[user_registration_my_account]
Capítulo 17 de 21
Parte 17 de 20
A Alma nos Animais · Ernesto Bozzano
a classe bastante conhecida das alucinações “hipnagógicas” e “hipnopômpicas” 25; porém, é bem diferente para o outro fenômeno auditivo subjetivo, isto é, o barulho característico semelhante a pedras rolando, como na brincadeira preferida da cachorra falecida. Esta manifestação paranormal corresponde a outros fenômenos análogos de origem humana, nos casos de telepatia entre vivos ou entre vivos e mortos. No momento em que as manifestações se realizam entre vivos e defuntos, elas constituem uma boa prova a favor da identificação pessoal do falecido que elas caracterizam, e isto em virtude da contraprova de que, no momento em que os fenômenos de audição telepática se produzem entre vivos, constatamos que eles são verídicos, no sentido de que correspondem a uma ação real ou a uma ideação autêntica do agente. Se for assim para as manifestações humanas, não poderíamos descartar a mesma conclusão para as manifestações animais quando elas estão em perfeita harmonia com as idiossincrasias que caracterizam o animal vivo.
Sem dúvida, sob o ponto de vista rigorosamente científico, uma prova isolada dessa natureza não seria suficiente para legitimar uma conclusão favorável para a identificação pessoal do falecido; no entanto, ela é considerada convergente para esta outra demonstração. Isto já representaria uma concessão de valor sob nosso ponto de vista da identificação animal. Caso 122 (Visual-auditivo) A revista Light publicou em 1921, pág. 594, a seguinte comunicação do senhor Ernest W. Duxbury: “A questão da sobrevivência da psique animal só poderá ser cientificamente resolvida se reunirmos um número suficiente de casos devidamente constatados que forneçam a prova dessa sobrevivência. As discussões filosóficas não alteram em nada as questões. O caso seguinte é recente e decidi publicá-lo porque estou certo de sua autenticidade, quaisquer que sejam as conclusões a que possamos chegar. Aconteceu com uma de minhas amigas, senhora dotada de faculdades mediúnicas nunca por ela desenvolvidas. Acrescentarei que conheço pessoalmente as circunstâncias que levaram a dama em questão até o ambiente onde o fato se passou.
O relato que reproduzo foi escrito e assinado pela própria senhora, dama esta da qual só posso mencionar as iniciais: N. Y. Z.. Eis o que ela escreve: Tendo regressado recentemente do exterior, tive de alugar um quarto mobiliado numa casa antiga de Londres; não demorei a perceber que ela estava infestada de ratos, que faziam, durante a noite, barulhos de todo tipo, correndo pelo assoalho e soltando guinchos estridentes. Para me proteger desses hóspedes desagradáveis, arrumei uma linda gata, que ficou imediatamente feliz por estar em minha companhia. Gosto muito da raça felina, e a gata correspondia com efusão às minhas manifestações de afeto: ela dormia em minha cama, colocava as patas dianteiras ao redor do meu pescoço, ronronando tão forte que chegava a me impedir de dormir. Infelizmente, a gata adoeceu e, numa noite, ao voltar para casa, às 22 horas, eu a encontrei morta, para minha grande e dolorosa surpresa. Naquela noite, os roedores recomeçaram suas estripulias; resolvi então acender a luminária a gás e ler, não me arriscando a dormir com aquelas companhias.
