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Capítulo 12 de 24

Profecias de Guerras — parte 10 de 12

Guerras e Profecias · Ernesto Bozzano

CASO XX – O Dr. Eugène Osty, referindo-se às suas próprias experiências pessoais, observa: “Em maio de 1912, a visionária Loni-Feignez, pensando em descrever minhas ocupações atuais, expressou-se assim: « “Você mora em uma cidade localizada no centro da França. Vejo sua casa, que fica em uma pracinha.... Mas não é lá que as suas ocupações são

desenvolvidas... Você trabalha em um prédio grande, onde tem seu banheiro particular. Lá você manipula um grande número de folhas de papel... Quantas folhas de papel você manuseia! Eles continuamente os trazem para você de outro gabinete ao lado do seu, onde existem vários funcionários que escrevem.... É um incessante ir e vir entre o gabinete deles e o seu.... Você examina os papéis que eles lhe dão e em seguida, os devolve para aqueles que te deram... Até de fora vêm gente que te entregam os papéis deles. Você os submete a um exame apurado, escreve algo neles, e os devolve. Quantas folhas de papel você manuseia!...”. Assim disse a vidente. Bem, esse tipo de ocupação não tinha nenhuma conexão com minha vida na época, até que, a partir de agosto de 1914, passou a ser um dos aspectos da vida cotidiana que conduzi por dois anos na qualidade de médico-chefe do hospital, além de agente sanitário local, imerso em documentos administrativos.

“Lacunas interessantes podem ser observadas nessa previsão, pois comprovam que o sujeito não tinha de fato percebido diretamente um episódio da minha existência futura, como se ele dispusesse de uma intuição paranormal funcionando fora do tempo; o que é evidente em base às considerações de que, neste caso, ele teria percebido as características essenciais da situação apresentada; ou seja, que eu estava vestido de uniforme militar e tratava dos feridos”. Esta última consideração do doutor Osty é teoricamente importante, e emerge tão claramente da investigação dos fatos, que eu também a havia formulado anteriormente. Vale a pena ressaltar que, com base na análise comparada dos fatos, fica demonstrado que as visualizações em geral dos clarividentes não representam respectivamente nem a visualização de uma situação real no presente, nem a visualização direta de uma situação "astral" no passado, nem a visualização de uma situação "astral" no futuro; antes, consistem em representações puramente simbólicas, das quais se utiliza o Eu integral subconsciente, ou uma entidade espiritual extrínseca, a fim de transmitir ao vidente uma determinada informação ou uma determinada mensagem.

Segue-se que na circunstância das premonições, mesmo quando as visualizações dos videntes representam fotograficamente uma situação que se realizará no futuro, isso não significa de forma alguma que o vidente tenha tido uma visão direta da situação em questão, uma situação que já amadureceu antecipadamente no "plano astral", como afirmam os teósofos. Na realidade, a situação futura visualizada pelo sensitivo ainda não existe em

lugar nenhum, mas o Eu integral subconsciente, ou uma entidade espiritual extrínseca, podem ter tido a premonição dela e, consequentemente, projetar simbolicamente sua representação ao sensitivo. * * *

CASO XXI – Retiro da obra acima mencionada pelo Dr. Osty (p. 289), este outro episódio: «Em maio de 1914, o Conde R. de P., de 31 anos, durante uma sessão de metagnomia com a Srta. De Berly, obteve a seguinte previsão: “... Estou preocupado com você. Tenha cuidado, porque te vejo em perigo de morte.... Vejo que disparam contra ti com armas de fogo..., mas você não tem nada a temer...”. "Em junho de 1914, a mesma vidente, falando sobre o casamento planejado desse mesmo consulente, disse-lhe assim:" Você não vai se casar com esta jovem... Vejo você virando-lhe as costas... Além disso, algo acontecerá que vos afastará... Vejo que você está usando um uniforme... Às vezes te vejo a cavalo, dando ordens aos homens que cavavam túneis... Nossa! Que túneis cumpridos!... Quanta terra esses homens removem! Mas como é suja a terra que eles tiram, e quanto, quanto eles cavam!... Somente depois de vestir esse uniforme e terminar o trabalho de que estou falando, você vai se casar..., mas isso não acontecerá até que você tenha completado 35 anos.... Vais casar com uma jovem de cabelos castanhos, cabelos penteados lisos e na cabeça um chapeuzinho preto.

