá no regime de servidão, sob a de nominação de Beni-Jacó. Para instituir uma religião mo-
ades no eísta reis nôm t , fora r rsores alguns , m seus p ecu mencionados na Bíblia, como sendo Abraão, !saque e Jacó. mades Ibrains, nô esses. Desd milênios, eram falados e s, co dos Arabe i�fatigáv (1) Irmãos eis, eternos exilados. mistura da uma m todos os Hebreus eram o os Semitas sua vistos, em s .sido raça branc e da raça negra. ·Tinham a de sob à denominação idas e vindas, no norte da Africa, leito, demora bedone moradia, sem s (beduínos). Sem o gol Vermelho e vam-se nos entre o mar vastos desertos tas, Amoni e a Palestina. fo Pérsia Eufrates da , entre o . . Seus eJes se assemelhavam Elamitas, ou Edomitas, todos os seus o camelo. Como veículos eram ou o burro ou vos, os Celtas primiti antepassados, os Guiborimos, como o tra a cidade fortificada, esses insubmissos odiavam atraí sentiam-se · balho e o templo de pedra. No entánto, ntes do por . Nínive, com seus palácios giga s Babilônia e a essas prisões cos, seus mistérios, sua orgias. Atraídos s pelos soldados dos reis da Assí de granito, aprisionados ria, em cujas tropas eles se alistavam, algumas vezes atiravam-se com violência às orgias de. Babilônia. Os Israelitas, por sua vez, eram seduzidos pelas mu lheres moabitas, que os arrastaram à adoração dos ido do de pedra e de madeira e até ao culto do horrível s Moloque. Mas se algum inspirado lh.es falava do Deus único, de Elelion, de Eloím, de · Sabaote, do Senhor dos exércitos que tudo vê, eles curvava·m a cabeça, ajoelha vam-se para rezar e deixavam-se levar como ovelhas. Aos poucos, veio firmando-se a idéia do G,rande Eloím, do Deus todo-poderoso . Mas, os patriarcas, quem eram? Abram, Abraão, ou o pai Oram, era um rei de Ur, cidade da Caldéia� próxi ma de Babilônia. Os assírios figuravam-no, segundo a tradição, sentad , em uma ·poltrona· com fisionomia aco o
lhedora. ( ) Mencionado por Ovín10, (ª) é o mesmo in divíduo que, segundo a Bíblia, emigrou· para a terra de '.1 Ibrains -· Essa denominação significa ºos do outro lado, os do além, aqueles que ·passaram o rio" - RENAN, Histoire du peuple d'Israel. 2 RENAN, Op. cit. � OVIDIO, Metamorfoses, IV, 212
Canaã, segundo se refere no Gênesis, XVI, 17. Quanto a !saque, pelo. prefbco Is, o nome parece indicar uma iniciação egípcia. Os nomes Jacó e José permitem entre ver uma origem fenícia. De qualquer modo, entretanto, os três patriarcas que viveram foram chefes de povos, em épocas distantes. Séculos depois de Moisés, lenda a israelita reuniu-os em uma só família, transformando !saque em filho de Abraão e Jacó em filho de lsaque. Teriam possuído esses patriarcas uma compreensão profunda da espiritualidade de Deus, dos fins religiosos i · da humanidade? Sem dúvida. Eram inferi ore pela ciên- · s eia positiva aos magos da Caldéia, aos padres egípcios, ' mas ultrapassavam-nos pela altura moral,. pela largueza
de alma. Para eles, estabe a sublime ordem que Eloím - 1 lece no universo traduz-se em ordem social, em culto fa- i miliar, em respeito à mulher, em apaixonado amor aos. filhos, em proteção para toda a tribo, em hospitalidade para o estrangeiro. Em uma palavra, aquele "velhos s pais" são árbitros naturais entre famílias e tribos. Exer cem autoridade civilizadora e estabelecem mansidão e paz. Mas, sob a lenda patriarcal percebe-se o pensamen to esotérico. Se Jacó vê em sonho uma escada com Eloím no alto, anjos que sobem e descem, trata-se no caso de uma forma popular, um resumo