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Capítulo 6 de 21
Parte 6 de 20
A Alma nos Animais · Ernesto Bozzano
Alucinações telepáticas em que o animal é o percipiente Os casos desta categoria, embora não deixem de ser interessantes, não podem revestir-se de um verdadeiro valor científico, devido à impossibilidade de se garantir o que realmente aconteceu com o animal e o que verdadeiramente ele percebeu quando, num determinado momento, coincidindo com a morte de uma pessoa ausente que lhe era familiar, ele pareceu, através de alguns sinais manifestos, pressentir ou perceber algo anormal. No entanto, se pensarmos que as manifestações paranormais pertencentes a uma mesma classe devem ser vistas em conjunto e não isoladamente, tais fenômenos podem, então, adquirir indiretamente um determinado valor teórico. De fato, se as outras categorias de manifestações análogas parecem realmente verídicas, é lógico concluir que os incidentes de natureza nãoverificável da presente categoria devem, por sua vez, ser verídicos, pelo menos no seu conjunto. De qualquer forma, limito-me a citar três exemplos bastante curtos.
Caso 24 Em La Revue Spirite de janeiro de 1905 (pág. 51), o barão Joseph de Kronhelm relata o seguinte fato que aconteceu com pessoas de seu convívio: “Um oficial conhecido, alojado em Gajsin, na Podólia, partiu no mês de abril para a Manchúria (Rússia), na guerra contra o Japão. À véspera de sua partida, entregou seu cão de caça, um belo animal, muito inteligente e ao qual ele era bastante apegado, a um amigo, outro oficial do mesmo regimento, grande aficionado da caça, pedindo-lhe que cuidasse do animal até seu retorno, se Deus o permitisse voltar. Caso morresse, o cão devia ficar com seu amigo. Três meses após a partida do oficial, numa manhã, o cachorro, sem nenhum motivo aparente, pôs-se a emitir ganidos terríveis, que incomodaram muito a família do oficial e toda a vizinhança. Tudo o que se fazia para acalmá-lo de nada adiantava. O pobre animal não deu a mínima importância aos afagos do oficial e de sua mulher, não quis comer nada, uivava continuamente noite e dia e só parou de gritar no terceiro dia.
O oficial, um homem bastante esclarecido que já tinha ouvido falar de pressentimentos em animais, anotou ciosamente a data daquele acontecimento e disse a sua mulher: “Deus ajude que eu esteja enganado... Mas aquele choro do nosso cachorro, sem nenhum motivo aparente, é sinal de má sorte... Vai certamente nos acontecer alguma desgraça ou virá uma notícia funesta”. E a desgraça não demorou a chegar. Algum tempo depois chegou a notícia da morte do oficial, dono do cachorro, o qual tinha sido morto durante um confronto com os japoneses, na manhã do dia em que seu cão tinha soltado os uivos.” Tal fato oferece evidências probantes no sentido nitidamente telepático, pois se o animal se pôs, de repente, a ganir e a queixar-se, sem causa aparente, e persistiu com essa atitude apesar das carícias que lhe davam os familiares, recusando todo e qualquer alimento, é certamente necessário supor que devia existir uma causa oculta qualquer, proporcional à desolação manifesta do pobre animal.
Ora, como foi constatado que no momento em que ele começou a gritar seu dono tinha sido morto na guerra, tudo contribui a presumir que o animal realmente tenha tido a visão telepática do falecimento do oficial. Caso 25 Este caso foi originalmente publicado pela revista Light (1898, pág. 5). Um redator dessa revista londrina, amigo de Tom Terriss, filho do ator dramático William Terriss, assassinado naquele ano, escreve: “Na mesma noite do assassinato, a senhora Terriss estava sentada à sala de seu pequeno hotel, em Belford Park. Ela tinha sobre seus joelhos um pequeno fox-terrier chamado Davie, que dormia. Seus filhos, William e Tom, estavam com ela. O relógio marcava 19:20 quando, num piscar de olhos, sem que nada pudesse tê-la prevenido, o cachorro pulou no chão e começou a se jogar freneticamente, gemendo, latindo, rangendo os dentes, mordendo, num extraordinário estado de cólera e terror. Essa atitude do cachorro causou uma profunda impressão na senhora Terriss, deixando-a transtornada pelo resto da noite. Pois bem, foi exatamente às 19:20 que o ator dramático William Terriss morreu assassinado.