Mas o recipiente de gás estava quase no fim e, às 3 horas da manhã, a chama se apagou. Acendi então uma lamparina e me escondi sob os lençóis, porque a presença dos pequenos roedores me causava nojo e medo. De repente, ouvi a gata miar alto. Escutei durante um minuto aproximadamente, depois resolvi levantar a cabeça e olhar para tentar desvendar o fato estranho; vi diante do biombo ao lado da cama, na altura da minha cabeça, uma espécie de disco opaco com o diâmetro de uns 30 centímetros, no centro do qual surgia, pouco a pouco, a forma de uma gata branca e preta, absolutamente idêntica àquela que tinha acabado de morrer. Ela me olhou fazendo várias vezes um movimento da cabeça igual ao da gata falecida; em seguida seu corpo ficou transparente durante alguns segundos, mas, imediatamente, adquiriu uma forma opaca mais consistente que antes; então, vi a gata olhar para o alto, como se ali houvesse alguém. A aparição foi tão real que dirigi a palavra à gata, como quando ela estava viva, mas subitamente ela esvaeceu.
No seu conjunto, o fenômeno foi de curta duração, mas durante toda a noite não fui mais incomodada pelos ratos, embora só tenha conseguido adormecer por breves períodos. Nenhuma possibilidade havia de que outra gata tivesse entrado no quarto, pois a porta e a janela estavam bem fechadas; aliás, pela manhã, não encontrei nenhuma gata viva no quarto. Quando o fenômeno se produziu, ainda não tinha adormecido; tinha plena consciência de estar acordada.” No acontecimento que acabamos de relatar, a descrição de um disco opaco que adquire, gradativamente, a forma da gata falecida, cujo cadáver ainda descansava no quarto, lembra bem de
perto o processo habitual das materializações mediúnicas. E como o senhor Duxbury, ao comunicar à Light este relato, fez questão de observar que a senhora em questão possuía faculdades mediúnicas, é, portanto, perfeitamente verossímil que ela tenha realmente assistido a um início de materialização animal. A outra circunstância, de que “os ratos não se mexeram mais durante a noite”, testemunha a favor desta interpretação, pois ela mostraria que os roedores tinham percebido, de alguma forma, o fenômeno paranormal e por isso tinham se assustado. Caso se tratasse de um caso de alucinação pura e simples, os ratos não teriam sentido o efeito e teriam continuado a perambular pelo cômodo. Caso 123 (Mediúnico) Este é um episódio, aparentemente explicável, a princípio, a partir da hipótese da “clarividência telepática”; encontramos uma circunstância secundária que nos leva a supor racionalmente que se trata, ao contrário, de “clarividência espiritual-telepática”.
Eu o extraio do vol. III, pág. 130, dos Proceedings of the S. P. R.; este relato faz parte dos relatórios do doutor Hodgson sobre as experiências com a senhora Piper. J. Rogers Reach escreve a respeito de suas pesquisas: “... Dei à médium uma coleira de cão. Após tê-la manuseado durante algum tempo, o “doutor Phinuit”, o Espírito guia da senhora Piper, reconheceu que a coleira era de um cão que tinha me pertencido. Perguntei-lhe então se no “espaço espiritual” em que ele se encontrava existiam cães. Ele me respondeu: “Existem milhares deles”. Ele acrescentou que tentaria chamar a atenção de meu cão com a coleira. Enquanto conversávamos, ele se interrompeu para dizer: “Olha só quem está aqui! Acho que ele já sabe que você está aqui comigo, porque o vejo vir de muito longe”. Ele me descreveu então o animal ao qual fazia alusão; a descrição correspondia exatamente à do meu cão da raça collie. Ele, então, disse: “Agora chame-o, senhor Reach”. Dei o assobio com o qual tinha o costume de chamá-lo, e “Phinuit” exclamou: “Eis quem chega!
Como ele corre! Como voa! Ele está presente; ele pula alegremente ao redor de você. Como ele está contente em revê-lo! Rover! Rover! Não. Grover, Grover! É o seu nome!”. De fato, o cão se chamava Rover, mas em 1884 eu troquei seu nome por Grover, em homenagem à eleição do presidente Grover Cleveland.” Este incidente por si só não contém nenhuma circunstância que possa diferenciá-lo dos demais casos de “clarividência telepática”. No entanto, há um incidente paralelo que nos leva, ao contrário, a classificá-lo entre os casos “espirituaistelepáticos”. O relator continua dizendo: “O “doutor Phinuit” me deu uma série de informações entre as quais esta aqui: ele me disse que existia constantemente perto de mim um bebê que exercia uma forte influência sobre mim, que ele estava ligado a mim por um estreito laço familiar: tratava-se de uma irmãzinha. Expliquei que não tinha irmã e que nunca tinha tido. Ele replicou: “Previa sua resposta; imaginei que ninguém jamais tenha lhe falado de sua irmãzinha falecida. Trata-se de um natimorto, e isto aconteceu alguns anos antes de sua vinda a este mundo.
