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Capítulo 29 de 48

Sobre As Seitas — parte 1 de 3

Estudo Da Bíblia

Ao tempo da formação do cristianismo as seitas judaicas eram pelo menos quatro: saduceus (conservadores), zelotas (ativistas anti-romanos), essênios (influenciados pelo neopitagorismo) e fariseus. Nasceu o cristianismo com participação de todas as seitas judaicas, sobretudo da dos essênios, que por último sendo absorvido por ele, ou simplesmente desapareceu. Os saduceus limitavam-se à Lei de Moisés, contidas nos livros do Pentateuco, e não admitiam doutrinas posteriores, como as dos anjos e da ressurreição, peculiares ao zoroastrismo. Por este lado, Jesus e os cristãos mantinham reservas aos saduceus. De outra parte, porém, os saduceus eram abertos para a cultura helênica. Esta favoreceu posteriormente aos cristãos, os quais, ao mesmo tempo em que se adaptaram, conseguiram projetar para o mundo uma ideologia judaica. Os fariseus adotavam, ao lado da lei de Moisés, os livros dos profetas. E assim, seus princípios doutrinários conferem com as convicções que se firmaram no judaísmo após a conquista de Jerusalém, em 587 a C., pelos babilônios, e, sobretudo, após a libertação por Ciro, em 539 a C.. Ao criador este o vasto império persa, deu oportunidade aos judeus a oportunidade de se comunicar com a sabedoria de muitos povos. A religião oficial dos persas, - o zoroastrismo (vd), - passou a; ser a sugestão das inovações. Anjos e demônios, escatologia, vida futura definida como recompensa do bem e do mal, - eis algumas importantes novidades de que depois também participarão os cristãos. Cuidavam os fariseus de converter aos gentios. Neste particular também abriram um precedente, que passou aos cristãos, ainda que os fariseus de modo geral, resistissem à helenização. A origem remota das seitas judaicas, dos saduceus e fariseus, remonta ao tempo dos Macabeus, ou seja, da independência da Judéia, reconquistada em 164 a.C., à sombra do declínio do reino Seleucida de Antioquia da Síria. Da luta nacionalista resultou a clara divisão dos judeus em Saduceus, propensos à cultura helênica, e em fariseus, a ela resistentes. Os Zelotas eram ativistas, quase guerrilheiros, propugnadores de uma restauração imediata do reino de Judá. Acreditavam na nação messiânica. O movimento zelota nasceu pela volta do ano 6 d.C., quando a Judéia foi posta sob a administração dos procuradores romanos. Os contínuos levantes e guerrilhas eram promovidos pelos zelotas, que se acolhiam depois ao seu anonimato nos esconderijos fora das cidades. Finalmente no ano 66 conseguiram os zelotas despertar o ânimo do povo para uma guerra geral. O resultado catastrófico foi a destruição de Jerusalém, no ano 70 (Cf. Josefo Flavo, Guerra judaica), e com isso também do templo, de sua pomposa liturgia e sua organização sacerdotal. Os cristãos, já em adiantada assimilação de elementos gentios, não haviam aderido ao movimento de luta pela independência judaica. Seu conceito de Messias, cada vez mais espiritual, já não conferia com a ideia messiânica corrente entre os judeus. Os essênios, surgidos na obscuridade pelo ano 150 a.C., apresentam material muito curioso para o estudo histórico-crítico das origens do cristianismo (Cf. Josefo Flavo, Guerra judaica, Escritos do Mar Morto, estes descobertos a começar de 1947). O nome dos essênios significa piedosos, e deriva do sírio, por transformações diversas. Já aqui, oferecem uma primeira semelhança com os cristãos, que também se denominavam a si mesmo "santos". Desenvolveram-se os essênios na área rural. Muitos se organizaram em grupos acolhidos ao deserto com as comunidades, a que pertenceram os escritos do Mar Morto. Os primeiros cristãos tiveram em parte procedência da zona rural e dos meios de pesca. Apenas mais tarde se tornaram nitidamente urbanos, com a adesão dos judeus helenistas, ou seja dos que viviam no exterior, alguns de retorno a Jerusalém. É significativo observar que os livros do Novo Testamento cristão se omitiram sobre os essênios, enfatizando em vez a luta com os fariseus. Isto reflete o espírito de após a destruição de Jerusalém (ano 70 d.C.) quando virtualmente estavam desaparecidos os essênios, restando os fariseus como a seita judia capaz de se opor ao cristianismo. Os essênios contêm aspectos neopitagóricos (vd 251).

