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Capítulo 3 de 24
Profecias de Guerras — parte 1 de 12
Guerras e Profecias · Ernesto Bozzano
Capítulo I
A “Grande Guerra Mundial" de 1914-1918 e as "Profecias"
Em qualquer momento sejam analisadas e comparadas entre si as numerosas profecias publicadas na ocasião da primeira “Grande Guerra”, surge claro e sem dúvida, uma circunstância de fato interessante, a que a grande maioria das profecias formuladas pelos “videntes” antes da guerra, quando ninguém pensava em guerra, resultaram maravilhosamente verdadeiras, enquanto as profecias formuladas pelos mesmos "videntes" durante a tempestade do cataclismo de sangue, e referindo-se à sucessão dos eventos nos quatros anos de guerra, resultaram em sua grande maioria pobres e sensacionalmente falsas. De fato, em base ao mesmo, se aprende que o Kaiser deveria acabar assassinado pelo seu povo, que o rei da Grécia deveria reinar sobre Constantinopla, e que os exércitos que mantinham alianças deveriam lançar uma grandiosa batalha decisiva sob os muros de Berlim; enquanto a cada início de ano surgiam profecias segundo as quais a guerra deveria terminar naquele mesmo ano, e
assim como isto aconteceu em 1914, em 1915, em 1916, em 1917 e em 1918, os últimos profetas terminaram por adivinhar. No entanto, entre os profetas que faliram miseravelmente à prova, existiam os clarividentes autênticos, famosos justamente por outras profecias formuladas por eles em circunstâncias análogas à guerra, as quais foram realizadas nos mais minuciosos particulares. Como entender tão grande contraste nos resultados conseguidos? Respondo observando que a explicação é óbvia para qualquer um que seja hábil na disciplina da Metapsíquica, e é nisso que consiste a causa do bom sucesso das profecias formuladas sobre a guerra antes que a guerra se desencadeasse, assim como o fracasso daqueles formulados durante a guerra. Reside na circunstância que, no primeiro caso, os videntes se encontravam em condições de ânimo sereno e tranquilo, e de consequência, podiam manter-se em condições de passividade mental, que é o estado receptivo indispensável ao surgimento das faculdades paranormais subconscientes.
Já no segundo caso, os profetas se encontravam imersos em tormentas de sangue, e de consequência, incapazes de manter as condições favoráveis a passividade mental; com isso impedindo o surgimento das faculdades proféticas inerentes às suas subconsciências, e abrindo a passagem à cada tipo de visão subjetiva ou de mensagens psicografadas repletas de material onírico da subconsciência subliminar; visões e mensagens que naturalmente não poderiam não resultar em plena harmonia com as ardentes aspirações, ou as opiniões particulares dos videntes em questão. Tudo isso, à priori, parecia psicologicamente inevitável; em tal modo que não é certo surpreender-se ao relevar-lhe à posteriori, como também os propósitos das manifestações em exame, se tiveram a confirmação eloquente de uma lei da Metapsíquica fundamental.
