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Capítulo 9 de 21

Parte 9 de 20

A Alma nos Animais · Ernesto Bozzano

Ele se refere às famosas experiências clássicas do professor Ochorowicz com a médium senhorita Stanislawa Tomczyk. No seu relatório de 16 de janeiro de 1909, ele conta: “Na maioria das sessões anteriores, fizeram parte, na qualidade de testemunhos sem voz consultável, meus dois cachorros – um grande terra-nova e um pequeno cão fraldiqueiro de raça cruzada. Por terem sido bem educados, eles não me incomodavam nunca e deitavam-se tranqüilamente no chão perto de uma poltrona, longe uns cinco metros do divã onde fazíamos a maior parte das experiências. No momento em que a sonâmbula declarou que a pequena Stasia acabava de sentar-se à poltrona, o cãozinho, deitado na frente dela, se pôs a rosnar. Viro-me e vejo o cão fixando seu olhar na poltrona.

O terra-nova dormia e não prestava atenção. Aliás, ele não podia ver a poltrona. Mas o cachorrinho rosnou três vezes, levantando apenas a cabeça sem se mover. Ele se acalmou somente quando a sonâmbula declarou que a pequena não estava mais ali.” Um pouco depois, no relatório da sessão de 19 de janeiro de 1909 (pág. 72), o professor Ochorowicz relata este incidente em que uma gata é a protagonista: “O começo da materialização do espírito parece se confirmar pela atitude de uma gata branca que se encontrava na copa. Ela fixa com um espanto visível o lugar, sob a mesa, onde devia estar a pequena Stasia; inúmeras vezes ela desvia seu olhar para aquele lado; em seguida, ela se protege assustada e se mete num canto, atitude que não tomava nunca.” No relatório de 17 de outubro de 1911 (Annales, 1911, pág. 161), encontramos um terceiro acontecimento do mesmo tipo, cujo protagonista é uma cachorra são-bernardo.

Eis o que diz o professor Ochorowicz: “Estou sentado à minha mesa de trabalho; a senhorita Tomczyk está na minha frente e nós conversamos. De repente, minha jovem cachorra da raça são-bernardo, que estava deitada sob a mesa aos meus pés, se levanta e começa a rosnar, olhando para um canto do sofá que se encontra atrás de mim. Ela avança lentamente como que assustada e se põe a latir, sempre fixando os olhos no mesmo ponto, onde não havia nada. A senhorita Tomczyk teve naquele momento um calafrio, que ela atribuiu à atitude incompreensível da cachorra. – Ela estaria vendo alguma coisa?

– É sem dúvida a pequena Stasia – eu digo brincando – que veio nos encontrar... Peguemos a mesa girante. A senhorita Tomczyk põe sua mão ali e aguardamos... A pequena mesa se aproxima de mim como que para me cumprimentar com alegria. – É você mesma, Stasia?

– Sim, respondeu a mesa... Em seguida, decido fazer uma primeira sessão dois dias depois... A “pequena Stasia” se manifesta, mas ela se materializa tão pouco que a sonâmbula mal a percebe, enquanto que a cachorra não a vê de forma alguma...” Os episódios que acabamos de transcrever, em que três animais tinham visto o fantasma enquanto que a própria médium só pôde conseguir vê-lo em condições de sonambulismo, levar-nosia a constatar que os animais superiores não somente compartilham com o homem a posse de faculdades paranormais subconscientes, mas também são aptos a exercê-las quase sem dificuldades. Sem excluir essa possibilidade, é preciso, entretanto, lembrar que nos casos de manifestações telepáticas, trata-se efetivamente do exercício de uma faculdade paranormal subconsciente transmitida pelo eu integral ou espiritual do agente e percebida pelo eu integral ou espiritual do percipiente, o qual a transfere ao seu eu inconsciente ou encarnado na forma de projeção verídicoalucinatória, única forma acessível a uma personalidade dessa natureza. Porém, nos casos das experiências que acabamos de citar, poderíamos também explicar os fatos sem sair do exercício da visão terrestre, já que, nestes casos, o fantasma da “pequena Stasia” conseguia se materializar de maneira mais ou menos vaga, de modo que conseguiram fotografá-lo.