Principais Biografias (exceto a de Ezequiel, - ler em Vidas do Pai) Amós Autor: Amós Data: Entre 760 –750 a.C.

Amós, cujo nome significa “Aquele que suporta o jugo”, era um nativo da pequena cidade de Tecoa, situada nas colinas de Judá, a cerca de 16 km ao sul de Jerusalém. Ele é o primeiro dos assim chamados profetas escritores do séc. VIII a.C. Os outros incluem Oséias a Israel e Miquéias e Isaías a Judá. Amós rejeitou treinamento como um profeta profissional, admitindo que ele era um pastor de ovelhas e cultivador de sicômoros. Apesar do seu histórico não-profissional, Amós foi chamado para entregar a mensagem de Deus ao Reino do Norte, Israel. Data: Amós profetizou durante os reinados de Uzias, de Judá (792-740 a.C.), e Jeroboão II de Israel (793-753 a.C.). Seu ministério foi realizado entre 760 e 750 a.C. e parece ter ocorrido em menos de dois anos. Contexto Histórico A metade do séc. VIII a.C. foi uma época de grande prosperidade tanto para Israel como para Judá. Sob o domínio de Jeroboão, Israel havia conquistado novamente o controle das rotas internacionais do comércio— a Rodovia do Rei, através da Transjordânia, e o Caminho do Mar, através do vale de Jezreel e ao longo da planície da costa. De acordo com 2Rs 14.25, ele restaurou as fronteiras de Israel desde Lebo Hamate (ao norte) até o mar da Arabá (o mar Morto, ao sul). Judá, sob o domínio de Uzias, reconquistou Elatae (o porto marítimo de Ácaba) e expandiu-se para o sudeste às custas dos filisteus. Israel e Judá haviam atingido novos auges políticos e militares, mas a situação religiosa estava fraca o tempo todo. A idolatria estava exuberante; os ricos estavam vivendo na luxuria, enquanto os pobres estavam oprimidos; a imoralidade havia generalizado; e o sistema judicial estava corrompido. O povo interpretava sua prosperidade como um sinal da bênção de Deus sobre eles. A tarefa de Amós era entregar a mensagem de que Deus estava descontente com a nação. Sua paciência já havia se esgotado. O castigo era inevitável. A nação seria destruída a menos que houvesse uma mudança no coração deles - uma mudança na qual aconteça: “Corra, porém, o juízo como as águas, e a justiça, como o ribeiro impetuoso” (5.24). Conteúdo O livro de Am é basicamente uma mensagem de julgamento, julgamento sobre as nações, oráculos e visões de julgamento divino sobre Israel. O tema central do livro é que o povo de Israel havia quebrado seu concerto com Deus. Como resultado, o castigo de Deus sobre eles por causa do pecado será severo. Amós começa com uma série de acusações contra os sete vizinhos de Israel, incluindo Judá, e, depois, ele acusa Israel (1.3-1.16). Cada nação estrangeira tem de ser castigada por ofensas específicas, seja contra Israel ou qualquer outra nação. Esse julgamento sobre as nações nos ensina que Deus é um Monarca universal. Todas as nações estão sob Seu controle. Elas têm de prestar contas a Deus pelos maus tratos às outras nações e povos. Israel e Judá, todavia serão punidos porque eles quebraram seu concerto com Deus. A seção seguinte (3.1-6.14) é uma série de três oráculos ou sermões direcionados contra Israel. Eles incluem a ameaça de exílio. Uma terceira seção (7.1-9.10) é uma série de cinco visões e julgamento, em duas das quais Deus se retira. Finalmente, Amós promete restauração para Israel (9.11-15).