Seu filho Tom assim se expressou a este respeito: “Jogava uma partida de xadrez com meu irmão William e o cachorro tirava uma soneca sobre os joelhos de minha mãe, quando, de repente, ele nos surpreendeu ao pular no chão e começar a se jogar de um lado para o outro, furiosamente e freneticamente, rangendo os dentes e mordendo o vazio. Minha mãe ficou assustada e gritou: “Mas o que foi que aconteceu? O que ele está vendo?”. Ela estava convencida de que a fúria do cão era dirigida contra um inimigo invisível. Meu irmão e eu nos esforçamos para acalmá-la, embora estivéssemos também surpresos e perplexos diante da atitude inexplicável de um cão geralmente tranqüilo e de caráter bastante meigo.” Tendo em vista a natureza não-verificável do episódio em questão, seria inútil se estender com comentários mais detalhados.
Assim sendo, limitar-me-ei a sublinhar que a correspondência perfeita entre a hora em que o assassinato aconteceu e a mímica furiosamente agressiva do cão nos leva inquestionavelmente a pensar que ele realmente tenha tido a visão subjetiva da cena dramática na qual seu dono sucumbia; e, conseqüentemente, que ele tenha tentado defendê-lo, lançando-se contra o agressor. Caso 26 Eu extraí o caso seguinte dos Annales des Sciences Psychiques (1916, pág. 149). Ele se encontra numa carta particular que a senhora Esperanza Payker enviou de Zurique (Suíça), no dia 7 de dezembro de 1916, a uma de suas amigas, e se refere à morte, na guerra, de um irmão da mulher em questão. Eis o trecho essencial do relato: “Você me pede notícias de Richard. Ele sucumbiu, o pobrezinho, num confronto contra os russos! Justo ele, o cosmopolita, que queria ver em todo homem um irmão!... No momento de seu falecimento ocorreu um fato que não pode deixar de lhe interessar. você se recorda de Kacui (o cão de Richard)? Muito bem, às 19 horas do último dia 13 de agosto, ele estava como que adormecido sob meus pés.
Num piscar de olhos, ele se levantou, correu até a porta balançando o rabo, ladrando alegremente e saltando, como se estivesse recebendo uma pessoa conhecida; aí, de súbito, ele se retirou assustado, gritou lamentosamente, gemeu, tremeu e voltou a se deitar aos meus pés, sem parar de se queixar durante toda a noite. No dia seguinte, ele deixou a casa; nunca mais o vimos. Ora, a estranha manifestação do cachorro coincidiu exatamente com a hora em que Richard caiu gravemente ferido; o desaparecimento do cão foi na mesma hora de sua morte...” Também neste caso a reação expressiva do animal tende a demonstrar o caráter verídico da telepatia, levando em conta que, primeiramente, ele se comportou alegremente, como se assistisse à volta de um parente, para, em seguida, mudar drasticamente de atitude, dando sinais de susto, como se tivesse dado conta da natureza fantasmagórica do que ele percebia. Terceira categoria
Animal e homem percebem alucinações telepáticas coletivamente Esta categoria é o complemento necessário da anterior e serve para sustentar a hipótese de que os casos analisados na série precedente são realmente telepáticos. De fato, se nos casos da segunda categoria somente os animais eram os percipientes, neste que vamos expor agora as percepções animais são compartilhadas pelo homem e, nestas condições, as últimas são confirmadas pelas primeiras. No entanto, é preciso acrescentar que, se o caráter coletivo destas manifestações testemunha que, com efeito, elas têm uma origem telepática, não se pode provar, no entanto, que o homem e o animal tiveram as mesmas percepções; podemos tão somente supô-lo, racionalmente, através da atitude dos animais ao longo dos inúmeros episódios. Objetariam talvez que as percepções animais dessa natureza podem acontecer através de uma transmissão para a mente do animal de uma alucinação que teria acontecido na mente da pessoa presente. Porém, tal objeção é recusada pelo fato de que em inúmeros casos o primeiro percipiente não foi o homem, mas sim o animal.