Para explicar estes fatos, bastaria, portanto, supor que as pupilas daqueles animais eram sensíveis aos raios ultravioleta (como uma chapa fotográfica) e que, por isso, eles conseguiram perceber com seus olhos corporais aquilo que permanece invisível aos olhos humanos. Caso 57 (Visual-coletivo, com percepções diferentes) Este fato se encontra nos Annales des Sciences Psychiques (1911, pág. 55). O senhor M. G. Llewellyn, um conhecido escritor inglês, começa prevenindo os leitores de que ele não é espírita e de que nada conhece sobre Espiritismo.

Até então ele nunca tinha assistido a sessões mediúnicas nem tinha lido livros ou revistas que tratassem desses assuntos. Unicamente, diferentes pessoas garantiram-lhe que ele é um “sensitivo”. Após estas premissas, ele continua: “Numa noite, da qual jamais esquecerei, encontrava-me em meu estado normal de saúde, bastante calmo, e tinha jantado como de costume. Estava deitado há pouco tempo e me encontrava num estado tranqüilo de sonolência. O quarto estava mergulhado na mais pacata escuridão, pois eu tinha apagado a luz elétrica e tinha fechado as amplas e espessas cortinas que cobriam duas grandes janelas.

Meu gatinho, que sempre dormia em minha cama, lá estava como de costume e repousava sossegadamente. Enquanto estava assim, com os olhos meio fechados, percebi aparecer subitamente no alto da parede, à direita (do lado em que estava virado), um longo rastro de luz, de um azul-claro e charmoso. Ele se movia na direção da janela da direita e eu o olhava fascinado. Que coisa estranha! – pensei.

Nunca tinha visto o clarão da Lua dessa forma com as cortinas fechadas e, depois, não é um azul que vem do clarão da Lua; ele se movia de uma maneira bastante estranha!... O que poderia ser isso?... Obviamente deve ser o clarão da Lua, e talvez algumas nuvens estejam passando por ela. A luz, de um azul que nunca tinha percebido antes e que nunca mais revi, continuava a entrar no quarto, sempre do mesmo lado, perto do teto, e olhei estupidamente por cima da porta, de onde caía uma portinhola vermelha, como se a luz pudesse atravessar uma muralha! Finalmente pulei da cama, abri as cortinas e as persianas e olhei pela janela.

Meu olhar espantado viu somente uma escuridão impenetrável. Nenhuma Lua, nenhuma estrela, nem sequer a mínima claridade! Não podia ver nem a estrada nem a fileira de árvores que ali se encontrava – nada. Os postes de luz das ruas estavam sempre apagados durante a madrugada no lugar onde moro, e as trevas eram absolutas. “Seria então alguém com uma lanterna ou um projetor?”, perguntava a mim mesmo, ainda espantado, voltando para minha cama.

Não estava de forma alguma amedrontado e a idéia de que pudesse haver em tudo aquilo alguma coisa de sobrenatural nem sequer tinha me ocorrido. Enquanto torturava assim meu cérebro, meu gato pulou de repente embaixo da cama, com o pelo todo eriçado, os olhos cintilantes e, num salto, foi até a porta, onde começou a arranhar raivosamente a portinhola, ao mesmo tempo em que emitia os miados mais lamentáveis que eu já tinha ouvido. Estava certamente um pouco assustado; todavia, assim mesmo, não pensava em nada de sobrenatural, pensava somente que o gato tinha ficado louco de repente. Este novo acontecimento tinha me feito esquecer por completo a luz azul. Sofri tanto ao ver o terror do pobrezinho que o peguei em meus braços e tratei de acalmá-lo.

