[user_registration_my_account]
Capítulo 10 de 18
Parte 10 de 17
Comunicações Mediúnicas Entre Vivos · Ernesto Bozzano
episódio em exame não é explicável pela hipótese da transmissão do pensamento. Faço ponto na ampla enumeração de experiências de William Stead, em que perseverou muitos anos, não com o propósito de indagar a fundo as manifestações dos vivos, e sim com o fim de empregá-las utilmente, como se houvesse se servido do telefone. Do ponto de vista metapsíquico, tal sistema de comunicações supranormais lhe eram familiares até o ponto em que os fenômenos não o interessavam em si, mas quando havia erros de transmissão para estudar as suas causas. E, a propósito, escrevia: “Estou tão habituado a usar minhas faculdades para as necessidades ordinárias da vida, em seu aspecto civil, que uma comunicação verídica é para mim natural. O que me interessa são os erros de transmissão, porque põem à prova o meu discernimento.” É supérfluo acrescentar que com os outros pesquisadores acontece o mesmo, pois os fenômenos de tal natureza dizem quanto falta saber sobre os poderes ocultos do espírito humano.
Ademais, prestam-se os ditos erros a corrigir a tendência de muitos pesquisadores espiritualistas, propensos a considerar as comunicações mediúnicas como funções dos “espíritos desencarnados”, como se o homem não fosse “espírito” até depois de sua morte. Finalmente, confirmo o meu ponto de vista de que, para resolver o grande problema da sobrevivência do espírito humano desencarnado, o melhor método é o de estudar os poderes do espírito humano encarnado. Na base de tal critério, temos podido afirmar que o estudo dos episódios pertencentes ao presente subgrupo, nos quais as comunicações mediúnicas entre vivos são obtidas por expressa vontade do médium, episódios que aparentemente subministravam bom argumento aos contraditores da hipótese espírita, se volta contra o dito argumento, demonstrando que em tais circunstâncias, longe de tratar-se de um fenômeno de “clarividência telepática” ou de “telestesia”, trata-se de verdadeiras conversas entre duas personalidades espirituais subconscientes.
Tal demonstração altera completamente os termos do problema, transformando as comunicações mediúnicas entre vivos em excelentes provas a favor da genuinidade das comunicações mediúnicas dos mortos, pois que, com uma investigação profunda das manifestações dos vivos, demonstram que não existem faculdades subconscientes capazes de selecionar à distância detalhes na subconsciência de outrem, e menos ainda de fazê-lo sem limites de tempo, espaço e condição, porém que, ficando demonstrado, nas comunicações dos vivos, que são eles mesmos que comunicam os seus dados pessoais para identificarse, então se deve reconhecer que, em iguais casos com os mortos, são eles próprios que proporcionam os detalhes de sua identificação e não o médium, no exercício de suas faculdades supranormais, quem os capta e os seleciona onde quer que seja.
De outro ponto de vista, poder-me-iam objetar que o fato em si, de que as comunicações mediúnicas entre vivos se realizam em forma de conversa entre duas personalidades subconscientes, não exclui que os médiuns possam igualmente obter de terceira pessoa afastada, da mesma forma, os detalhes que subministram em nome do pretenso espírito do morto, objeção que parece legítima, porém que praticamente não se conta, pois não existem experiências que a confirmem. Na realidade, a escrita automática proporciona unicamente exemplos de personalidades de vivos que se expressam na primeira pessoa, com detalhes pessoais. É certo que isto não inclui a possibilidade teórica de interrogar as mesmas até sobre dados de terceiras pessoas, vivas ou mortas, porém é igualmente em tais condições que o automatismo psicográfico, enquanto é automatismo, deveria transmitir inevitavelmente as respostas obtidas da personalidade informadora do vivo distante, como ocorre em todos os exemplos citados e, em conseqüência, apontar a origem “telemnésica” dos citados episódios de identificação espírita. Uma vez demonstrado que as comunicações mediúnicas entre vivos consiste em conversas entre duas personalidades espirituais subconscientes, fica inutilizada a melhor arma dos adversários.
