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Capítulo 12 de 21

Parte 12 de 20

A Alma nos Animais · Ernesto Bozzano

Ele não queria mais se mover em nenhum sentido; seu dono foi obrigado a pegá-lo nos braços enquanto ficávamos na casa.” Caso 84 (Auditivo-coletivo) Nos documentos publicados pelo doutor G. Morice sobre os casos fantasmagóricos do castelo de T..., na Normandia, temos um dos fatos mais interessantes e mais extraordinários de que se tem notícia (Annales des Sciences Psychiques, 1892-1893, págs. 211-223 e 65-90). Ele conta: “Ele comprou (o senhor de X..., primeiro proprietário do castelo) dois cães de guarda de confiança que eram soltos todas as noites; nada acontecia. Um dia, os animais se puseram a latir na direção de um dos bosques do jardim com tamanha persistência que o senhor de S... achou que malfeitores se escondiam ali. Ele se armou, ordenou que seus empregados se armassem, cercaram o bosque e soltaram os cães.

Eles correram com furor, mas, mal tinham penetrado o local, seus latidos se transformaram em ganidos desesperados, como os de um animal que recebe um corretivo; eles fugiram, com os rabos entre as pernas, e não se pôde fazer nada para que eles entrassem. Então, os homens entraram no bosque, vasculharam por todos os lados e não encontraram absolutamente nada.” Caso 85 (Visual-coletivo, com anterioridade do animal em relação ao homem) No relatório muito bem documentado pela senhorita R. C. Morton e fornecido para a Society for Psychical Research a respeito da casa assombrada em que ela morava e onde aparecia, entre outras coisas, o fantasma de uma mulher vestida de preto, ela fala assim da atitude de seu cãozinho fox-terrier. “Lembro-me de tê-lo visto, em duas ocasiões diferentes, correr para o fundo da escada do vestíbulo, balançando o rabo e arqueando as costas, como fazem costumeiramente os cães quando querem ser acariciados.

Ele corria para lá com um elã e com uma expressão de alegria, exatamente como se alguém estivesse naquele lugar; mas logo o vimos escapar depressa, com o rabo entre as pernas, indo se refugiar tremendo sob o sofá. Nossa impressão era a de que ele tinha visto um fantasma. Sua maneira de agir era completamente característica; tal impressão era muito mais forte do que possa parecer em uma simples descrição.” (Proceedings of the S. P. R., vol.

VIII, pág. 323). A partir dos dois primeiros casos relatados aqui, assim como a partir do caso 80, podemos ver que os animais percebem manifestações metapsíquicas que passam desapercebidas pelas pessoas presentes; prerrogativa animal cujo exemplo já vimos no caso 53 e cujos comentários já evocamos no caso 56. Um pouco adiante, relataremos um outro fato extraordinário que aconteceu com a senhora d’Espérance (caso 95). No comentário do caso 56, em que se tratava, se bem me lembro, de manifestações experimentais com início de materialização do fantasma, notávamos que o fato de que os animais parecem perceber a presença do fantasma, inclusive quando ninguém presente percebe, podia se explicar supondo que os olhos de certos animais seriam sensíveis aos raios ultravioleta (como uma chapa fotográfica) e que, conseqüentemente, eles conseguiam discernir com os olhos corporais aquilo que era invisível aos olhos humanos. No entanto, esta hipótese – correta em algumas circunstâncias – não parece aplicável aos casos que examinamos agora, pois estes são fenômenos subjetivos e não objetivos.