Quando voltar para casa fale sobre isso com sua tia”. Não deixei de fazê-lo e soube, para minha grande surpresa, que “Phinuit” tinha dito a verdade. Minha tia me disse que, no momento em que cheguei ao mundo, o fato do bebê natimorto estava esquecido; nunca houve motivo para que me falassem sobre isso. Ora, o desconhecimento absoluto deste fato mostra claramente que a comunicação em questão não podia ser explicada pela leitura do pensamento.” O segundo episódio não pode ser explicado a partir da hipótese da leitura do pensamento subconsciente pela simples razão de que o consultante tinha, desde sempre, ignorado o fato revelado por “Phinuit” e que, assim sendo, ele não podia ter, em seu subconsciente “resquícios mnemônicos” do fato em evidência. Se assim o é, então ele tem toda razão para acreditar que o primeiro acontecimento comunicado pela mesma personalidade mediúnica ao mesmo médium, na mesma sessão, também tinha tido uma origem extrínseca ou espiritual. Caso 124 (Visual-sonambúlico) Passo agora aos casos que não podem ser explicados a partir da clarividência telepática.
Começo por um fato curioso que ocorreu no estado de sonambulismo magnético e que extraio do livro de Adolphe d’Assier, L’Humanité Posthume (pág. 83). Este autor escreve: “Por volta do fim do ano de 1869, eu estava em Bordeaux (França) e encontrei, numa noite, um amigo que ia a uma sessão de magnetismo. Ele me convidou a ir com ele. Eu aceitei o convite, feliz por poder ver de perto os fenômenos magnéticos que só conhecia de ouvir falar. A sessão não revelou nada de especial; ela foi uma repetição daquilo que acontece normalmente naquelas circunstâncias. Uma jovem servia de sonâmbula e, a julgar pela maneira como respondia aos consulentes, ela devia ser uma boa clarividente. Contudo, o que mais me surpreendeu ao longo daquela sessão foi um incidente inesperado. Lá pelo meio da noite, uma das pessoas que assistiam às experiências, ao ver uma aranha no chão, matou-a com os pés. Imediatamente a sonâmbula exclamou: “Olhe, olhe! Percebo o espírito de uma aranha que volita!”.
Sabemos que, na linguagem do médium, a palavra “espírito” significa o que chamei de “fantasma póstumo”. O magnetizador perguntou: “Sob que forma você o vê?”. A sonâmbula respondeu: “Com a forma de uma aranha”. Naquele tempo, não sabia o que pensar daquele fato estranho. Não duvidei da lucidez da sonâmbula, mas como não acreditava em nenhuma manifestação póstuma humana, era natural que eu não acreditasse nas manifestações animais. A explicação do misterioso incidente me pareceu clara muitos anos depois, no momento em que, ao ter certeza do desdobramento humano, acabei descobrindo fenômenos análogos com os animais domésticos. Após minhas pesquisas, convenci-me de que a sonâmbula de Bordeaux não tinha sido vítima de nenhuma alucinação, como acontece algumas vezes nas sessões magnéticas, e que ela tinha observado um fenômeno objetivo e verdadeiro.” O caso exposto é sem dúvida impressionante e a circunstância que se produziu de maneira inesperada contribui para sustentar a autenticidade paranormal do fato.