Isto assentado, força é concluir que, nas comunicações mediúnicas de que se trata existem três categorias bem distintas: A primeira consiste nos chamados fenômenos de mistificação subconsciente, nos quais a faculdade supranormal do sensitivo não chega a superar o obstáculo interposto em cada mensagem mediúnica pelo “extrato onírico” da subconsciência, determinando-se assim, uma ação de sonho, que se desenvolve segundo a direção do pensamento do consulente ou do estado de ânimo do médium, em cujo caso a falsa personificação sonambúlico-hipnótica é facilmente reconhecível, tanto que o médium não se acha em situação de representá-la mais que com os elementos informativos por ele conhecidos e alguma vez com os dos consulentes (leitura do pensamento). A segunda categoria consiste nas comunicações mediúnicas entre vivos, cuja natureza é facilmente reconhecível, enquanto a personalidade do vivo comunicante revela espontaneamente a sua personalidade e fornece dados de identificação, exclusivamente seus.
Finalmente, a terceira categoria consiste nas comunicações mediúnicas com os mortos, em favor das quais deve ser observado que, de um ponto de vista rigorosamente científico, só as coisas em que a personalidade comunicante proporciona dados ignorados de todos os presentes podem assumir o valor de identificação espírita, ao passo que a prova crucial se obtém quando os dados fornecidos só sejam conhecidos de pessoas distantes desconhecidas do médium e dos presentes, prova que se deve considerar crucial, tendo em vista que a lei imprescindível da “relação psíquica” não permite admitir que possam se dar comunicações mediúnicas com pessoas afastadas desconhecidas do médium e dos presentes, salvo por meio de um objeto largamente usado pela pessoa distante, com a qual se desejaria entrar em comunicação (psicometria). Não ignoro que existem críticos dispostos a passar por cima da lei da “relação psíquica” para assim fantasiarem livremente, até conceder onisciência divina à subconsciência humana, porém, como, segundo o critério da análise comparada dos fatos, tais elucubrações arbitrárias se situam fora da órbita científica,
devem ser excluídas inexoravelmente, em honra à Verdade, na expectativa de que esses opositores cheguem a produzir algum rudimento de prova em apoio das suas fantasias. Subgrupo D Mensagens transmitidas por vontade expressa de pessoa distante No presente subgrupo são estudados episódios que, pela sua gênese, se mostram diametralmente opostos aos do subgrupo precedente, ou seja, em lugar de ser o médium que se propôs entrar em relação com a subconsciência de pessoas distantes, aqui são estas que querem entrar em relação com a subconsciência do médium. Estes casos formam o complemento necessário dos enumerados na primeira categoria deste trabalho, na qual se consideram as mensagens experimentais em que o agente e o percipiente “se acham na mesma casa”. Aqui, ao contrário, se consideram as mensagens experimentais de natureza análoga, porém transmitidas a distância. Saliento que as transmissões telepáticas mediúnicas a distância entre pessoas vivas nas quais o agente se acha em estado de vigília, se mostram bem raras, ao passo que são relativamente freqüentes na condição de sono manifesto ou disfarçado do agente.