Todo trêmulo, o gatinho se segurava em mim, escondendo a cabeça, e parecia tomado pelo mais intenso pavor. Eu o acariciava e o adulava, e ele ia pouco a pouco se acalmando; mas, para o meu grande espanto, ele ficava de um lado da cama, olhando aterrorizado, os olhos chamejantes e o pelo novamente eriçado. Não via nada; no entanto, estou absolutamente convencido de que o gato percebia alguma coisa e nada podia convencer-me do contrário. Sentindo-se seguro em meus braços, agora que o choque do terrível espetáculo – qualquer que tenha sido ele – tinha passado, o pobre Fluff esticava o pescoço e olhava embaixo, na direção do tapete, seguindo os movimentos do inimigo, com se este, invisível para mim, fosse de lá para cá ao longo da cama, virando-se para a pia. A “coisa”, ou o que quer que fosse, estava sobre o assoalho e não fazia nenhuma tentativa para subir na cama.

Se “aquilo” tivesse se aproximado de nós, estou certo de que Fluff morreria de medo na hora. Olhei em minha volta na direção do olhar do gato, mas não via nada além do tapete! Sem dúvida, não devo me esquecer de que vi a luz azul enquanto o gato dormia. Poderiam supor que meu medo da luz tinha sido comunicado ao gato, mas eu não estava com medo; achei inclusive que se tratava de algo normal... Em todo caso, o que meu gato viu devia ser um objeto bem tenebroso, pois Fluff é bastante tranqüilo, o mais gentil animal que já conheci.

Durante bastante tempo, acreditamos inclusive que ele talvez fosse mudo, já que quase nunca ouvíamos seus miados.” Sobre este interessante relato, apresso-me primeiramente em observar que o terror manifestado pelo gato não deve obrigatoriamente nos levar a acreditar que ele tenha visto alguma coisa horrível. Inúmeros exemplos atestam que os animais são tomados por um susto irresistível na presença de qualquer fantasma, até mesmo o mais angelical deles. O que determina o terror deles é a intuição instintiva que eles possuem diante de um fenômeno paranormal. Quanto ao fenômeno da luminosidade errante que o senhor Llewellyn tinha observado anteriormente, este serve para apoiar a gênese paranormal da manifestação percebida pelo animal; ele demonstra, de fato, que ao longo daquela noite e naquele lugar aconteciam realmente manifestações paranormais, cujos espectadores eram, de diferentes maneiras, um gato e seu dono. Dissemos que esta diferença de percepções, bastante freqüente nas manifestações paranormais, é explicada através das idiossincrasias dos percipientes e por meio das quais uma mesma manifestação paranormal pode não afetar de forma visual a mente de uma pessoa, mas pode ser parcialmente transmissível de forma auditiva, tátil, olfativa ou emocional.

De fato, são somente modos diferentes por meio dos quais pode ser transmitido, indiferentemente, o mesmo impulso espiritual-telepático, o qual, por sua vez, para passar do subconsciente para o consciente segue a “via de menor resistência” definida pelas idiossincrasias sensoriais próprias a cada um dos percipientes. Tudo isso remete às manifestações paranormais percebidas coletivamente através dos diferentes sentidos. Porém, o mesmo fenômeno pode se produzir pelas manifestações paranormais percebidas coletivamente através de um mesmo sentido, como aconteceu no caso relatado pelo senhor Llewellyn. E estas diferenças de percepção de um fenômeno são bastante freqüentes nas manifestações metapsíquicas. Lembro-me de que, durante as sessões com William Stainton Moses, no local onde o médium percebia uma Entidade espiritual, as testemunhas viam freqüentemente uma coluna luminosa e, às vezes, uma simples faixa brilhante em movimento na parede, normalmente de cor azul, como no exemplo que acabamos de citar; portanto, isto pode perfeitamente ser explicado da mesma maneira, ou seja, supondo que o animal tenha notado um fantasma onde seu dono só percebia uma faixa errante e azulada.

