[user_registration_my_account]
Capítulo 34 de 48
O Novo Testamento - Evangelhos — parte 3 de 3
Estudo Da Bíblia
começado a era das trevas e de idolatrias, era que um dia deveria findar, quando fosse chegado o tempo da reposição das coisas no lugar.(Confissões de um Corruptor) _______________ Quem conheceu já toda a sublimidade em que se pode manifestar o Espírito de unidade, que atrai os elementos qualificados pela Lei, gênero por gênero, espécie por espécie, família por família, desde a mínima até à máxima de suas manifestações? Ninguém! No entretanto, ligados estamos ao próximo e ao Pai, pelo mais santo dos elos, que se chama Espírito Santo e, no plano mais evoluído – o humano – se manifesta como dom espiritual, ou janela que abre para o homem os panoramas da Vida. É a mais dadivosa graça de Deus, depois do conhecimento da personalidade! E é o Cristo quem lhe canta a sublimidade: “O Espírito de verdade, a quem o mundo não pode receber, porque o não vê, nem o conhece: mas vós o conhecereis porque ele ficará convosco, estará em vós.” (João, XIV, 17). “Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo-á de anunciar.” (João, XVI, 14). O primeiro Evangelho biográfico ou escrito, letras que informam ao homem de bem a respeito do batismo do Cristo, único que é do céu, foi apresentado uns trinta anos depois da sua crucificação. Os Apóstolos fundavam a sua pregação nos sinais vivos do Espírito vivificante, no Espírito de profecia que é e sempre será o testemunho do Cristo! E se os depravados politiqueiros não houvessem tripudiado sobre esse elemento divino, para impor suas infames blasfêmias, onde estaria, em matéria de pureza e conhecimentos, a humanidade? E podemos dizer, depois da restauração, que de novo não surjam impostores pretendendo, outra vez, tudo enlamear?... A chave é o culto do elemento mediúnico; banido o culto deste, a mentira grassará. Conservando-o, porém, ainda que um espírito queira impor erros, outro aparecerá, fazendo a devida observação. Não foi pela vontade de divertir-se, que o Cristo o veio revelar ao homem; não foi pela vontade de fazer discursos, que Ele banhou a cruz com o seu sangue, simbolizando, assim, que sem sacrifício próprio, ninguém se faz arauto da Verdade! Portanto, se o Espírito mediúnico facilita ao homem as mesmas práticas do Cristo, cultive-o ele! Ser cristão não é só falar no Cristo, é imitá-Lo no âmbito de nossas possibilidades. Ele, pelo Espírito de sinais e prodígios, obrou fenômenos extraordinários, que O testemunharam; e os Apóstolos seguiram-lhe as pegadas, pregando, não sobre a letra informativa, mas sobre o Espírito que produz os sinais ou milagres, como se diz vulgarmente. Amor e Revelação, eis a madeirame com que foi construída a escada de Jacob, aquela escada no topo da qual estava o Senhor. De fato, ele já veio até nós; tenhamos bom senso e, assim, tratemos de subir por ela, até que O atinjamos. Cada conhecimento adquirido é uma nova responsabilidade. E podemos indagar: Que fizeste do batismo de Espírito Santo? Como o tens cultivado? Escondeste isso a alguém? Como e por que o fizeste? Já mediste a tua responsabilidade? Que pretendes fazer para o futuro? Eis o que podemos dizer a mais, sobre o que foi dito na primeira edição deste trabalho(*). Nada existe fora do Criador, da Criação, do Poder que equilibra e da Virtude que une, Deus é a base; o demais é produto de sua vontade. Nada de fazer a coisa prolixa!... – como convém a muitos – nem, de maneira alguma, cobrar pelo que nos foi dado de graça.(*Que fizeste do batismo do Espírito Santo?)
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.