E ela vai ter sangue estrangeiro nas veias...”. “O conde De P., que deveria passar o mês de agosto com a família de sua noiva - uma jovem loira de sangue francês - foi mobilizado assim que foi deflagrada a guerra. Na posição de tenente local, mandou cavar um grande número de trincheiras, e “foi mesmo baleado com armas de fogo", já que foi ferido três vezes sucessivamente mais tarde nos antebraços, ganhando em setembro de 1915 as divisas de capitão e a cruz da Legião de honra; e sete meses depois, em Douaumont, uma bola o atingiu na cabeça, esmagando lhe as narinas e arrancando-lhe um olho, o que não impediu ao destemido oficial de continuar comandando os seus homens até que suas forças se esgotassem, ganhando também como homenagem a "rosa da Legião de Honra ". “Aos 36 anos, depois da guerra, o conde De P. casou-se com uma jovem morena de cabelos lisos e chapéu preto na cabeça, que tinha sangue italiano nas veias...”.

No episódio exposto, a vidente viu que eles ativaram para cima do consulente com armas de fogo, viu o consulente vestido de uniforme, ocupado dando ordens aos homens que cavavam túneis na terra, e assim mesmo ela ignorou a guerra! * * * CASO XXII – E aqui considerações da mesma vidente, em janeiro de 1914, prevendo para o mesmo Conde De P., a respeito de seu irmão mais novo: “A vida dele será curta... Ele terá uma morte violenta... Busque ser cauteloso quando for caçar... Ele morrerá de um tiro...”. Bem, em dezembro de 1914, o conde Carlo P. foi morto em batalha por uma bola na testa... ». * * * CASO XXIII – Os casos de previsões de morte na guerra, embora ignorando a guerra, foram realizados em números consideráveis. Cesare de Vesme, nos Annales des Sciences Psychiques (1915, p. 241), narra o seguinte episódio: “Um dos mais eminentes mestres do psiquismo, contou-me recentemente o caso de uma senhora sua conhecida, que ao consultar uma vidente no ano de 1913, previu que o seu filho morreria de um tiro de arma de fogo, mais ou menos um ano a partir daquela data. Como o jovem era um caçador apaixonado, sua mãe fez de tudo para impedi-lo de manusear um rifle no período do tempo previsto. Mas em agosto de 1914, o jovem foi convocado para o exército e foi um dos primeiros a cair na batalha da Champagne”.

* * * CASO XXIV – Cito em resumo um exemplo do mesmo tipo, a que me referi na íntegra na monografia sobre os «Enigmas da Psicometria». O relator e protagonista dos fatos - Edmondo Duchâtel - escreve nestes termos nos Annales des Sciences Psychiques (1916, p. 17): «Em 8 de agosto de 1913, sobre a simples apresentação de uma carta de uma sensitiva Sra. Feignez, uma carta que ela não olhou, ela me descreveu exatamente o retrato físico e moral da pessoa que a escreveu, no caso, Raymond Raynal (um jovem artista dramático, de grande futuro), declarandome que “se em algum momento ele se afastasse de Paris, teria perecido de morte violenta antes que se completassem dois anos, atingido em plena face