Nestas condições, é preciso concluir que os animais se mostram efetivamente mais dotados que o homem, no que concerne à sensibilidade subliminal, para perceber as manifestações paranormais. Os casos em que os animais se mostram refratários às produções psíquicas percebidas pelo homem são realmente raros, enquanto que os homens refratários a estas mesmas manifestações constituem a grande maioria. É difícil conhecer a causa da superioridade da suscetibilidade animal em relação às percepções da atividade subconsciente ou espiritual; mas como esta prerrogativa parece existir em condições análogas nas populações selvagens, em que a faculdade telepática e telestésica são bastante freqüentes, seria preciso deduzir que a causa consiste nas mentalidades ainda virgens destes povos, livres das prevenções costumeiras de um meio contrário ao exercício das faculdades subconscientes, ou ainda na circunstância de que a atividade psíquica não é continuamente absorvida e dispersada pelos cuidados e pelas preocupações da vida civilizada. A precisão destas observações é comprovada por um fato bastante conhecido, ou seja, nos casos dos sensitivos clarividentes basta uma contrariedade passageira ou uma ligeira condição de ansiedade ou preocupação para que suas faculdades paranormais sejam neutralizadas. Caso 86 (Visual-coletivo, com anterioridade do animal em relação ao homem) Eu o extraio do Journal of the S.

P. R. (vol. XIV, pág. 378). O Rev. H.

Northcote envia um relatório sobre um caso de assombração estudado por ele e que se passou na casa da família de um de seus amigos. Tratava-se de um fantasma de homem que aparecia constantemente, no mesmo quarto e na mesma hora da noite, e que foi visto por diversas pessoas que não sabiam a respeito umas das outras. Um dia, a família Clemsford, que morava naquela casa, recebeu a visita da senhorita Denton, que foi instalada no quarto assombrado. A senhorita Denton conta: “Na mesma noite em que cheguei, fui me deitar bem tarde e dormi muito mal... Não dei muita importância para isso, atribuindo ao fato o cansaço excessivo e a mudança de cama.

Mas na segunda noite aconteceu a mesma coisa; e, por volta das 3 horas, fiquei surpresa ao perceber uma massa opaca, ligeiramente luminosa, ao pé da cama. Pensei primeiramente que se tratava de um reflexo da luz que vinha da janela; mas esta massa adquiriu gradualmente uma forma e acabou se transformando num homem grande que permaneceu imóvel durante um certo tempo – tempo este que me pareceu bastante longo, embora não passasse de alguns segundos – para em seguida atravessar o quarto e desaparecer num armário. Na terceira noite, assisti à mesma manifestação, mas desta vez com grande espanto; por isso, no dia seguinte, tive de pedir aos meus amigos para deixar o cão dormir em meu quarto, porque tinha escutado ratos. Meu desejo foi rapidamente atendido; também, na quarta noite, fui me deitar segura e tranqüila. O cão se encolheu sobre a caminha que tinha preparado sobre a poltrona, e não demorei a adormecer profundamente.

Por volta das 2 horas, fui acordada pelos ganidos do cão; vi que ele tinha se levantado e girava ao redor do cômodo, sempre se queixando. Ao mesmo tempo, percebi ao pé da cama o fantasma de minha visita noturna. Invadida mais uma vez por um grande terror, comecei a gritar para ele: “Vá embora! Vá embora!”... Numa outra noite, depois de aproximadamente 18 horas que estava na casa do senhor Clemsford, o fantasma me apareceu como se fosse de fogo, tal qual uma figura iluminada por transparência, em que os traços do rosto e as principais linhas do corpo transpareciam com um clarão sinistro; meu terror foi tanto que finalmente decidi falar, negando-me absolutamente a dormir naquele quarto.

Tive uma conversa sobre aquele assunto na hora do almoço e perguntei se alguém da casa não tinha visto alguma vez um fantasma no quarto onde eu dormia; ao mesmo tempo, descrevi o rosto que tinha percebido. Minha surpresa foi enorme ao ouvir que minha descrição correspondia exatamente à aparência do fantasma visto naquele quarto e na mesma hora pelo senhor e pela senhora Clemsford. Obviamente, eu não dormi mais naquele quarto...” Neste exemplo, a agitação e o espanto do cão podem parecer pouco conclusivos do ponto de vista que nos interessa especificamente, se o compararmos com a mímica do animal, infinitamente mais demonstrativa, em tantos outros períodos do mesmo gênero. Entretanto, neste caso, existe a circunstância eloqüente do animal que é de repente invadido pelo pavor, às 2 horas da manhã, ou seja, na hora exata em que constantemente acontecia a manifestação de assombração naquele lugar. Logicamente, se levarmos em conta esta circunstância, não me parece possível evitar a conclusão de que o cão tinha certamente percebido o fantasma naquele momento no quarto.

