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Capítulo 38 de 48

O Livro Dos Atos Dos Apóstolos — parte 1 de 2

Estudo Da Bíblia

“O testemunho da Promessa”

Para ler o Livro dos Atos dos Apóstolos com a unção que merece, necessário se torna que o seu leitor seja muito versado nas Iniciações Antigas, tenha o conhecimento devido daquilo que num período de mais de duzentos mil anos andaram semeando os trinta e tantos Budas, Crisna, Hermes, Zoroastro, Apolo, Orfeu, todo o Patriarcado hebreu de antes do dilúvio, Moisés, os Profetas e alguns verdadeiros Filósofos. Porque, se o Cristo foi anunciado por muitos milênios, como tendo que ser a Expectação das Gentes, cumpre saber o que devia fazer e como. E se nasceu um dia, marcando na História o mais sublime Natal, fê-lo com vistas à finalidade da obra a ser levada a termo. E a obra a ser levada a termo implicaria em deixar o desfecho, a coroação, para depois da morte física, com o retorno do espírito, para significar, de uma vez por todas, a imortalidade e a comunicabilidade do mesmo espírito. Todos os Grandes Iniciados da História marcaram suas obras com o Sopro da Revelação, como diziam na antiguidade; todos tiveram a Graça da Teofania a lhes aureolar a obra missionária; nenhum deles falou em nome de suas pretensões humanas, apenas. E se não fossem as trevas clericais a ensombrar a História, ou a cultura espiritual da humanidade, toda ela saberia dizer coisas maravilhosas, sobre os grandes fenômenos mediúnicos que envolveram e embalaram os emissários do Cristo Planetário. Todavia, se diante do mundo os mercantilistas idólatras empanaram o brilho do sol com suas manhas e artimanhas infernais, diante de Deus a realidade profética ou mediúnica jamais sofreu o menor sinal de apagamento. Se depois de cada Grande Iniciado ou emissário do Cristo Planetário, surgiram homens capciosos com o intento de transformar as Coisas da Verdade em meio de vida e comércio, também é certo que uns após outros foram surgindo novos emissários, fazendo rebrilhar aqui e acolá, a Candeia da Revelação, o Ministério do Espírito Consolador ou Santo. E assim as coisas foram se passando, até chegar o momento histórico em que o Cristo Planetário devia sujeitar- Se ao processo de encarnação para, como homem, passar entre seus irmãos tutelados, deixando entre eles a Graça da Revelação Generalizada, ou derramar do Espírito sobre toda a carne, conforme estava prometido nos Profetas. ________ O Livro dos Atos é uma espécie de Resumo Histórico do Profetismo Universal, que na pessoa de Jesus encontrou todos os elementos de que carecia, para se marcar na História do Planeta. A primeira fase da programação da vida missionária de Jesus foi a das profecias sobre a vinda de Jesus e do Seu batismo de Revelação generalizada; a segunda foi a vida carnal, preparando tudo, e a terceira fase foi cumprida dentro dos primeiros cinquenta dias depois da crucificação, com o ressurgimento em espírito e a grande eclosão mediúnica ou profética, tal e qual como testemunham os dois primeiros capítulos do Livro dos Atos dos Apóstolos. Eis o motivo de começarem no Pentecostes as primeiras conversões. Porque tudo até ali foi apenas preparação, sendo dali em diante que houve a Doutrina do Caminho em franca atividade, com a comunicabilidade dos espíritos a advertir, ilustrar e consolar aqueles que se iam achegando, para conhecer.