Se conseguíssemos reunir um número suficiente de incidentes desse tipo, tendo as precauções necessárias para evitar a possibilidade de uma transmissão telepática do pensamento do experimentador para a sonâmbula, daríamos, dessa forma, um grande passo para a demonstração científica da existência de um “corpo espiritual” animal absolutamente análogo ao do ser humano. É, inclusive, estranho que ninguém tenha até então tentado repetir uma experiência que é relativamente fácil, já que qualquer hipnotizador poderia realizá-la. Ao contrário, o incidente exposto permanece único; lembro-me somente de que algo semelhante aconteceu, uma vez, ao longo das sessões com o médium D. D.
Home; porém, o livro que contém o relato do incidente é impossível de ser encontrado, e devo me contentar em reproduzir algumas linhas que extraio de um artigo da Light (1907, pág. 311): “Na obra publicada por Lord Dunraven, que não foi comercializada, mas somente enviada a um pequeno número de amigos, encontramos o relatório de uma sessão na qual D. D. Home, então em estado de transe, disse perceber o espírito de um cãozinho bastante conhecido por um de seus assistentes. Ora, naquele momento, o animal morria, e o médium tinha visto o espírito no instante em que ele abandonava seu corpo.” Caso 125 (Visual) Ele saiu nos Proceedings of the S. P.
R. (vol. X, pág. 127). A senhora Gordon Jones conta: “Sempre experimentei uma grande aversão por gatos, aversão esta que imitei de meu pai, que não podia suportar a presença deles. Assim sendo, nunca os tolerei em minha casa, até o dia em que me vi contrariada por uma invasão de ratos. A solução foi arranjar um gato comum cuja pelagem era listrada de preto e cinza, mas nunca lhe dei atenção nem tampouco permitia que ele subisse ao andar superior da moradia.
Um dia, disseram-me que o gato estava com raiva e pediram-me permissão para sacrificá-lo com afogamento. Não tive coragem de certificar-me se a informação era digna de fé e, sem pensar, dei a autorização. Pouco depois, pela tarde, disseram-me que o cozinheiro tinha afogado o gato num caldeirão. Como o animal nunca tinha sido de estimação nem sequer meu companheiro fiel, sua morte me foi indiferente. Na noite do mesmo dia em que o animal tinha sido sacrificado, encontrava-me sozinha na sala de estar, mergulhada na leitura – estou absolutamente certa de que não pensava nem em gatos nem em fantasmas –, quando, de repente, senti o impulso de levantar os olhos e olhar na direção da porta.
Eu vi, ou me pareceu ter visto, que a porta se entreabria lentamente, deixando entrar o gato morto pela manhã! Era ele, sem sombra de dúvidas, mas parecia mais magro e estava completamente molhado e pingando. Porém, a expressão do olhar não era mais a mesma, pois ele me olhava com “olhos humanos” tão tristes que eu senti muita pena; aquele olhar ficou por muito tempo na minha memória, como uma obsessão. Estava tão certa do que via que não duvidei estar na presença tangível do gato, salvo de alguma forma do afogamento. Chamei a ama; assim que ela chegou, eu lhe disse: “O gato está aqui; leve-o para lá”.
Parecia-me impossível que a doméstica não conseguisse vê-lo, pois eu o via tão nítido e real quanto a mesa e as cadeiras; mas a ama me olhou, assustada, respondendo-me: “Minha senhora, eu estava presente quando William conduziu o gato morto até o jardim para enterrá-lo”. “Mas ele está aqui – eu disse –, não está vendo perto da porta?”. A empregada não via nada; pouco depois, o gato começou a ficar transparente e desapareceu lentamente.” É óbvio que a hipótese da “clarividência telepática” não poderia se aplicar ao caso que acabamos de relatar. Em contrapartida, entre as hipóteses às quais poderíamos recorrer para explicálo, temos a hipótese de telemnésia,28 a qual pareceria muito menos legítima se a ama tivesse compartilhado a visão da senhora Gordon.
