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Capítulo 4 de 24

Profecias de Guerras — parte 2 de 12

Guerras e Profecias · Ernesto Bozzano

CASO IV – Essas outras citações proféticas ainda extraídas de mensagens mediúnicas, embora não resultem teoricamente importantes quanto ao referido caso, parecem merecedoras de serem consideradas, não apenas pela fonte irrepreensível da qual emanam, mas pela circunstância de que das próprias citações, consideradas em união a tantas outras analogias, surge um dado de fato interessante. É que nos anos anteriores à guerra foram muitas as personalidades mediúnicas que profetizaram aos viventes a terrível calamidade que pairava sobre o mundo civil; fato mais interessante pois que sempre acontecia espontaneamente; vale a pena dizer que os experimentadores nem sequer pensavam em interrogar as personalidades comunicantes acerca do futuro, e muito menos pensavam na possibilidade de guerras iminentes. As mensagens mediúnicas em questão foram obtidas entre 1909 e 1912, pelo prof. F. Bligh Bond, o arqueólogo que alcançou fama por ter felizmente se valido das faculdades mediúnicas de um amigo para resolver questões arqueológicas inutilmente investigadas por sessenta anos.

Observo que Bligh Bond, membro da Society for Psychical Research (SPR) de Londres, teve o cuidado, na época, de enviar à essa sociedade cópia das mensagens proféticas obtidas, a fim que fossem devidamente registradas e passadas aos arquivos sociais, munidas da data em que foram obtidas. Ele escreve: “Em outubro de 1909, quando foi ditada uma mensagem que se referia às fundações da capela de Loreto (ainda não descobertas naquela época), em Glastonbury, veio repentina e inesperadamente transmitida a seguinte mensagem, no costumeiro latim do convento:

“Fortuna fuit; Coelum ruit; Labor fruit in aeternum”.

«Eu perguntei: O que nos ameaça? A resposta me foi dada em inglês: «Guerra; uma guerra horrível, na qual Marte governará, na qual um mar de sangue fraterno será derramado... Pelas quais os fracos sofrerão e os fortes morrerão... Caos... Trevas... Tão novo o amanhecer no céu púrpura... O mundo enrubescerá... As papoulas vermelhas do esquecimento crescem nos túmulos de um passado que nunca mais volta... Papoulas vermelhas nos cemitérios, papoulas vermelhas entre as plantações férteis fecundadas pelo sol. Leia, medite e não tema: tudo isso é para melhor, e o que vai acontecer foi decretado que aconteceria... ». O Bligh Bond continua: “Três anos depois, nos vem novamente transmitido um prenúncio solene no mesmo sentido, e deve-se notar que nele insiste ainda mais no misterioso tema das papoulas vermelhas. Vem ditado em 26 de outubro de 1912 e tem a seguinte redação: «A festa das "Papoulas" ocorrerá antes da festa de Cristo... Observe o que dizemos. Pobreza, fome e desejo de guerra invadirão todas as nações sobre as quais repousa a sombra da Cruz.

Aqueles que gostariam de permanecer em paz não poderão, pois, a paz desaparecerá do mundo. No entanto, a guerra contra seu vizinho ainda é preferível à guerra civil; portanto melhor fomentar a guerra entre vizinhos. E quando a Europa estiver no fim de suas forças, começará o reinado da Ásia, já que o sol do futuro está surgindo sobre aquele continente. Esta é a nossa mensagem». (Light, 1925, p. 537). Finalmente, no ano de 1918, as mesmas personalidades mediúnicas predisseram que o destino da guerra mudaria abruptamente, e continuaram a predizer, de tempos em tempos, a sucessão dos eventos bélicos, até a conclusão