Daqui para frente, tudo já estava feito pelo Divino Mestre, estando Seus milhares de discípulos em atividade, a se espalharem pelo mundo. Tinham por todas as partes a perseguição do clero levita, perseguição de morte, mas o Ministério da Revelação os transformava em gigantes de coragem, sobrepondo-os a prisões e martírios. (OSVALDO POLIDORO)

III. Tempo: “O testemunho da Promessa” (Do Pentecostes à vinda da Corrupção, ou II Tessalonicenses 2, 1-4; Apoc 13...) Da parte de Jesus a - Que a primeira fase foi a das profecias sobre a vinda de Jesus e do Seu batismo de Revelação generalizada; b - Que a segunda fase foi a vida carnal de Jesus, preparando tudo para o cumprimento da terceira, que era realizar o batismo de Revelação generalizada, para deixá-lo como fundamento da Excelsa Doutrina; c - Que a terceira fase foi cumprida, dentro dos primeiros cinquenta dias depois da crucificação, com o ressurgimento em espírito e a grande eclosão mediúnica ou profética, tal e qual como testemunham os dois primeiros capítulos do Livro dos Atos dos Apóstolos. Eis o motivo de começarem no Pentecostes as primeiras conversões. Porque tudo até ali foi apenas preparação, sendo dali em diante que houve a Doutrina do Caminho em franca atividade, com a comunicabilidade dos espíritos a advertir, ilustrar e consolar aqueles que se iam achegando, para conhecer. Daqui para frente, tudo já estava feito pelo Divino Mestre, estando Seus milhares de discípulos em atividade, a se espalharem pelo mundo. Tinham por todas as partes a perseguição do clero levita, perseguição de morte, mas o Ministério da Revelação os transformava em gigantes de coragem, sobrepondo-os a prisões e martírios. E tudo isso durou até o quarto século, quando Roma atraiçoou o batismo de Revelação, forjando o seu clero idólatra e mercenário, achando que com isso de novo levantaria o império, então em tremenda decadência. (Vide o Livro CONFISSÕES DE UM CORRUPTOR, para outros esclarecimentos.)

II Tessalonicenses 2, 1-4 ...não vos demovais de vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o dia do Senhor. Ninguém de nenhum modo vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia, e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus, ou objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus.

“A tua nação e os pontífices são os que te entregaram nas minhas mãos; que fizeste tu?” - João, cap. 18. A função missionária de Jesus fora cumprir a profecia, feita por séculos consecutivos, do derrame de Espírito sobre toda a carne. A palavra DERRAME foi traduzida por BATISMO, e isto deve ser bem entendido. Entretanto, as palavras de Pilatos dizem sobre como foi Jesus tratado pelos papas do tempo e os fariseus. Ele, que tinha o Espírito Sem Medida, e veio para em Espírito batizar, fora condenado como feiticeiro ou fazedor de sortilégios. No Talmud assim se encontra escrito. Embora tendo vencido, porque aos cinquenta dias da crucificação voltara e realizara o batismo, deixando o Consolador em pleno funcionamento, o fato é que, no quarto século, tudo foi em Roma adulterado. O Livro dos Atos está cheio das mais esplêndidas comunicações de espíritos, anjos ou almas; isto é, de grandes consolações daí advindas. Aquela Mensageiria anunciada por Jesus, no capítulo dezesseis de João, ficou funcionando no mundo, entre os do Caminho do Senhor. Até trezentos e vinte e cinco não houve Cristianismo e sim Caminho do Senhor; este era fundamentado na Revelação, na comunicação dos anjos, espíritos ou almas. Vide as sessões, como eram feitas pelos do Caminho do Senhor, ou como as faziam os Apóstolos e aqueles que vinham engrossando as fileiras do Caminho.(Novo Testamento dos Espíritas)

A história da expansão da Doutrina do Caminho: Seu autor foi Lucas, o médico amado e também pintor. O Livro dos Atos é uma continuação do seu Evangelho, e está dirigido à mesma pessoa, a Teófilo, 1:1. Muitos acreditam que ele tenha se dirigido a todos os que amam a Deus, uma vez que “Teófilo” significa “aquele que ama a Deus”. De qualquer modo, Lucas escreveu Atos para que pudesse ser lido por muitos. Esses leitores tinham familiaridade com o império romano e com a Ásia Menor, mas talvez não com a Palestina, o que explicaria a informação cuidadosamente detalhada de Lucas sobre determinados lugares. Justamente devido à tradução do nome Teófilo, alguns pensam que esta carta era aberta e não destinada a apenas um indivíduo. Quanto às datas, o livro de Atos termina abruptamente com Paulo em seu segundo ano na prisão de Roma, que teve início cerca de 60 d.C. Lucas não dá informação sobre o martírio do apóstolo Paulo (que morreu decapitado entre 66 e 68 d.C). Os eruditos acreditam que Lucas teria incluído acontecimentos importantes se tivesse escrito depois de 64d.C., como as perseguições empreendidas por Nero (64-68 d.C.) ou a destruição de Jerusalém (70 d.C.). Portanto,