Caso 27 (Auditivo-visual-coletivo, com sensação bastante forte de vento frio) Eu extraí este caso do L’Inconnu, de Camille Flammarion (págs. 166-167). A senhora Marie De Thyle, doutora em medicina, residente em Saint-Junien, França, escreveu: “Uma de minhas amigas de estudo (sou doutora) tinha ido para a Índia como médica-missionária. Perdemos contato, como acontecia sempre, mas nunca deixamos de nos gostar. Certa manhã, na noite do dia 28 para o dia 29 de outubro (estava então em Lausanne, Suíça), fui acordada antes das 6 horas por batidinhas na minha porta. Meu quarto dava para um corredor que desembocava na escada do andar.
Deixei minha porta entreaberta para permitir que um grande gato branco que eu tinha na época fosse à caça durante a noite (a casa estava repleta de ratos). As batidas se repetiam. A campainha da noite não tinha tocado e tampouco tinha eu ouvido alguém subir pelas escadas. Casualmente meus olhos caíram sobre o gato que ocupava seu lugar de sempre ao pé de minha cama; ele estava sentado, com o pelo eriçado, trêmulo e resmungando. A porta se agitou como que empurrada por um leve rajar de vento e vi aparecer uma forma envolvida numa espécie de tecido vaporoso e branco, como um véu sobre um fundo preto.
Não pude distinguir o rosto muito bem. Ela se aproximou de mim; senti um sopro glacial passar por mim e ouvi o gato rosnar enfurecido. Instintivamente fechei os olhos e, quando os abri novamente, tudo tinha desaparecido. O gato tremia por inteiro e estava molhado de suor. Confesso que não pensei em minha amiga que estava na Índia, mas em outra pessoa.
Aproximadamente quinze dias depois, soube da morte de minha amiga, na noite do dia 29 para o dia 30 de outubro de 1890, em Shrinaghar, Caxemira. Soube mais tarde que ela tinha sucumbido por causa de uma peritonite.” Neste caso, o fato de o receptor não ter conseguido perceber o rosto do fantasma nos impede de afirmar que o fantasma tenha sido identificado como sendo a amiga da percipiente, morta naquele dia, na mesma hora. Todavia, a simples coincidência já constitui uma boa hipótese no sentido das conclusões da doutora De Thyle. De qualquer maneira, isto não diz respeito ao assunto do qual tratamos neste momento, ou seja, o da percepção coletiva de manifestações paranormais pelos homens e pelos animais. Ora, sob esta perspectiva, é preciso destacar que, se o gato em questão se mostrou assustado a ponto de ser acometido por tremedeiras e por uma transpiração abundante, isto mostra que ele teve, por sua vez, a visão de algo anormal o bastante para se assustar.
O que poderia ser esta “coisa”, a não ser a formação espectral percebida por sua dona?” Caso 28 (Auditivo-coletivo) Encontramos no livro de Hudson Tuttle intitulado Arcana of Spiritualism (pág. 234) vários casos de percepções paranormais percebidas pelos animais; entre elas encontra-se esta, de natureza coletiva: “O grumete do veleiro Avalanche (em cujo naufrágio toda a tripulação morreu) tinha um cão que gostava muito dele e que respondia prontamente ao chamado de um apito que seu dono carregava sempre consigo. Na noite do naufrágio, a mãe e a tia do grumete estavam na ante-sala e o cão na cozinha. Entre 9 e 10 horas, as duas mulheres ouviram de repente um assobio bastante forte que vinha do andar de cima. O som era exatamente o do apito que utilizava o jovem grumete. O cão, por sua vez, tinha reconhecido aquele som e rapidamente lhe respondeu com latidos, como tinha o costume de fazer; em seguida, correu até o andar de cima, onde ele supunha que encontraria seu dono.” Se o cachorro do pobre grumete tinha corrido até o andar de cima, e se naquele momento as duas mulheres tinham escutado o assobio alucinatório do apito familiar, tudo leva a crer, logicamente, que o cão tenha escutado o mesmo assobio.