A circunstância de que ele se encontrava ali, a despeito da senhorita Denton que estava adormecida, aumenta o valor comprobatório da manifestação em que o animal foi o primeiro percipiente. Caso 87 (Visual-coletivo, com anterioridade do animal em relação ao homem) Este caso saiu no American Journal of the S. P. R. (1910, pág. 45). Ele faz parte de uma pequena coletânea de fatos examinados por um ministro da Igreja Episcopal.

O professor James Hyslop diz que não pode publicar os nomes dos percipientes, que, em sua grande maioria, são pessoas bastante conhecidas e preferem não se identificar. O pastor, autor do relato, transcreve o fato seguinte: “A vila do doutor G..., residente em Nova York, 5ª Avenida, rua 43, encontra-se em Fishkill, sobre o rio Hudson. No dia 20 de outubro, a senhorita F. G., sua filha, tinha estado em Nova York; ela tinha chegado à cidade em um horário bastante avançado da noite. O cocheiro tinha ido esperá-la na estação de trem, com uma carruagem e um excelente cavalo.

A noite estava bastante escura e o veículo não possuía faróis. A estrada estava bem conservada e o cavalo percorria tranqüilamente o caminho. Colinas costeadas por árvores aumentavam ainda mais a escuridão; de repente, num certo momento, o cavalo começou a dar coices violentamente e o cocheiro não sabia o que fazer. A senhorita F. G. olhou e viu uma longa coluna esbranquiçada igual a um nevoeiro, a qual, após ter se levantado no meio do caminho, diante do cavalo, passou ao lado dele, resvalou o cotovelo da jovem e desapareceu por sobre os ombros dela.

No momento em que a aparição encostou em seu cotovelo, ela sentiu um calafrio e foi invadida por um espanto. No entanto, sua mentalidade era bastante positiva para aceitar uma explicação paranormal do acontecimento; dirigindo-se ao cocheiro, ela disse: “Tome cuidado, Michael, talvez tenhamos passado por cima de alguma coisa. Desça e olhe o que aconteceu”. Mas o cocheiro protestava e se mostrava preocupado, declarando que não se tratava de alguma coisa material, mas de um encontro com um fantasma. Ele acrescentou: “A senhorita e eu podemos estar enganados, mas não podemos dizer o mesmo para o cavalo.

O pobre animal está dando coices de tanto medo!”. Ele decidiu descer e olhar, mas não encontrou nada na estrada. Em seguida, eles seguiram viagem. A senhorita F. G. ordenou ao cocheiro para não falar a ninguém sobre o que tinha acontecido, temendo assustar os empregados.

Alguns dias depois, ela contou o fato a um senhor que tinha vindo lhe fazer uma visita, e que morava desde muito tempo em Fishkill. O homem escutou com ávido interesse e depois disse: “A senhorita viu o fantasma de Verplanck”. E lhe deu estas explicações: Na época da geração precedente, a senhorita Verplanck, herdeira de uma grande família dinamarquesa residente aqui, estava encantada por um jovem advogado de Nova York, embora a família preferisse que ela se casasse com seu primo, Samuel Verplanck. No dia 20 de outubro, o jovem advogado ia encontrá-la, mas uma violenta tempestade caiu naquele momento e ele não foi. Na manhã seguinte, a senhorita Verplanck anunciou: “Ele foi assassinado esta noite”.