De qualquer forma, querendo ser imparcial, deve-se observar que, se pela maioria dos casos descritos se encontra nos videntes um eclipse total da faculdade profética, nota-se também que em algumas circunstâncias o eclipse aparece apenas parcial, em quanto se encontram em várias profecias com descrições verdadeiras de situações futuras as quais resultam muito complexas e muito inesperadas para serem consideradas dissolúveis com a cômoda hipótese das “coincidências fortuitas”. Mas já se compreende que se tais notáveis acidentes verídicos valem como ótimas provas em favor de uma provável emergência esporádica da faculdade paranormal que autenticam
também nas circunstâncias expostas, os acidentes mesmo, porém, não podem ser considerados do ponto de vista científico. Assim sendo, não me deterei, condenando inexoravelmente ao ostracismo todas as profecias formuladas durante a guerra, com exceção para algumas resultadas integralmente verídicas. * * *
CASO I – Passando às classificações dos episódios, não posso deixar de prestar a devida homenagem, sobre o tema “profecias”, a um antiguíssimo e famosíssimo “vidente”, que viveu a três séculos atrás: o doutor em medicina Michele Nostradamus. Para abreviar, me limito a citar um resumo de uma de suas profecias sobre a hodierna grande guerra europeia, resumo escrito pelo Conde Chedo Mijatovich, ex-ministro plenipotenciário do reino da Sérvia em Londres. Ele escreveu: «Michele Nostradamus, que viveu na primeira metade do século XVI, era um famoso doutor em medicina oficializado junto à corte do rei da França. Ele era judeu de nascimento, francês de nacionalidade, um homem de ciência em toda a expressão do termo, além de ser profundamente religioso e católico fervoroso. “Ele é o autor das famosas Centúrias, em quadras rimadas, nas quais se exibem as visões que ele teve em relação aos eventos da história da Europa: Centúrias por ele publicada em Lyon em 1555, e depois reimpressas numerosas vezes, assim como explicadas e ilustradas por uma multidão de comentaristas pertencentes a toda a nação.
“Supondo que em favor da existência da faculdade profética no homem, não existem outras provas que aquelas emergentes da obra de Michele Nostradamus, estas provas bastariam por si a demonstrarem a existência. Há trezentos e setenta anos atrás, ele previu esses eventos que hoje em dia se realizam sob nossos olhos, descrevendo-os frequentemente de maneira tão detalhada a nos induzir ao espanto. Como por exemplo, eis uma estrofe sobre o reinado de Luís Felipe: “Eu vejo um príncipe real dirigindo uma carruagem. Vejo os cavalos se empinarem mediante a visão de alguma coisa, e saírem correndo em disparada. Em um determinado momento o príncipe tenta saltar, mas o esporão de uma das botas agarra ao ferro do estribo, e ele é projetado com força contra o chão, morrendo na batida”.
“Pois bem: esse incidente mortal se realizou em cada particularidade descrita, na pessoa designada; ou seja, pelo Duque de Bordeaux, príncipe hereditário sob o reino de Luiz Filipe, no ano de 1846. “Vou referir em resumo alguma outra profecia: “Ele previu que a grande revolução francesa teria início no ano de 1789. Que o rei e a rainha da França seriam justiçados. Que um novo calendário seria adotado no ano de 1792. Que as perseguições às instituições religiosas teriam durado “um pouco menos que onze anos”, e de fato ela durou precisamente onze anos, menos três dias! “Ele previu o surgimento do primeiro Napoleão na cena política da França, e o descreveu em pormenores, designando-o com o título de “Grande Imperador”. “E subindo o curso dos eventos sempre à frente no tempo, ele previu que a França teria conquistado a Algéria, acrescentando que a façanha seria realizada quando a França tivesse reinado com um rei de nome “Filipe”. Bem, como todos sabemos, a conquista da Algéria foi realizada durante o reinado de Luiz Filipe da casa dos D’Orleans.
“Ele também previu a carreira de Napoleão III, até a capitulação de Sedan. “Chegando a tudo o que ele profetiza em relação à atual grande guerra europeia, já é o suficiente para nos espantar. “Ele disse que a grande guerra seria cruel e assustadora; que não aconteceria somente em terra, mas nos mares e no céu, referindo-se evidentemente aos submarinos e aos aviões. Estes últimos acima de tudo o embaraçam; e ele narra que vê muito alto no ar o que lhe parece um bando de falcões, os quais atiram foco sobre as cidades e sobre os exércitos abaixo! “Ele previu que a Rússia seria mergulhada no caos, acrescentando que as suas fronteiras ocidentais seriam transportadas de volta em direção ao oriente. “Nada menos notável resultam suas profecias em relação ao rei da Bulgária, ao qual informa o nome, chamando-o “o loiro Ferdinando”.
