[user_registration_my_account]
Capítulo 12 de 18
Parte 12 de 17
Comunicações Mediúnicas Entre Vivos · Ernesto Bozzano
A última prova do poder de “Shamar” em preparar tais manifestações se deu há duas noites. Fiz uma sessão durante o dia, na qual “Shamar” me avisou que tentasse outra alta noite, porque queria fazer certas experiências. Assim fiz, e cerca das 12:30 da noite trouxe ela um amigo que, após haver declarado achar-se dormindo naquele instante, apressou-se a dar explicações sobre certo procedimento seu, que me havia parecido reprovável e eram explicações que eu nunca teria podido imaginar. De qualquer forma, não dei importância a essa comunicação mediúnica, mas na manhã seguinte recebi dele uma carta em que se justificava, dando exaustivas explicações, idênticas às que eu havia recebido mediunicamente na noite precedente. Diante de tais resultados, parece-me que as comunicações mediúnicas dos vivos imersos no sono constituem uma questão da mais alta importância para as pesquisas metapsíquicas.” Assim escreve a relatora, e esta sua última apreciação está plenamente justificada.
As comunicações mediúnicas entre vivos constituem de fato uma das questões mais interessantes e sugestivas que surgem no campo das pesquisas metapsíquicas, porque com tais comunicações é dado chegar-se à certeza científica sobre o fato capital da possibilidade do eu integral subconsciente ou, em outros termos, o espírito humano entrar em relação com outros espíritos de vivos, quer mediunicamente, quer telepaticamente, ora separando-se temporariamente do seu próprio corpo somático (bilocação), ora se comunicando e conversando telepaticamente a distância, desde que haja a “relação psíquica”. Todas as circunstâncias que concorrem para fornecer prova da independência do espírito humano quanto ao organismo corpóreo demonstram que se o espírito pode passar algum tempo sem o mesmo organismo, também deve poder passar sempre sem ele, depois da morte. Além disso, pela lei da analogia, demonstram essas circunstâncias que a existência das comunicações mediúnicas
com o espírito dos mortos é mais do que provável, pois que uma vez conseguida a certeza científica da realidade das manifestações dos vivos, com as conseqüências teóricas que dela resultam, então as manifestações correspondentes, em tudo idênticas, dos mortos se tornam o complemento natural das primeiras, salvo sempre a cláusula de que o morto comunicante demonstre a sua própria identidade pessoal, fornecendo a seu respeito informações suficientes do mesmo modo que as fornecem os espíritos dos vivos. Tudo isto, em tese geral. No caso em referência, observe-se que a afirmação de “Shamar”, segundo a qual é por sua iniciativa que se manifestam espíritos de vivos, se mostra justificada pelo seguinte: – Em primeiro lugar, porque, segundo regra científica, não é possível isolar um episódio para analisá-lo separadamente e nessa base estabelecer conclusões gerais, mas deve-se considerálo em relação com o conjunto das manifestações em que se acha integrado, pois só desta maneira pode-se ajuizar ponderadamente sobre a sua gênese.