Caso 29 (Visual-coletivo) Eu o retirei do Journal of the S. P. R. (vol. XIII, pág. 28). O eminente mitólogo e sociólogo Andrew Lang comunica o seguinte fato, observado por sua sobrinha.
Ela lhe escreveu a esse respeito: “Skelfhill, Hawick, 8 de agosto de 1906. ... Cheguei a estas terras em 4 de agosto: na segunda-feira, dia 6, estava no monte Pen, onde, pela primeira vez, vi um fantasma. Estava acompanhada do meu velho cão Turk e subi a montanha lentamente, parando com freqüência por causa das curtas pernas de meu companheiro e de sua respiração ainda mais lenta; mais ainda porque as raízes e as mudas eram espessas e resistentes. Fizemos uma nova pausa no local onde o monte Pen erige bruscamente seu cume imponente. Sentei-me de costas para a barreira, tendo diante de mim a montanha rochosa, enquanto Turk estava sentado, ofegante, aos meus pés...
De repente, vi aproximar-se de mim minha amiga doutora H., com quem tinha feito uma viagem pela América em maio de 1905. Ela estava de saia curta azul, com um corselete de algodão branco, sem chapéu e com uma muleta na mão; quando ela estava bem perto de mim, notei uma mecha de cabelo que lhe caía sobre o rosto. Soube quinze anos antes que ela tinha voltado da América para a Inglaterra, de onde teria de partir novamente no dia 12 de setembro para visitar seus pais em Cornwall; porém, não sabia quando ela voltaria. Fiquei bastante surpresa ao encontrá-la naquele lugar onde, por um instante, não pude me mover nem murmurar uma palavra; mas Turk me fez voltar a mim, resmungando contra a nova visita. Então, eu me levantei de uma só vez exclamando: “Você por aqui, doutora H.?”.
Ao ouvir essas palavras, a doutora se virou e me olhou; em seguida, ela continuou tranqüilamente a descer pela trilha que eu acabava de subir. Surpresa com sua atitude, pois estava certa de que ela tinha me visto, eu a segui com a intenção de pará-la. Esperando, Turk não parou de resmungar e de latir, mas sem se distanciar de mim, enquanto que normalmente ele se joga latindo nas pessoas e nos cães que lhe são desconhecidos. Notei que o pelo de suas costas estava eriçado e que seu rabo estava arcado como um gancho. Quando alcancei a doutora e ia estender o braço para colocá-lo sobre seus ombros, um inseto enorme zumbindo se enfiou entre nós, voando através de seu corpo.
Depois disto, vi a doutora desaparecer! É claro que fiquei surpresa e consternada; até aquele momento, não tinha a mínima idéia de que não se tratava de minha amiga em carne e osso. Sem Turk, eu teria duvidado dos meus sentidos; mas naquelas condições, não restava nenhuma dúvida, já que o cão tinha incontestavelmente se mostrado irritado e resmungava contra alguém. Juro a vocês que gozo de uma boa saúde, que nunca me senti tão bem, que há um ano bebo só água. Não posso precisar o minuto em que vi a aparição; mas como assim que me sentei eram 18:05, deduzi que deviam ser 18:15 – talvez um ou dois minutos depois – quando eu a vi desaparecer.