Oséias Autor: Oséias Data: Cerca de 750 a.C.

Oséias cujo nome significa “salvação” ou “libertação”, foi escolhido por Deus pra levar sua mensagem a seu povo através do seu casamento com uma mulher que seria infiel a ele. Sua sensibilidade em relação à condição do pecado de seus compatriotas e sua sensibilidades em relação ao coração amoroso de Deus o fizeram apto pra realizar esse difícil ministério. Contexto Histórico e Data Oséias mostra a situação histórica de seu ministério através da nomeação dos reais do Reino do Sul, de Judá (Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias), e o rei do Reino do Norte, de Israel (Jeroboão II), que reinou durante o período de sua profecia (1.1). Isso estabelece as datas de 755 a.C. a 715 a.C. Embora todas as indicações quanto ao sucesso exterior parecessem positivas a Israel, um desastre vindo por baixo estava se aproximando. O povo desse período regozijava-se na paz, abundância e prosperidade; mas a anarquia estava preparando-se e ela traria o colapso político da nação em alguns curtos anos. Oséias descreve as condições sociais características de seu tempo: líderes corruptos, vida familiar instável, imoralidade generalizada, ódio entre classes e pobreza. Embora as pessoas continuassem uma forma de adoração, a idolatria era mais e mais aceita, e os sacerdotes estavam falhando na tarefa de guiar o povo nos caminhos da justiça. Apesar das trevas desse tempo, Oséias oferece esperança para inspirar seu povo a voltar-se novamente para Deus. Conteúdo O Livro de Oséias é a respeito de um povo que tinha necessidade de ouvir sobre o amor de Deus, de um Deus que queria falar com eles e da maneira singular que Deus escolher para demonstrar seu amor a seu povo. O povo pensava que o amor poderia ser comprado (“..mercou Efraim amores”, 8.9), que o amor era uma busca de uma autogratificação (“Irei atrás de meus namorados, que me dão..” 2.5) e que amando objetos sem calor, pudesse conseguir benefícios positivos (“.. Se tornaram abomináveis como aquilo que amaram”, 9.10). Deus quis que Israel conhecesse seu amor, um povo que buscou objetos sem valor (“Quando Israel era menino, eu o amei..” 11.1), foi guiado com uma meiga disciplina (“cordas de amor”, 11.4) e que persistiu, apesar de o povo correr e da resistência dele (“Como te deixaria?”, 11.8). O problema era como levar a mensagem de um Deus de amor a um povo que não estava inclinado a dar ouvidos e, provavelmente, não entender, se eles ouvissem. A solução de Deus era deixar o profeta ser seu próprio sermão. Oséias se casaria com uma mulher impura (“mulher de prostituições”, 1.2), a amaria inteiramente, e dela teria filhos (1.3), e iria atrás dela, e traria de volta quando ela se desviasse (“Vai outra vez, ama uma mulher”, 3.1). Em resumo, Oséias tinha de mostrar seu próprio amor a Gomer, o tipo de amor que Deus tinha por Israel.