Assim, neste caso, deve-se levar em conta as seguintes circunstâncias: Que sob os auspícios da entidade “Shamar” foram obtidas notáveis provas de identificação espírita, e que a mesma entidade se demonstrou verdadeira em suas promessas e, assim sendo, não se sabe por que deixaria de ser sincera e leal quando anuncia a intenção de levar às sessões espíritos de vivos. – Em segundo lugar, não se deve esquecer de que, a cada manifestação de personalidade de um vivo, “Shamar” o anunciava com antecedência, avisando que era preciso fazer a sessão em alta hora da noite para aproveitar o sono do vivo, coisa racional na hipótese que defendemos, ao passo que, de outro ponto de vista, isso demonstra a existência de uma vontade extrínseca que dispõe as coisas para o êxito. Em suma, se no caso exposto não existissem provas diretas a favor do auxílio prestado por uma entidade espiritual às dos vivos comunicantes, existem provas indiretas suficientes para levar em consideração as afirmativas de “Shamar”, que nada têm
de inverossímil, tanto mais se se consideram as provas em relação com os casos pertencentes ao segundo grupo das manifestações que examinamos, nas quais, como já se disse, a intervenção de uma entidade espiritual nas comunicações dos vivos parece muito real, como se verá dentro em pouco. Caso 28 – A célebre escritora inglesa Florence Marryat, dotada de notáveis faculdades mediúnicas, fez numerosas experiências de manifestações de vivos. Tomo o episódio seguinte de seu livro There is no death, pág. 36, no qual ela própria serviu de médium para as experiências de outrem. Havendo-se mudado, com o seu filhinho, para beira-mar, para uma estação de banhos, seus companheiros de experiências em Londres, os Srs. Helmore e Colnaghi continuaram as sessões e numa delas deu-se o caso em questão.
Eis a sua narrativa: “Numa noite de quinta-feira os Srs. Colnaghi e Helmore, reunidos em sessão, quando discutiam sobre a possibilidade de se comunicarem com os espíritos de vivos, ouviram, na mesinha, três golpes que afirmavam a possibilidade, golpes que atribuíram a “Charlie”, o “guia espiritual” das sessões. – “Charlie”, pois que é possível, poderia trazer-nos algum espírito de vivo? – Fá-lo-ei com prazer. – Quem trará? – A Sra. Florence Marryat. – E levará muito tempo? – Quinze minutos. Naquele momento eu dormia. Meus amigos me disseram que esperavam impacientes o resultado da experiência. Transcorreram exatamente quinze minutos e a mesinha começou a agitar-se, ditando as seguintes palavras: “Sou Florence Marryat. Por que me chamaram?” Procuraram desculpar-se e eu soube que estava muito agitada, repetindo insistentemente: “Deixem-me voltar para casa. Um grave perigo ameaça meu pequerrucho. Devo voltar para junto dele.” Tais palavras causaram grande impressão aos meus
amigos e, no dia seguinte, o Sr. Helmore escreveu-me perguntando cautelosamente se tudo ia bem em minha família, mas sem especificar coisa alguma. Aconteceu que na manhã de sexta-feira, ou seja, no dia seguinte ao da sessão de Londres, meus sete filhos com as suas amas se achavam numa pequena estalagem, quando meu cunhado, o Dr. Henrique Norris, que voltava com os voluntários de tiro ao alvo, entrou na casa e, quando ensinava tiro aos meninos, disparou inesperadamente na direção deles e a bala entrou na parede, dois dedos acima da cabeça de minha filha maior, que estava sentada. Quando contei o caso ao Sr. Helmore, respondeu ele com a narrativa da experiência de Londres e reproduziu as palavras por mim proferidas. Eu me pergunto: “Como poderia saber com antecedência o que deveria acontecer na manhã seguinte? Se não era eu quem o sabia em sonho, devia sabê-lo “Charlie”.” No caso exposto, a probabilidade de que “Charlie” tenha sido o agente determinante da manifestação da Sra. Marryat se depreende da circunstância de que foi precisamente ele quem levou à sessão o espírito da referida senhora.
Depreende-se, ademais, do fato de que “Charlie”, em outras circunstâncias (ver o caso 28) se encarregara de transmitir em pessoa mensagens de um círculo de experimentadores a outro, com a particularidade importante de que os dois grupos não realizavam ao mesmo tempo as suas sessões, mas em dias diferentes, condições de experiência que demonstram a impossibilidade da manifestação direta de um ser vivo, nem de uma transmissão telepática. Como se viu, há aqui um caso premonitório, mais notável porque se referia a um infeliz acidente, rigorosamente imprevisível. Como já disse em meu volume sobre os Fenômenos premonitórios, nada de mais notável que o eu integral subconsciente da própria Sra. Marryat previsse o perigo que ameaçava um dos seus filhos, pois numerosos fatos de tal natureza provam a possibilidade, ainda que pareça misteriosa e inconcebível à nossa mente, circunscrita e obumbrada pelos laços materiais.