da paz. Tais prenúncios, obtidos logo após os eventos, não contêm o valor teórico dos demais mencionados, por isso me limito a referir ao primeiro deles: “Na primavera de 1918, em 29 de março (Sexta Feira Santa), foi ditado: - “Estejam vigilantes! A partir do dia da Páscoa, a maré intrusiva voltará rápida, decisiva, constantemente. Os mesmos elementos lutarão a favor da Justiça, pois serão usados para preparar a armadilha na qual os adversários deverão cair. «Já na segunda-feira a seguir à Páscoa os jornais da tarde sairão pela primeira vez com uma grande manchete, assim concebida: “Volta a maré invasora”; e numa carta publicada na terça-feira, 2 de abril, no "Daily Chronicle", o correspondente de guerra informou o seguinte: A fúria dos elementos, pela primeira vez, nas minhas memórias desde que estamos em guerra, declarou-se a nosso favor, açoitando totalmente a frente inimiga”. (Journal of the S.P.R., p. 235).

Observo também que Bligh Bond chama a atenção para o fato da insistência com que personalidades mediúnicas se referiram ao símbolo das papoulas vermelhas, acrescentando a esse respeito a frase: “Tenham em consideração o que dizemos”; essa insistência justificava-se pelo fato de uma informação premonitória estar escondida no símbolo da "papoula vermelha". Aconteceu de fato que as pessoas que voltavam dos cemitérios de guerra em Flandres e França, impressionadas pela circunstância de terem observado por toda parte os túmulos dos soldados cobertos por uma camada compacta de papoulas vermelhas crescidas com o sangue de seus mortos, propuseram que para a comemoração dos mortos na guerra foi adotado o símbolo da "papoula vermelha"; de modo que por consenso geral da nação, o dia do armistício passou a ser designado na Inglaterra com o apelido: “O dia das papoulas vermelhas”. Eu disse no início que as passagens proféticas mencionadas acima não pareciam teoricamente muito importantes, pois se referiam aos eventos de natureza geral.

E é bom para as profecias de guerra adequadas; exceto que este último detalhe secundário é agora adicionado a eles em torno do significado simbólico que as papoulas vermelhas teriam assumido depois da guerra, um detalhe que assume um valor teórico muito considerável, já que certamente não poderia ser inferido de causas existentes no presente; e sendo assim, então as profecias de guerra, sendo incapazes de separar o particular referido, que está em relação direta com a guerra, adquirem o valor de mensagens genuinamente paranormais.

Dito isso, não se pode deixar de voltar a atenção para as seguintes frases da primeira mensagem: “Tudo é para o melhor; o que vai acontecer foi decretado que aconteça..., no entanto, a guerra contra o seu vizinho ainda é preferível à guerra civil. Portanto, é melhor fomentar queixas entre vizinhos. E quando a Europa chegar ao fim de suas forças, começará o reinado da Ásia, pois o sol do futuro está nascendo sobre aquele continente”. O que significa tudo isso? A força do destino? A intervenção de uma fatalidade no desenrolar dos negócios humanos? Queixas entre os povos seriam, portanto, fomentadas pelo além, com a finalidade de poupar a civilização europeia de um fim ainda pior, qual seria a decadência provocada pelas guerras civis? No entanto, o declínio da civilização europeia seria decretado em favor do ressurgimento de uma civilização asiática? Já vimos que em uma comunicação anterior da personalidade mediúnica do "Imperador", esta foi expressa da seguinte forma: "Antes que as comunicações com o mundo espiritual ocorram claramente, uma guerra assustadora deve estourar em várias partes do mundo...