Alguns minutos depois, receberam a notícia de que tinham descoberto o cadáver dele, com uma facada no peito. Naquele mesmo momento, Samuel Verplanck tinha desaparecido; nunca mais foi visto em parte alguma. Pouco tempo depois, as pessoas começaram a dizer que, na noite de 20 de outubro, Samuel Verplanck apareceu no local do crime. O que aconteceu à senhorita F. G., naquela noite, confirmaria esta tradição.” Ainda neste caso, o animal teria sido o primeiro percipiente, circunstância que mostra quão admiráveis sensitivos são os animais superiores.

O caso é impressionante por si só e não apresenta nada de especial, uma vez que conhecemos centenas de casos análogos ligados a uma tradição de crimes perpetrado no local da assombração – conforme já tinha observado no livro 17 que consagrei a estas manifestações. Caso 88 (Visual-auditivo-coletivo, com anterioridade do animal em relação ao homem) O professor Andrew Lang, sociólogo e mitólogo bastante conhecido, conta o fato que segue e que aconteceu com a família de um de seus amigos. O trecho abaixo foi extraído da revista Light (1912, pág. 111): “Num dos subúrbios de Londres há um palacete espaçoso e bastante antigo, inteiramente construído com tijolos à vista e rodeado por um jardim. Eu o conheço muito bem. Quando meus amigos Rotherhams foram se instalar ali, o local estava completamente assombrado.

Entre outras coisas, quando a senhora Rotherhams se aproximava de uma porta, esta se abria espontaneamente diante dela; algumas vezes ela sentia mãos invisíveis puxando seus cabelos; ouviam barulhos noturnos, estranhos e inexplicáveis, tais quais os ruídos de louças e talheres se chocando e de móveis arrastados que perturbavam sem parar o sono dos habitantes da casa. Numa noite em que o senhor Rotherhams estava ausente, sua mulher foi se deitar com seu pequenino no quarto que ficava em cima da copa; tinha antes disso pedido para fechar seu cão na copa, um collie. Ela notou que, quando começava a escutar os barulhos de móveis arrastados e de louças se chocando, o cão se punha a gritar desesperadamente. A senhora não teve coragem de descer ao andar inferior para soltá-lo; mas quando, pela manhã, ela abriu a porta do cômodo assombrado, o cão veio ao seu encontro, com o rabo entre as pernas; ela constatou que os móveis, as cadeiras e a louça estavam em seus devidos lugares. Num dia, a mesma senhora estava sentada diante da porta, ocupada em tomar as lições de sua filhinha.

Num determinado momento, tendo chamado a ama, ela viu se abrir uma porta e entrar “uma dama” vestida estranhamente com um robe branco acinzentado e com o rosto da mesma tonalidade. Numa outra noite, enquanto o senhor Rotherhams tinha se demorado a fumar na mesma sala, ele viu seu cão se levantar, com o pelo todo eriçado e ganindo desesperadamente, virado para a porta. Ao olhar naquela direção, ele viu a porta se abrir e entrar uma “dama de azul”. Ele se levantou rapidamente para ir ao seu encontro, mas não viu mais nada. Se o fantasma tivesse um objetivo, era certamente o de obrigar os novos ocupantes da casa a se mudar, mas eles permaneceram ali e as manifestações diminuíram pouco a pouco até pararem completamente.

Os membros da família são pessoas lúcidas e vigorosas; são nossos amigos mais íntimos.” Professor Andrew Lang No caso exposto, encontramos dois fatos que se referem às percepções animais: no primeiro, de natureza puramente auditiva, o cão trancado na saleta assombrada mostra, de antemão, através dos ganidos desesperados, que ele percebe as manifestações barulhentas que os outros ouvem do lado de fora; no segundo, o animal é o primeiro a perceber o fantasma da “dama de azul”. Não resta nenhuma dúvida sobre a participação do animal nas manifestações de assombração às quais estão sujeitos coletivamente seus donos. Caso 89 (Auditivo-coletivo) No livro bastante conhecido do doutor Edward Binns, Anatomy of Sleep (pág. 479), encontramos o fato seguinte, comunicado ao autor por Lord Stenhope, amigo bastante íntimo do protagonista do acontecimento, o senhor G. D. Steiguer.