Caso 29 – Figura na mesma obra da Sra. Marryat (pág. 42), a qual assim escreve: “O meu velho amigo, ainda vivo, cujo espírito se manifestou a mim em sonho, pela mediunidade da Sra. Fitzgerald, perdera uma irmã a quem queria muito, porém, como tal houvesse acontecido antes de nos conhecermos, eu ignorava tudo a respeito da mesma, exceto o nome. Certa noite se manifestou, tiptologicamente, uma entidade que me deu o nome da irmã de meu amigo, escrevendo o seguinte: – Meu irmão regressou à Inglaterra e deseja saber o seu endereço. Escreva-lhe para o Clube de Leamington, dizendo-lhe o dia em que poderá recebê-lo. Respondi: – Seu irmão não me escreve há oito anos, o que prova que já me esqueceu. Não quero ser a primeira a reatar nossas relações, sem a certeza de que ele também o queira. – Ele não a esqueceu e continua a interessar-se por sua pessoa, de quem se lembra nas suas preces. Deseja vivamente tornar a vê-la. – Farei o que deseja, mas na base de uma comunicação mediúnica, não me decido.
Se quiser renovar nossa velha amizade, que me escreva primeiro. – Porém ele não sabe o seu endereço, e eu não posso entrar em relação com ele. – Meu nome é bem conhecido, e se ele quiser, ser-lhe-á fácil achar o meu domicílio. O espírito comunicante pareceu refletir um momento, e escreveu: – Espera, vou ver se o faço vir, e então se explicará. Pouco depois a mesinha voltou a mover-se, porém de modo diferente, ditando o nome de meu velho amigo. Deu bastantes detalhes para se ver que se tratava dele mesmo e a seguir escreveu: – “Apesar dos anos que nos separaram, o tempo não apagou as recordações do passado. Não tenho
deixado de lembrar-me de sua pessoa, em quem pensava nas minhas preces, supondo que aí fazia o mesmo. Confirmo o que lhe disse minha irmã, pois desejo vivamente ter notícias suas”. Não obstante a aparente ingenuidade da mensagem, minha teimosia não me permitia escrever-lhe, porém, em noites consecutivas, a irmã insistiu e eu resolvi agradá-la. Escrevi para o Clube de Leamington e pela volta do correio recebi a resposta, com natural espanto, ao ver que a carta do meu amigo começava com as mesmas palavras do parágrafo que me havia ditado mediunicamente. Ante tal resultado, pergunto ao Sr. Stuart Cumberland, como a tantos outros sábios, que me expliquem quem foi a entidade mediúnica que se manifestou dez dias antes, para ditar-me, palavra por palavra, uma frase que não podia estar ainda formulada no cérebro de meu amigo, pois ele não havia ainda recebido a minha carta.
Estou sempre pronta a acolher toda explicação racional que os sábios me dêem sobre os fatos; porém, no momento, creio firmemente que não há no mundo quem seja capaz de demonstrar-me, de maneira natural e convincente, que o fato supra citado seja devido a um fenômeno de “cerebração inconsciente.” Não me parece que a Sra. Marryat só tenha uma, mas cem razões para não admitir que fatos de tal natureza possam explicar-se com a hipótese da “cerebração inconsciente” em voga naquela época. Depois, outras hipóteses foram formuladas para explicar tais casos, a começar pela “telepatia”, para terminar na recente “criptestesia”, porém se tais hipóteses têm a sua razão de ser, isto não impede que do ponto de vista explicativo das comunicações mediúnicas com os vivos e com os mortos, se mostrem impotentes. Observo finalmente, que até para o caso exposto as maiores possibilidades são para a hipótese segundo a qual o espírito da irmã morta foi realmente o agente que levou à sessão o espírito do irmão vivo. Tenha-se em conta que, antes da manifestação deste, o espírito da irmã havia transmitido à Sra. Marryat o seu
domicílio exato, circunstância verídica e importante que se traduz numa boa prova a favor da identidade pessoal do dito espírito, e como o propósito de conduzir à sessão o espírito do vivo não fora premeditado, mas em conseqüência da negativa daquela senhora em atender ao seu pedido de escrever-lhe, tudo isto mais não faz que consolidar a hipótese indicada, pois se a manifestação em referência foi determinada por uma imprevista decisão do momento, da qual havia de excluir-se a vontade da Sra. Marryat e a do vivo comunicante, mais não resta senão atribuir o fenômeno à vontade do espírito que se afirmava presente, como responsável pelo desenvolvimento dos fatos.