Atos foi escrito provavelmente entre 61 e 63 d.C. O livro abrange, portanto, um período de aproximadamente 28 anos. Durante este período, quatro imperadores romanos governaram em sequência: Tibério, Calígula, Cláudio e Nero. O escritor Lucas acompanhou Paulo em grande parte do período das suas viagens, inclusive na perigosa viagem a Roma, o que é evidente do uso que faz dos pronomes na primeira pessoa do plural, “nós”, “nosso”, “nos”, em Atos 16:10-17; 20:5-15; 21:1-18; 27:1-37; 28:1-16. Paulo, nas suas cartas escritas de Roma, menciona que Lucas também estava ali. (Col 4:14; Flm 24) Foi, por conseguinte, em Roma que se concluiu a escrita do livro de Atos. Conforme já observado, o próprio Lucas foi testemunha ocular de grande parte do que escreveu, e, em suas viagens, ele contatou com cristãos que participaram de certos eventos descritos ou os observaram. ________ Jesus determinou aos seus discípulos que permanecessem em Jerusalém até que fossem revestidos do Espírito Santo (medinidades, carismas), esse fato é descrito no que aconteceu durante a festa do dia de Pentecostes (*). A partir de então, eles se tornariam suas testemunhas até os confins da terra. Enquanto aguardavam o cumprimento da promessa, foi escolhido o nome de Matias em substituição a Judas Iscariotes, que tinha se suicidado.

Sobre a Festa de Pentecostes: No antigo calendário israelita estão relacionadas três festas (Ex 23.14-17; 34.18-23): a primeira é a Páscoa, celebrada junto à dos Ázimos ou Asmos; a segunda é a Festa das Colheitas ou Semanas que, a partir do domínio Grego, recebeu o nome de Pentecostes; finalmente, a festa dos Tabernáculos ou Cabanas. As duas primeiras celebrações foram adotadas pelo cristianismo, porém, a terceira foi relegada ao esquecimento. A Festa das Colheitas era alegre e solene (Dt 16.11); a celebração era dedicada exclusivamente a Javé (Dt 16.10); era uma festa ecumênica, aberta para todos os produtores e seus famíliares, os pobres, os levitas e os estrangeiros (Dt 16.11). Enfim, todo o povo apresentava-se diante de Deus. Reconhecia-se e afirmava-se o compromisso de fraternidade e a responsabilidade de promover os laços comunitários, além do povo hebreu; agradecia a Deus pelo dom da terra e pelos estatutos divinos (Dt 15.12); era uma "Santa Convocação". Ninguém trabalhava (Lv 23.21); era celebrado o ciclo da vida, reconhecendo que a Palavra de Deus estava na origem da vida " da semente " da árvore " do fruto " do alimento " da vida... Observação: A Festa da Colheita não celebra um mito, mas a ação de Deus que cria e sustenta a vida do mundo criado . Instituto Divino da Revelação, fundamento das Iniciações e alicerce do Caminho do Senhor, do Cristianismo Iniciático que viveu, até Constantino fazer a corrupção. Vide os Atos, capítulos um, dois, sete, dez e dezenove e tereis o Consolador em pleno andamento, cultivado pelos Apóstolos. (Novo Testamento dos Espíritas) (esta parte serve para alertar aqueles que dizem que os dons só existiram enquanto Jesus estava na carne,,,)