Caso 58 (Visual, com anterioridade do animal em relação ao homem) Publicado também pelos Annales des Sciences Psychiques (1907, pág. 423), este caso é parte integrante da história misteriosa de “Noula”, transcrita pelo coronel Albert de Rochas. Refere-se a uma jovem russa de alta linhagem, descendente dos príncipes de Radziwill, que sentia constantemente ao lado dela um fantasma feminino por ela chamado “Noula”, cuja realidade objetiva foi provada pelo fato de que ele foi fotografado inúmeras vezes. Na primeira vez em que “Noula” apareceu, ela foi percebida antes pelo cavalo da jovem russa, a quem devemos o relato deste fato. “... Sempre convivi com esse personagem a quem chamo “Noula”.

Quando era criança, não a via, mas sempre tive para mim a impressão de não estar sozinha. Sempre me escutavam responder questões que pareciam, para os outros, solilóquios criados pela minha imaginação. Com quem eu conversava? Não sei e não tenho de forma alguma lembrança do que estou falando; mas meu pai, quando me submeteu aos exames médicos, lembrou-se perfeitamente do fato. O que posso afirmar aos senhores é que não sentia nenhum prazer em brincar com as outras crianças, pois sentia-me bem sozinha; aliás, sozinha eu não estava.

Vi “Noula” quando entrava na adolescência, logo mocinha. Sua primeira aparição aconteceu num dia em que andava a cavalo com meu pai, que sempre me acompanhava. Ela parecia tão espantosa que na hora pensei tratar-se de uma alucinação. Eis como foi: Costumeiramente montava num cavalo acostumado comigo e adestrado para a sela. Naquele dia, tive vontade de montar num cavalo garanhão que nunca tinha sido montado antes.

Inicialmente consegui dominá-lo; em seguida, inesperadamente, ele partiu à toda. O que aconteceu? Não sei, mas, subitamente, ele se acalmou e, diante dos meus olhos, vi “Noula”, bastante nítida! Acreditei por um instante tratar-se de uma pessoa que, vendo-me em apuros, tivesse parado meu cavalo e eu quis agradecer-lhe. Então meu pai veio ao meu encontro e começou a me advertir meigamente por causa de meu desatino; porém, de repente, olhando para mim, ele me viu tão fora do normal que sentiu medo, muito medo! (Exatamente naquele momento experimentei algo estranho que continuo a sentir algumas vezes: é a sensação de um vazio imenso, como se pairasse no ar).

Embora ele não cansasse de me chamar, eu não respondia. Então ele me pegou em seus braços e me desceu, mas eu continuava com aquele olhar fixo e aqueles olhos dilatados que tanto o assustavam. Isto não durou mais que um minuto; no entanto, foi longo demais. Quando voltei a mim, minha primeira frase foi? “Você a viu?”.

Meu pai não entendeu nada e os olhos dele me olhavam com tanta preocupação que logo compreendi seu pensamento. Narrei a ele o que tinha acontecido e, com sua lógica de matemático, ele inferiu que o susto tinha me causado uma alucinação. Mas eu sabia que não! Fiz que aceitei a sua explicação apenas para tranqüilizá-lo. Pobre papai, temia por minha sanidade mental.

Nós voltamos sem mais problemas; fazia todos os esforços para parecer feliz, contudo sentia medo! Ao chegar, meu pai me levou até o quarto, pois ele via bem que eu estava sofrendo. Ele se afastou um pouco para me deixar fazer o toalete. E então, quando fiquei sozinha, “Noula” voltou! Meus gritos chamaram meu pai, que chamou o doutor, pois ele não via nada.

E quando ele chegou, acalmou-me com quinze gotas de ópio, que me fizeram adormecer. Eis, senhor, a primeira aparição de “Noula”... E desde então “Noula” se tornou cada vez mais presente em minha vida, principalmente depois que comecei a enfraquecer, pois a tristeza de minha existência influi negativamente em meu estado de saúde. Sou bastante anêmica e frágil. “Noula”, ao contrário, é muito forte e robusta.” Interrompo aqui este impressionante relato de onde retirei o episódio que acabamos de ler; o que vem depois não entra, para dizer a verdade, no conjunto do assunto que tratamos.