De todos os modos, faço notar que as comunicações transmitidas ao médium pela vontade consciente de uma pessoa próxima ou afastada diferem grandemente daquelas transmitidas ao médium pela vontade subconsciente de uma pessoa em estado de sono manifesto ou disfarçado, pois, no primeiro caso, trata-se limitadamente de uma transmissão telepático-mediúnica e, portanto, de uma mensagem simples e pura, que não assume o caráter de diálogo, ao passo que, no segundo caso, as manifestações assumem com freqüência esse caráter e, quando o fazem significa que não se trata de uma transmissão telepáticomediúnica e sim de uma conversa verdadeira entre duas personalidades espirituais subconscientes, a não ser que se trate
de uma mensagem de vivo transmitida com o auxílio de uma entidade espiritual, casos que examinaremos no subgrupo F. O significado teórico dos casos em exame se mostra nitidamente favorável à hipótese espírita, pois deles se pode inferir que, se a vontade consciente de um “espírito de vivo” opera à distância sobre a mão de um médium psicógrafo até poder ditar-lhe o próprio pensamento, nada se opõe a que a vontade consciente de um “espírito de morto” chegue, por sua vez, a operar de forma semelhante. E, como das comunicações entre vivos é dado comprovar a realidade integral do fenômeno, interrogando as pessoas colocadas “nos dois extremos de um fio transmissor” se depreende que, quando “no outro extremo do fio” se acha uma entidade afirmando ser um “espírito de morto” e o prova dando detalhes pessoais ignorados do médium e dos presentes, pode-se legitimamente inferir que “no outro extremo do fio” deva encontrar-se a entidade de morto que se afirma presente.
Isto dito, passo à exposição dos casos que, como afirmei, se verificam raramente na modalidade aqui examinada, tanto que só disponho de três deles e assim mesmo dois deficientes. No livro de Aksakof, Animismo e Espiritismo, são citados outros três casos em tudo análogos aos aqui relatados, salvo a particularidade de que as mensagens mediúnicas entre vivos foram obtidas com o auxílio de uma entidade espiritual intermediária. Ora, tal particularidade pode ou não ser certa, mas constitui uma variante que se tem de levar em consideração, coisa que faremos no estudo do subgrupo F. Caso 20 – Assim foi publicado em Light (1893, pág. 464). O diretor da revista Constancia, de Buenos Aires, escreve: “O Sr. Horácio Catucci era membro de um círculo experimental existente na cidade de Paplanta, Estado de Vera-Cruz. Teve de transferir sua moradia para Jalapa- Enriquez, mas não deixou de dedicar-se a pesquisas psíquicas. Certa noite, quando conversava com um seu companheiro de pesquisas, o Sr. C. G. lembrou-se de que,
naquele dia e hora, os seus amigos de Vera-Cruz se achariam reunidos em sessão e teve a idéia de tentar uma experiência. Pediu ao amigo que o deixasse a sós, escreveu uma linha e procurou transmiti-la telepaticamente aos seus amigos de Vera-Cruz, concentrando, para tal fim, toda a sua vontade. O Sr. E. M., presidente do grupo de Vera-Cruz, costumava enviar semanalmente ao autor da redação umas notas do ocorrido em suas sessões e, quando enviou aquela que coincidia com a experiência do Sr. Catucci, leu este o seguinte trecho: “Tudo ia bem, porém pouco faltou para intrometer-se um espírito mistificador, que procurou enganar-nos, transmitindo-nos uma mensagem firmada nada menos que por você que está tão vivo quanto eu. Envio-lhe uma cópia do que nos disse (Anexo nº 3), para que se divirta, lendo-a”. A referida cópia continha a reprodução exata da comunicação transmitida pelo Sr. Catucci.”