Essas provas são indispensáveis para se chegar a um estado de maior perfeição." Observo que as passagens fatalistas da natureza exposta são frequentes nas comunicações mediúnicas com o Além; e que quando se questionam as personalidades comunicantes sobre isso, elas respondem que o que chamamos de "Destino" realmente existe, embora temperado por uma dose adequada de "Livre arbítrio" na humanidade; livre arbítrio que vai aumentando gradualmente à medida que os povos se elevam intelectualmente. Nesse ponto, pôde-se observar que não é o caso de dar importância às afirmações inverificáveis de personalidades mediúnicas. Eu respondo que não deve ser esquecido que as profecias que as próprias personalidades emitiram em conjunção com tais afirmações são rigorosamente cumpridas; o que logicamente não pode deixar de conferir certo valor probatório aos enunciados de outra natureza por eles formulados; tanto mais que a própria existência de profecias político-sociais de longo prazo, por si só, tende a provar a crença greco-romana em uma fatalidade pairando sobre os destinos dos povos. Já discuti isso em profundidade no volume anterior sobre "Fenômenos Premonitórios" e me reservo o direito de retornar ao assunto em um capítulo especial de conclusão.

* * * CASO V – Este outro episódio merece ser lembrado pela fonte impecável de que emana, bem como pelo fato de o profeta ser um chefe da tribo dos Maoris, que são os indígenas da Nova Zelândia. No dramático volume publicado sobre a "Batalha da Jutlândia" pelo comandante do cruzador da batalha "Nova Zelândia", este último narra que o cruzador em questão, encontrando-se nas águas da Nova Zelândia no inverno de 1913, um chefe maori apresentou ao comandante um estandarte de batalha, recomendando que ele invariavelmente o içasse no dia da ação. O orador continua: “Com a apresentação do estandarte, também foi formulada uma profecia, segundo a qual o cruzador entraria em combate e seria atingido em três locais: acima da torre de popa, no convés de proa e na torre de comando, mas sem danos graves. (Na Batalha da Jutlândia, nós realmente fomos baleados na torre de popa, e sem danos graves; mas apenas naquele ponto).

“Salientei ao chefe Maori que o que ele previa podia muito bem ser realizado, mas que nem o comando, nem os oficiais, nem a tripulação interessavam, pois no dia primeiro de setembro de 1914 todos tínhamos que desembarcar, e uma nova tripulação, com novos oficiais e outro comando, deveria nos substituir. Mas o chefe Maori sustentou enfaticamente que ele via na batalha os mesmos homens, os mesmos oficiais e o mesmo comando. Pois bem: os acontecimentos provaram que ele tinha razão, e fomos nós que erguemos a bandeira a qual ele nos presenteou ao cruzador na batalha". (Light, 1921, p. 637). No incidente exposto, o detalhe secundário teoricamente importante consiste no fato do chefe Maori que afirma positivamente que a mesma tripulação que viu naquele momento no cruzador participará da batalha que ele previu; e isso ao contrário da opinião do comandante, que positivamente sabia a não muito distante data em que deveria desembarcar do cruzador junto com toda a tripulação; mas, é claro, ele não poderia imaginar que um mês antes dessa data, a guerra prevista pelo líder Maori iria estourar.

Segue-se que esse detalhe secundário, certamente não previsível com base em inferências existentes no presente, nos leva a admitir a origem genuinamente sobrenatural do episódio exposto. Quanto à informação, apenas parcialmente realizada, sobre os futuros danos de guerra que teriam afetado o cruzador, o erro não é de molde a prejudicar o

valor da profecia; e, de fato, presumivelmente, neste tipo de erros bastante frequentes em profecias, um quesito metapsíquico do mais alto significado teórico é obscurecido, já que com base na análise comparativa dos fatos, emerge que certos erros, como os encontrados nas visões subjetivas de "médiuns" não dependem em absoluto de interferências ou deficiências no agente transmissor de visões proféticas (que podem ser, dependendo do caso, a personalidade subconsciente integral do psíquico, ou uma personalidade espiritual), mas sim, da circunstância teoricamente muita importante, que os eventos futuros visualizados pelos "videntes", quando resultam de primordial importância, tanto para o indivíduo designado quanto para a comunidade, podem ser fatais para o seu propósito, mas de forma alguma devido às formas como eles se manifestam; de modo que frequentemente acontecem mudanças radicais ocorrem no desenrolar dos eventos preditos.