“Assim que, exaltado pela dextra de Deus, e havendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou sobre nós a este, a quem vós vedes e ouvis.” - Atos, cap.2. O Velho Testamento diz, umas dezenove vezes, que seria derramado o Espírito Bom ou de Deus sobre toda a carne; isto é, afirma que a Humanidade inteira viria a constituir o Cenáculo Iniciático. Jesus foi o batizador ou derramador da Revelação sobre a carne. (Novo Testamento dos Espíritas)

“E havendo-lhes Paulo imposto as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo, e falavam em diversas línguas, e profetizavam” - Atos, cap. 19. Aquele Espírito Santo era imediato, prático, tangente, verdadeiro, normal, consolador, cheio de graças e sempre pronto a servir, a cumprir o seu dever, de acordo com a Promessa do Velho Testamento e as palavras de Jesus, enquanto esteve com o Seu fardo de carne entre os homens. Os Atos e as Epístolas repetem centenas de vezes o acontecimento, pois em seguida ao Pentecostes, a comunicabilidade dos espíritos, anjos ou almas, era o prato do dia... Todavia, os adulteradores romanos inventaram um Espírito Santo que não aparece, não fala línguas diversas, não profetiza, não cura, nada sabe e aprecia idolatrias, simulações, contínuas e intensas traições aos Mandamentos da Lei de Deus. (Novo Testamento dos Espíritas)

O trabalho de Pedro: (Pedro é dado como o primeiro Papa! Pedro era analfabeto, jamais ouviu falar na palavra papa, nunca teve trono algum, cultivou os Dons Intermediários nas catacumbas, nos porões fétidos, nas matas, e, por fim, pediu para ser crucificado de cabeça para baixo por ter negado o verbo Modelo na Pretoria, como todos sabem. Quem impôs blasfêmias terá de pagar por elas, quem aceitou também).(trecho de livreto A Terrível Blasfêmia Romana) Depois de receberem Espírito Santo, os discípulos testemunham em muitas línguas (2, 15-42). Judeus em Jerusalém, procedentes de muitas terras, recebem testemunho de Deus. Aparecem os do contra e, corajosamente, Pedro inicia um discurso explicando o motivo do acontecimento... então três mil pessoas são convertidas para o cristianismo, passando a congregar-se levando uma vida comunitária de muita oração onde se presenciavam prodígios e milagres feitos pelos apóstolos.

Pedro e João são presos e levados perante o Sinédrio; declaram destemidamente que não pararão de dar testemunho. Cheios de Espírito Santo, todos os discípulos proclamam a palavra de Deus; multidões tornam-se crentes. Um milagre importante, a cura de um homem coxo de nascença que pedia esmola na porta do Templo, é relatado logo no capítulo 3 do livro, o que provoca a prisão de Pedro e João Evangelista, que são trazidos perante o Sinédrio. Repreendidos pelas autoridades judaicas para que não pregassem mais no nome de Jesus, os dois apóstolos responderam que estavam praticando a vontade de Deus e não dos homens. Novas prisões dos apóstolos ocorrem no livro de Atos, pois o crescimento do número dos que seguiam a Doutrina do Caminho incomodava o sumo sacerdote e a seita dos saduceus (*), conforme é narrado nos versos de 17 a 42 do capítulo 5 da obra. Porém, com o parecer dado pelo rabino Gamaliel, o Sinédrio resolve libertar Pedro e os demais, depois de castigá-los com açoites.