No caso exposto, mostra-se interessante a circunstância de haver o agente se concentrado e identificado com a experiência, a ponto de ter a visão subjetiva dos amigos distantes, reunidos em sessão, bem como a sensação de agir em pessoa sobre a mesa, transmitindo telepaticamente a sua mensagem. Em tais condições de concentração psíquica e na falta de informes suplementares, impossível é decidir se se tratava de pura visão alucinatória ou de uma legítima visão clarividente ou ainda de um autêntico fenômeno de “bilocação”, pois que as condições de intensa concentração da vontade são igualmente propícias à manifestação das três categorias dos fenômenos indicados. Caso 21 – Tomo-o do livro de Sarah Underwood, Automatic or Spiritual Writing (págs. 281-282), livro dos melhores até agora publicado sobre as revelações mediúnicas. Escreve uma amiga a Sarah Underwood:
“Li com prazer o artigo na Arena, do Prof. Underwood, no qual descreve a sua escrita automática. Tal fenômeno já se deu comigo, mas sem nenhum sofrimento físico. Também a minha irmã teve, certo tempo, a dita faculdade, que diminuiu lentamente, até desaparecer. No breve período de sua mediunidade escrevente, achava-se ela como mestra-escola, longe de casa, o que me desgostava. Ao voltar para umas breves férias, eu lhe disse: “Quando você voltar, vamos ver se podemos comunicar-nos por meio da escrita automática”. E combinamos tentar a coisa, em certo dia e hora de cada semana. Cada uma devia escrever a sua mensagem e esperar a respectiva resposta. Três de suas mensagens foram fielmente recebidas por mim, mas notavam-se palavras que não correspondiam, pelo seu significado, pois não eram as que haviam sido transmitidas. Também se notavam variantes sutilíssimas no desenvolvimento de pensamento idêntico. Minha mente e minha vontade não entravam, de forma alguma, no processo da escrita, a qual correria desembaraçada e era absolutamente automática.
Minha irmã, ao contrário, só recebeu uma das sete mensagens enviadas, provavelmente porque o ambiente em que se encontrava não era favorável a tais experiências...” O caso citado seria interessante se houvesse sido narrado com todos os pormenores. Assim como está, não oferece bases seguras para argumentações teóricas e, portanto, só serve como exemplo de correspondência mediúnica entre vivos, com desenvolvimento recíproco. Caso 22 – A Sra. Fred. Maturin, autora do interessante livro de revelações mediúnicas Rachel Conforted, no qual estão reunidas mensagens recebidas de seu falecido filho, com o auxílio de sua própria mediunidade, narra o seguinte episódio: “Durante os anos em que me comunicava mediunicamente com o meu filho “Sunny”, conforme mensagens por mim reunidas no livro Rachel Conforted, aconteceu certo dia que, quando estava sentada diante da mesa com minha amiga,
posta a mão sobre a prancheta e conversando com ele, aconteceu o seguinte fato, o qual, junto ao outro do menino “Ciril”, que se havia apoderado da prancheta e não queria deixá-la, foram os únicos casos de interferência espírita ocorridos durante as nossas experiências. Certo dia, durante a guerra anglo-bôer, eu e minha amiga tínhamos as mãos sobre a prancheta e conversávamos com “Sunny”, quando inesperadamente notamos que outra personalidade se havia apossado do aparelho, com brusca mudança de caligrafia e movimentos. O incidente se deu na metade de uma frase que “Sunny” ditava, interrompida que foi por um salto violento da prancheta, ao que se seguiu uma breve pausa, para continuar com esta palavra ditada três vezes, em amplos caracteres: “Madrinha! Madrinha! Madrinha!” Fiquei muito impressionada, pois tais palavras me indicavam quem era a entidade comunicante. Era com este nome que certa parente minha costumava chamar-me. Não a via há meses e sabia que se achava no continente, como sabia que seu filho estava combatendo na África do Sul.
Naquela ocasião era ainda novata nas investigações espíritas, motivo pelo qual supus que havia ela falecido. Procurei dirigir-lhe algumas perguntas, mas não obtive mais que a tríplice repetição da palavra “Madrinha” e o meu “Sunny” pôde retomar a conversa interrompida. Escrevi, na mesma noite, à minha parente, relatando o fato ocorrido, com o dia e a hora, porém, como temia que houvesse morrido, dirigi a carta ao seu marido. Recebi resposta da pretensa desencarnada, que me comunicava estar viva e que, no dia e hora indicados, se achava presa de grande ansiedade pela falta de notícias de seu filho. Pensara então em mim, com a idéia de que eu fosse ao Ministério da Guerra, a fim de saber notícias. (Acrescento, entre parênteses, que o filho voltou vivo da guerra). Parece-me, pois, que o caso exposto se mostra um exemplo interessante de um espírito encarnado, que transmite uma mensagem mediúnica a distância.”