Peguei imediatamente meu lápis e anotei o fato estranho num envelope que tinha em minha mochila. Assim que cheguei em casa, ditei o relato detalhadamente. Obviamente, escrevi ontem mesmo à doutora perguntando-lhe o que ela fazia no dia e na hora em que ela me apareceu. Assim que tiver uma resposta, eu a informarei para vocês.” Uma carta sucessiva da sobrinha do professor Lang ao seu tio continha a passagem seguinte: “... Encontrei-me com a doutora H..
Ela me disse que no dia e na hora indicada, ela descia a colina do Tintagel, vestida exatamente tal como eu a descrevi, com uma roupa de banho a mais em seu braço que não vi de jeito nenhum...” A irmã da doutora H. escreve: “No dia 6 de outubro de 1906, por volta das 18 horas, a doutora H. descia a colina do Tintagel após ter se banhado. Ela estava com uma saia azul, sem chapéu, e tinha em seu braço uma roupa de banho.” M. H. Como podemos ver, no caso exposto, trata-se da aparição de uma pessoa viva que foi percebida coletivamente por um cão e por sua dona. Se a autenticidade da aparição não pode ser posta em dúvida, em contrapartida as modalidades dessa manifestação se afastam da regra que rege as aparições desse tipo, visto que, geralmente, o agente se encontra em condições excepcionais sob o ponto de vista emocional, enquanto que no caso em questão não me parece que seja assim.
De qualquer forma, é provável que a doutora H., naquele momento, tenha voltado seu pensamento para sua amiga ausente, com a qual ela deveria se encontrar alguns dias depois. Do ponto de vista que nos interessa, sublinho que a aparição foi vista simultaneamente pelo animal e por sua dona; a atitude do cão, que resmungava e latia contra a pessoa que estava lá, mas que não ousava se afastar das saias protetoras de sua dona, mostra que ele se dava conta de que estava diante de uma manifestação fantasmagórica, enquanto que sua dona pensava absolutamente estar diante de sua amiga em carne e osso; aí está uma razão a mais para contradizer a hipótese da transmissão de pensamento do homem para o animal. Caso 30 (Visual com anterioridade do animal em relação ao homem) Este caso foi publicado pela revista Light (1907, pág. 225). O senhor J. W.
Boulding, um conhecido autor espiritualista, narra o fato que aconteceu com uma família conhecida: “Um de meus amigos, residente em Kensington, estava doente há muito tempo, e numa noite de domingo do verão passado outro amigo meu e sua mulher foram visitá-lo de carruagem. Quando chegaram perto de uma ponte da estrada de ferro não muito longe da casa do doente, o cavalo começou a se esquivar e não quis continuar seu caminho. Ele parecia invadido por um súbito terror: tremia, recuava e empinava, assustando bastante as pessoas que se encontravam no veículo. Num determinado momento, a dama se levantou para entender o que se passava, e foi grande seu espanto ao ver que, diante do cavalo, de braços abertos estava o amigo doente que eles iam visitar! Foi tamanho seu susto que ela caiu desmaiada em cima de seus primos no veículo; o marido teve então que ordenar ao cocheiro para voltar para casa.
Eram 18 horas. Mais tarde eles decidiram retomar o caminho; quando chegaram à casa do amigo, notaram que as persianas estavam fechadas; não demoraram em anunciar-lhes que o doente tinha acabado de morrer, exatamente na hora em que ele tinha aparecido diante do cavalo. É preciso lembrar que o cavalo foi o primeiro a perceber a aparição, circunstância esta que vem sustentar a afirmação de um grande número de pessoas, isto é, a de que os animais compartilham com os homens as faculdades de clarividência. De fato, nos casos em que o animal é o primeiro a perceber uma aparição telepática, não existem hipóteses racionais que possam se opor àquela em que se considera serem os animais dotados de faculdades paranormais iguais às do homem; essa consideração levanta problemas psicológicos e filosóficos de fundamental relevância. Caso 31 (Visual com anterioridade do animal em relação ao homem) O Rev.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.