Repito que, ao afirmar isso, não estou formulando induções puras gratuitas, mas o afirmo com base em circunstâncias que de fato o demonstram, como já relatei em minha monografia sobre "Fenômenos Premonitórios" no que diz respeito aos "elementos de variabilidade" que são encontrados em alguns episódios desse tipo, bem como no que diz respeito às chamadas "pistas falsas" para as quais os "videntes" às vezes vão; “Falsas pistas” as quais não se revelam erros, mas sim “possibilidade de vida” que seriam concretizadas se o consultor não tivesse voluntariamente, e abruptamente mudado as diretrizes da sua própria vida. Voltarei a essa circunstância factual no capítulo final, ainda que sendo repetitivo, pois essa observação tem um enorme valor teórico, levando em consideração que, quando as variações sofridas pelos eventos dependem da vontade humana, elas efetivamente concorrem para demonstrar a existência de um "livre arbítrio” relativo, que é de fato relativo, mas ao mesmo tempo conserva uma eficiência especial, e é moralmente adequado. * * *

CASO VI – Os episódios seguintes têm uma origem positivamente mediúnica, como tantos outros do gênero, e apresentam a característica encontrada no episódio que acabamos de expor; isto é, contêm incidentes que não ocorreram, embora não digam respeito à guerra, mas às condições políticas e sociais internas da França como resultado da guerra. Trata-se das visões proféticas manifestadas subjetivamente a hoje reconhecida como célebre, a sonâmbula-médium "Reine", longamente estudada

por Pierre Cornillier. Este último publicou recentemente um livro intitulado: La Prédiction de l'Avenier, (A previsão do futuro) no qual ele analisa as profecias formuladas em condições de sonambulismo mediúnico e profundo, pela sensitiva em questão. Profecias que resultaram teoricamente instrutivas, tanto as que se cumpriram, quanto as outras que não se realizaram. Aqui os trechos relevantes da principal visão profética que apareceu a médium: «SESSÃO DE 1° DE FEVEREIRO DE 1913. Assim que adormeceu, e sem nada sugerir o que se preparava, Reine se endireitou subitamente na alta cadeira, como que invadida pelo terror, e erguendo os braços, exclamou: Ah! Ah! Mas é horrível! É assustador! Que horror! Como eles lutam! Soldados... Cavaleiros.... Que matança horrível! Fogo, sangue por toda parte..., mas é assustador! Se massacram entre eles! Que carnificina! Existem pilhas de cadáveres; feridos aos milhares.... As cidades desabam... Até do céu chovem clamas e metralhas!... “Passam trens lotados de soldados... Cavalos aos milhares, que os soldados empurram para carregá-los nos furgões. E os trens que passam são inúmeros... Mais uma vez, trens ainda sobrecarregados de soldados enfurnados nos vagões...

E tudo isso para irem a matar! «Onde quer olhe incêndios... Tudo é devastação! Os campos, as florestas, as cidades inteiras... Morte, ruína, desolação por toda parte! Oh! Espetáculo hediondo, repulsivo, horroroso! ». E a pobre Reine treme e se contorce desesperada na cadeira alta na qual está imersa em sono mediúnico. Mas as imagens da guerra continuam a se desenrolar sem interrupção mediante de sua visão subjetiva. Ela observa: “A guerra se estende por um horizonte sem limites... Províncias inteiras são invadidas... Na terra, no céu, por toda parte, se assassina, se saqueia e se destrói!... A Europa... Todas as nações europeias estão em delírio!”. Depois muda o cenário. Alguns meses se passaram, e os mesmos regimentos que a médium tinha visto partindo gloriosos e aclamados, voltam do campo de batalha.... Muito dizimados, com uniformes esfarrapados, cobertos de lama, em condições deploráveis... Entre eles, Reine vê regimentos de soldados estrangeiros; e descrevendo-me a sua visão, ela observa: “Como não conheço os uniformes, não posso saber a que nação pertencem… Será que são ingleses? Não sei, mas sem dúvida pertencem a outra nação...”.