Este último relata: “Na minha juventude, quando ainda era oficial do exército dinamarquês, ocupava desde algum tempo o aposento que tinha sido reservado para mim, sem perceber nada de anormal. Meu quarto estava dividido assim: um espaço servia de salinha e o outro servia de quarto para o meu subalterno; eram três cômodos que se comunicavam entre si. Numa noite em que estava deitado, porém acordado, ouvi um som de passos que iam e vinham no meu quarto e que pareciam ser os de um homem de pantufas. O barulho inexplicável se prolongou por muito tempo. Pela manhã, perguntei ao meu subalterno se ele tinha escutado algo durante a noite.

Ele me respondeu: “Não, exceto durante a madrugada, quando o senhor passeava pelo quarto”. Eu lhe jurei que não tinha deixado minha cama; como ele permaneceu incrédulo, disse-lhe que, caso o barulho dos passos se repetisse, eu o chamaria. De fato, na noite seguinte o chamei sob pretexto de pedir uma vela e o questionei para saber se ele não via nada; ele me respondeu negativamente, acrescentando que, de qualquer forma, ele ouvia um som de passos, como se alguém se aproximasse dele, para em seguida se afastar na direção oposta. Tinha em meu quarto três animais, um cão, uma gatinha e um canário, os quais, por sua vez, reagiam de maneira característica no momento em que os rumores começavam. O cão pulava imediatamente em minha cama e se encolhia ao meu lado.

A gata seguia com o olhar os barulhos dos passos, como se percebesse ou se esforçasse para perceber aquilo que acontecia. O canário, que dormia em seu poleiro, acordava e se punha a voar na gaiola, invadido por uma intensa agitação. Em outras ocasiões, ouvíamos sons musicais na sala, como se alguém tivesse encostado levemente nas teclas do piano, ou ainda percebíamos um som característico, como se alguém girasse a chave do escritório na fechadura e a abrisse; no entanto, tudo permanecia em seu lugar. Falei sobre aqueles ruídos inexplicáveis aos meus colegas do regimento; eles vieram sucessivamente dormir no sofá de meu quarto e ouviram, uns após os outros, os barulhos que eu próprio tinha constatado.” Em seguida, o senhor Steiguer conta que pediu para retirar o assoalho e os lambris do quarto, mas não descobriu nenhum traço de ratos. Depois disso, ele adoeceu; como sua doença tendia a piorar, o médico o aconselhou a mudar imediatamente de quarto, sem dar nenhuma explicação.

G. D. Steiguer se mudou de fato. Quanto estava convalescendo, insistiu junto ao doutor para conhecer o motivo que o tinha levado a aconselhá-lo a se mudar; o médico finalmente lhe disse que “o aposento onde ele estava tinha uma reputação horrível; um homem tinha se enforcado no quarto que ele tinha ocupado e um outro tinha sido morto”. Os leitores terão notado que, nos casos relatados até aqui, os animais percipientes eram sempre cães, gatos ou cavalos; no caso acima, por se tratar de um canário, vê-se que o reino dos pássaros é, por sua vez, susceptível de perceber manifestações paranormais e de se assustar com elas.

No tocante à atitude do canário diante das manifestações auditivas do quarto assombrado, parece-me impossível levantar dúvidas sobre seu valor demonstrativo, visto que o canário percebia bem, assim como os outros animais, as manifestações em curso; de fato, o barulho de um passo leve, tal qual o de um homem de pantufas, não é capaz de assustar um canário habituado a viver com um homem. Conclui-se daí que o canarinho se assustava porque percebia realmente as manifestações de assombração e tinha a intuição da natureza paranormal delas. Segundo subgrupo

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.