Enquanto informa que ele desconheceria os laços de sangue que os unia à França, que pelas próprias cobiças pela Macedônia, ele entraria em guerra contra a Sérvia e a Grécia, e que no que próprio no momento em que ele deveria ser prudente em suas deliberações, prenderia um caminho errado, provocando o fim do seu reinado. Ele, em 1555, viu e declarou que a Palestina e a Síria seriam estados liberados do jugo dos turcos, que o império turco teria desmoronado, que a Áustria seria
reduzida a um pequeno estado com esse nome, que a Hungria teria conquistado a independência, assim como também ficariam livres e independentes a Boêmia e a Polônia, enquanto a Romênia cresceria: que tais estados estreitariam relações de amizade com a Inglaterra, e que um novo estado eslavo se formaria, ao quais os confins se estenderiam da Suíça ao Danúbio; com isso aludia evidentemente à formação da Iugoslávia.. “E agora não vamos nos esquecer que todos esses eventos, os quais estarão acontecendo sob nossos olhos, foram descritos em uma obra publicada no ano de 1555, por um doutor em medicina e um homem da ciência, o qual possuía o dom paranormal das faculdades proféticas…” (Light, 1920. Pág. 34). Este é o resumo mais recentes entre as profecias de Nostradamus feita pelo conde Mijatovich. Da minha parte, me recuso a comentá-las já que não tive nunca a ocasião de estudar no texto as profecias em questão, que conheço somente em base aos numerosos sábios analíticos que sobre elas pblicaram.
Observo, no entanto, que, como os comentaristas reproduzem as “quadras rimadas” as quais contêm as profecias discutidas, imagina-se que o leitor é colocado em lugar de asseverar por sua própria conta se os comentaristas interpretaram exatamente o pensamento do profeta. Sendo assim, então não se pode desconhecer o caso de Michele Nostradamus, que diante da sua visão subjetiva, viu passar como uma representação cinematográfica, os eventos futuros da história da Europa. Voltando no curso do tempo há três séculos longínquos, resulta ser o caso mais extraordinário que se conheça em matéria de profecias. Quanto ao ponto de vista psicológico e filosófico não se pode ignorar como essa inquietante possibilidade desorienta a razão humana, à qual não se sabe mais o que pensar a respeito da natureza do espírito, a respeito da relatividade do tempo e do espaço, em volta ao mistério do universo, em volta ao problema filosófico do “livre arbítrio” comparados com o “fatalismo”. Conseguirá a pequena ciência humana penetrar o grandioso mistério que se esconde sob o véu das visões proféticas?
Infelizmente, tudo contribui a demonstrar que o mistério transcende os estreitos limites atribuídos à nossa inteligência finita, assim como acontece com o outro mistério perturbador do "espaço infinito", cuja razão é forçada a admitir sem conseguir compreender. Do mesmo modo, os fatos forçam a razão a admitir a existência de clarividência no futuro, sem conseguir compreendê-la, nem agora, nem nunca. Nosso pensamento permanece consolado com o simples fato da existência de permanecemos consolados com o pensamento de que o mero fato da existência
de tais antinomias imperiosas do raciocínio estão demonstrando a vastidão potencial da inteligência humana, a qual se demonstra bastante elevada para conceber condições espaciais e temporais que é forçada a admitir por um imperativo categórico da razão, sem conseguir compreendê-la, deve a partir disso, inferir logicamente que a inteligência que as concebe contém em si a capacidade virtual de compenetrá-los, mas em um ambiente diferente que não seja o ambiente terreno. * * *
CASO II – Passando ao tema da "Grande Guerra" ao nosso tempo, me refiro a uma "mensagem" mediúnica que a Srta. Lilian Whiting, junto ao Dr. Hodgson, obteve em uma sessão com a médium Sra. Piper; sessão ocorrida em 17 de outubro de 1897. Srta. Lilian Whiting explica que copiou apenas as respostas da personalidade mediúnica comunicante ("Imperador"), e que, além disto, não tendo importância do nosso ponto de vista, a Sra. Sidgwick se refere de forma resumida a mensagem profética em questão, no volume XXVIII, p. 90, das «Proceedings of the S.P.R.». Eis a mensagem do "Imperador": “Nós exercitamos perenemente a nossa influência sobre ao mundo, embora isso ocorra de maneiras que não podem ser discernidas pela mentalidade humana. Toda a humanidade é mais ou menos influenciada pela ação de alguns dos nossos; e em determinadas circunstâncias, a totalidade dos grupos espirituais com essa tarefa, agem no mundo dos vivos onde desenvolvem a intelectualidade. Nunca antes, desde a época em que Melquisedeque viveu, a humanidade se demonstrara tão suscetível as influências espirituais. Isso se tornará evidente, de modo assombroso, no próximo século.