Na SESSÃO DE 1º DE DEZEMBRO DE 1913, Reine exclamou: «Um grande império vizinho entra em seu destino. O mais poderoso dos monarcas deverá cair. Isso está escrito nos sinais astrais que antecedem os eventos.... Sim: é fatal... O império se transformará em república”. Então, quando a guerra está em pleno andamento, a médium anuncia ainda alguma rara, profecia, que se realiza, como todas as outras. Em 21 de janeiro de 1916, época da formação do "Exército do Oriente", que, segundo a norma de quem a criou, deveria obrigar a Alemanha a suspender a guerra na Europa, ela, falando em nome do "guia espiritual Vetellini", observou: "Não; a derrota dos alemães acontecerá na fronteira francesa, e não será Joffre que a determinará. Os exércitos franceses não invadirão a Alemanha.... Eles alcançarão até o Rio Reno... ». Em 12 de dezembro de 1916, Joffre foi de fato substituído pelo General Nivelle. Nesta profecia, a médium sonambúlica havia observado com precisão: “Não será este o general que salvará a situação. Um outro, no seu devido tempo, irá surgir”.

Finalmente, em 13 de dezembro de 1918, quando chegou a notícia de que Wilson, o Presidente dos Estados Unidos, havia embarcado para a França, "Vetellini", o "guia espiritual" de Reine, assim comentou: "A discórdia está a caminho!". E, infelizmente, esta última profecia também se cumpriu, especialmente os danos da Itália. Não é de se ignorar esta outra profecia ainda a cumprir-se. Em 29 de dezembro de 1913, Reine observa: “Chegará o dia em que os povos do Islã despertarão expulsando os elementos estrangeiros de suas terras. Então o centro da futura potência mundial passará da Europa para a Ásia”. Esta última profecia deve ser comparada com a outra análoga referida acima, na qual a personalidade mediúnica comunicante nas experiências do Bligh Bond, se expressou da seguinte forma: “...Quando a Europa chegar ao fim de suas forças, começará o reinado da Ásia, pois o sol do futuro está nascendo sobre aquele continente”. E existem várias outras profecias afirmando o mesmo evento. Fica para a posteridade o árduo julgamento; embora desde já tudo colabora a presumir que a profecia em questão seja fatalmente destinada a se cumprir em um tempo não tão distante.

Passando a mencionar as profecias que não se cumpriram, repito que as mesmas não dizem respeito diretamente à guerra, mas aos acontecimentos internos da França durante a guerra e após a guerra. Neles, se pressagia a revolução em Paris e a queda da república; enquanto Reine vê diante dela os novos personagens elevados ao poder, e os descreve com uma precisão meticulosa e maravilhosa. O que pensar? Já escrevi a esse respeito nos comentários do Caso V, a propósito das chamadas "pistas falsas" e, as quais se lançam às vezes os videntes, as quais não resultariam fantasias oníricas-subconscientes, mas bem sim sucessões verídicas de causas e efeito existentes em potência, mas que não se realizaram como acontecimentos, chegando ao ponto crítico da "bifurcação" (que no nosso caso implicava a derrota ou a vitória), tiveram um começo diferente daquele visualizado pelo sensitivo, determinando uma sucessão diferente de causas e efeitos. Portanto, dever-se-ia inferir que, em nosso caso, a médium Reine teve a visão do que teria acontecido se a França fosse derrotada.

Repito que me expressando assim, não estou formulando uma indução livre, mas proponho uma hipótese legítima porque fundada sobre a análise comparada de uma longa série de fatos, dos quais forneci um ensaio adequado e comentado no capítulo do livro "Fenômenos Premonitórios" intitulado: «Premonições em que se detecta um elemento de variabilidade teoricamente importante». * * *

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.