judaico da visão de Hermes e da doutrina da evolução descendente e as cendente das almas. Afinal menciona-se em dois ... versículos reveladores um fato histórico da mais alta importância:. o encontro de Abraão com um confrade na iniciação. Abraão vai . · visitar Melquisedeque, residente na fortaleza que mais tarde serã Jerusalém (Gênese, XIV, 18, a 20). Eis um rei de Salem, grão-sacerdote do mesmo Deus, como Abraão. Este trata-o como superior, mestre, comungan do com ele do pão e do vinho, em non1e de Eloím, o que no antigo Egito era sinal de comunhão_ entre iniciados. Havia pois um laço de fraternidade, entre todos os ado radores de Eloím, desde a Calciéia até a Palestina, tal vez até a alguns santuãrios do Egito. Essa situação aguardava apenas alguém que a con solidasse. Assím, entre o Touro de asas, na Assíria, e a . Esfinge no Egito, que olham para o deserto, entre a , tirania esmagadora e o impenetrável mistério da inicia ção, marcham as -tribos eleitas dos Abramitas, dos Ja cobelitas, dos Beni-Israel, dirigidas pelos patriarcas. Fo gem das indecorosas festas de Babilônia, desviam-se em sua passagem das orgias de Moabe, dos horrores de So doma e Gomorra e do monstruoso culto a Baal. A cara vana segue pelo deserto, onde se vêem oásis distantes e raras fontes. Mas os rebanhos, os homens, as mulheres continuam andando, sem saber aonde vão. Qual o seu destino? - Somente E Moisés . reve o sabem os. o patriarcas. · · · lará um dia. 150. Iniciação de Moisés no Egito. Sua fuga para a casa de Jetro Ramsés II foi um dos grande monarcas do ·Egito. s Seu filho Meneftâ, segundo o costume egípcio, recebeu no templo de Amon-Ra, em Mênfis, a instrução real, en tão considerada um ramo da instrução · sacerdotal. Me neftâ era tímido, curioso, de medíocre inteligência. Tinha uma inclinação pouco esclarecida para as ciências ocul tas, o que contribuiu para mais tarde ser vítima de astró logos e tnâgicos inferiores. Seu companheiro de estudos era um rapaz de temperamento áspero, sendo um caráter estranho e taciturno. Hosarsife (•) era primo de Meneftá, filho da prince- · sa real, irmã de Ramsés II. Filho adotivo ou natural? Nunca se soube. e) Antes do mais era um filho do . tem plo, entre cujas colunas fora criado. Votado por sua mãe a Isis e Osíris, tinha sido visto adolescente como levita, na coroação do faraó, nas procissões sacerdotais • Primeiro nome egípcio de Moisés. (MANETON, citado por FILÃO). a Segundo o livro bfblico txodo, II, 1 a 10 Moisés era judeu
da tribo de Levi, Foi encontrado, menino de três meses em uma cesta, à margem do Rio Nilo, pela princesa filha do faraó. O sa cerdote egípcio Maneton redigiu informações a respeito de dinas tias faraônicas, depois confirmadas por inscrições e1'1 monumen tos. Maneton afirma ter sido Moisés sacerdote de Oslris. Estrabão transmite em sua obra essa informação de Maneton. Aqui, a fonte egípcia tem mais valor do que a judaica. Os padres do Egito não tinham interesse em apresentar Moisés como egípcio a gregos e romanos. Mas, aos judeus, por amor próprio nacional, convinha que a fundação da nação judaica . fosse obra de um judeu. A narrativa biblica informa q'ue Moisés foi. educado no Egito e comissionado inspetor em Gossen. Esse é o fato importante que estabelece a filiação secreta entre a religião mosaica e a iniciação egf pcia. Clemente de Ale xandria admitia que Moisés tivesse sido profundamente iniciado na ciência do Egito. De fato. sem isso seria incompreensível a obra do fundador de Israel.