por um pedaço de ferro, e isso acima, ou próximo a um meio de transporte que não era a ferrovia ”. “.... No dia 17 de dezembro, tendo apresentado novamente a mesma carta à médium, ela declarou que já havia previsto a morte do jovem que a escrevera... e, como na primeira vez, repetiu que a causa da morte teria sido por um pedaço de ferro. "Em 24 de novembro, o Sr. H. L., amigo de Raymond Raynal, foi até o visionário com outra carta dele. Ao entrar em contato com a carta, a vidente imediatamente reconheceu a pessoa sobre a qual se tratava...; então ele repetiu a mesmíssima previsão, que, ou seja, em um ano ele morreria, sempre por causa de um pedaço de ferro... “Raymond Raynal foi mobilizado em 4 de agosto de 1914 e morto em 6 de setembro. “Em 19 de setembro, a Sra. H. foi ao encontro da Sra. Feignez com a última carta que ele escreveu, a fim de obter informações sobre sua morte.

Ele relata os resultados da consulta nestes termos: "A Sra. Feignez me disse que ele não sofreu porque foi atingido por uma bola no olho direito; que a bola fez outra vítima; que Raymond Raynal não estava em batalha, mas que se preparava para cumprir uma missão: cumprir uma ordem de comando; que havia apenas dois ou três camaradas com ele; que alguns dias antes de sua morte, ele havia recebido um cartão-postal meu. Depois disso, a médium acrescentou: Você encontrará o corpo dele novamente; você encontrará o lugar onde ele foi enterrado. E comentou que não era necessário procurá-lo no campo; que seu túmulo ficava à direita de uma estrada, a poucos metros de uma carruagem de palha”. " Em base aos dados coletados, descobriu-se que Raymond Raynal, que era o ciclista de ligação entre seu general de brigada e o coronel, tinha consigo a sua própria bicicleta (o meio de transporte que não é a ferrovia): apesar da expressão vaga, devemos reconhecer as palavras da vidente como exatas); e enquanto ele conversava com seu capitão, foi atingido por uma bola no olho direito (eis o pedaço de ferro) à qual, depois de ter-lhe cruzado a cabeça, acertou o ombro do capitão (eis a segunda vítima).

Também é correto que ele não havia, de fato, sofrido. "A Sra. H. acrescenta:" entre os dias 4 e 6 de setembro, ele recebera o meu cartão-postal e, consequentemente, é justa a afirmação da vidente de que ele o receberia poucos dias antes de morrer. Encontramos o corpo dele em Barcy,

ao norte de Meaux, onde cheguei depois de cruzar a água. Ele foi enterrado em palha. Seu túmulo não tinha marcas particulares. No entanto, foi imediatamente identificado, porque aos primeiros golpes da pá, surgiu sua carteira de registro militar. Ele descansava em um campo, ao lado de uma carruagem de palha”». Dos comentários que o relator expos neste caso, extraio o seguinte trecho: «... O que é mais surpreendente é o fato de que nos dois anos a que aludiu a vidente, acontece alguma coisa de muito mais sério e mais importante, do ponto de vista geral, do que a morte de Raymond Raynal: caiu sobre o mundo esse terrível flagelo de que ele foi uma das primeiras vítimas; no entanto, a vidente não evoluiu muito! E o que pensar daquele “pedaço de ferro” que ela anuncia como se fosse a projeção no ar de um brinquedo de criança? A vidente observa: "É um pedaço de ferro", e enquanto isso ela ignora a guerra! Ela previu que que no intervalo de dois anos o jovem Raymond Raynal deveria morrer, ignorando que isso aconteceria no campo de honra! Enfim, se deve às indicações por ela fornecidas, o fato de terem encontrado o seu corpo ». * * *