Passando a tratar de episódios do segundo grupo das manifestações em exame, devo fazer notar que se pelas aparências exteriores tais episódios pertençam ainda à categoria das comunicações mediúnicas entre vivos, na realidade não se mostram tais, porquanto nelas já não se trata de duas ou mais personalidades vivas que conversam entre si, quer telepaticamente, quer por intervenção da personalidade espiritual de um deles, mas que se trata de duas pessoas ou de dois grupos de pessoas que se comunicam mediunicamente a distância, por meio de uma entidade espiritual que se faz de mensageiro entre ditos grupos ou pessoas. Assim sendo, claro é que os fenômenos de tal natureza possam ainda ser considerados como pertencentes à categoria das comunicações mediúnicas entre vivos quando não se demonstrou realmente a sua gênese espírita, pois se a isto se chegasse um dia, então deveriam classificar-se entre as manifestações de mortos, faltando nelas a característica essencial nas comunicações entre vivos, que é a comunicação direta entre duas personalidades espirituais encarnadas. Caso 30 – Aparece na Revue Scientifique et Morale du Spiritisme, 1909, págs. 6/11 e 39/47. O Coronel Collet refere uma longa série de interessantes experiências mediúnicas, obtidas em seu seio familiar por intermédio da tiptologia, entre as quais se encontram algumas da natureza aqui considerada. Escreve ele:
“A fim de conferir caráter científico a nossas experiências, registramo-las escrupulosamente, anotando-lhes os resultados, tanto positivos como negativos. Durante certa viagem, tentamos algumas experiências de “telegrafia sem fio”, prestando-se a ela “Rupont”, nosso “guia espiritual”, com resultados medíocres. Sexta-feira, 6 de setembro de 1907, eu e a minha esposa nos encontrávamos em Constança. Pela noite, no hotel, recordamos que, naquele dia e hora, em Nancy, nossos amigos, o casal C. F., faziam a sua sessão semanal, pelo que resolvemos enviar-lhes uma mensagem tiptológica. Na falta de um tripé, servimo-nos de uma cadeira. Não tardou a manifestar-se “Rupont”, que nos informou que na casa do casal C. F. se achavam cinco pessoas reunidas e que a sessão já havia começado. O número de cinco nos surpreendeu, porque, com a nossa partida, o número de componentes do grupo se havia reduzido a quatro. Devido à incomodidade do nosso aparelho tiptológico, não pedimos explicações e nos limitamos a pedir a “Rupont” que transmitisse àqueles amigos uma saudação firmada com o meu nome: Collet.
Quando, nos princípios de outubro, voltamos para Nancy, o casal C. F. nos disse: “Durante vossa ausência recebemos uma mensagem curiosa assim concebida: “Pensamos sempre em vós. Saudações afetuosas a cada um. Collet em Bon...” Esta última palavra não foi terminada, porém não podia significar “Bondy”, aonde pretendia ir, pois os julgávamos na Suíça. O agente misterioso não se deu a conhecer”. Pois bem, tais palavras eram a expressão exata, mas concisa, da nossa mensagem enviada de Constança e, comparando as notas tomadas de uma e outra parte, verificou-se a perfeita concordância do dia e hora, como a presença de cinco pessoas, e não de quatro, na sessão. Quanto à palavra inacabada – Bon... – certamente que representava o começo da palavra Constança, em que a letra B foi registrada erradamente em lugar da letra C, sua vizinha.