O detalhe mais interessante deste episódio se contém nesta observação da narradora: “Pouco a pouco meu “Sunny” vencia a influência adversa e perguntava: “Mas, mamãe, o que se passa?” Ao que parece não via ele o espírito intruso. Tal observação é teoricamente importantíssima pelas seguintes razões: O Prof. Hyslop, baseando-se em suas próprias experiências, sustentava a tese de que certos erros aparentes, certas confusões, certas incoerências, quando ocorriam nas comunicações mediúnicas e, sobretudo, certas intrusões de acidentes completamente estranhos à personalidade do morto comunicante, eram presumivelmente devidas a imprevistas ingerências de outras entidades desencarnadas, que se davam sem que de tal se inteirasse o morto comunicante. E a eficácia demonstrativa da suposição se fundava exclusivamente nesta circunstância: a de que o espírito comunicante não se apercebia de que, naquele momento, outro espírito se interpunha, determinando a grande incoerência de frases e de fatos na comunicação em curso.
O Prof. Hyslop o afirmava na base de experiências suas, mas quem poderia aceitar tal explicação, que, além de parecer gratuita, não era cientificamente confirmável? Compreende-se bem que a afirmativa de Hyslop não fosse levada em consideração. Ora, o incidente acima referido contém um exemplo de comunicações mediúnicas entre vivos capaz de confirmar experimentalmente a hipótese do Prof. Hyslop, levando-se em conta que desta vez não se trata de uma interferência não verificável do além-túmulo, mas verificável aquém-túmulo. E, de fato, viu-se que foi logo esclarecida e apontada a origem da referida interferência. Segue-se daí que desta vez foi possível adquirir-se a certeza experimental de que, em uma comunicação mediúnica legitimamente espírita, ocorreu um incidente também legítimo de interferência perturbadora da comunicação em curso, interferência esta que, absolutamente, não consistia num “romance subliminal”, mas que tinha indubitavelmente sua origem na vontade expressa de um espírito de vivo. Ao mesmo tempo se observa que o espírito do morto comunicante não tinha consciência do que estava acontecendo;
percebeu apenas que se levantava para ele uma dificuldade repentina e inexplicável de se comunicar mediunicamente com o mundo dos vivos, precisamente como afirmava o Prof. Hyslop. Segue-se que tal confirmação experimental inesperada de uma hipótese tida por gratuita e inverossímil se transforma em um triunfo da perspicácia indutiva de quem a propugnava, e uma preciosa conquista para o progresso ulterior das pesquisas metapsíquicas, pois, ao reconhecer tal possibilidade, resolve-se um dos mais perturbadores problemas em relação à origem espírita das comunicações mediúnicas. Compreende-se que um só exemplo não basta para provar a hipótese, mas não impede isto que seja notado um primeiro caso, pois orienta os trabalhos de outros pesquisadores. Quanto às causas presumíveis que fazem um espírito comunicante ignorar a presença de outro que procura servir-se simultaneamente do mesmo médium, já não é de urgência teórica a sua elucidação.
É lícito, porém, presumir que isto aconteça porque as comunicações mediúnicas não implicam quase a “incorporação” temporal do “espírito” no médium, podendo se dar o caso de uma transmissão telepática do pensamento do primeiro, ao órgão cerebral do segundo. Isto posto, compreende-se que se um espírito estranho, percebendo a presença de um médium, possa servir-se dele para transmitir aos vivos uma mensagem sua (provavelmente ignorando, por sua vez, que outro se serve do mesmo naquele momento), pode fazê-lo sem que o outro comunicante note a sua presença, sentindo apenas uma repentina e inexplicável dificuldade em transmitir o seu próprio pensamento, dificuldade esta proveniente da interferência de suas vibrações psíquicas pessoais com outras vibrações estranhas. Subgrupo E Casos de transição no momento da morte ou na agonia Antes de tratar do grupo em que se consideram as comunicações entre vivos, que aparecem efetivamente
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.