Aqui encerro com os episódios paranormais, de ordem direta e indireta, relativos à Primeira Grande Guerra Mundial. A esse respeito, considero oportuno responder previamente a uma pergunta que, presumivelmente, muitos leitores não deixarão de se fazer a si mesmo, visto que se refere a uma circunstância que emerge claramente do conjunto das profecias expostas; e é que todos foram expressos entre os povos da Entente; isto é, no meio de apenas uma das partes beligerantes; o que nos leva espontaneamente à pergunta: E no meio dos povos austro-germânicos, não existiram profetas? Respondo que houve um bom número delas, mas nenhuma das profecias que vieram à luz revelou-se suficientemente verdadeira para serem levadas em consideração do ponto de vista científico. No entanto, é útil apontar uma circunstância muito sugestiva a esse respeito, e é que todas as profecias que surgiram no ambiente austro-germânico parecem ser claramente desfavoráveis ao destino tedesco; de modo que deve ser reconhecido que, se houve falsos exageros, eles se revelaram corretamente orientados em um sentido pessimista. Um exemplo típico do que afirmo, surge a chamada profecia de Hanover, que termina com este período: “Depois da última grande batalha, tão pouco restará

do Império Germânico, que do alto de uma árvore será possível abraçá-lo com o olhar todo o território”. Portanto, falsas profecias sim, mas todas devidamente em sintonia com um pessimismo desolador e verdadeiro, que leva a inferir que os sensitivos tinham uma intuição genuína dos eventos futuros; uma intuição que, presumivelmente, resultando dolorosa para eles, determinou perturbações em suas condições de passividade mental, favorecendo o surgimento da camada de sonho subconsciente, a partir do qual poderiam ser suscitadas apenas fantasias com a entonação pessimista dominante. Voltando aos casos que acabamos de expor, e do ponto de vista da questão especial levantada pelo fato de que os clarividentes muitas vezes previram eventos pessoais determinados pela guerra, ignorando a guerra, vou me limitar a observar como essas tais lacunas tão misteriosas resultam uma regra fundamental para as manifestações da clarividência no futuro; quer dizer que se por vezes o psíquico prevê os acontecimentos aos quais terá de se submeter pessoalmente o indivíduo com quem se encontra em "relação psíquica", ignorando acontecimentos futuros de caráter geral, como guerras, revoluções, cataclismos que deverão determinar os próprios eventos, isso presumivelmente deve ser atribuído ao fato de que a maioria dos sensitivos extraem mais vezes (não sempre) suas informações do ego integral subconsciente do consulente; e assim sendo, parece racional que eles não percebam exceto os eventos estritamente concernentes à existência pessoal dos mesmos, permanecendo excluído da órbita de visualização deles, os acontecimentos gerais, mesmo quando eles fazem parte integrante do futuro do consulente, em funções de causas.

As conclusões acima levantam outras questões muito misteriosas a serem resolvidas, tendo em vista que o simples fato de reconhecer que os sensitivos atingem as suas informações no subconsciente do consulente, leva necessariamente à questão de como é que podem existir registrados na subconsciência dele os dados reveladores de seus eventos pessoais futuros, e isso até mesmo quando tais eventos dependem de ordem extrínseca e acidental. A análise aprofundada desta questão envolve diferentes soluções, as quais resultam complementares uma das outras, e, de consequência, todas deveriam ser consideradas fundadas, portanto, legitimamente aplicáveis aos diversos fenômenos investigados, dependendo das circunstâncias; soluções propostas por mim e ilustradas no livro "Fenômenos Premonitórios" (a alguns

deles, mencionei no presente trabalho, comentando os casos V, VI, XIV, XVII e XIX). Não sendo possível que eu me imiscuísse em discussões às quais exigiriam um desenvolvimento muito amplo, vou me limitar a insistir ainda mais na mais misteriosa dessas soluções, ou hipóteses: aquela segundo a qual as modalidades com as quais certas categorias de fatos são expressas, irresistivelmente atraídos para se concluir que muitos dos eventos previstos, sejam eles de natureza pessoal ou geral, devem ser inexoravelmente predeterminados..., mas por obra de quem? E com quais propósitos misteriosos? E aqui estamos mergulhados de volta na formidável questão do "Fatalismo", que durante milênios se impôs à meditação de todos os povos da terra.