das grandes festas, levando a faixa dos sacerdotes, o cá lice e os incensórios. Hosarsif e era de baixa estatura, de aparêf\cia n10- desta e pensativa. Tinha un1a fronte como de carneiro, olhos negros, olha penetrante con1 fixidez aquilina e r inquietante profundeza. Muitas vezes gaguejava, como se procurasse palavras para a expressão do pensamento. Parecia tímido. Mas de repente uma palavra lhe vinha à boca para a revelação de alguma idéia fúlgida como um relâmpago. As mulheres temiam o olhar desse jovem le vita. Dir-se-ia que no futuro, representante do princípio n1asculino em religião, naquilo que ele tem de mais in tratável e absoluto, elas pressentiam jâ um inimigo do sexo feminino. Mas sua mãe, princesa real, sonhava para o filho o trono dos f araós. Mais inteligente do que Me neftá, Moisés poderia pensar em uma usurpação, apoia do no sacerdócio. Os faraós escolhiam o seu sucessor, entre os seus filhos. Mas, depois da sua morte, às vezes os .sacerdotes opunham-se a essa escolha. Meneftâ tinha ciúmes do primo e Ramsés vigiava-o� Um dia, a mãe encontrou Hosarsife no Serapeum de Ménfis, praça vasta, semeada de obeliscos, mausoléus, templos pequenos e grandes, colunas triunfais, espécie de museu das glórias nacionais, ao ar livre, para onde se dirigia uma avenida ladeada de seiscentas esfinges. O filho incli{lou-se diante da mãe, que lhe disse: ,, - Vais penetrar nos· mistérios de Isis e de Osíris. Não te �erei, durante muito tempo. Mas, . não esqueças que descendes d� faraós e que eu sou tua mãe. Se qui seres, tudo isso te pertencerá, un1 dia. E indicou-lhe com um gesto circular os obeliscos, os templos, Mênfis, todo o horizonte. -Queres que eu governe este povo, adorador de deuses com cabeça de chacal, de íbis, de hiena? Dentro de alguns séculos, qual destes ídolos estará de pê? Depois dessas palavras, Hosarsife abaixou-se, apa nhou um pouco de areia, deixando que esta escorresse entre. os dedos. E concluiu: -Tantos quanto isto . . - Desprezas a religião dos nossos antepassados, J dência dos nossos sacerdotes? -Ao contrário. Eu aspiro à ciência. Mas a pirâ· mide é in1óvel. Eu devo partir. Não serei faraó. Minha pitria está longe daqui, no deserto. -Hosarsife - repreendeu a princes - por que a tá blasfemando? Um vento de fogo trouxe-te ao meu es s seio e uma tempestade te levará. Estou · vendo. Dei-te à luz e não te conheço. Em nome de Osíris, quem és? Que pretendes fazer? -E eu sei? Somente Osíris sabe. Talvez me diga. Mas, minha mãe, dá-me tua benção, para que Isis me · proteja e a terra do Egito me seja propícia. Hosarsife ajoelhou'-se, cruzou as mãos sobre o peito · e curvou a cabeça. A plincesa tirou da fronte a flor de lótus que usava e deu-a ao filh para respirá-la. o Hosarsife atravessou triunfalmente a iniciação de Isis. Mas, para os seus mestres como para sua mãe, ele continuava sendo um enigma. O que mais os impressio nava era a sua integridade, a sua inflexibilidade. Sentiam · não ser possfvel curvá-lo. Procedia sem desvios, como um corpo celeste em sua órbita invisível. O pontífice Membra indagava de si mesmo até onde iria aquela am bição concentrada. Resolveu interrogar o novo levita. Um dia, depois de Hosarsife com outros três sacerdotes de Osíris, ter conduzido a o.rca de ouro que precedia o pon tífice nas grandes cerimônias, encerrando os dez livros mais secretos do templo, os de magia e teurgia, disse-lhe MeJnbra: --Tu és de sangue real. Tua força e tua clêncla es: tão muito acima da tua idade. Que. desejas? -Nada além disso. E Hosarsife colocou a mão sobre a arca sagrada, so bre a qual dois gaviões de ouro estendiam as asas. -Queres ser pontífice de Amon-Ra e profeta do Egito? -Não! Quer<;> saber o que está nesses livros. -Como saberás, se ninguém mais, além do ponUf ice. deve conhecer? - É letra rnorta o que se encerra nessa arca. Osi ris fala como quer, quando quer, a quem quiser. Se o es .. pírito vivo resolver falar, ele me falará.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.