(Vale dizer, após o ano de 1900). “E agora me preparo a formular uma profecia, que vocês mesmos não tardarão a comprovar a veracidade. Antes que as comunicações com o mundo espiritual se executem claramente, deve desencadear uma guerra apavorante em várias partes do mundo. Isso, repito, deve preceder a realização das comunicações espíritas claramente expressas. É necessário que o mundo venha purificado e limpo, caso se deseje que os homens venham a ver seus amigos do “além” por meio das visões clarividentes; e tais provas são indispensáveis para se alcançar um estado de maior perfeição. Amigo, medite sobre o que eu disse”. (Light, 1941. Pág. 349).
Do ponto de vista científico, o valor demonstrativo dos fenômenos paranormais não pode certamente fundamentar-se sobre eventos de ordens gerais, em mérito aos quais permanecem sempre a dúvida que foram previstos em base a inferências racionais derivadas das situações no presente. Daí ocorre que seu valor demonstrativo deve fundamentar-se exclusivamente sobre os detalhes secundários que constituem o “contexto” do evento principal; particulares que não podem normalmente inferir-se da situação no presente; o que leva a concluir que a profecia em questão não apresenta grande valor teórico, enquanto que dela se alude unicamente a eventos de ordens gerais, como seriam os prenúncios do próximo desencadeamento de uma grande guerra entre os povos, e o consecutivo intensificar-se das manifestações do mundo espiritual em ambiente terreno.
No entanto, é útil observar que, se a primeira parte da profecia – há 17 anos de distância - talvez fosse normalmente previsível para aqueles que acompanharam atentamente o desenvolvimento dos assuntos políticos europeus, o mesmo não se poderia afirmar em relação a segunda parte da mesma profecia, devido ao fato de que o evento preconizado resulta em via de plena realização, visto que depois da guerra, as investigações em torno das manifestações mediúnicas se intensificaram por toda parte de maneira extraordinária; de modo particularmente grandioso na Inglaterra, na América do Norte, na América do Sul, na Austrália, na Alemanha, na Itália, na Espanha e em Portugal. Enquanto se fundavam novos Institutos para pesquisas psíquicas, publicavam novas revistas de Metapsíquica e Espiritistas em vários estados que, antes da guerra, não se interessavam por nada, como a Grécia, a Sérvia, a Bulgária, a Romênia, a Polônia e até a Turquia.