Não seria possível desenvolver adequadamente tal tema; portanto, também a esse respeito me limitarei a observar que, diante de alguns aspectos muito eloquentes dos fenômenos paranormais (aos quais aludo, mas de forma insuficiente, nos comentários dos casos IV e XVII), não seja possível recusar-se a admitir a existência de uma fatalidade predestinada ao governo do povo e dos indivíduos, pelo menos em suas amplas linhas evolutivas; uma admissão de que além de logicamente inevitável, apresentaria um lado filosoficamente confortante, pois que equivaleria a admitir a existência de “Entidades espirituais” encarregadas do governo da humanidade; o que implicaria na existência de uma " Suprema Hierarquia", bem como na sobrevivência do espírito humano; e esta última inferência emergiria claramente da consideração de que as provas pessoais aos quais todo indivíduo teria de se submeter, inevitavelmente, não teriam propósito se não fossem impostos em vista de um propósito sobrenatural; enquanto os testes de ordem geral pelos quais os povos deveriam se submeter, por um lado, contribuiriam para o mesmo propósito, na medida em que eventos de ordem geral influenciem sobre os eventos de ordem pessoais, e por outro, eles seriam determinados em vista da evolução coletiva, em um ambiente terreno, das raças individuais.

No entanto, tanto no primeiro caso como no segundo, deveria se concluir que se a Fatalidade existe, isso significa que os povos, como os indivíduos, ainda precisam de ser endereçados para o difícil caminho de sua evolução individual e coletiva em virtude do impulso norteador das hierarquias espirituais encarregadas para este fim, as quais submetem a humanidade a uma disciplina

de "liberdade condicional" proporcional ao grau de evolução espiritual alcançado. Segue-se que, em tese geral, deve concluir afirmando que os eventos dos povos e dos indivíduos estão sujeitos às Leis Cósmicas da Necessidade e da Liberdade harmoniosamente juntas e equilibradas; tudo isso em vista de uma finalidade que por mais enigmático que seja, nos dá a possibilidade de explicarse no sentido ascendente da Necessidade em direção a Liberdade. Não acrescentarei nada mais, visto que o tema inexaurível não poderia se desenvolver convenientemente com base apenas aos fenômenos aqui considerados. Assim sendo, sugiro aos leitores que gostariam de aprofundá-lo, o meu livro intitulado: Fenômenos Premonitórios”.

Capítulo II

Notáveis intuições proféticas acerca da Segunda ‘Grande Guerra Mundial’

Declaro que o presente capítulo, no qual deveriam conter as profecias relativas à segunda "Grande Guerra Mundial" que ainda hoje aflige a humanidade (1942), vai conter em sua maior parte resumos de intuições notáveis neste sentido e de considerações de ordem geral, carentes de eventos proféticos merecedores de serem relatados na íntegra. Isso depende de várias causas, uma das quais se deve à circunstância dos eventos preliminares que levaram à nova conflagração dos povos serem diferentes nos dois casos. No primeiro caso, os videntes encontraram-se em condições psicológicas serenas e calmas em relação a um evento que não previram no estado de vigília, portanto, em condições favoráveis ao surgimento das faculdades paranormais subconscientes, com a consequência de que antes da eclosão da guerra, eles formularam profecias verdadeiramente admiráveis sobre ela. O mesmo não aconteceu depois que a guerra foi deflagrada, pois não podiam deixar de acompanhar ansiosamente seus acontecimentos, o que lhes acarretava interferências de cunho auto sugestivo subconsciente.

Muito diferente aconteceu na segunda "Grande Guerra Mundial", em que os videntes se encontraram em condições ambientais invertidas, no sentido de que a nova e temida conflagração dos povos parecia iminente para todos, daí decorria que as almas dos "videntes" não poderiam eles não seguir ansiosamente as alternativas de eventos políticos preliminares, ainda e sempre esperando para a manutenção da paz; isso serviu para neutralizar suas faculdades de clarividência, alterando-as no sentido ardentemente desejado; isto é, determinando falsas profecias de paz.

Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.