(*) O nome parece proceder de Sadoc, hierarca da família sacerdotal dos filhos de Sadoc, que segundo o programa ideal da constituição de Ezequiel devia ser a única família a exercer o sacerdócio na nova Judéia. De modo que, dizer saduceus era como dizer "pertencentes ao partido da estirpe sacerdotal dominante". Diferiam dos fariseus por não aceitarem a tradição oral. Na realidade, parece que a controvérsia entre eles foi uma continuação dessa hostilidade que havia começado no templo dos macabeus, entre os helenizantes e os ortodoxos. Com efeito, os saduceus, pertencendo à classe dominadora, tendo a miúdo contato com ambientes helenizados, estavam inclinados a algumas modificações ou helenizações. O conflito entre estes dois partidos foi o desastre dos últimos anos da Jerusalém judia. Paulo era fariseu, Atos 26, 5

Os capítulos seguintes relatam os primeiros momentos da Doutrina do Caminho na Palestina, sob a liderança de Pedro, as primeiras conversões de judeus e depois dos gentios (povos e nações distintos do povo Israelita), e o violento martírio de Estêvão por apedrejamento.

“Porém o Excelso não habita em feitura de mãos, como diz o profeta.” - Atos, cap. 7. O sétimo capítulo do Livro dos Atos é valioso repositório de excelência doutrinária. Ele sozinho vale por uma Bíblia inteira. (Osvaldo Polidoro)

Após o apedrejamentode Estevão, Saulo de Tarso empreende uma grande perseguição aos seguidores da Doutrina do Caminho em Jerusalém, o que dispersou vários discípulos pelas regiões da Judéia e Samaria, chegando também o Evangelho à Fenícia, Chipre e Antioquia. Algumas obras de Filipe, o Evangelista, são narradas em Atos, entre as quais a sua passagem por Samaria e a conversão de um eunuco etíope na rota comercial de Gaza. Saulo de Tarso, ao tentar empreender novas perseguições, converte-se quando viajava para Damasco e tem uma visão de Jesus, ficando cego por três dias, até ser curado quando encontra-se com Ananias. Dois milagres de destaque narrados nesse momento da obra de Lucas: a cura do paralítico Enéias, em Lia, e a ressurreição de Dorcas, na cidade de Jope

O Evangelho chega aos gentios incircuncisos. (10, 112-25): Narra o capítulo 10 que Simão Pedro, encontrando-se em Jope, recebe uma visão em que Deus lhe ordena alimentar-se de vários animais considerados imundos ou impróprios para o consumo, conforme a lei mosaica. Com esse exemplo, Pedro é orientado a pregar o Evangelho na casa de um centurião romano de Cesaréia chamado Cornélio, o qual se converte juntamente com todos os que ouviram o discurso do apóstolo, sendo depois batizados. Por este motivo, Pedro é questionado pelos outros apóstolos e cristãos da Judéia, que se convencem.

Os capítulos dez, onze e dezenove, dos Atos, são simplesmente formidáveis; e por isso a palavra autorizada de Paulo era deste modo: “As coisas ocultas do seu coração se fazem manifestas, e, assim, prostrado com a face em terra, adorará a Deus, declarando que Deus verdadeiramente está entre vós.” (Osvaldo Polidoro)

O rei Herodes Agripa I prende a Tiago, irmão de João, chegando a matá-lo. Depois prende a Pedro, mas este é milagrosamente liberto pela ajuda de um anjo. E também é através de um anjo que Herodes é ferido e morto comido por vermes, por não ter dado glória a Deus.

“E como eu tivesse começado a falar, desceu o Espírito Santo sobre ele , assim como também tinha descido sobre nós no princípio, E eu me lembrei então das palavras do Senhor, como ele havia dito: João na verdade batizou em água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo. Pois se Deus deu àqueles a mesma graça que também a nós, que cremos no Senhor Jesus Cristo, quem era eu, para que me pudesse opor a Deus?” — Atos, cap.11 “Se durante o viver de Jesus na carne, nem todos os Apóstolos corresponderam, também é certo que, em seguida ao Batismo de Espírito, nem todos deram de si o melhor possível. Para assimilar bem é preciso conter evolução: e a evolução não se consegue de hoje para amanhã, nem mesmo na companhia de um Jesus Cristo. Saber alguma coisa em base puramente intelectual, teoricamente, não significa conquistar marcas imarcescíveis. Evolução se consegue à custa de luta contínua, de perene avanço no rumo da Verdade. E isso demanda séculos e milênios.” (O. Polidoro)

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.