Isaías Autor: Isaías, o maior profeta do VT, uma das vidas de Bezerra de Menezes. Data: Entre 700 - 690 a.C. O primeiro versículo deste livro coloca Isaías, o filho de Amoz, como o seu autor. O nome “Isaías” significa “O SENHOR é salvação”. A visão e a profecia são reivindicadas quaro vezes por Isaías; seu nome é mencionado mais doze vezes no livro. Seu nome também aparece doze vezes em 2Rs e quatro vezes em 2Cr. O Livro de Is é citado diretamente no NT vinte e uma vezes sendo atribuído em cada caso ao profeta Isaías. Argumentos diversos favorecem a autoria única: 1) palavras-chave e frases-chave estão igualmente distribuídas através de todo o livro; 2) referências à paisagem e as cores locais são uniformes. A beleza de estilo superior na poesia hebraica nos últimos capítulos de Is pode ser explicada pela mudança de assunto, de julgamento e súplica para consolo e segurança. Data O profeta coloca que ele profetizou durante os reinados de “Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá” (1.1). Alguns aceitam que o seu chamado para o ofício profético tenha sido feito no ano que o rei Uzias morreu, que foi em cerca de 740 a.C. (6.1,8). Entretanto, é provável que ele tenha começado durante a ultima década do reinado de Uzias. Por Isaías mencionar a morte do rei da Assíria, Senaqueribe, que morreu em cerca de 680 a.C. (37.37,38), ele deve ter sobrevivido a Ezequias por alguns anos. A tradição diz que Isaías foi martirizado durante o reinado de Manassés, filho de Ezequias. Muitos acreditam que a forma “serrados” em Hb 11.37 é uma referência à morte de Isaías. A primeira parte do livro pode ter sido escrita nos primeiros anos de Isaías, e os capítulos posteriores, após a sua retirada da vida pública. Se Isaías começa profetizando em cerca de 750 a.C., o seu ministério pode ter se sobreposto aos ministérios de Amós e Oséias em Israel, bem como o de Miquéias em Judá. Contexto Histórico Isaías profetizou no período mais crucial da história de Judá e Israel. Ambos os reinos do Norte e do Sul haviam experimentado cerca de meio século de poder e prosperidade crescentes. Israel, governado por Jeroboão e outros seis reis de menor importância, tinha sucumbido ao culto pagão; Judá, sob Uzias, Jotão e Ezequias, manteve uma conformidade exterior à ortodoxia, mas, gradualmente, caiu num sério declínio moral e espiritual (3.8-26). Lugares secretos de culto pagãos eram tolerados; o rico oprimia o pobre; as mulheres negligenciavam suas famílias na busca do prazer carnal; muitos dos sacerdotes e profetas tornaram-se bêbados que queriam agradar os homens (5.7-12,18-23; 22.12-14). Embora estivesse para vir mais um avivamento a Judá sob o rei Josias (640-609 a.C.), estava claro para Isaías que a aliança registrada por Moisés em Dt 30.11-20 havia sido tão inteiramente violada, que o cativeiro e o julgamento eram inevitáveis para Judá, assim como o era para Israel. Isaías entrou em seu ministério aproximadamente na época da fundação de Roma e dos primeiros Jogos Olímpicos dos gregos. As forças européias ainda não estavam preparadas para grandes conquistas, mas diversas potências asiáticas estavam olhando para além de suas fronteiras. A Assíria, particularmente, estava inclinada a conquistas ao sul e ao oeste. O profeta, que era um estudioso dos assuntos mundiais, podia ver que o conflito era iminente. A Assíria conquistou Samaria em 721 a.C.