Não indica tudo isto a ação inteligente, voluntária e livre de um ser consciente, que só poderia ser um “espírito”? Tivemos, porém, ainda outra surpresa. Regressados a Nancy, de Paris, última etapa da nossa viagem, encontramos na rua o Sr. R., o qual se mostrou surpreso ao ver-nos, e perguntou: – Já de volta? Vosso genro não os esperava antes de domingo! – Chegamos ontem à noite, 10 de outubro. Voltamos uns dias antes do combinado. – Pois isto é extraordinário. Há um mês, minha filha assistiu a uma sessão em casa da Sra. M. N., durante a qual se perguntou a “Rupont” em que dia regressariam a Nancy e ele respondeu: “Quinta-feira, 10 de outubro”, e a predição se realizou. Fui à casa da Sra. M. N., que me fez ler a ata da sessão de 7 de setembro, na qual o incidente em questão se achava narrado nos seguintes termos: “Pedimos a “Rupont” para dizer em que dia o casal Collet estaria de regresso a Nancy, ao que respondeu: “Em 10 de outubro, que cai numa quintafeira”.
Na próxima sessão em casa da Sra. M. N., perguntei a “Rupont”: – Conhece, então, o futuro? – Só Deus o conhece. Não fiz outra coisa senão sugerir à Sra. Collet a idéia de regressar a Nancy a 10 de outubro e isso a fim de que se realizasse a minha predição. – Quando e onde a sugestionaste em tal sentido? – Achava-se ela na casa do Comandante F. na rua Lécluse, na noite de 9 de outubro. Pois bem, verdade é que nos encontrávamos na casa do referido militar, que, cumprimentando-nos, perguntou a minha esposa: – Quando voltaremos a ver-nos?
– Somos esperados em Nancy no próximo domingo, porém, neste momento, estou pensando que será melhor partirmos amanhã mesmo, pois o bom tempo já não deve durar muito, de modo que nos despedimos. Tão imprevista decisão de minha esposa não deixou de surpreender-me, porém, pensando bem, me pareceu razoável. Tal incidente absolutamente certo, unido a outros análogos, por nós obtidos, não indica a existência de uma influência extrínseca, inteligente e voluntária, capaz de sugestionar nossa mente para o bem ou para o mal? Os pensadores de todos os tempos se referem com freqüência a tal possibilidade e observo que, com a mesma, poderia explicar-se a gênese de certas induções misteriosas, de certos impulsos súbitos, como de tantas inspirações geniais que a psicofisiologia materialista não chegará a elucidar nunca, por esforçar-se em sustentar hipóteses gratuitas e inverossímeis.
A 30 de março de 1908 eu me encontrava em Nice, com minha esposa, e na hora aproximada àquela em que se realizava a sessão em Nancy, na casa do casal M. N., sentamo-nos ao redor de uma mesinha encontrada no hotel e logo “Rupont” nos ditou o seguinte comunicado: “Pensamos em vós. Quando voltareis?” (firmado M. N. e C. N.). Pedimos a “Rupont” que transmitisse a seguinte resposta: “Voltaremos na quarta-feira.” Poucos minutos depois, “Rupont” se manifestou de novo, ditando as seguintes palavras: “Não pude transmitir a resposta, porque o casal M. N. já havia terminado a sessão.” Em nossa volta a Nancy pudemos verificar que a mensagem do casal M. N. havia sido corretamente transmitida a nós, mas que a nossa resposta não chegara ao seu destino, pois que os meus amigos haviam suspendido a sessão logo após haverem encarregado “Rupont” de transmitir a mensagem. A experiência, pois, foi magnífica.
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.