Acrescentarei somente que a jovem em questão, na esperança de que o coronel De Rochas pudesse livrá-la desse fantasma obsessor, foi à França tratar-se; infelizmente, ao voltar a Varsóvia, ela adoeceu e morreu. Do contexto do caso apresentado, retiramos o fato de o cavalo ter viso o fantasma de “Noula” antes da moça e de que a aparição da Entidade exerceu de imediato uma influência calmante no animal. Entretanto, como este efeito é diametralmente oposto àquele que provoca a visão de um fantasma nos animais, é forçoso deduzir que o fato aconteceu em conformidade com a vontade do próprio fantasma, o qual tinha se disposto a salvar de um grave perigo a moça com a qual ele estava relacionado. No entanto, como explicar a presença e a persistência desse fantasma misterioso? Albert De Rochas fica em dúvida entre a hipótese do “desdobramento” 12 da percipiente e o caso de “vampirismo”.13 A favor da primeira hipótese, podemos citar a observação da narradora de que no momento em que “Noula” tinha lhe aparecido, ela tinha experimentado uma estranha sensação de imenso vazio, simultaneamente com a sensação de pairar no ar – observação que nos permitiria efetivamente supor o fenômeno de “desdobramento”.

Contudo, neste caso, o receptor deveria ter visto a imagem espectral de si própria, e não a de uma outra pessoa, fisicamente bastante diferente dela; a percipiente era loira, magra e pálida, enquanto que “Noula” aparecia morena, forte e saudável. Considerando-se este detalhe, a sensação de vazio sentida pela percipiente deveria se explicar se atribuirmos ao fato uma subtração de força vital de seu organismo pela Entidade sempre que se manifestou. No tocante à hipótese de um fenômeno de “vampirismo” exercido por “Noula” sobre a percipiente, Albert De Rochas o examina levando em conta principalmente o definhamento progressivo do estado de saúde da referida jovem, definhamento esse que poderíamos racionalmente atribuir a uma subtração persistente de força vital exercida pelo fantasma de “Noula”. O fantasma deveria assim ser visto como uma Entidade espiritual inferior que ainda desejava viver e que, tendo encontrado na constituição orgânico-funcional da jovem uma pessoa para alimentar sua força vital, teria se apossado dela para sentir novamente o meio terrestre, vivendo sua existência por reflexo. Conhecemos alguns exemplos cientificamente estudados que sugerem esta hipótese, porém trata-se, no momento, de casos muito raros e que podem ser explicados de outra forma; assim sendo, eles não poderiam servir como uma “hipótese de trabalho” qualquer, e menos ainda como uma teoria nítida e bem definida do gênero que os ocultistas batizaram de “vampirismo”.

Melhor seria não emitir qualquer julgamento conclusivo a este respeito, deixando aos pósteros a solução do problema. * * * Para nove outros casos que se encaixam nesta categoria, remeto o leitor aos livros e às publicações seguintes: • Caso 59 (Visual-auditivo-coletivo) – Proceedings of the S. P. R., vol. V, pág. 470; • Caso 60 (Visual-coletivo) – Idem, vol. VI, pág. 247-248; • Caso 61 (Visual-coletivo) – Idem, vol.

X, págs. 329-330; • Caso 62 (Auditivo-coletivo, com anterioridade do animal em relação ao homem) – Light, 1903, pág. 141; • Caso 63 (Visual-auditivo-telecinésico-coletivo, com anterioridade do animal em relação ao homem, assombração) – Journal of the S. P. R. vol. III, págs. 241, 245, 246, 248, 249, 250, 252, 325, 326, 327; • Caso 64 (Visual-coletivo) – Idem, vol. IV, pág. 139; • Caso 65 (Visual-coletivo) – Idem, vol.

IV, pág. 215; • Caso 66 (Visual-coletivo) – Idem, vol. VIII, pág. 309; • Caso 67 (Visual-coletivo-sucessivo) – Idem, vol. IX, pág. 245. Quinta categoria

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.