Miquéias Autor: Miquéias Data: Entre 704 e 696 a.C. Miquéias foi contemporâneo de Isaías, no séc. VIII a.C. Ambos concentraram seu ministério no Reino do Sul, Judá, incluindo Samaria (Israel) e “as nações” no objetivo das suas profecias. Durante alguns anos, no começo da sua carreira, Miquéias foi, também, contemporâneo de Oséias, um profeta que morava no Reino do Norte. Miquéias viveu numa cidade localizada a cerca de 32 km a sudoeste de Jerusalém e profetizou principalmente naquela região. O Nome de Miquéias pressupõe uma semelhança com o Senhor: “Quem, ó Deus, é semelhante a Ti”. Miquéias era tão sincero e completamente comprometido, que ele até quis ir despojado e nu pra fazer com que sua mensagem fosse compreendida (1.8). A profecia de Miquéias produziu um impacto que se estendeu muito além do seu ministério local. Um século depois, sua profecia foi lembrada e citada (Jr 26.17-19), e acontecimentos ocorridos sete séculos mais tarde atestam a autenticidade da profecia de Miquéias (Mt 2.1-6; Jo 7.41-43). Data Miquéias profetizou, de acordo com sua própria declaração (1.1), durante os reinados dos reis do Sul, Jotão (740-731 a.C.), Acaz (731-716 a.C.), e Ezequias (716-686 a.C.). Visto que ele morreu durante a administração de Ezequias e antes da era que coincide em parte com Manassés (696-642 a.C.), uma data entre 704 e 696 a.C. parece ser provável. No período entre o início do reino dividido de Salomão (Israel ao Norte e Judá ao Sul) e a destruição do templo, muitos “altos” haviam sido introduzidos em Judá através da influência de Samaria. Isso colocou a idolatria dos cananeus em disputa com a verdadeira adoração no templo do Senhor (1.5). Miquéias mostra como essa degeneração espiritual levará inevitavelmente o julgamento sobre toda a terra. E, embora o rei Ezequias tenha tido uma notável vitória sobre Senaqueribe e o exercito assírio, Judá estava prestes a cair, a não se que a nação se voltasse para Deus, arrependendo-se de todo coração. Conteúdo O Livro de Mq é uma profecia acerca do Senhor, que não tem concorrentes no perdão dos pecados e na compaixão pelos pecadores. Sua fidelidade compassiva mantém um concerto com Abraão e seus descendentes. A “excelência do nome do Senhor” (5.4) está caracterizada, bem como a face do Senhor (3.4), seu louvor (2.9), seus caminhos (4.2), seus pensamentos (4.12), sua força (5.4), suas justiças (6.5; 7.9) e sua conseqüente ira (7.9) e furor (5.15; 7.18) contra todas as formas de rebelião moral. Na visão de abertura, o Senhor vem desde o templo da sua santidade, para ser testemunha contra o povo (1.2). O fator mais notável no manejo do Senhor da sua causa é quão fundo ele foi para apresentar sua contenda (6.2), até mesmo desejando sentar-se à mesa do réu e deixando seu povo levar qualquer queixa quanto ao modo que o Senhor Deus o tenha tratado (6.3). Além disso, aquele que verdadeiramente se arrepende terá o Senhor como seu advogado de defesa (7.9)

Enquanto a Babilônia ainda não era um poder mundial que podia permanecer independente da Assíria, o cativeiro babilônico (mais de um século depois) foi claramente predito como o julgamento de Deus contra a rebelião feita contra Ele (1.16; 2.3,10; 4.10; 7.13). Mas, assim como Isaías, colega de Miquéias, a esperança foi estendida pra um restante a ser restaurado, que seja desse cativeiro ou de um povo espiritualmente restaurado (a igreja) nos dias do Messias (2.12-13; 4.6-7; 5.3,7-8; 7.18). O Senhor libertaria o restante (2.12-13; 4.3-8,10; 5.9; 7.7) Miquéias tinha de censurar a liderança da nação por destruir o rebanho que lhes foi confiado. Entretanto, a grande compaixão de Deus colore cada uma das suas atitudes e ações em relação ao seu povo, representando-o como uma filha extraviada (1.13; 4.8,10,13), pois sua compaixão, que, uma vez, redimiu a Israel do Egito 96.4), irá também redimir Judá da babilônia (4.10). Sua fidelidade compassiva a Abraão e aos pais (7.20) é atualizada a cada nova geração. Essa mensagem está focalizada numa única pergunta central para toda a profecia: “Quem, ó Deus, é semelhante a Ti, que perdoas a iniqüidade e que Te esqueces da rebelião do restante da tua herança?” (7.18). A compaixão de Deus (7.18-19) é um atributo precioso a que nenhuma deidade pode se igualar. A compaixão e a fidelidade do concerto são exclusivas a Deus. A esperança do povo de viver sob a completa bênção de Deus estava ligada à vinda de Messias. Deus, em Seu amor, prevendo as glórias da Sua graça a ser manifesta em Jesus, manteve-se proclamando aquele Dia e reino futuros como o acontecimento no qual o fiel devia por sua esperança.

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