No entanto, se lembrarmos que ela afirmara ter ficado indiferente à morte do gato e que, ao contrário, tinha por ele um sentimento de aversão – o que descartaria a principal condição de predisposição para as visões alucinatórias, ou seja, o estado emotivo –; se considerarmos, por outro lado, que quando o gato reapareceu, a mulher estava absorvida pela leitura – excluindo o fato de que ela pensava naquele momento no animal morto –; e, sobretudo, se levarmos em consideração que ela sentiu um impulso repentino e imotivado de erguer os olhos e olhar para o canto da porta, onde exatamente a aparição se produzia – circunstância que caracteriza as manifestações telepáticas entre vivos e entre vivos e falecidos –, somos levados a concluir que o fantasma do gato que apareceu para a dama consistia numa manifestação espiritual-telepática, cujo agente foi o animal sacrificado poucas horas antes.
Caso 126 (Animal-vidente) O senhor James Coates, autor do impressionante livro Photographing the Invisible, enviou à revista Light (1915, pág. 337) o seguinte episódio de clarividência canina: “Possuía eu um cão pomerânio chamado Tobby, nosso animal preferido, e o tínhamos levado conosco a Rothesay em 1893. Aproximadamente dois anos depois, durante nossa ausência na casa, Tobby foi violentamente agredido por um cão da vizinhança e não demorou a morrer por complicações decorrentes. Um mês depois, ou talvez seis semanas, deramme, de presente, uma cadela fox-terrier chamada Katie. E eis o estranho acontecimento ao qual nós assistimos então. Por várias semanas, ela não ousava se aproximar do canto da cozinha onde Tobby tinha o costume de se deitar, e sempre quando ela entrava na cozinha, latia descontroladamente para aquela direção, exatamente como se ela visse um outro cão.
Tinha lido e ouvido falar de outros casos de cães que viam fantasmas, que latiam para eles e que se assustavam na presença deles. Em todo caso, minha Katie, ao longo de várias semanas, teve uma atitude como se visse Tobby e se assustava com isso. Como explicar de outra forma a circunstância de que ela não ousava se aproximar, e ainda menos se deitar, no canto da cozinha que Tobby tinha escolhido como seu cantinho favorito quando era vivo? Entre as boas provas da sobrevivência da alma humana, aplicamos aquela que é retirada das faculdades clarividentes de que o homem é dotado; observamos que, de fato, estas faculdades vão além de qualquer visão terrena e não dependem do exercício das faculdades sensoriais. Então, se está demonstrado que os cães possuem, por sua vez, faculdades clarividentes, que conclusão podemos tirar disso?
Contentome em responder deste modo: o que se constitui em uma boa demonstração a favor da sobrevivência da alma humana só pode se constituir também, relativamente, em uma boa demonstração da sobrevivência da alma animal.” Com todo o rigor, este caso pode ser considerado fraco do ponto de vista probatório; de fato, como ninguém compartilhou com o animal as mesmas impressões paranormais, é impossível saber com certeza o que a cachorra em questão via no canto da cozinha. Porém, sem perder este fato de vista, de acordo com os métodos das pesquisas científicas, acrescentarei que existem situações que não permitem uma múltipla interpretação para o mesmo fato e que, conseqüentemente, permitem uma conclusão bastante precisa, inclusive na falta de testemunhas diretas. É o que parece acontecer no caso em análise. De fato, se a cachorrinha latia sem parar descontroladamente na direção do mesmo canto da cozinha onde o animal falecido tinha o costume de ficar, testemunhando tanto medo a ponto de não se aproximar e ainda menos se deitar, significa que ela reagia como qualquer cão que se encontra na presença de um homem estranho ou de um animal desconhecido. Nestas condições, o que poderíamos deduzir a não ser a conclusão lógica de que, no canto em questão, ela percebia o fantasma do cão falecido?
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.