Daqui decorre que hodiernamente, se assiste de fato o difundir e o intensificar-se de um movimento metapsíquico-espiritual imponente, surgido após a guerra e em consequência da guerra; a qual, segundo o "Imperador", era necessária para preparar o ambiente indispensável para a espiritualização dos povos. * * *
CASO III – Nesta outra "mensagem" mediúnica com conteúdo profético, já são detectados detalhes secundários suficientes para fornecer ao mesmo um notável valor teórico. Foi publicado na revista espiritualista australiana: The Harbinger of Light, na edição de julho de 1909. Observe as datas, que no nosso caso são de importância decisiva. Trata-se da relação de uma sessão
mediúnica com extrinsecação psicográfica na qual era médium um italiano, chamado Candiotti. Naquela noite, se manifestou uma personalidade mediúnica afirmando-se Ernesto Renan, com a finalidade de comunicar ao mundo a seguinte mensagem: “Meus irmãos, um grande cataclisma de sangue cobrirá o mundo nos próximos tempos; o luto e a desolação serão universais, pois que milhões de jovens criaturas - boas e más - serão sacrificados sobre o altar de Marte, para satisfazer a ambição do Imperador da Alemanha. Não tardará muito a Alemanha, França, Áustria, Itália, Inglaterra e Rússia se confundirão em um enorme conflito geral. Com tudo isso, vocês não devem temer que a injustiça prevaleça: não, meus caros irmãos; alegrem-se no propósito, pois que a justiça prevalecerá. Dos Chefes de Estado pacíficos dentre os quais Edoardo VII, Vittorio Emanuelle e o Presidente da República Francesa sairão vitoriosos da terrível luta, e logo depois será um período de governos socialistas, precursores de um outro governo mais perfeito.
Este é o surgimento de tempos melhores que me foi concedido de lhes relatar. Não me é possível fornecer datas precisas, mas posso garantir que a sucessão dos eventos preconizados se iniciará durante a vossa geração, e que vocês assistirão ainda o amanhecer de uma nova aurora." Esta interessante mensagem profética recebido em Melbourne, cinco anos e dois meses antes do início da guerra. Há uma ligeira imprecisão, mas sem importância; é que a mensagem faz alusão ao rei Edoardo VII da Inglaterra como se ele fosse estar vivo em 1914. Fora isso, deve-se concordar que a profecia em questão foi cumprida de forma impressionante, e que não pode não ser de natureza paranormal, (não importa se subconsciente ou extrínseca); isso se nela forem relevados detalhes secundários muito importantes e inexplicáveis com a hipótese de inferências normais de situações no presente.
Isso se aplica à passagem em que o "espírito" comunicante coloca o rei Vittorio Emanuelle entre os vitoriosos, juntamente com o rei Eduardo da Inglaterra e o presidente da República Francesa; que contrasta fortemente com as alianças políticas em vigor em 1909. De fato, quem poderia imaginar naquela época que, apesar da existência da Tríplice Aliança, a Itália se uniria à França e à Inglaterra? Nota-se, além disso, que a guerra realmente terminou com a derrota da Alemanha, que talvez pudesse ter sido prevista após a batalha do Marne e a intervenção da Itália, mas isso não parecia possível em 1909, quando vinha
reconhecido universalmente o primado militar da Alemanha. Por fim, parece muito notável a circunstância de que o profeta, após ter elencado a Rússia entre os povos bélicos, não pôr a Rússia entre as nações vitoriosas; com isso, demonstrando saber muito mais do quanto julgou conveniente revelar. O que mais se poderia pretender para reconhecer a gênese genuinamente profética da mensagem em questão? Falta ainda citar o conteúdo do último parágrafo da mesma mensagem, na qual se preconiza que após a guerra viria um período de governos socialistas, precursores de uma outra forma de governo mais perfeita. Relevo que o médium havia opiniões socialistas, de modo que poderia supor-se que o último parágrafo pudesse ter tido “uma pincelada” subconsciente na transmissão telepática da mensagem espiritualista: mas, de qualquer maneira, não se pode negar que muito de verdadeiro se contenha nos parágrafos transmitidos, a começar pela queda da Rússia sob um governo mais extremista ainda do que o socialista, para passar a influência que os partidos extremos exercitavam no pós-guerra sobre os governos da França e da Inglaterra, e acabar nos tristes eventos aos qual a Itália foi o teatro nos anos nefastos que aconteceram a guerra. * * *
Leitura livre, oferecida pelo Conhecer para Transformar.